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- ECAEspecialDa Prática de Ato InfracionalDas Medidas Sócio-Educativas (arts. 112 ao 125)Da Internação (Art. 121 a 125)
Lucas, de 16 anos, recebeu remissão cumulada com medida
socioeducativa de liberdade assistida em razão da prática de ato
infracional análogo ao Art. 37 da Lei nº 11.343/2006 (colaboração
com o tráfico). Na pendência da suspensão desse processo, Lucas
foi apreendido em flagrante porque, na companhia de outros
adolescentes, praticou furto qualificado pelo concurso de pessoas
(Art. 155, §4º, IV, do Código Penal). O juízo do primeiro processo
ainda não foi comunicado, enquanto o do segundo deve proferir
sentença.
Considerando a situação narrada, é correto afirmar que:
Considerando a situação narrada, é correto afirmar que:
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Maria Eduarda, 8 anos, é vítima de suposto abuso sexual
praticado pelo tio paterno, com quem residia após o falecimento
dos pais. Após comunicação feita pela diretora da escola
municipal onde a criança estudava, o Ministério Público de
Pernambuco ofereceu denúncia, sendo a ação penal distribuída a
uma das Varas Criminais da Comarca de Arcoverde/PE.
Durante a instrução, Maria Eduarda foi submetida ao depoimento especial perante profissional técnico habilitado.
A mídia e o laudo foram regularmente juntados aos autos.
Antes do interrogatório, contudo, o advogado do réu requereu a repetição do depoimento especial, sob o argumento de cerceamento de defesa, em razão do desrespeito ao procedimento previsto na Lei nº 13.431/2017, salientando que não tivera oportunidade de formular perguntas complementares à criança durante a sessão. O Ministério Público e a guardiã de Maria Eduarda não se opuseram ao pedido formulado pela defesa.
Consultada pela assistente social do juízo, a criança declarou que não gostaria de participar de nova oitiva.
Diante desse cenário, à luz da Lei nº 13.431/2017 e da interpretação do sistema de garantias de direitos da criança e do adolescente, o juiz deverá:
Durante a instrução, Maria Eduarda foi submetida ao depoimento especial perante profissional técnico habilitado.
A mídia e o laudo foram regularmente juntados aos autos.
Antes do interrogatório, contudo, o advogado do réu requereu a repetição do depoimento especial, sob o argumento de cerceamento de defesa, em razão do desrespeito ao procedimento previsto na Lei nº 13.431/2017, salientando que não tivera oportunidade de formular perguntas complementares à criança durante a sessão. O Ministério Público e a guardiã de Maria Eduarda não se opuseram ao pedido formulado pela defesa.
Consultada pela assistente social do juízo, a criança declarou que não gostaria de participar de nova oitiva.
Diante desse cenário, à luz da Lei nº 13.431/2017 e da interpretação do sistema de garantias de direitos da criança e do adolescente, o juiz deverá:
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- ECAGeralDireitos Fundamentais (art. 7º ao 69)Do Direito à Profissionalização e à Proteção no Trabalho (Art. 60 a 69)
Clériston, adolescente de 13 anos domiciliado na Comarca de
Caruaru/PE, exerce há 2 anos a atividade de DJ em eventos
realizados em diversas cidades pernambucanas e de estados
limítrofes, sempre acompanhado por seus pais. Representado por
seu genitor, Clériston ajuizou, perante a Vara da Infância e da
Juventude de Caruaru, ação de jurisdição voluntária, pleiteando a
concessão de autorização judicial ampla, geral e irrestrita para
participar de todos os espetáculos públicos até atingir a
maioridade civil, dispensando-se pedidos individuais em cada
comarca de apresentação. A inicial documentou a regularidade
escolar do adolescente, sua frequência a acompanhamento
psicológico e a ausência de qualquer registro de incidente
prejudicial ao seu desenvolvimento nos eventos em que já se
apresentara.
O Ministério Público sustentou que a competência para apreciar e deliberar sobre cada apresentação seria do juízo da comarca onde o evento viesse a ocorrer, e não do juízo do domicílio do adolescente.
À luz do direito da criança e do adolescente, bem como da jurisprudência dos Tribunais Superiores, é correto afirmar que:
O Ministério Público sustentou que a competência para apreciar e deliberar sobre cada apresentação seria do juízo da comarca onde o evento viesse a ocorrer, e não do juízo do domicílio do adolescente.
À luz do direito da criança e do adolescente, bem como da jurisprudência dos Tribunais Superiores, é correto afirmar que:
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- ECAGeralDireitos Fundamentais (art. 7º ao 69)Do Direito à Convivência Familiar e Comunitária (arts. 19 ao 52-D)Da Família Substituta (arts. 28 ao 52-D)Da Adoção (Art. 39 a 52-D)
- ECAEspecialDas Medidas Pertinentes aos Pais ou Responsável (Art. 129 e 130)
Joana, pretensa adotante que exerce a guarda de fato e possui
relação próxima de afeto com a criança Beatriz desde o seu
nascimento, ingressa com pedido judicial de adoção cumulado
com pedido de destituição do poder familiar dos pais biológicos
da criança. Em contestação, os genitores requerem a extinção do
feito sem resolução do mérito, ao argumento de que Joana é
parte ilegítima para o pedido de destituição do poder familiar,
por não ostentar qualquer vínculo de parentesco com a menor.
Ao se deparar com a questão, o juiz de direito deve:
Ao se deparar com a questão, o juiz de direito deve:
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- ECAEspecialDa Prática de Ato InfracionalDas Medidas Sócio-Educativas (arts. 112 ao 125)Da Internação (Art. 121 a 125)
Marcelo, adolescente de 16 anos, foi submetido à medida
socioeducativa de internação após a prática de três atos
infracionais graves, análogos aos crimes de homicídio qualificado,
ocultação de cadáver e roubo.
Após 6 meses, foi emitido relatório técnico pela equipe interdisciplinar da unidade de internação, que concluiu pela desnecessidade da continuidade da medida privativa de liberdade.
O Ministério Público, porém, manifestou-se contrariamente à extinção ou substituição da medida, sustentando, exclusivamente, que a extrema gravidade dos atos infracionais praticados impõe a manutenção do adolescente em regime de internação pelo prazo máximo, sob pena de se esvaziar a função de responsabilização prevista no ordenamento socioeducativo.
Considerando as disposições do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e da Lei do Sinase (Lei nº 12.594/2012), bem como a jurisprudência consolidada dos Tribunais Superiores, o juiz de direito responsável pela execução da medida socioeducativa, ao analisar o pedido de extinção ou substituição da medida de internação formulado pela defesa:
Após 6 meses, foi emitido relatório técnico pela equipe interdisciplinar da unidade de internação, que concluiu pela desnecessidade da continuidade da medida privativa de liberdade.
O Ministério Público, porém, manifestou-se contrariamente à extinção ou substituição da medida, sustentando, exclusivamente, que a extrema gravidade dos atos infracionais praticados impõe a manutenção do adolescente em regime de internação pelo prazo máximo, sob pena de se esvaziar a função de responsabilização prevista no ordenamento socioeducativo.
Considerando as disposições do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e da Lei do Sinase (Lei nº 12.594/2012), bem como a jurisprudência consolidada dos Tribunais Superiores, o juiz de direito responsável pela execução da medida socioeducativa, ao analisar o pedido de extinção ou substituição da medida de internação formulado pela defesa:
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4286176
Ano: 2026
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: Instituto Legatus
Orgão: Pref. São Pedro Piauí-PI
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: Instituto Legatus
Orgão: Pref. São Pedro Piauí-PI
Provas:
- ECAEspecialDo Conselho Tutelar
- Lei 13.431/2017: Direitos de Menores Vítima ou Testemunha de Violência
A Lei nº 13.431/2017, que estabelece o sistema de
garantia de direitos da criança e do adolescente vítima
ou testemunha de violência, e o Estatuto da Criança e
do Adolescente (ECA, Lei nº 8.069/1990) impõem
obrigações de notificação compulsória a todos os
profissionais de saúde que tomem conhecimento ou
suspeitem de maus-tratos contra crianças e
adolescentes. O ACS, ao realizar visita domiciliar,
frequentemente é o primeiro profissional a identificar
sinais de violência doméstica, negligência ou trabalho
infantil. Em microárea de baixo IDH, com elevadas
taxas de desemprego e concentração de famílias em
situação de pobreza extrema, o ACS identificou uma
criança de 7 anos com múltiplas equimoses em
estágios diferentes de cicatrização no corpo, relatando
quedas frequentes, e um adolescente de 15 anos
trabalhando em atividade insalubre sem frequentar a
escola. A conclusão tecnicamente adequada sobre as
obrigações do ACS nesse contexto é:
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4285905
Ano: 2026
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: FGV
Orgão: Pref. Salvador-BA
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: FGV
Orgão: Pref. Salvador-BA
No dia 8 de março de 2026, a Lei nº 13.257/2016, que instituiu o
Marco Legal da Primeira Infância, completou uma década de
vigência no Brasil.
Considerando as diretrizes e os avanços promovidos pelo Marco
Legal na formulação e implementação de políticas públicas para a
primeira infância, assinale a afirmativa correta.
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4285900
Ano: 2026
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: FGV
Orgão: Pref. Salvador-BA
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: FGV
Orgão: Pref. Salvador-BA
- ECAGeralDireitos Fundamentais (art. 7º ao 69)Do Direito à Educação, à Cultura, ao Esporte e ao Lazer (Art. 53 a 59)
- ECAEspecialDo Conselho Tutelar
A Busca Ativa Escolar é uma estratégia composta por uma
metodologia social e uma ferramenta tecnológica, disponibilizadas
gratuitamente para estados e municípios, cuja intenção é apoiar
os governos na identificação, registro, controle e
acompanhamento de crianças e adolescentes que estão fora da
escola ou em risco de evasão.
Adaptado de https://buscaativaescolar.org.br/
Em Salvador, a equipe de Busca Ativa da Secretaria Municipal da Educação (SME) identificou, no bairro de Pernambués, duas crianças não matriculadas na rede regular de ensino: uma de 2 anos, cuja família optou por não a matricular na creche, uma vez que considerava a criança “muito pequena”, e outra de 4 anos, cuja família alegou que estava aguardando "vaga na escola perto de casa". Considerando os dois casos descritos, analise os encaminhamentos apresentados a seguir, julgando cada afirmativa como verdadeira (V) ou falsa (F). ( ) Para a criança de 2 anos, a equipe deve observar a legislação e orientar a família sobre o direito à Educação Infantil, pois a matrícula não é obrigatória nessa faixa etária, conforme a legislação educacional. ( ) Para a criança de 4 anos, a equipe deve adotar as providências necessárias para assegurar sua matrícula, porque a Emenda Constitucional nº 59/2009 tornou obrigatória a pré-escola, e a omissão da família caracteriza, por si só, infração administrativa passível de notificação ao Conselho Tutelar. ( ) Em ambos os casos, a atuação da Busca Ativa se limita à identificação e à orientação das famílias, mas, no caso da criança de 4 anos, pode haver responsabilização da família pelo descumprimento do dever de matrícula.
As afirmativas são, respectivamente,
Em Salvador, a equipe de Busca Ativa da Secretaria Municipal da Educação (SME) identificou, no bairro de Pernambués, duas crianças não matriculadas na rede regular de ensino: uma de 2 anos, cuja família optou por não a matricular na creche, uma vez que considerava a criança “muito pequena”, e outra de 4 anos, cuja família alegou que estava aguardando "vaga na escola perto de casa". Considerando os dois casos descritos, analise os encaminhamentos apresentados a seguir, julgando cada afirmativa como verdadeira (V) ou falsa (F). ( ) Para a criança de 2 anos, a equipe deve observar a legislação e orientar a família sobre o direito à Educação Infantil, pois a matrícula não é obrigatória nessa faixa etária, conforme a legislação educacional. ( ) Para a criança de 4 anos, a equipe deve adotar as providências necessárias para assegurar sua matrícula, porque a Emenda Constitucional nº 59/2009 tornou obrigatória a pré-escola, e a omissão da família caracteriza, por si só, infração administrativa passível de notificação ao Conselho Tutelar. ( ) Em ambos os casos, a atuação da Busca Ativa se limita à identificação e à orientação das famílias, mas, no caso da criança de 4 anos, pode haver responsabilização da família pelo descumprimento do dever de matrícula.
As afirmativas são, respectivamente,
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4285731
Ano: 2026
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: FGV
Orgão: Pref. Salvador-BA
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: FGV
Orgão: Pref. Salvador-BA
Professores do 7º ano de uma escola municipal identificaram
conflitos entre grupos de meninos e meninas e desejam mediar a
situação e promover um espaço de escuta acolhedora.
A esse respeito, considere o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA – Lei nº 8.069/1990) e o Plano Nacional de Educação em Direitos Humanos (PNEDH) e analise as afirmativas a seguir.
I. A unidade escolar deve resolver a questão por meio da reorganização das salas e da redistribuição dos grupos, buscando minimizar conflitos e garantir a segurança de todos, conforme a diretriz da autonomia dos adolescentes, que reconhece a capacidade dos alunos de conviverem de forma respeitosa quando as situações de tensão são reduzidas.
II. A escola deve garantir um espaço de escuta acolhedora e de mediação de conflitos, promovendo o diálogo entre meninos e meninas e buscando a construção de uma cultura de paz e de convivência democrática no ambiente escolar, em consonância com o princípio da proteção integral (ECA) e com a educação em direitos humanos (EDH).
III. O grupo de professores deve levar a questão às reuniões de pais, garantindo a escuta das famílias para modular as intervenções a serem realizadas, principalmente, nos horários de lazer, pois o ECA e o PNEDH determinam que a mediação de conflitos escolares seja conduzida em parceria com as famílias, cabendo à escola o papel de articular e apoiar esse processo.
Está correto o que se afirma em
A esse respeito, considere o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA – Lei nº 8.069/1990) e o Plano Nacional de Educação em Direitos Humanos (PNEDH) e analise as afirmativas a seguir.
I. A unidade escolar deve resolver a questão por meio da reorganização das salas e da redistribuição dos grupos, buscando minimizar conflitos e garantir a segurança de todos, conforme a diretriz da autonomia dos adolescentes, que reconhece a capacidade dos alunos de conviverem de forma respeitosa quando as situações de tensão são reduzidas.
II. A escola deve garantir um espaço de escuta acolhedora e de mediação de conflitos, promovendo o diálogo entre meninos e meninas e buscando a construção de uma cultura de paz e de convivência democrática no ambiente escolar, em consonância com o princípio da proteção integral (ECA) e com a educação em direitos humanos (EDH).
III. O grupo de professores deve levar a questão às reuniões de pais, garantindo a escuta das famílias para modular as intervenções a serem realizadas, principalmente, nos horários de lazer, pois o ECA e o PNEDH determinam que a mediação de conflitos escolares seja conduzida em parceria com as famílias, cabendo à escola o papel de articular e apoiar esse processo.
Está correto o que se afirma em
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4285713
Ano: 2026
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: FGV
Orgão: Pref. Salvador-BA
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: FGV
Orgão: Pref. Salvador-BA
A Lei nº 15.211/2025, conhecida como “ECA Digital”, estabelece
deveres para os fornecedores de produtos e serviços digitais, com
foco na proteção de crianças e adolescentes. Entre outros pontos,
a norma trata da aferição de idade, da supervisão parental e da
prevenção de riscos no ambiente digital.
Quanto ao âmbito de aplicação da referida legislação, é correto afirmar que
Quanto ao âmbito de aplicação da referida legislação, é correto afirmar que
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