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Foram encontradas 519 questões.

681300 Ano: 2015
Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Sobrado-PB
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Os dispositivos de E/S são controlados diretamente:
 

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681292 Ano: 2015
Disciplina: Pedagogia
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Sobrado-PB
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Um professor que concebe a aquisição da leitura e da escrita como um ato intelectual no processo de alfabetização,
I. Acredita que a chave da alfabetização bem sucedida reside no método adotado.
II. Leva em consideração o pensamento da criança e concebe a escrita como um objeto cultural que cumpre funções sociais.
III. Apresenta a escrita à criança como algo socialmente significativo para ela.
IV. Mantém o foco da alfabetização no treino das habilidades percepto-motoras.
V. Utiliza a cartilha como o material por excelência para o aprendizado dos padrões silábicos.
É CORRETO o que se afirma em:
 

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A concepção de avaliação dos Parâmetros Curriculares Nacionais vai além da visão tradicional, que focaliza o controle externo do aluno mediante notas ou conceitos, para ser compreendida como parte integrante e intrínseca ao processo educacional.
Acerca da concepção de “avaliação” dos PCNs, julgue os itens a seguir colocando V para as alternativas verdadeiras e F para as alternativas falsas:
( ) A avaliação subsidia o professor com elementos para uma reflexão contínua sobre a sua prática, sobre a criação de novos instrumentos de trabalho e a retomada de aspectos que devem ser revistos, ajustados ou reconhecidos como adequados para o processo de aprendizagem individual ou de todo grupo.
( ) Para o aluno, é o instrumento de tomada de consciência de suas conquistas, dificuldades e possibilidades para reorganização de seu investimento na tarefa de aprender
( ) Acontece descontínua e asistematicamente por meio da interpretação qualitativa do conhecimento construído pelo aluno
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo
 

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681284 Ano: 2015
Disciplina: Saúde Pública
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Sobrado-PB
para verdadeiro e F para falso e depois marque a alternativa correta:
( ) A pessoa é considerada hipertensa quando sua pressão arterial estiver maior ou igual a 140/90 mmHg;
( ) A diabetes miellitus acontece quando o organismo produz insulina em excesso normalmente após 40 anos de idade;
( ) A tuberculose é uma doença infecciosa e contagiosa causada por um vírus;
( ) O contato direto e prolongado com o doente em ambiente fechado, com pouca ventilação e pouca de luz solar, aumenta as chances de a pessoa se infectar com o bacilo da hanseníase
 

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681261 Ano: 2015
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Sobrado-PB
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A Constituição de 1988 reconhece, pela primeira vez, a educação infantil. Em 1990 o Estatuto da Criança e do Adolescente – ECA, Lei Federal
8069/90 é formulada, no qual se encontram os seguintes direitos, EXCETO:
 

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681259 Ano: 2015
Disciplina: Geografia
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Sobrado-PB
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Sobre a internacionalização da indústria brasileira, leia os itens abaixo:
I. a Revolução de 1934 tirou do poder a oligarquia agrária, representada pelo domínio político e econômico de São Paulo e Minas Gerais, e iniciou a Era Vargas.
II. a crise econômica mundial, causada pela quebra da Bolsa de Nova York, em 1929.
III. o intenso êxodo rural, que resultou no crescimento da população rural, oferecendo mão de obra para a nascente atividade industrial e mercado de consumo para seus produtos.
IV. as ferrovias construídas para transportar a produção cafeeira em São Paulo e Santos formaram uma boa malha de transporte que contribuiu para o processo de internacionalização da indústria.
Estão corretos apenas os itens:
 

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681235 Ano: 2015
Disciplina: Psicologia
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Sobrado-PB
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Biólogo de formação, Piajet notabilizou-se por seus estudos sobre o desenvolvimento infantil. Assinale a alternativa que condiz com a fase piajetiana que corresponde a aquisição de símbolos e aparecimento da linguagem:
 

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681230 Ano: 2015
Disciplina: História
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Sobrado-PB
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O Tratado de Tordesilhas, assinado na povoação castelhana de Tordesilhas em 7 de junho de 1494.
Enunciado 2891335-1
Sobre esse período histórico, é correto afirmar que:
 

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681229 Ano: 2015
Disciplina: Medicina
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Sobrado-PB
Ao avaliar um paciente com dor torácica, além da anamnese, exame físico e ECG, é importante a solicitação de marcadores de necrose miocárdica.
Dentre eles, marque a alternativa correta:
 

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681224 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Sobrado-PB
A resposta que o Brasil quer ouvir
(A causa do surto de malformação cerebral em bebês do
Nordeste é mesmo o zika vírus? A inquietação de uma
médica da Paraíba em busca da verdade)
Para a maioria das mulheres, a gravidez é um momento literalmente mágico. Um espaço para as mais doces e livres projeções sobre o futuro dos filhos. Não tem sido assim com centenas de mães que moram em .Pernambuco e em outros seis Estados do Nordeste. Nos últimos seis meses, elas foram obrigadas a confrontar a realidade cedo demais. Nos primeiros exames de imagens feitos durante a gestação (ou logo após o parto), descobriram que seus bebês sofriam de uma malformação cerebral conhecida como microcefalia. Ela compromete gravemente o desenvolvimento da criança. Nada mais será como antes.
O perímetro da cabeça desses bebês, no nascimento, é inferior à média normal de 34 centímetros.
Em cerca de 90% dos casos, essa condição provoca algum tipo de deficiência mental. Outras consequências costumam ocorrer, como crises de epilepsia, dores de cabeça e nas articulações, visão prejudicada, surdez, problemas intestinais. A microcefalia sempre foi uma doença rara, causada por radiação, consumo de drogas pelas gestantes ou infecção por bactérias e vírus. Por alguma razão desconhecida, a anomalia se tornou expressivamente mais frequente no país. Até a semana passada, 399 casos haviam sido informados ao Ministério da Saúde. Quase o triplo das 197 notificações de 2014.
Nos quatro anos anteriores, o padrão se manteve em torno de uma centena de casos. O alerta ganhou corpo quando as autoridades revelaram a principal suspeita: a infecção das mães pelo vírus zika (novo no Brasil e transmitido pelo mesmo mosquito da dengue) seria a responsável pelo surto.
O Ministério da Saúde revelou que o vírus foi detectado no líquido amniótico (o fluido que envolve o feto) extraído de duas gestantes da Paraíba. Isso fecha o diagnóstico? “Quase. Ainda há uma pequena margem de dúvida”, diz o diretor de Vigilância de Doenças Transmissíveis do Ministério da Saúde, Cláudio Maierovitch. A associação entre o vírus e a ocorrência de microcefalia nos bebês é inédita no mundo. Se for comprovada, significará um grande feito científico e uma enorme fonte de preocupação. Um país infestado pelo Aedes aegyipt, onde o vírus zika já circula em 14 Estados e segue em franca expansão de território, engravidar pode se tornar uma escolha arriscada. “As mulheres devem pensar duas vezes”, afirmou Maierovitch.
Por trás do anúncio protocolar sobre o estudo realizado com as duas gestantes da Paraíba, há uma história singular, de incansável busca por respostas. Em setembro, a obstetra Adriana Melo, especialista em medicina fetal, começou a atender em Campina Grande, a 130 quilômetros de João Pessoa, casos que fugiam ao padrão. Tanto na clínica privada quanto no Instituto de Saúde Elpídio de Almeida, um serviço público, ela se surpreendeu ao observar o cérebro dos embriões durante os exames de ultrassonografia. Além do crânio menor, em alguns casos não era possível identificar todas as estruturas do cérebro. Adriana notou a ausência do cerebelo – a estrutura responsável pela manutenção do equilíbrio e da aprendizagem motora. Se essa região não se desenvolver, uma criança não consegue correr, andar de bicicleta, jogar bola. Novos exames, realizados três semanas depois, apontavam calcificações grosseiras e comprovavam que a cabeça não crescia.
Com dois doutorados e 17 anos de experiência, Adriana estava inconformada por não poder oferecer uma explicação às mães. Quando as autoridades de Pernambuco relataram um surto de microcefalia e afirmaram que as gestantes haviam tido manchas vermelhas na pele, Adriana começou a ligar os pontos. O mesmo sintoma ocorrera nas pacientes atendidas por ela na Paraíba. A médica convenceu as secretarias de saúde a custear a viagem de duas pacientes a São Paulo.
Durante um congresso internacional de medicina fetal, elas forma examinadas pelo médico Gustavo Malinger, da Universidade de Tel Aviv, em Israel, um dos mais respeitados especialistas no mundo. Ele considerou que os casos realmente fugiam ao padrão e se surpreendeu com o fato de o Brasil, com mais de 200 notificações da doença, ainda não ter descoberto a razão do problema.
Adriana transformou o comentário incômodo em energia para persistir. No início de novembro, ela coletou as amostras do líquido amniótico na 28ª semana de gestação das duas pacientes em Campina Grande e enviou o material para análise na Fundação Oswaldo Cruz, no Rio de Janeiro. Três técnicas diferentes constataram a presença do material genético do vírus nessas amostras. Em visita ao Brasil, a diretor-geral da Organização Mundial da Saúde, Margareth Chan, disse que a entidade acompanha as investigações. “É preciso enfatizar que a ligação com o vírus zika ainda não está determinada”, afirmou. “Precisamos continuar o trabalho.”
Na Paraíba, Adriana organiza um mutirão para estudar outras pacientes. “Tenho ouvido que só dois casos não comprovam nada, mas minha maior preocupação era orientar essas mulheres”, diz Adriana.
“Para mim, elas não são números. É a mãe do Guilherme e a da Catarina.” Com menos de 35 anos e na 30ª semana de gestação, elas sofrem em silêncio. “A cada dia, elas têm de enfrentar uma notícia pior”, diz a médica.
O conjunto de interrogações levou o governo federal a declarar estado de emergência em saúde pública. A medida é justificável, na opinião do infectologista Marcos Boulos, diretor da Coordenadoria de Controle de Doenças da Secretaria Estadual de Saúde, em São Paulo. “O Ministério da Saúde tomou essa decisão pelo medo do escuro”, diz. “Não sabemos o que está acontecendo.”
A medida permite, entre outras coisas, que os governos façam compras ou contratem serviços sem abrir concorrências públicas. “Por enquanto não identificamos nenhuma necessidade de compra de materiais ou insumos adicionais”, disse Maierovitch. “Se essa necessidade surgir, compraremos sem licitação.” O esclarecimento dos casos não é simples. Caso o zika seja realmente o responsável, a mãe deve ter sido picada pelo mosquito nas primeiras semanas de gestação, quando ocorre o desenvolvimento do cérebro do bebê. Depois do nascimento, a criança, mesmo que tenha sido infectada não apresenta mais sinais do vírus. Não seria ético submeter todas as grávidas de fetos com microcefalia a uma punção do líquido amniótico. Ela oferece riscos, inclusive de abortamento.
Estima-se que dezenas de milhares de brasileiros tenham sido infectados – 80% não tiveram sintomas. Até recentemente, os cientistas acreditavam que o vírus tivesse chegado ao país durante a Copa do Mundo. Um artigo publicado em Outubro na revista Emerging Infectius Diseases apresenta outras versão. As cepas que circulam no Brasil são semelhantes às do grande surto ocorrido na região da Polinésia Francesa entre 2013 e 2014. O vírus teria chegado ao Brasil em agosto de 2014, quando atletas de quatro países afetados pelo vírus naquela região participaram de um campeonato internacional de canoagem, no Rio. A análise do líquido amniótico das gestantes da Paraíba, realizada na Fiocruz, confirmou que o vírus tem, realmente, o genótipo asiático – e não o africano. Para aumentar a vigilância, a Secretaria Estadual de Saúde do Rio passou a exigir a notificação obrigatória de casos de grávidas que apresentarem manchas vermelhas na pele. Os brasileiros ganharam mais uma razão para combater os focos do mosquito, capaz de provocar três epidemias simultâneas (dengue, chikungunya e zika). O governo federal adota o princípio da precaução. “Declaramos nossa ignorância, mas não podemos nos omitir”, afirma Maierovitch. As mães desses bebês merecem mais do que isso. Precisam que o Estado garanta o acesso a recursos de fisioterapia, fonoaudiologia e outras formas de reduzir o impacto das sequelas. Fora da arena científica e burocrática, a luta dessas mulheres é por alguma qualidade de vida.
Texto escrito pela jornalista Cristiane Segatto. Revista Época, edição de
23 de novembro de 2015, n 911, São Paulo, Capital.
Marque a alternativa CORRETA:
 

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