Foram encontradas 60 questões.
Leia as afirmações abaixo e responda de acordo com a legislação do Estado de Minas Gerais:
I. A educação especial é um processo educacional definido em uma proposta pedagógica, assegurando um conjunto de recursos e serviços educacionais especiais, organizados institucionalmente para apoiar, complementar, suplementar e, em alguns casos, substituir os serviços educacionais comuns, de modo a garantir a educação escolar e promover o desenvolvimento das potencialidades dos educandos que apresentam necessidades educacionais especiais, em todos os níveis, etapas e modalidades da educação.
II. A educação especial é uma modalidade de ensino que perpassa todos os níveis, etapas e modalidades, realiza o atendimento educacional especializado, disponibiliza os recursos e serviços e orienta quanto a sua utilização no processo de ensino e aprendizagem nas turmas comuns do ensino regular.
III. A educação especial deixou de ser um subsistema educacional para pessoas “excepcionais”, passando a ser inerente à educação escolar, integrante da educação básica: educação infantil, ensino fundamental, ensino médio, educação profissional, incluindo a modalidade de educação de jovens e adultos, educação indígena, quilombola e no campo.
IV. A educação especial é transversal a todas as etapas, níveis e modalidades de ensino, é parte integrante da educação regular, devendo ser prevista no projeto pedagógico da unidade escolar. Sua oferta tem início na Educação Infantil, é dever do Poder Público e pode ser oferecida pela rede privada.
V. Os serviços da educação especial podem ser oferecidos em classes especiais, escolas especiais, classes hospitalares, em ambiente domiciliar, em instituições próprias, em serviços de apoio especializado, sempre que for caracterizada a sua necessidade, conforme as normas estabelecidas pelo órgão coordenador da Educação Especial, no sistema de ensino.
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X e Y são números naturais, então a soma de todos os valores de X que satisfazem a equação X + Y = 9 é:
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O triângulo ABC é reflexão pelo eixo das abscissas do triângulo DEF de vértices D(-3,-5), E(2,-7) e F(5,4). Desse modo, os vértices do triângulo ABC podem ser:
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Um jogo consiste em marcar num cartão, composto por 7 números diferentes, 5 desses números. São sorteados 5 números e ganha quem acertar exatamente os 5 números marcados. A probabilidade de uma pessoa ganhar nesse jogo, sabendo que ela marcou os 5 números e fez um único jogo é de:
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Pela legislação mineira, as atribuições do professor da sala de recursos são:
I. elaborar e executar o Plano de AEE, avaliando a funcionalidade e aplicabilidade dos recursos pedagógicos e de acessibilidade.
II. realizar atividades que estimulem o desenvolvimento dos processos mentais: atenção, percepção, memória, raciocínio, imaginação, criatividade, linguagem, entre outros.
III. promover a aprendizagem da Língua Portuguesa para alunos surdos, como segunda língua, de forma instrumental, dialógica e de conversação.
IV. desenvolver o ensino para o uso do Soroban.
V. ampliar o repertório comunicativo do aluno, por meio das atividades curriculares e de vida diária.
VI. estabelecer articulação com os professores da sala de aula comum visando à disponibilização dos recursos pedagógicos e de acessibilidade que favoreçam o acesso do aluno com necessidades educacionais especiais ao currículo e a sua interação no grupo.
VII. orientar a elaboração de materiais didático-pedagógicos que possam ser utilizados pelos alunos nas classes comuns do ensino regular.
Assinale a alternativa que corresponde corretamente à veracidade das afirmações acima:
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Assinale a alternativa correta.
Na Sala de Recursos, o Atendimento Educacional Especializado (AEE) deve:
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A questão baseia no texto apresentado abaixo.
Registro de encantamento e atestado de importância
[...]
Acontece bem assim: a gente abre um livro.
E o livro abre a vida da gente.
E quanto mais livro, mais livre, a modo e tempo que essa livraria toda nos livra da desumanidade.
Já se sabe coisa-ou-outra. Mas dentro de uma livraria, bota reparo, a gente sempre entende que não entende quase nada. Eu, hem. Talvez fosse melhor a gente nunca mais pôr os pés nessa ingresia de lugar.
Não seria providencioso deixar as coisas do maljeito que estão?
Até parece! A gente quer é saber mais, inventar outros modos de olhar, remexer num assunto complicado, gritar uma pergunta que bem podia ficar quietinha pra sempre num canto da memória de toda a humanidade [...]
Ara mas tá. Cada livro é uma pergunta terrível, misteriosa, angustiante.
Ou uma pergunta engraçada, festosa, sacudida-sai-cedo.
Uma coisa de fantasia de verdade mentirosa verdadeira. Porque uma livraria é um estúdio pra gente revelar um estudo da alma humana. Quer esfriar a cabeça? Quer esquentar a imaginação?
Entre numa livraria ou numa biblioteca.
E trate de ser pessoa, rosa, bandeira, prado, ramos, machado.
Mas antes, tem Lobato. Tem Cecília. Tem Clarice.
Ninguém nasceu para uma vidinha insossa.
Se não faltar o livro, vai sempre ter um jeito de a gente não deixar que faltem outras coisas.
Está doente? Meio desacorçoado?
Consulte uma livraria ou uma biblioteca. Garanto que vai receber um alívio por meio de chuva de beiral do alpendre. Por meio de cheirinho de arroz-doce com canela. De gente chegando de um passeio no jardim da coragem.
Uma livraria nos livraria da vida sem sentido.
A modo e hora que cada livro na estante é uma porta fechada. Então a gente abre a porta como quem inventa o livro no momento em que porta alguma jamais se abrirá por completo neste livro que é cada um de nós.
Vontade era que cada um de nós tivesse a fortuna de ler todos os livros da infância, todos os livros da juventude, todos os livros da maturidade.
Essa livraria toda nos livraria da injustiça, do desafio, do azedume, do destempero da desumanidade.
A modo e manhã de assuntar: cada livro que se lê na infância é uma coragem de cantar bem alto para espantar assombração. Cada livro que se lê na juventude é uma coragem de cantar bem baixinho pra fingir que não acredita em assombração. Cada livro que se lê na maturidade é uma coragem de cantar bem devagarinho pra compreender que é uma assombração.
Quanto mais a gente lê, mais assombração aparece.
Mas é assombração que encanta, sabe?
Que nos livra da mesmice, porque desacomoda por todos os séculos e séculos amém, eta bondade, benza Deus.
Recomendo assombrar com uma certa frequência. Observar cada estante, cada gravura, cada capa, cada folha de rosto, cada rosto, cada olhar,cada respiração, cada começo de voz.
[...]
No entanto, mire e rume: um livro é um mundo onde a condição humana tem vez e voz, registro de encantamento e atestado de importância. Quem lê pode respirar poesia. Pode viver de prosa.
Quem lê, tem uma chave, uma maneira mais radiante de abrir o coração, uma passagem, uma possibilidade, um lugar de ave que se aventura, que deseja se livrar de morrer de desânimo.
[...]
Tem vez, você finge que não quer. E apenas se põe a contemplar cada um. Finge que não precisa; que pode passar sem eles, bobagem esse negócio de mexida de livro, pura paranoia, livros e mais livros pra quê; a vida sem eles nem é tão chata assim.
Mas acaba que com eles a vida é mais profunda, mais apaixonada, mais genial.
[...]
(Stela Maris Rezende)
Considerando o contexto, no fragmento “a gente nunca mais pôr os pés nessa ingresia de lugar.” (4º§), pode ser feito o seguinte comentário sobre o sentido da palavra em destaque:
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A questão baseia no texto apresentado abaixo.
Registro de encantamento e atestado de importância
[...]
Acontece bem assim: a gente abre um livro.
E o livro abre a vida da gente.
E quanto mais livro, mais livre, a modo e tempo que essa livraria toda nos livra da desumanidade.
Já se sabe coisa-ou-outra. Mas dentro de uma livraria, bota reparo, a gente sempre entende que não entende quase nada. Eu, hem. Talvez fosse melhor a gente nunca mais pôr os pés nessa ingresia de lugar.
Não seria providencioso deixar as coisas do maljeito que estão?
Até parece! A gente quer é saber mais, inventar outros modos de olhar, remexer num assunto complicado, gritar uma pergunta que bem podia ficar quietinha pra sempre num canto da memória de toda a humanidade [...]
Ara mas tá. Cada livro é uma pergunta terrível, misteriosa, angustiante.
Ou uma pergunta engraçada, festosa, sacudida-sai-cedo.
Uma coisa de fantasia de verdade mentirosa verdadeira. Porque uma livraria é um estúdio pra gente revelar um estudo da alma humana. Quer esfriar a cabeça? Quer esquentar a imaginação?
Entre numa livraria ou numa biblioteca.
E trate de ser pessoa, rosa, bandeira, prado, ramos, machado.
Mas antes, tem Lobato. Tem Cecília. Tem Clarice.
Ninguém nasceu para uma vidinha insossa.
Se não faltar o livro, vai sempre ter um jeito de a gente não deixar que faltem outras coisas.
Está doente? Meio desacorçoado?
Consulte uma livraria ou uma biblioteca. Garanto que vai receber um alívio por meio de chuva de beiral do alpendre. Por meio de cheirinho de arroz-doce com canela. De gente chegando de um passeio no jardim da coragem.
Uma livraria nos livraria da vida sem sentido.
A modo e hora que cada livro na estante é uma porta fechada. Então a gente abre a porta como quem inventa o livro no momento em que porta alguma jamais se abrirá por completo neste livro que é cada um de nós.
Vontade era que cada um de nós tivesse a fortuna de ler todos os livros da infância, todos os livros da juventude, todos os livros da maturidade.
Essa livraria toda nos livraria da injustiça, do desafio, do azedume, do destempero da desumanidade.
A modo e manhã de assuntar: cada livro que se lê na infância é uma coragem de cantar bem alto para espantar assombração. Cada livro que se lê na juventude é uma coragem de cantar bem baixinho pra fingir que não acredita em assombração. Cada livro que se lê na maturidade é uma coragem de cantar bem devagarinho pra compreender que é uma assombração.
Quanto mais a gente lê, mais assombração aparece.
Mas é assombração que encanta, sabe?
Que nos livra da mesmice, porque desacomoda por todos os séculos e séculos amém, eta bondade, benza Deus.
Recomendo assombrar com uma certa frequência. Observar cada estante, cada gravura, cada capa, cada folha de rosto, cada rosto, cada olhar,cada respiração, cada começo de voz.
[...]
No entanto, mire e rume: um livro é um mundo onde a condição humana tem vez e voz, registro de encantamento e atestado de importância. Quem lê pode respirar poesia. Pode viver de prosa.
Quem lê, tem uma chave, uma maneira mais radiante de abrir o coração, uma passagem, uma possibilidade, um lugar de ave que se aventura, que deseja se livrar de morrer de desânimo.
[...]
Tem vez, você finge que não quer. E apenas se põe a contemplar cada um. Finge que não precisa; que pode passar sem eles, bobagem esse negócio de mexida de livro, pura paranoia, livros e mais livros pra quê; a vida sem eles nem é tão chata assim.
Mas acaba que com eles a vida é mais profunda, mais apaixonada, mais genial.
[...]
(Stela Maris Rezende)
Releia, atentamente, o seguinte fragmento para responder à questões.
“cada livro que se lê na infância é uma coragem de cantar bem alto para espantar assombração. Cada livro que se lê na juventude é uma coragem de cantar bem baixinho pra fingir que não acredita em assombração. Cada livro que se lê na maturidade é uma coragem de cantar bem devagarinho pra compreender que é uma assombração. Quanto mais a gente lê, mais assombração aparece.” (23º§- 24º§)
Dentre as opções abaixo, assinale aquela em que se faz um comentário incorreto sobre o trecho em análise.
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No que se refere à concepção de salas de recursos multifuncionais, assinale verdadeiro (V) ou falso (F).
( ) As salas muntifuncionais são espaços da escola onde se realiza o atendimento educacional especializado para alunos com necessidades educacionais especiais, por meio do desenvolvimento de estratégias de aprendizagem, centradas em um novo fazer pedagógico que favoreça a construção de conhecimentos pelos alunos, subsidiando-os para que desenvolvam o currículo e participem da vida escolar.
( ) O atendimento educacional especializado na sala de recursos constitui serviço de natureza pedagógica e terapêutica, conduzido por profissional especializado.
( ) No caso dos alunos com dificuldades acentuadas de aprendizagem vinculadas ou não à deficiência o atendimento educacional especializado é suplementar e, no caso dos alunos com altas habilidades/superdotação é complementar.
( ) A sala de recursos é organizada com equipamentos e materiais diferentes, para atender, conforme cronograma e horários, alunos encaminhados que tenham dificuldade de aprendizagem.
( ) Dentre as atividades específicas desenvolvidas no atendimento educacional especializado em salas de recursos se destacam: o ensino de Libras, o sistema Braille e o Soroban, a comunicação alternativa, o enriquecimento curricular.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo.
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- Sistema Global de Proteção dos Direitos Humanos: Instrumentos NormativosDeclaração Universal dos Direitos Humanos
Assinale a alternativa correta sobre a previsão da Declaração Universal dos Direitos Humanos sobre a vontade popular.
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