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Foram encontradas 130 questões.

4218441 Ano: 2026
Disciplina: Informática
Banca: UNIFAL
Orgão: UNIFAL
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Ao elaborar um relatório técnico utilizando o Google Docs, você precisa que a primeira página do documento continue na orientação “Retrato” e a segunda página, que contém uma tabela larga, esteja na orientação “Paisagem”.

Para que essa alteração de orientação afete apenas a segunda página, mantendo a primeira em Retrato, como você deve proceder?

 

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4218440 Ano: 2026
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: UNIFAL
Orgão: UNIFAL
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Um servidor público federal estável, ocupante de cargo efetivo, foi flagrado utilizando bens públicos para fins particulares durante o expediente. Após regular processo administrativo disciplinar, no qual lhe foi assegurado o contraditório e a ampla defesa, restou comprovada a prática da conduta. A autoridade competente, ao analisar o caso, considerou a gravidade da infração e a incompatibilidade da conduta com o exercício da função pública.

À luz da Lei nº 8.112/1990 assinale a alternativa correta:
 

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4218439 Ano: 2026
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: UNIFAL
Orgão: UNIFAL
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Uma universidade pública instaurou procedimento licitatório para contratação de serviços continuados de apoio administrativo. No curso da instrução processual, verificou-se a ausência de Estudo Técnico Preliminar (ETP), sem qualquer justificativa formal. A área demandante sustentou, posteriormente, que a experiência acumulada em contratações anteriores supriria a necessidade do estudo, além de ter sido demonstrada a vantajosidade econômica da contratação.

À luz da Lei nº 14.133/2021 assinale a alternativa correta:
 

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4218438 Ano: 2026
Disciplina: Direito Digital
Banca: UNIFAL
Orgão: UNIFAL
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Uma universidade pública federal compartilhou dados pessoais de estudantes com outro órgão da Administração Pública, com a finalidade de viabilizar a execução de política pública educacional integrada. O compartilhamento ocorreu sem a coleta de consentimento dos titulares, mas foi formalmente motivado e limitado às informações necessárias para a finalidade pretendida.

À luz da Lei nº 13.709/2018 assinale a alternativa correta:
 

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4218437 Ano: 2026
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: UNIFAL
Orgão: UNIFAL
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Durante a execução de um contrato administrativo, um servidor responsável pela fiscalização deixou de verificar adequadamente a entrega dos materiais, permitindo o pagamento por itens não fornecidos. Posteriormente, constatou-se prejuízo ao erário. Verificou-se, contudo, que o agente atuou com negligência, sem intenção de causar dano.

Sobre a conduta do servidor, assinale a alternativa correta:

 

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4218436 Ano: 2026
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: UNIFAL
Orgão: UNIFAL
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Em um processo administrativo, a autoridade tomou decisão sem indicar fundamentos fáticos e jurídicos.

Assinale a alternativa correta:

 

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4218435 Ano: 2026
Disciplina: Redação Oficial
Banca: UNIFAL
Orgão: UNIFAL
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O médico João, da Universidade Federal de Alfenas, percebeu que haverá um seminário na Faculdade de Medicina da USP sobre o tema tratado no texto. Diante disso, solicitou à sua chefia imediata, Diretora da Faculdade de Medicina da UNIFAL-MG, afastamento para participação da atividade. Ao ler a versão mais recente do Manual de Redação da Presidência da República e sabendo da existência do Decreto nº 9758, de 11 de abril de 2019, iniciou e finalizou seu ofício, respectivamente, com:
 

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4218434 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: UNIFAL
Orgão: UNIFAL
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Mais ricos vacinam menos os filhos no Brasil
Quanto mais alta a classe social, maior a hesitação vacinal, apontam estudos.
Por Bruno Garattoni 2 mar 2026
    A hesitação vacinal, em que a pessoa reluta em vacinar a si própria e/ou a seus filhos, é mais frequente entre as classes sociais mais altas no Brasil. É o que revelam vários estudos (1) realizados sobre o tema. Conversamos com a socióloga Marcia Couto, professora da Faculdade de Medicina da USP e autora de alguns desses trabalhos, para entender.
    As classes mais altas têm mais acesso a educação e informação. Apesar disso, hesitam mais em se vacinar. Por quê?
    Nossos trabalhos apontaram algumas características específicas das famílias de alta renda e escolaridade. A primeira é o controle, elas acreditam que podem ter um controle individual dos riscos à saúde.
    A segunda é uma ideia de que, ao personalizar os cuidados de saúde dos seus filhos, elas podem prescindir de medidas sanitárias públicas. E a terceira é uma ideia de que a adoção de estilos de vida mais naturais levaria as crianças a não necessitar de vacinas.
(1) “‘Eu vivo num mundo muito burguês, não moro na periferia’: não vacinação infantil e a intersecção entre raça, classe e gênero”; “Desigualdades sociais da cobertura vacinal aos 24 meses – coorte de nascidos vivos em 2017 2018: Inquérito Nacional de Cobertura Vacinal, 2020”.
Leia mais em: https://super.abril.com.br/sociedade/mais-ricos-vacinam-menos-os-filhos-no-brasil/, acessado em 20 de março de 2026 (com adaptações) 
No trecho “A hesitação vacinal, em que a pessoa reluta em vacinar a si própria e/ou a seus filhos, é mais frequente...”, a inserção da expressão “em que a pessoa reluta em vacinar a si própria e/ou a seus filhos” produz, no texto, o efeito de:
 

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4218433 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: UNIFAL
Orgão: UNIFAL
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Mais ricos vacinam menos os filhos no Brasil
Quanto mais alta a classe social, maior a hesitação vacinal, apontam estudos.
Por Bruno Garattoni 2 mar 2026
    A hesitação vacinal, em que a pessoa reluta em vacinar a si própria e/ou a seus filhos, é mais frequente entre as classes sociais mais altas no Brasil. É o que revelam vários estudos (1) realizados sobre o tema. Conversamos com a socióloga Marcia Couto, professora da Faculdade de Medicina da USP e autora de alguns desses trabalhos, para entender.
    As classes mais altas têm mais acesso a educação e informação. Apesar disso, hesitam mais em se vacinar. Por quê?
    Nossos trabalhos apontaram algumas características específicas das famílias de alta renda e escolaridade. A primeira é o controle, elas acreditam que podem ter um controle individual dos riscos à saúde.
    A segunda é uma ideia de que, ao personalizar os cuidados de saúde dos seus filhos, elas podem prescindir de medidas sanitárias públicas. E a terceira é uma ideia de que a adoção de estilos de vida mais naturais levaria as crianças a não necessitar de vacinas.
(1) “‘Eu vivo num mundo muito burguês, não moro na periferia’: não vacinação infantil e a intersecção entre raça, classe e gênero”; “Desigualdades sociais da cobertura vacinal aos 24 meses – coorte de nascidos vivos em 2017 2018: Inquérito Nacional de Cobertura Vacinal, 2020”.
Leia mais em: https://super.abril.com.br/sociedade/mais-ricos-vacinam-menos-os-filhos-no-brasil/, acessado em 20 de março de 2026 (com adaptações) 
A qual gênero textual pertence o texto sob análise?
 

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4218432 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: UNIFAL
Orgão: UNIFAL
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Mais ricos vacinam menos os filhos no Brasil
Quanto mais alta a classe social, maior a hesitação vacinal, apontam estudos.
Por Bruno Garattoni 2 mar 2026
    A hesitação vacinal, em que a pessoa reluta em vacinar a si própria e/ou a seus filhos, é mais frequente entre as classes sociais mais altas no Brasil. É o que revelam vários estudos (1) realizados sobre o tema. Conversamos com a socióloga Marcia Couto, professora da Faculdade de Medicina da USP e autora de alguns desses trabalhos, para entender.
    As classes mais altas têm mais acesso a educação e informação. Apesar disso, hesitam mais em se vacinar. Por quê?
    Nossos trabalhos apontaram algumas características específicas das famílias de alta renda e escolaridade. A primeira é o controle, elas acreditam que podem ter um controle individual dos riscos à saúde.
    A segunda é uma ideia de que, ao personalizar os cuidados de saúde dos seus filhos, elas podem prescindir de medidas sanitárias públicas. E a terceira é uma ideia de que a adoção de estilos de vida mais naturais levaria as crianças a não necessitar de vacinas.
(1) “‘Eu vivo num mundo muito burguês, não moro na periferia’: não vacinação infantil e a intersecção entre raça, classe e gênero”; “Desigualdades sociais da cobertura vacinal aos 24 meses – coorte de nascidos vivos em 2017 2018: Inquérito Nacional de Cobertura Vacinal, 2020”.
Leia mais em: https://super.abril.com.br/sociedade/mais-ricos-vacinam-menos-os-filhos-no-brasil/, acessado em 20 de março de 2026 (com adaptações) 
No texto, diferentes mecanismos de coesão são empregados para garantir a progressão temática. Exemplo disso é o que se observa em:
 

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