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Sobre a energia necessária para que um atleta consiga realizar trabalho físico durante treinos e competições, temos que a energia para o
trabalho físico é obtida por meio da conversão do alimento a nível celular em um composto químico de alta energia denominado
Adenosina Trifosfato (ATP), que é armazenado na célula muscular. A energia necessária para a contração muscular é liberada quando o
ATP é convertido em ADP e Pi (Adenosina Difosfato + Fosfato Inorgânico). Os estoques de ATP são limitados na célula muscular,
portanto, para que a atividade física seja possível, é necessário que o corpo reabasteça os estoques de ATP. A ressíntese da molécula de
ATP pode ser feita por três sistemas energéticos: sistema ATP-CP (adenosina trifosfato e fosfato de creatina) , sistema glicolítico e
sistema oxidativo. As características da atividade física vão determinar a predominância do sistema energético usado para ressíntese de
ATP.
Sobre este contexto, é CORRETO afirmar que:
Sobre este contexto, é CORRETO afirmar que:
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3916411
Ano: 2025
Disciplina: Educação Física
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Birigui-SP
Disciplina: Educação Física
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Birigui-SP
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A abordagem desenvolvimentista, conforme proposta por
Go Tani e colaboradores, estrutura a Educação Física
escolar a partir da ideia de que o movimento é o principal
meio e fim da disciplina. Analise as afirmativas a seguir
sobre os pressupostos desta abordagem:
I.O processo de ensino-aprendizagem deve ser centrado no aluno, considerando as fases do desenvolvimento motor como referência para a seleção e sequenciação dos conteúdos, de modo a oferecer experiências de movimento adequadas e desafiadoras.
II.O objetivo fundamental da Educação Física escolar é a aquisição de competência motora, entendida como a capacidade do aluno de se movimentar de forma eficaz e eficiente, o que lhe permitirá, no futuro, um engajamento satisfatório em atividades físicas e esportivas.
III.A avaliação do aluno deve priorizar a comparação de seu desempenho com normas padronizadas e tabelas de referência para sua faixa etária, visando classificar seu nível de desenvolvimento e identificar talentos esportivos.
Está correto o que se afirma em:
I.O processo de ensino-aprendizagem deve ser centrado no aluno, considerando as fases do desenvolvimento motor como referência para a seleção e sequenciação dos conteúdos, de modo a oferecer experiências de movimento adequadas e desafiadoras.
II.O objetivo fundamental da Educação Física escolar é a aquisição de competência motora, entendida como a capacidade do aluno de se movimentar de forma eficaz e eficiente, o que lhe permitirá, no futuro, um engajamento satisfatório em atividades físicas e esportivas.
III.A avaliação do aluno deve priorizar a comparação de seu desempenho com normas padronizadas e tabelas de referência para sua faixa etária, visando classificar seu nível de desenvolvimento e identificar talentos esportivos.
Está correto o que se afirma em:
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Com base nas abordagens pedagógicas da Educação Física, analise as afirmativas a seguir:
I- A abordagem sistêmica tem como objeto de estudo o mundo do movimento e suas implicações sociais e seu enfoque metodológico desenvolve-se a partir de ações problematizadoras.
II- A concepção de Ensino Aberto à Experiência, o binômio corpo/movimento é considerado como meio e fim da Educação Física Escolar, em que o aluno tenha a vivência das diversas manifestações da cultura corporal, e baseia-se nos princípios da não exclusão e da diversidade.
III- A abordagem crítico-superadora utiliza o discurso da justiça social como ponto de apoio e o seu enfoque metodológico propõe olhar para as práticas constitutivas da cultura corporal como “práticas sociais”, produzidas pela ação humana com vistas a atender determinadas necessidades sociais.
IV- A abordagem crítico-emancipatória tem como objeto de estudo o movimento humano – esporte e suas transformações sociais e o caminho metodológico se daria por uma opção estratégica didática comunicativa com as categorias: trabalho, interação e linguagem.
É CORRETO o que se afirma em:
I- A abordagem sistêmica tem como objeto de estudo o mundo do movimento e suas implicações sociais e seu enfoque metodológico desenvolve-se a partir de ações problematizadoras.
II- A concepção de Ensino Aberto à Experiência, o binômio corpo/movimento é considerado como meio e fim da Educação Física Escolar, em que o aluno tenha a vivência das diversas manifestações da cultura corporal, e baseia-se nos princípios da não exclusão e da diversidade.
III- A abordagem crítico-superadora utiliza o discurso da justiça social como ponto de apoio e o seu enfoque metodológico propõe olhar para as práticas constitutivas da cultura corporal como “práticas sociais”, produzidas pela ação humana com vistas a atender determinadas necessidades sociais.
IV- A abordagem crítico-emancipatória tem como objeto de estudo o movimento humano – esporte e suas transformações sociais e o caminho metodológico se daria por uma opção estratégica didática comunicativa com as categorias: trabalho, interação e linguagem.
É CORRETO o que se afirma em:
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Quanto aos músculos estriados esqueléticos, analise as afirmativas abaixo:
I- Cada músculo estriado esquelético possui uma membrana de tecido conjuntivo que o envolve, chamada fáscia muscular.
II- Há dois tipos de músculos quanto à inserção terminal: monocaudados e policaudados.
III- No músculo peniforme, as fibras estão inseridas nas duas bordas do tendão muscular, como ocorre com o músculo deltoide.
IV- Os músculos em relação à forma das fibras musculares, classificam-se em: agonista, antagonista, fixador e sinergista.
É CORRETO o que se afirma em:
I- Cada músculo estriado esquelético possui uma membrana de tecido conjuntivo que o envolve, chamada fáscia muscular.
II- Há dois tipos de músculos quanto à inserção terminal: monocaudados e policaudados.
III- No músculo peniforme, as fibras estão inseridas nas duas bordas do tendão muscular, como ocorre com o músculo deltoide.
IV- Os músculos em relação à forma das fibras musculares, classificam-se em: agonista, antagonista, fixador e sinergista.
É CORRETO o que se afirma em:
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Em relação ao Desenvolvimento Motor, avalie as seguintes afirmativas:
I- As habilidades de locomoção são consideradas habilidades ontogenéticas.
II- As habilidades do movimento especializado são padrões de movimento fundamentais, refinados e combinados para formar as habilidades esportivas e outras habilidades de movimento complexas e específicas.
III- Na fase das habilidades do movimento especializado há dois estágios, a saber: o estágio de aplicação e o estágio de uso ao longo da vida.
IV- Habilidade motora é uma tarefa ou ação de movimento voluntária, aprendida, orientada para um objetivo, realizada por uma ou mais partes do corpo.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
I- As habilidades de locomoção são consideradas habilidades ontogenéticas.
II- As habilidades do movimento especializado são padrões de movimento fundamentais, refinados e combinados para formar as habilidades esportivas e outras habilidades de movimento complexas e específicas.
III- Na fase das habilidades do movimento especializado há dois estágios, a saber: o estágio de aplicação e o estágio de uso ao longo da vida.
IV- Habilidade motora é uma tarefa ou ação de movimento voluntária, aprendida, orientada para um objetivo, realizada por uma ou mais partes do corpo.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
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Segundo a capacidade de movimento, as articulações diartrósicas são:
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De acordo com a Base Nacional Comum Curricular, analise as seguintes assertivas:
I- Conhecer-se, apreciar-se e cuidar da saúde física e emocional, compreendendo-se na diversidade humana e reconhecendo suas emoções e as dos outros, com autocrítica e capacidade de lidar com elas, é considerada uma competência específica de linguagens para o ensino fundamental.
II- Há dois elementos fundamentais comuns às práticas corporais, a saber: movimento corporal, como elemento essencial e organização interna (de maior ou menor grau), pautada por uma lógica específica.
III- Usufruir das práticas corporais de forma autônoma para potencializar o envolvimento em contextos de lazer e ampliar as redes de sociabilidade e a promoção de saúde integram o conjunto de competências específicas da Educação Física para o ensino fundamental.
IV- Os esportes de marca, de precisão e de combates são objetos de conhecimento da Educação Física organizados para os 6º, 7º, 8º e 9º anos do ensino fundamental.
É CORRETO o que se afirma em:
I- Conhecer-se, apreciar-se e cuidar da saúde física e emocional, compreendendo-se na diversidade humana e reconhecendo suas emoções e as dos outros, com autocrítica e capacidade de lidar com elas, é considerada uma competência específica de linguagens para o ensino fundamental.
II- Há dois elementos fundamentais comuns às práticas corporais, a saber: movimento corporal, como elemento essencial e organização interna (de maior ou menor grau), pautada por uma lógica específica.
III- Usufruir das práticas corporais de forma autônoma para potencializar o envolvimento em contextos de lazer e ampliar as redes de sociabilidade e a promoção de saúde integram o conjunto de competências específicas da Educação Física para o ensino fundamental.
IV- Os esportes de marca, de precisão e de combates são objetos de conhecimento da Educação Física organizados para os 6º, 7º, 8º e 9º anos do ensino fundamental.
É CORRETO o que se afirma em:
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Leia o texto a seguir.
Autismo na universidade: o que não se faz e o que é preciso fazer
[...] Nos últimos anos temos observado, no Brasil e no mundo, um aumento significativo no número de pessoas diagnosticadas com TEA [...] De acordo com o último relatório do Centro de Controle de Prevenção de Doenças (CDC), importante e respeitada agência de saúde pública americana, a estimativa atual divulgada no último relatório de 2021, a prevalência do TEA na população é de um para cada 36 crianças.
Cabe lembrar que esse número em 2004 era de um para 166 crianças e foi aumentando ao longo dos anos. Este fenômeno pode ser atribuído a uma série de fatores como maior acesso ao diagnóstico, maior número de profissionais preparados para realização do diagnóstico, maior conhecimento e conscientização sobre o transtorno por parte de pais e professores, compreensão mais ampla das manifestações do autismo, entre tantos outros.
De 2017 a 2021 tivemos no Brasil um aumento de 280% no número de estudantes diagnosticados com TEA nos ensinos infantil, fundamental ou médio. Já na educação superior, de acordo com os dados do Censo/INEP, o número de Transtornos Globais do Desenvolvimento, que incluem o TEA, aumentou de 4.018 para 6.063 entre os anos de 2021 e 2022. Como consequência desse aumento, cresce a dificuldade em incluir essas pessoas principalmente na educação superior, no qual a complexidade de atendimento é definitivamente maior.
Essa complexidade deve-se principalmente à transição de uma estrutura de apoio que no ensino fundamental e médio é mais definida e direta; à complexidade acadêmica e social mais exigente; à necessidade de maior autonomia e independência; à transição e adaptação mais exigentes, dado que há grandes mudanças na rotina e no ambiente, e finalmente falta de política e recursos educacionais capazes de suportar a diversidade de necessidades manifestadas pelos estudantes TEA.
[...] Não se trata apenas de fazer adaptações curriculares e metodológicas, de se introduzir novas tecnologias de ensino. É preciso ir além, pensar na criação de ambientes de aprendizado adaptados, verdadeiramente inclusivos e acolhedores. [...]
Não há mais espaço para dúvidas e adiamentos. As instituições precisam refletir e estudar a questão da inclusão de estudantes TEA. Criar políticas para o atendimento desses estudantes não pode estar apenas no papel, mas em ações de conhecimento, respeito, apoio e preparo de cada cidadão, sejam eles TEA ou não.
TORNELOTTO, Josiane. Autismo na universidade: o que não se faz e o que é preciso fazer, Revista Ensino Superior. Disponível em: https://revistaensinosuperior.com.br/2024/01/10/autismo-na-universidade/. Acesso em: 22 ago. 2025. [Adaptado].
Visando orientar a estruturação de atividades físicas para esse público, em junho de 2025, o Ministério do Esporte divulgou e publicou o Guia de Atividade Física para Pessoas com Transtorno do Espectro do Autismo (TEA). Quais são as recomendações presentes para a organização de ambientes de intervenção inclusivos e acolhedores?
Autismo na universidade: o que não se faz e o que é preciso fazer
[...] Nos últimos anos temos observado, no Brasil e no mundo, um aumento significativo no número de pessoas diagnosticadas com TEA [...] De acordo com o último relatório do Centro de Controle de Prevenção de Doenças (CDC), importante e respeitada agência de saúde pública americana, a estimativa atual divulgada no último relatório de 2021, a prevalência do TEA na população é de um para cada 36 crianças.
Cabe lembrar que esse número em 2004 era de um para 166 crianças e foi aumentando ao longo dos anos. Este fenômeno pode ser atribuído a uma série de fatores como maior acesso ao diagnóstico, maior número de profissionais preparados para realização do diagnóstico, maior conhecimento e conscientização sobre o transtorno por parte de pais e professores, compreensão mais ampla das manifestações do autismo, entre tantos outros.
De 2017 a 2021 tivemos no Brasil um aumento de 280% no número de estudantes diagnosticados com TEA nos ensinos infantil, fundamental ou médio. Já na educação superior, de acordo com os dados do Censo/INEP, o número de Transtornos Globais do Desenvolvimento, que incluem o TEA, aumentou de 4.018 para 6.063 entre os anos de 2021 e 2022. Como consequência desse aumento, cresce a dificuldade em incluir essas pessoas principalmente na educação superior, no qual a complexidade de atendimento é definitivamente maior.
Essa complexidade deve-se principalmente à transição de uma estrutura de apoio que no ensino fundamental e médio é mais definida e direta; à complexidade acadêmica e social mais exigente; à necessidade de maior autonomia e independência; à transição e adaptação mais exigentes, dado que há grandes mudanças na rotina e no ambiente, e finalmente falta de política e recursos educacionais capazes de suportar a diversidade de necessidades manifestadas pelos estudantes TEA.
[...] Não se trata apenas de fazer adaptações curriculares e metodológicas, de se introduzir novas tecnologias de ensino. É preciso ir além, pensar na criação de ambientes de aprendizado adaptados, verdadeiramente inclusivos e acolhedores. [...]
Não há mais espaço para dúvidas e adiamentos. As instituições precisam refletir e estudar a questão da inclusão de estudantes TEA. Criar políticas para o atendimento desses estudantes não pode estar apenas no papel, mas em ações de conhecimento, respeito, apoio e preparo de cada cidadão, sejam eles TEA ou não.
TORNELOTTO, Josiane. Autismo na universidade: o que não se faz e o que é preciso fazer, Revista Ensino Superior. Disponível em: https://revistaensinosuperior.com.br/2024/01/10/autismo-na-universidade/. Acesso em: 22 ago. 2025. [Adaptado].
Visando orientar a estruturação de atividades físicas para esse público, em junho de 2025, o Ministério do Esporte divulgou e publicou o Guia de Atividade Física para Pessoas com Transtorno do Espectro do Autismo (TEA). Quais são as recomendações presentes para a organização de ambientes de intervenção inclusivos e acolhedores?
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A prática regular de atividades físicas induz a liberação de
neurotransmissores e de hormônios associados à regulação
do humor e à redução dos sintomas de ansiedade e
depressão, sendo um complemento importante ao
tratamento e à psicoterapia. Os exercícios recomendados
para a depressão são:
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O professor de Educação Física realizou a anamnese de um
dos seus alunos e, juntamente com o cálculo do índice de
Massa Corporal, diagnosticou que ele apresentava uma
composição corporal alta ou “IMC alto”, fato que explica o
desenvolvimento da Diabetes tipo II. A prática de exercícios
físicos regulares, a qualidade da dieta e o uso correto de
medicação sob prescrição médica são condições para a
melhoria da qualidade de vida de indivíduos diabéticos. Há
evidências de que uma combinação de treinamentos
aeróbios e de resistência melhora o controle glicêmico, em
relação a um programa contendo somente uma das
modalidades. Nesse sentido, a frequência semanal
recomendada para ambas as modalidades é
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