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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Santo Ângelo-RS
(1) Poema lírico. (2) Epopeia. (3) Tragédia. (4) Comédia.
( ) O mundo do materialismo grosseiro, em que agem homens inferiores, medíocres ou tolos, é mostrado por meio de poesia representada.
( ) A consciência do poeta quanto ao seu mundo interior é revelada por meio de poesia cantada.
( ) Os grandes conflitos da condição humana vividos por homens superiores são mostrados por meio de poesia representada.
( ) Fatos ou acontecimentos grandiosos do mundo das realizações humanas são narrados por um poeta observador.
( ) Seus heróis são compelidos pela fatalidade.
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Benevides-PA
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: IF-SUL Minas
Orgão: IF-SUL Minas
Do sonho e da terra
Por Ailton Krenak
O rio Doce, que nós, os Krenak, chamamos de Watu, nosso avô, é uma pessoa, e não um
recurso, como dizem os economistas. Ele não é algo de que alguém possa se apropriar; é uma
parte da nossa construção como coletivo que habita um lugar específico, onde fomos
gradualmente confinados pelo governo para podermos viver e reproduzir as nossas formas de
organização.
Falar sobre a relação entre o Estado brasileiro e as sociedades indígenas a partir do
exemplo do povo Krenak surgiu como uma inspiração para contar a quem não sabe o que
acontece hoje no Brasil com essas comunidades — estimadas em cerca de 250 povos e
aproximadamente 900 mil pessoas, população menor do que a de grandes cidades brasileiras.
O que está na base da história do nosso país, que continua a ser incapaz de acolher os
seus habitantes originais — sempre recorrendo a práticas desumanas para promover mudanças
em formas de vida que essas populações conseguiram manter por muito tempo, mesmo sob o
ataque feroz das forças de ordem colonial, que até hoje sobrevivem na mentalidade cotidiana de
muitos brasileiros —, é a ideia de que os índios deveriam estar contribuindo para o sucesso de
um projeto de exaustão da natureza.
O Watu, esse rio que sustentou a nossa vida às margens do rio Doce, entre Minas Gerais
e o Espírito Santo, numa extensão de seiscentos quilômetros, está todo coberto por um material
tóxico que desceu de uma barragem de contenção de resíduos, o que nos deixou órfãos e
acompanhando o rio em coma. Faz um ano e meio que esse crime — que não pode ser chamado
de acidente — atingiu as nossas vidas de maneira radical, nos colocando na real condição de um
mundo que acabou.
(Disponível em: Krenak, A. Ideias para adiar o fim do mundo. Companhia das Letras: 2019 – texto adaptado especialmente para essa prova).
Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do trecho acima.
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Itapiranga-SC
Última flor do Lácio, inculta e bela, És, a um tempo, esplendor e sepultura: Ouro nativo, que na ganga impura A bruta mina entre os cascalhos vela... Amo-te assim, desconhecida e obscura, Tuba de alto clangor, lira singela, Que tens o trom e o silvo da procela, E o arrolo da saudade e da ternura! Amo o teu viço agreste e o teu aroma De virgens selvas e de oceano largo! Amo-te, ó rude e doloroso idioma, Em que da voz materna ouvi: "meu filho!", E em que Camões chorou, no exílio amargo, O gênio sem ventura e o amor sem brilho!
BILAC, Olavo. Língua Portuguesa. In: Tarde, 1919. Disponível em: https://www.escritas.org/pt/t/12986/lingua-portuguesa. Acesso em: 7 ago. 2026.
Em aula destinada à análise literária, o professor solicita que a turma examine os recursos expressivos empregados por Olavo Bilac na construção do elogio ao idioma, atentando para a relação entre as imagens dos quartetos e o fecho do soneto. A análise que se sustenta na materialidade do texto é a de que:
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: Verbena
Orgão: Câm. Ipameri-GO
No meu peito a mesma dor Que afoga Faz lembrar tudo que sou Sou mais Sou mais Mesma pele a mesma cor E sonho Pra vibrar feito tambor Guiar meu peito Todo choro de rancor Se apague Nossas filhas verão mais amor que nós E ouça essa voz Sonho sob meus pés Que as minhas mãos Só toquem ouro Oração dos meus pais E bem mais atrás Nosso tesouro Que essa pele marrom Suba o tom se for preciso Muito além dessa dor Bem mais amor Eu sei pelo que brigo.
JOTA.PÊ. Ouro Marrom. In: JOTA.PÊ. Se o Meu Peito Fosse o Mundo. Rio de Janeiro: SLAP/Som Livre, 2024. 1 faixa (4 min 38 s). Disponível em: plataformas de streaming. Acesso em: 26 jun. 2026.
O texto é um trecho da canção Ouro Marrom, do cantor e compositor Jota.pê. A partir da construção do texto, inferese que o eu lírico elabora sua identidade discursiva mediante a
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: Verbena
Orgão: Câm. Ipameri-GO
Poema tirado de uma notícia de jornal
João Gostoso era carregador de feira livre e morava no Morro da Babilônia num barracão sem número. Uma noite ele chegou no bar Vinte de Novembro Bebeu Cantou Dançou Depois se atirou na Lagoa Rodrigo de Freitas e morreu afogado.
BANDEIRA, Manuel. Poema tirado de uma notícia de jornal. In: BANDEIRA, Manuel. Libertinagem. 2. ed. São Paulo: Global, 2013.
Infere-se, a partir da leitura do poema de Manuel Bandeira, que o principal efeito de sentido é produzido pela
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: Verbena
Orgão: Câm. Ipameri-GO
Era meu irmão quem organizava da Inglaterra as chamadas dominicais de Zoom, nosso turbulento ritual de lockdown: dois de nós entravam de Lagos, outros três dos Estados Unidos, e meus pais, às vezes com muitos ecos e chiados, de Abba, a cidade de nossos antepassados no Sudoeste da Nigéria. No dia 7 de junho lá estava meu pai, como de costume só com a testa aparecendo na tela, porque ele nunca sabia muito bem como segurar o telefone durante as chamadas de vídeo. “Mude um pouco a posição do telefone, pai”, dizia um de nós. Meu pai estava provocando meu irmão Okey por causa de um novo apelido, depois disse que não jantou porque tinha almoçado tarde, depois falou sobre o bilionário da cidade vizinha que queria confiscar as terras ancestrais da nossa aldeia. Não estava se sentindo muito bem e andava dormindo mal, mas não precisávamos nos preocupar. No dia 8 de junho, Okey foi visitálo em Abba e disse que ele parecia cansado. No dia 9, não me alonguei muito em nossa conversa para ele poder descansar. Ele riu baixinho quando fiz minha imitação brincalhona de um parente. “Ka chi fo”, disse. Boa-noite. Suas últimas palavras para mim. No dia 10 de junho, ele se foi. Meu irmão Chuks me ligou para avisar, e eu desmoronei.
ADICHIE, Chimamanda Ngozi. Notas sobre o luto. Tradução de Fernanda Abreu. 1. ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2021.
O texto foi extraído do livro de Chimamanda Adichie intitulado Notas sobre o luto. Analisando a organização textual do fragmento, a progressão dos acontecimentos constrói-se por meio da
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: Verbena
Orgão: Pref. Buriti Alegre-GO
MORAES, Vinicius de. Soneto da hora final. In: MORAES, Vinicius de. Livro
de sonetos: 1957/1967. Organização de Eucanaã Ferraz. São Paulo:
Companhia das Letras, 2009. p. 30.
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: Verbena
Orgão: Pref. Buriti Alegre-GO
MORAES, Vinicius de. Soneto da hora final. In: MORAES, Vinicius de. Livro
de sonetos: 1957/1967. Organização de Eucanaã Ferraz. São Paulo:
Companhia das Letras, 2009. p. 30.
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Itaperuçu-PR
( ) A fazenda do Capitão Antunes ficava próximo à antiga Vila de Tamanduá.
( ) O seminário onde Eugênio foi estudar ficava em São Paulo.
( ) O Padre Eugênio vai dizer sua primeira missa na Vila de Tamanduá.
( ) No capítulo IV, o narrador, ao descrever a Capela do Senhor Bom Jesus de Matosinhos, refere-se às estátuas de um famoso escultor que viveu no século XVII: Aleijadinho, (Antônio Francisco Lisboa).
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