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Foram encontradas 525 questões.

696129 Ano: 2015
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Sobrado-PB
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De acordo com o Art. 144 do Código de Trânsito Brasileiro, marque a alternativa que completa de forma correta o enunciado abaixo:
“Art. 144. O trator de roda, o trator de esteira, o trator misto ou o equipamento automotor destinado à movimentação de cargas ou execução de trabalho agrícola, de terraplenagem, de construção ou de pavimentação só podem ser conduzidos na via pública por condutor habilitado nas categorias _____________.”
 

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696097 Ano: 2015
Disciplina: Educação Física
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Sobrado-PB
O corpo é compreendido como um organismo integrado e não como um amontoado de “partes” e “aparelhos”, como um corpo vivo, que interage com o meio físico e cultural, que sente dor, prazer, alegria, medo, etc. (PCNs, 1997). O conhecimento corporal abordado nas aulas de Educação Física deve enfocar, EXCETO:
 

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696086 Ano: 2015
Disciplina: Educação Física
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Sobrado-PB
“A Educação Física é entendida como uma área de conhecimento da Cultura Corporal do Movimento e deve cuidar do corpo não mais como algo mecânico, mas na perspectiva de sua relação com os outros sistemas.” 
(Fonte: PORTAL EDUCAÇÃO http://www.portaleducacao.com.br/educacaofisica/ artigos/30167/educacao-fisica-a-
culturacorporal- do-movimento#ixzz3zUAYP0Mf - Acesso em 07 de fev. de 2016)
Acerca da Cultura Corporal do Movimento, é correto afirmar, EXCETO:
 

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696075 Ano: 2015
Disciplina: Direitos Humanos
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Sobrado-PB
A Convenção Internacional para Proteção e Promoção dos Direitos e Dignidade das Pessoas Deficiência, ficou decidido que o termo correto utilizado seria “.....................”. O movimento foi aprovado pela Assembléia Geral da ONU, a ser promulgada posteriormente por meio de lei nacional de todos os países-membros, incluindo o Brasil.
 

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696054 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Sobrado-PB
Judia, fingi ser antissemita para fugir do Holocausto
Já era noite quando os soldados alemães chegaram ao Gueto de Varsóvia, uma espécie de fortaleza, ou prisão, onde ficavam as famílias de judeus poloneses durante a Segunda Guerra Mundial. Do lado de fora dos muros, estavam os poloneses cristãos. Ao oficial que ficava na entrada do Gueto, os soldados nazistas deram o nome de uma família. Alguém fizera uma denúncia. E os soldados não precisavam de uma razão para matar judeus. O oficial abriu o livro de registros, encontrou o endereço e repassou aos soldados. Os soldados levaram aquela família inteira para uma ponte. Mataram todos. O sobrenome daquela família era muito parecido com o nosso. Não sabíamos se os soldados procuravam por aquela família ou se o oficial da entrada do Gueto entendeu o nome errado e os mandou para outro endereço. Os mortos poderíamos ser nós.
A notícia chegou na manhã seguinte. Se minha memória embaralha a sequência dos acontecimentos, não há sombras sobre os momentos marcantes que vivi no Holocausto. Naquele dia de 1942, meu avô, um polonês muito culto, recebeu uma carta de anistia dos alemães. A mensagem dizia que seríamos perdoados – com direito até a vale-alimentação -, caso saíssemos do Gueto. Meu avô depositou um longo olhar naquele pedaço de papel antes de falar com minha avó. Fingi estar brincado, mas prestei atenção em cada palavra.
Meu avô aceitou a proposta dos nazistas. Retornaria à cidade onde nasci, Sokolov. Minha avó, chorando, disse que era uma armadilha preparada pelos alemães. Tinha certeza de que seriam mortos no regresso. Vovô respondeu que já estavam velhos, e não era justo dificultar a fuga dos filhos. Era melhor que partissem.
Minha mãe, a filha mais velha e viúva (meu pai faleceu em decorrência de uma pneumonia), decidiu acompanhá-los. Impôs aos irmãos uma única condição: que me mantivessem viva. Abracei minha mãe e implorei para que ela ficasse. Minha última lembrança é ver minha mãe empurrando, sutilmente, a maleta dela para baixo da mesa de centro. Ninguém percebeu, só eu. Minha mãe sabia que ia morrer. Quando minha tia avistou a maleta, disse: “Sua mãe só sabe chorar, olha o que ela esqueceu.”
Não tínhamos outra escolha senão fugir. Como era fácil desconfiarem de uma família dizimada como a nossa, meus tios se encarregaram de providenciar um novo passado para nós quatro – eu, minha tia solteira, meu tio viúvo e o filho dele. Meus tios, que eram irmãos, fingiriam ser um casal. Na história, a esposa do meu tio faleceu em decorrência de pneumonia – o que aconteceu na vida real. Diante da morte da esposa, meu tio se casou com a irmã mais nova da falecida. Eu era a filha do primeiro casamento. Meu primo, do segundo.
Por muito dinheiro, meu tio comprou documentos falsos, com nomes de poloneses mortos, para ele e minha tia.
Depois, pediu ajuda a um fazendeiro conhecido nosso – e respeitado pelos poloneses cristãos – para fugir. Antes de partir, soubemos por um rapaz que conseguiu escapar de um campo de concentração que meus avós e minha mãe tinham sido exterminados na cidade de Treblinkla. (...)
Desembarquei no Brasil com 17 ou 18 anos.
Desde então, moro na cidade de São Paulo. Casei com Francisco Gotthilf, um polonês conhecido como o apresentador do programa Mosaico na TV. Idealizado por Francisco, o programa, destinado à comunidade judaica, foi ao ar em 1961. Entrou para o Guinness, o livro dos recordes, como o programa mais antigo da televisão brasileira (está no ar hoje pela TV Aberta São Paulo).
Tenho 85 anos, três filhos, sete netos e dois bisnetos. Francisco faleceu há quatro anos. Ele nem imaginava que eu seria capaz de contar minha história sem chorar. Para voltar à Polônia e visitar à casa de meu avô, que deu a vida por mim, amealhei coragem por 30 anos. Já se passaram sete décadas, e eu ainda preciso me proteger dessas lembranças, mas não posso levá-las guardadas comigo. O mundo precisa saber o que aconteceu. Nós, sobreviventes, precisamos encontrar uma maneira de romper o silêncio que nos impusemos.
Minha estratégia, que estou estreando com você, é contar como se estivesse narrando a trajetória de uma vizinha. De outra maneira, essa conversa não seria possível.
Artigo escrito por Rachela Gotthilf, na Revista Época, edição de 
25 de janeiro de 2016, n 919, São Paulo, Capital.
Qual a temática central focalizada pelo texto?
 

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696050 Ano: 2015
Disciplina: Geografia
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Sobrado-PB
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Assinado em 1750, praticamente garantiu a atual extensão territorial do Brasil. Determinou que as terras pertenceriam a quem de fato as ocupasse, seguindo o princípio de uti possidetis. Estamos falando de qual tratado aplicado no Brasil?
 

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696040 Ano: 2015
Disciplina: Libras
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Sobrado-PB
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Nos trabalhos de caráter histórico como o primeiro professor de surdos. Ele desenvolveu um método baseado na Datilologia (Representação manual das letras do alfabeto), na escrita e na oralização e criou uma escola onde ensinavam professores surdos.
Entre seus alunos mais significativos, encontravamse 4 filhos de nobres que, além de aprender a falar e escrever, estudaram física, filosofia e astronomia.
 

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696036 Ano: 2015
Disciplina: História
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Sobrado-PB
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Tratando-se do período em que o Brasil passou de Colônia para Estado independente, é INCORRETO afirmar que:
 

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696013 Ano: 2015
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Sobrado-PB
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“No plano da invenção ficcional e poética, o primeiro reflexo sensível é a descida de tom no modo de o escritor relacionar-se com a matéria de sua obra. O liame que se estabelecia entre o autor romântico e o mundo estava afetado por uma série de mitos idealizantes: a natureza-mãe, a natureza refúgio, o amor-fatalidade, a mulher-diva, o herói-prometeu, sem falar na aura que cingia alguns ídolos como a “Nação”, a “Pátria”, a “Tradição”, etc. O romântico não teme as desmasias do sentimento nem os riscos da ênfase patriótica; nem falseia de propósito a realidade, como anacronicamente se poderia hoje inferir: é a sua forma mental que está saturada de projeções e identificações violentas, resultando-lhe natural a mitização dos temas que escolhe. Ora, é esse complexo ideo-afetivo que vai cedendo a um processo de crítica na literatura dita “realista”. Há um esforço, por parte do escritor antirromântico, de acercar-se impessoalmente dos objetos, das pessoas. E uma sede de objetividade que responda aos métodos científicos cada vez mais exatos nas últimas décadas do século.”
De acordo com o texto, assinale um elemento que ESTÁ EM DESACORDO com a formulação estética romântica:
 

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695995 Ano: 2015
Disciplina: Psicologia
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Sobrado-PB
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Psicólogo(a) de tradição humanista, desenvolveu seus estudos acerca da personalidade com base em sua experiência clínica, enfatizando com sua abordagem não-diretiva as vivências atuais sem, no entanto, negar o papel do inconsciente, visando a promoção do crescimento da pessoa. As características acima correspondem a que autor ou autora da Teoria da Personalidade?
 

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