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Um dente 45 previamente tratado endodonticamente há 5 anos apresenta dor intermitente e sensibilidade à percussão. A radiografia mostra obturação 4 mm aquém do ápice, com canais laterais não preenchidos e imagem periapical persistente. O paciente não tem comorbidades sistêmicas.
Qual é a hipótese mais provável para a persistência da lesão?
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Um paciente de 74 anos de idade, portador de hipertensão arterial sistêmica controlada, procura atendimento odontológico relatando dor espontânea e à mastigação no dente 13. Ao exame clínico, observa-se sensibilidade à percussão, sem resposta ao teste de sensibilidade térmica. A radiografia periapical evidencia calcificação significativa do canal radicular, com redução expressiva do espaço pulpar.
Considerando as peculiaridades anatômicas e clínicas do tratamento endodôntico em idosos, assinale a alternativa correta.
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Durante o atendimento de urgência odontológica, uma paciente de 58 anos de idade relata dor persistente no dente 22, com sensibilidade à palpação e presença de fístula localizada. O exame radiográfico evidencia lesão periapical associada à necrose pulpar. A paciente tem histórico de valvulopatia reumática, submetida à troca valvar mitral por prótese mecânica há 2 anos. Está em uso crônico de varfarina, com INR atual de 2,8, controlado por seu cardiologista. Nega alergias medicamentosas e apresenta boa saúde geral, exceto pela cardiopatia.
Considerando os riscos envolvidos e os protocolos recomendados para pacientes com risco elevado de endocardite infecciosa, qual das condutas a seguir é mais adequada antes de iniciar o tratamento endodôntico?
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Em um caso clínico de dente 36 com curvatura mesial moderada, o operador utilizou técnica crown-down com instrumentos rotatórios de níquel-titânio. Após o uso dos instrumentos até a lima final, observou que o canal apresentou acúmulo de resíduos orgânicos na região apical.
Qual a causa mais provável para esse achado?
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Durante uma sessão de instrumentação em um paciente jovem, o cirurgião-dentista percebe que um instrumento rotatório se fraturou no terço médio do canal palatino do dente 16. O paciente está assintomático e o canal estava parcialmente instrumentado antes da fratura.
Qual das condutas a seguir representa a melhor abordagem diante dessa intercorrência?
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Durante o retratamento do dente 11, um clínico observa a presença de pinos metálicos intracanais. O dente foi tratado há mais de 10 anos, mas o paciente relata episódios de fístula recorrente. A radiografia periapical revela uma rarefação apical persistente e ausência de obturação adequada nos terços médio e apical.
Diante desse cenário, qual das alternativas melhor representa os fatores que o profissional deve analisar antes de definir o plano de retratamento?
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Paciente de 36 anos de idade relata dor difusa no lado esquerdo da face, com irradiação para a região temporal, limitação de abertura bucal e sensibilidade na ATM. Nenhum dente apresenta alterações radiográficas ou resposta anormal aos testes de vitalidade. A dor piora com o estresse e à mastigação unilateral.
Qual hipótese diagnóstica deve ser considerada prioritariamente?
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Paciente com abscesso periapical agudo foi atendido com abertura coronária e drenagem há dois dias. Ele retorna referindo melhora da dor local, mas relata cefaleia e febre vespertina. Ao exame, o dente continua drenando discretamente.
Qual a conduta mais indicada neste momento?
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Um paciente de 30 anos de idade comparece ao consultório relatando dor intensa ao mastigar no dente 26 há 3 dias. O dente apresenta uma restauração de amálgama extensa. Ao exame clínico, responde com dor exacerbada ao teste térmico e está sensível à percussão vertical. Radiograficamente, observa-se discreta radiolucidez apical e alargamento do espaço periodontal. Diagnóstico: pulpite irreversível sintomática.
Qual é o plano de tratamento mais apropriado considerando a sintomatologia?
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Durante um retratamento endodôntico no dente 26, um cirurgião-dentista encontra dificuldades para localizar o canal mésio-vestibular 2 (MB2), não identificado no tratamento anterior. O paciente relata dor persistente à mastigação há cerca de 6 meses, mesmo após a obturação realizada por outro profissional. Ao exame radiográfico, observa-se falha técnica com material obturador limitado ao canal principal. O paciente deseja entender o motivo da falha e solicita encaminhamento a um especialista.
Considerando os aspectos ético-legais da atuação profissional, qual a conduta mais adequada nesse caso?
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