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Quanto ao acesso aos recursos genéticos do Estado do Amapá, descrito na Lei N 388/97, está previsto
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Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: UNIFAP
Orgão: SEAD-AP
A textura é um termo empregado para designar a proporção relativa das frações de argila, silte ou areia e existem triângulos específicos para designar as diversas classes texturais. Não obstante, de uma forma simples, um solo é considerado argiloso se contiver:
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Leia e analise o texto a seguir:
“O Amapá tem uma participação pequena na produção madeireira regional. Dado o padrão predatório dominante nos outros Estados da Amazônia, essa incipiente produção representa uma vantagem comparativa”. VERÍSSIMO, Adalberto. O setor madeireiro no Amapá – situação atual e perspectiva para o desenvolvimento sustentável. Macapá: Imazon, 1999. (Texto com adaptação).
Com base no texto e na literatura disponível, marque a alternativa CORRETA:
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Art. 197 “Compete aos Municípios, de acordo com as respectivas diretrizes de desenvolvimento urbano, a criação e regularização das zonas industriais, obedecendo aos critérios estabelecidos em lei estadual e respeitadas as normas relacionadas ao uso e ocupação do solo e ao meio ambiente urbano.”
Este dispositivo legal está contido em qual dos institutos abaixo?
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Biodiversidade
Todos sabem do incontável número de astros que com a Terra povoam o universo. Temos noção da grandeza deste número, mas não sabemos precisá-lo ao certo, apesar dos esforços dos estudiosos deste campo da ciência. Em semelhante dimensão sabemos que existem inúmeros seres vivos na Terra além de nós, seres humanos. E também aqui temos noção da grandeza deste número, apesar dos esforços dos cientistas em nomear as diferentes espécies que aqui habitam. Alguns falam que na Terra existem aproximadamente 10 milhões de espécies diferentes, já outros arriscam 50 milhões, mas conhecidas atéhoje só são 1,5 milhões.
A variedade/pluralidade dos seres vivos do nosso planeta é expressa pelo termo diversidade biológica ou biodiversidade. Esta variedade se manifesta em todos os níveis de organização dos seres vivos – das células aos ecossistemas – e diz respeito a todas as espécies – as vegetais, os animais e os microrganismos. A variedade dos seres vivos é fundamental para que se possa enfrentar as modificações ambientais. Quanto maior a diversidade, maior a opção de respostas da natureza. Mas é bom lembrarmos que a distribuição dos seres vivos no planeta não é homogênea nem estática. Segundo Ross (1998:110) “Ao longo do tempo, os organismos se movimentaram na superfície da Terra expandindo ou contraindo sua área de distribuição, substituindo ou sendo substituídos por novas formas”.
Também não são homogêneas nem estáticas a composição e forma da Terra. Nosso planeta sofre constante e permanentemente a ação de dois tipos de forças: as endógenas e as exógenas. E essas forças atuam sobre ele de forma antagônica. As forças endógenas, ou seja, aquelas que provêm da própria Terra, são exercidas pelo núcleo sobre a crosta terrestre e criam as diferentes formas de relevo.
Contrariamente, as forças exógenas – que vêm de fora da Terra – atuam sobre a mesma, modificando seu relevo. Neste caso, é a energia solar que, agindo por meio da atmosfera, desgasta e esculpe novas formas de relevo na Terra. Ross lembra que “A complexidade desse jogo de forças opostas permitiu e continua permitindo que os diversos componentes do estrato geográfico terrestre, (...), representados pela superfície terrestre (subsolo, relevo e solo), pela hidrosfera (oceanos, rios e lagos) e pela atmosfera, ao interagirem nos mecanismos de troca de energia e matéria, desse suporte ao aparecimento e à evolução da vida vegetal e animal na Terra.” (1998:18). São os terrenos, climas e águas que condicionam fortemente a vida na Terra, segundo o mesmo autor.
A distribuição dos organismos na superfície da Terra não depende apenas das características do ambiente físico, depende também da história evolutiva da região e, consequentemente, de eventos passados, às vezes, há milhões de anos. Entende-se que um dos condicionantes da distribuição dos seres vivos na Terra foi a separação dos continentes – ou deriva continental.
Esta teoria diz que os continentes atuais não tinham a configuração e a distribuição que hoje observamos. Havia um único continente – Pangea, que se separou em dois blocos – Gondwana e Laurasia. O primeiro incluía o que hoje denominamos Austrália, América do Sul, África e Antártida. Já o segundo reuniria a América do Norte, a Europa e a Ásia. Mais tarde estes dois blocos (ou placas tectônicas) também sofreram alterações, resultando no desenho dos continentes que hoje conhecemos.
[...] O clima também não foi sempre constante no planeta Terra. Há cerca de 4,5 bilhões de anos ocorreram várias alterações no clima da Terra, passíveis de reconhecimento e estudo graças aos registros deixados pelos fósseis, pelas geleiras, pelas rochas, pelos polens e troncos das árvores. Mais recentemente, há cerca de 2 milhões de anos, teriam ocorrido períodos glaciários e interglaciários.
[...] Essas circunstâncias provocaram a expansão e retração de florestas a pequenos núcleos mais ou menos isolados (ilhas). Os organismos que dependiam destas florestas tinham que se refugiar nestas ilhas, por exemplo. Aquelas regiões da Terra, mais distantes do Equador (zonas temperadas e frias) foram as que sofreram mais com este avanço e recuo das geleiras. Já as zonas tropicais guardaram condições climáticas tais que permitiram a existência destes núcleos ou “refúgios”. Além do ambiente físico e da história evolutiva da região, a distribuição dos seres vivos no planeta também é condicionada por seus limites de tolerância. Os limites de tolerância, por sua vez, estão ligados à bagagem genética de uma população.
Esta bagagem define a capacidade de sobrevivência e sucesso de uma determinada espécie ou de uma população em função da inexistência, escassez ou abundância de um determinado recurso (a água, por exemplo). Também as relações entre os indivíduos como a competição, predação, simbiose, por exemplo, podem definir o território ocupado por uma determinada população. A evolução das espécies também vem definindo a variedade e pluralidade de seres vivos que encontramos hoje. Sabemos que, por meio desse processo, os atributos dos seres vivos mudam ao longo do tempo. Para Ricklefs, todos os seres vivos da Terra “descendem de um número muito menor (talvez um único) [de espécies] que existiu em algum tempo remoto no passado”.
[...] A mudança nas características de subpopulações isoladas (ou a divergência ecológica) é explicada por dois fatos. O primeiro diz respeito à diferença de hábitats que pressionam as espécies de forma desigual. O segundo fato diz respeito às relações dentro de um mesmo hábitat como a adaptação, por exemplo, que ao exercer pressão provoca mudança evolutiva em outras espécies.
Neste ponto, é importante lembrar que a história do planeta Terra não foi feita apenas do surgimento de novas espécies. A diversidade de espécies tem mantido certa estabilidade ou no máximo tem registrado um crescimento lento. Mas o desaparecimento de espécies também tem ocorrido naturalmente.
O planeta Terra já teria sofrido cinco grandes eventos de extinção em massa, além de, em menor grau, incontáveis outros episódios locais e regionais de extinção. Mas depois de cada declínio de espécies, o planeta voltou a recuperar seu nível original de diversidade, num período estimado de dezenas de milhões de anos (Wilson, 1994). Alguns cientistas consideram que a humanidade equivale ao sexto grande evento de extinção da diversidade biológica do planeta. Sabe-se que hoje, diferentemente dos cinco eventos naturais que teriam ocorrido no passado, a ação da espécie humana sobre os seres vivos do planeta acelerou o ritmo e intensidade do processo de perda de espécies.[...].
Maria Cecília Wey de Brito/ PROGRAMA TV ESCOLA - SALTO PARA O FUTURO www.mec br. (Texto com adaptações)
Sobre a distribuição dos organismos na superfície terrestre podemos afirmar que
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Leia o texto.
“E a população nativa, será que entendia bem o porquê daquele grande canteiro-de-obras? [...] Somente agora ficamos sabendo que ela foi construída para servir de suporte às operações e unidade tática para ajudar e evitar a ameaça do inimigo contra todo o Continente Americano [...] ao mesmo tempo servindo como prolongamento de uma cadeia de aeroportos para dar suporte aos aviões com destino além do continente” BARRETO, Cassilda. Pássaros máquinas no céu do Amapá. Macapá: Edição própria, 2000. (Texto adaptado).
Analise as alternativas a seguir:
I - As Bases Aéreas eram locais destinados ao estacionamento temporário, de Unidades Aéreas, pois não dispunham de instalações necessárias e por este motivo sofreram diversos ataques de submarinos alemães que frequentavam a costa do Amapá e da Guiana.
II - Tratava-se de uma área no município do Amapá, desapropriada pelo governo brasileiro e cedida aos norte-americanos para construírem, através da PANAIR S/A uma base aérea, para apoiar as tropas aliadas na 2ª. Guerra mundial.
III - A construção da Base Aérea surgiu como argumento geopolítico para incluir as três Guianas e o Amapá na área de segurança Norte/Nordeste do Brasil, como fonte vital para a defesa do Continente sul-americano.
IV – As Bases Aéreas instaladas na Costa Norte Setentrional do Brasil e Guianas, por ocasião da segunda guerra mundial, assumiam toponímias americana ou francesa, das localidades ou da cidade adotadas, tais como Courrou, Lourenço e Car not.
V - Os Estados Unidos pressionaram o Brasil para decidir sobre uma rota aérea que viesse a servir ambas as Nações, para que usufruíssem do espaço aéreo territorial brasileiro e com isso as naves americanas alcançassem a África mais rápido.
Assinale a alternativa CORRETA:
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Na década de 1950, foi instalado o Projeto ICOMI para exploração de manganês em Serra do Navio. No contexto da exploração desse mineral no Amapá pode-se afirmar que:
I - O Governo Federal concedeu os direitos de exploração à Icomi que se associou a uma empresa norte-americana para organizar a exploração e o transporte do mineral.
II - A exploração do manganês contou com a construção de uma grande ferrovia para transporte do mineral de Serra do Navio até o Porto de Santana.
III - O projeto Icomi trouxe graves problemas sociais, ambientais e à saúde da população.
IV - A exploração mineral no Amapá possibilitou o emprego, principalmente da população local, além disso, trouxe grandes benefícios, como infra-estrutura educacional e de saneamento, sobretudo para a capital Macapá.
Estão CORRETAS :
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Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: UNIFAP
Orgão: SEAD-AP
Leia atentamente as sentenças abaixo:
I - A alta toxidez de alumínio e os baixos teores de cálcio e de magnésio são características da maioria dos solos sob vegetação de Cerrado;
II - Deve-se dar preferência à utilização de calcários dolomíticos em solos da região dos Cerrados. Caso tenham que ser utilizados calcários calcíticos, deve-se adicionar ao solo adubos que contenham magnésio;
III - A maioria dos solos sob vegetação de Cerrado contém baixo teor de fósforo total e muito baixo de fósforo disponível. Neste caso, quando o solo é argiloso, que apresenta alta capacidade de retenção do fósforo aplicado, para obtenção de produtividades elevadas nos primeiros anos de cultivo é necessária aplicação de altas doses de adubos fosfatados.
Assinale a opção CORRETA.
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No Art. 8º da Lei nº 811/2004 estão incluídos órgãos do primeiro nível hierárquico.
Assinale a alternativa que contempla os órgãos de primeiro nível.
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Um agricultor que possui uma propriedade de 200 ha localizada no Estado do Amapá, com a seguinte característica: 50% da área apresenta vegetação tipo Cerrado e 50% apresenta vegetação tipo Floresta Tropical Úmida.
Considerando que na propriedade não tem área de Proteção Permanente, de acordo com a Medida Provisória No 2166-67/01 em vigor, a área total mínima a ser averbada como Reserva Legal nessa propriedade é:
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