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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Teotônio Vilela-AL
I. Para aproximar sua atitude à do cientista, o autor realista busca encarar os fatos com objetividade e impessoalidade (embora nem sempre consiga), idealizando a realidade, evitando registrá-la, emitindo julgamentos sobre os fatos ou personagens. II. No Barroco, o cultismo refere-se ao jogo de palavras, ao uso abusivo de metáforas e hipérboles. Corresponde ao excesso de detalhes das artes plásticas e manifesta-se sobretudo na poesia.
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Teotônio Vilela-AL
I. O domínio da língua, oral e escrita, é fundamental para a participação social efetiva, pois é por meio da língua que o homem se comunica, tem acesso à informação, expressa e defende pontos de vista, partilha ou constrói visões de mundo, produz conhecimento. Por isso, ao ensiná-la, a escola se exime de qualquer responsabilidade de garantir a todos os seus alunos o acesso aos saberes linguísticos, necessários para o exercício da cidadania, direito inalienável de todos. II. Durante o Romantismo, no Brasil, o indianismo foi uma forma bastante representativa de nacionalismo literário. Corresponde à busca de um legítimo antepassado nacional, já que não possuíramos Idade Média com heróis típicos. Por outro lado, a figura do índio foi idealizada pelos escritores românticos com a finalidade de nivelar esse nosso antepassado ao português colonizador. O índio romântico é sempre bom, nobre, bonito e cavaleiro generoso.
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Teotônio Vilela-AL
I. A evasão, ou escapismo, é uma característica do Romantismo, que se refere ao choque das aspirações do escritor com a realidade que o cerca, fazendo com que ele “fuja” para um mundo à base do sonho e de emoções pessoais. A sua imaginação o impede de criar, diante dessa insatisfação, o seu universo, decorrente de uma visão pessoal da realidade. O escritor foge para um lugar de sonhos onde a imaginação corre à solta, sem rédeas, sem leis e com grandes proibições. E, do inevitável confronto desse mundo utópico com o real, a única solução é a evasão, que se processa em três níveis: no tempo, no espaço e na morte. II. O trabalho com linguagem oral deve acontecer no interior de atividades significativas, como seminários, dramatização de textos teatrais, simulação de programas de rádio e televisão, de discursos políticos e de outros usos públicos da língua oral. Exclusivamente em atividades desse tipo, no ambiente escolar, o educando pode conhecer a função social da linguagem, pois o aprendizado apenas pode ocorrer no ambiente escolar.
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Teotônio Vilela-AL
I. Os gêneros literários são as diversas modalidades de expressão literária, agrupadas em função das diferentes maneiras de o escritor ver e sentir o mundo. A escolha de dado gênero literário impede o escritor de passar uma visão de mundo (trágica, cômica, exaltativa, sentimental, satírica) a partir de uma forma específica (tragédia, comédia, epopeia, poema, paródia, etc.), seja ela qual for. II. Os autores do Arcadismo brasileiro, além de se utilizarem dos artifícios típicos da estética neoclássica (imitação de autores gregos e latinos, uso da mitologia pagã etc.) já expressavam em suas poesias alguns elementos que seriam depois explorados pelos barrocos, como, por exemplo: o elogio da vida em natureza, livre das agitações sociais e mundanas; a exaltação de aspectos da natureza brasileira (flora e fauna); a expressão sentimental de estados de alma etc. III. O manuseio da linguagem, o assunto coloquial e o tom irônico, tudo em nome de uma espontaneidade absolutamente alinhada à Literatura acadêmica da época, são algumas características da obra de Mário de Andrade.
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Teotônio Vilela-AL
I. O subjetivismo é uma das características do Simbolismo, sendo também uma característica própria de escolas anteriores (como o Romantismo) que valorizam o mundo interior do indivíduo. O Simbolismo, no entanto, vai além do subjetivismo dos românticos (início do século XIX), pretendendo atingir as áreas do subconsciente e do inconsciente. Os textos que surgiam, portanto, revelavam-se poesia “difícil”, embrenhando-se nas zonas mais ensombrecidas do eu e das emoções. II. No Realismo, é nítida a preferência pelo espaço urbano, pois a burguesia fixou-se principalmente nas cidades, onde residem os elementos a serem combatidos, já que a obra literária é vista como instrumento de denúncia dos desequilíbrios sociais. Há preocupação em retratar pessoas da época, encarando o presente histórico, os conflitos do homem da época, os problemas concretos, os dramas cotidianos.
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Teotônio Vilela-AL
I. O artista barroco, em vez de, como o renascentista, formalizar o belo, o equilibrado, o ideal, retrata através da sátira e da caricatura o lado feio, macabro, grotesco dos fatos e dos seres. Os defeitos físicos, as situações indecorosas e sórdidas, os vícios repulsivos constituem temas inexistentes da poesia barroca de caráter realista e satírico. Como exemplo do barroco satírico, no Brasil, temos Gregório de Matos. II. A produção oral pode acontecer nas mais diversas circunstâncias, dentro dos mais diversos projetos. Como, por exemplo, as atividades em grupo que envolvam o planejamento e realização de pesquisas e requeiram a definição de temas, a tomada de decisões sobre encaminhamentos, a divisão de tarefas, a apresentação de resultados. Pode-se citar, também, as atividades de resolução de problemas que exijam estimativa de resultados possíveis, verbalização, comparação e confronto de procedimentos empregados.
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: Excelência
Orgão: Pref. Canoinhas-SC
Leia o fragmento a seguir, e assinale a alternativa correta:
“Tinha só um bocado lá no fundo e Maanape conseguiu molhar só a palma dos pés e das mãos. Por isso ficou negro bem filho da tribo dos Tapanhumas.”
O trecho acima pertence a obra literária chamada:
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: Excelência
Orgão: Pref. Canoinhas-SC
Entre os nomes e características apresentados a seguir, assinale a alternativa em que todos os itens que estão associados ao Parnasianismo.
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: Excelência
Orgão: Pref. Canoinhas-SC
Leia o fragmento a seguir, e assinale a alternativa correta:
“Era uma boa moça, lépida, sem escrúpulos, um pouco tolhida pela austeridade do tempo, que lhe não permitia arrastar pelas ruas os seus estouvamentos e berlindas; luxuosa, impaciente, amiga de dinheiro e de rapazes.”
O trecho acima pertence a obra chamada:
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: Excelência
Orgão: Pref. Canoinhas-SC
Leia o texto e responda as questões 1 a 5.
O nascimento da crônica
Há um meio certo de começar a crônica por uma trivialidade. É dizer: Que calor! Que desenfreado calor! Diz-se isto, agitando as pontas do lenço, bufando como um touro, ou simplesmente sacudindo a sobrecasaca. Resvala-se do calor aos fenômenos atmosféricos, fazem-se algumas conjeturas acerca do sol e da lua, outras sobre a febre amarela, manda-se um suspiro a Petrópolis, e La glace est rompue; está começada a crônica.
Mas, leitor amigo, esse meio é mais velho ainda do que as crônicas, que apenas datam de Esdras. Antes de Esdras, antes de Moisés, antes de Abraão, Isaque e Jacó, antes mesmo de Noé, houve calor e crônicas. No paraíso é provável, é certo que o calor era mediano, e não é prova do contrário o fato de Adão andar nu. Adão andava nu por duas razões, uma capital e outra provincial. A primeira é que não havia alfaiates, não havia sequer casimiras; a segunda é que, ainda havendo-os, Adão andava baldo ao naipe. Digo que esta razão é provincial, porque as nossas províncias estão nas circunstâncias do primeiro homem.
Quando a fatal curiosidade de Eva fez-lhes perder o paraíso, cessou, com essa degradação, a vantagem de uma temperatura igual e agradável. Nasceu o calor e o inverno; vieram as neves, os tufões, as secas, todo o cortejo de males, distribuídos pelos doze meses do ano.
Não posso dizer positivamente em que ano nasceu a crônica; mas há toda a probabilidade de crer que foi coetânea das primeiras duas vizinhas. Essas vizinhas, entre o jantar e a merenda, sentaram-se à porta, para debicar os sucessos do dia. Provavelmente começaram a lastimar-se do calor. Uma dizia que não pudera comer ao jantar, outra que tinha a camisa mais ensopada do que as ervas que comera. Passar das ervas às plantações do morador fronteiro, e logo às tropelias amatórias do dito morador, e ao resto, era a coisa mais fácil, natural e possível do mundo. Eis a origem da crônica.
Que eu, sabedor ou conjeturador de tão alta prosápia, queira repetir o meio de que lançaram mãos as duas avós do cronista, é realmente cometer uma trivialidade; e contudo, leitor, seria difícil falar desta quinzena sem dar à canícula o lugar de honra que lhe compete. Seria; mas eu dispensarei esse meio quase tão velho como o mundo, para somente dizer que a verdade mais incontestável que achei debaixo do sol é que ninguém se deve queixar, porque cada pessoa é sempre mais feliz do que outra.
Não afirmo sem prova.
Fui há dias a um cemitério, a um enterro, logo de manhã, num dia ardente como todos os diabos e suas respectivas habitações. Em volta de mim ouvia o estribilho geral: que calor! Que sol! É de rachar passarinho! É de fazer um homem doido!
Íamos em carros! Apeamo-nos à porta do cemitério e caminhamos um longo pedaço. O sol das onze horas batia de chapa em todos nós; mas sem tirarmos os chapéus, abríamos os de sol e seguíamos a suar até o lugar onde devia verificar-se o enterramento. Naquele lugar esbarramos com seis ou oito homens ocupados em abrir covas: estavam de cabeça descoberta, a erguer e fazer cair a enxada. Nós enterramos o morto, voltamos nos carros, e daí às nossas casas ou repartições. E eles? Lá os achamos, lá os deixamos, ao sol, de cabeça descoberta, a trabalhar com a enxada. Se o sol nos fazia mal, que não faria àqueles pobres-diabos, durante todas as horas quentes do dia?
(ASSIS, Machado. O nascimento da crônica. Disponível em http://www.releituras.com/machadodeassis_nascimento.asp)
O autor escreve uma crônica que discute o gênero crônica. Essa técnica, na qual a literatura é utilizada para refletir a própria literatura, é conhecida como
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