Foram encontradas 5.044 questões.
4135164
Ano: 2026
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: PROMUN
Orgão: Pref. Areias-SP
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: PROMUN
Orgão: Pref. Areias-SP
Assinale a alternativa cujo conteúdo da frase corresponde à concepção da literatura como prática social.
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4134961
Ano: 2026
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Bom Jesus-RS
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Bom Jesus-RS
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Assinale a alternativa que apresenta um romance produzido no ciclo do Romance de 30 e cuja temática seja urbana.
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4133473
Ano: 2026
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: Consulplan
Orgão: Câm. Venda Nova Imigrante-ES
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: Consulplan
Orgão: Câm. Venda Nova Imigrante-ES
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Recado ao Sr. 903
Vizinho...
Quem fala aqui é o homem do 1003. Recebi outro dia, consternado, a visita do zelador, que me mostrou a carta em que o senhor
reclamava contra o barulho em meu apartamento. Recebi depois a sua própria visita pessoal – devia ser meia-noite – e a sua veemente reclamação verbal. Devo dizer que estou desolado com tudo isso, e lhe dou inteira razão. O regulamento do prédio é explícito
e, se não o fosse, o senhor teria ainda ao seu lado a Lei e a Polícia. Quem trabalha o dia inteiro tem direito ao repouso noturno e é
impossível repousar no 903 quando há vozes, passos e músicas no 1003. Ou melhor: é impossível ao 903 dormir quando o 1003 se
agita; pois como não sei o seu nome nem o senhor sabe o meu, ficamos reduzidos a ser dois números, dois números empilhados
entre dezenas de outros. Eu, 1003, me limito a Leste pelo 1005, a Oeste pelo 1001, ao Sul pelo Oceano Atlântico, ao Norte pelo 1004,
ao alto pelo 1103 e embaixo pelo 903 – que é o senhor. Todos esses números são comportados e silenciosos; apenas eu e o Oceano
Atlântico fazemos algum ruído e funcionamos fora dos horários civis; nós dois apenas nos agitamos e bramimos ao sabor da maré,
dos ventos e da lua. Prometo sinceramente adotar, depois das 22 horas, de hoje em diante, um comportamento de manso lago azul.
Prometo. Quem vier à minha casa (perdão, ao meu número) será convidado a se retirar às 21:45, e explicarei: o 903 precisa repousar
das 22 às 7 pois às 8:15 deve deixar o 783 para tomar o 109 que o levará até o 527 de outra rua, onde ele trabalha na sala 305. Nossa
vida, vizinho, está toda numerada; e reconheço que ela só pode ser tolerável quando um número não incomoda outro número, mas
o respeita, ficando dentro dos limites de seus algarismos. Peço-lhe desculpas – e prometo silêncio.
... Mas que me seja permitido sonhar com outra vida e outro mundo, em que um homem batesse à porta do outro e dissesse:
“Vizinho, são três horas da manhã e ouvi música em tua casa. Aqui estou.” E o outro respondesse: “Entra, vizinho, e come de meu
pão e bebe de meu vinho. Aqui estamos todos a bailar e a cantar, pois descobrimos que a vida é curta e a lua é bela”.
E o homem trouxesse sua mulher, e os dois ficassem entre os amigos e amigas do vizinho entoando canções para agradecer a
Deus o brilho das estrelas e o murmúrio da brisa nas árvores, e o dom da vida, e a amizade entre os humanos, e o amor e a paz.
(BRAGA, Rubem. Fundação Casa de Rui Barbosa. Rio de Janeiro. 1954.)
I. O texto propõe uma reflexão descontraída acerca das relações interpessoais impostas pela rotina acelerada das grandes cidades, bem como por uma cultura que moraliza o prazer.
II. Os números funcionam como personagens metonímicas que representam a objetificação do homem vinda de diferentes problemas do mundo capitalista.
III. A crônica convida a pensar sobre a importância do resgate das relações mais humanizadas, que se baseiam, por exemplo, em mais coesão social.
Está correto o que se afirma em
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4125995
Ano: 2026
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Armação Búzios-RJ
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Armação Búzios-RJ
Provas:
TEXTO 2: A LITERATURA E A SOCIEDADE
EXCITADA
O livro de Christoph Türcke intitulado
Sociedade excitada (2010 [2002]), mesmo sem se
referir diretamente ao que se passa hoje nas
escolas, realiza uma leitura do paradigma da
sensação que controla nossas sensibilidades e
aquelas do mercado. Atualmente tem vida
assegurada somente aquilo que excita a percepção
continuamente; deixar de excitar a percepção
significa, nesse esquema, perder pontos na bolsa
de valores dos olhares apenas parcialmente
atentos, e é por isso que só o espetacular pode
sobreviver.
Não por acaso – e não há contradição
alguma nisso –, a sociedade excitada é, ao mesmo
tempo, a sociedade do cansaço, conforme Byung Chul Han observa em seu livro nomeado
justamente Sociedade do cansaço (2015).
Logicamente, o excesso de estímulos nos deixa
cansados e à beira do tédio; diminuir a frequência
de estímulos, contudo, corresponde a correr o risco
de sair de cena. Frente a um mundo
espetacularizado e que não cessa de estimular a
percepção – “ser é ser visto” –, a escola só pode
sobreviver pela via da espetacularização de si.
Celulares, tablets, data shows e outros recursos
imagéticos preenchem os espaços vazios da sala
de aula, a fim de que a vida escolar entre as quatro
paredes se torne suportável ou pelo menos
parecida com o que se passa fora delas. Em vez de
tensionar ou interromper momentaneamente o fluxo
de estímulos e imagens, a escola se entrega a ele
numa tentativa última de ganhar tempo de
sobrevida.
A literatura, entretanto, não emite, não
conecta, não irradia, não estimula e não excita,
pelos menos não nos termos aqui em pauta. A
literatura é uma atividade negativa, que demanda
um tempo incompatível com aquele da sociedade
excitada, da sociedade do cansaço. Para que a
literatura possa de fato existir em sua singularidade,
e não como simulacro, faz-se necessário aquilo que
Fabio Durão (2011) chama de “estratégia de
desaceleração” dos objetos: “Tornar o pensamento
e a interpretação mais lentos é precondição para
que os objetos possam surgir como eles
mesmos...”.
Corretas ou não, essas falas expressam
uma convicção profunda acerca do fato,
aparentemente óbvio, mas hoje sob suspeita, de
que a experiência literária jamais prescinde do
contato direto com as obras literárias, lidas em sua
singularidade. Restituir esse princípio mínimo ao
centro dos debates sobre o lugar do literário nas
instituições de ensino constitui o primeiro passo
para a reavaliação geral da relação entre literatura
e educação.
Efetivar a presença da literatura na escola
significa, então, antes de qualquer outra coisa,
empreender uma violência contra o fluxo contínuo
das coisas, ou melhor, mudar a nossa relação com
o tempo, estabelecer uma atenção aos objetos,
capaz de desacelerar a passagem homogeneizante
de conteúdos e imagens. O tempo que a leitura
literária demanda abriga, simultaneamente, sua
verdadeira potência, mas também sua fragilidade
maior: inserida em uma instituição supostamente
em crise graças ao mundo espetacularizado que
adentrou as suas portas, a literatura, por um lado,
pode fundar uma temporalidade crítica para esse
mundo, permitindo uma outra forma de relação com
os objetos; por outro lado, se desfaz de imediato,
destituída da lentidão que lhe é particular, cedendo
espaço aos dispositivos que convertem todas as
coisas em mercadoria.
ANDRÉ CECHINEL
Adaptado de Revista Pro-Posições, Campinas, v. 29, nº
2, 2018.
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4125994
Ano: 2026
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Armação Búzios-RJ
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Armação Búzios-RJ
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TEXTO 2: A LITERATURA E A SOCIEDADE
EXCITADA
O livro de Christoph Türcke intitulado
Sociedade excitada (2010 [2002]), mesmo sem se
referir diretamente ao que se passa hoje nas
escolas, realiza uma leitura do paradigma da
sensação que controla nossas sensibilidades e
aquelas do mercado. Atualmente tem vida
assegurada somente aquilo que excita a percepção
continuamente; deixar de excitar a percepção
significa, nesse esquema, perder pontos na bolsa
de valores dos olhares apenas parcialmente
atentos, e é por isso que só o espetacular pode
sobreviver.
Não por acaso – e não há contradição
alguma nisso –, a sociedade excitada é, ao mesmo
tempo, a sociedade do cansaço, conforme Byung Chul Han observa em seu livro nomeado
justamente Sociedade do cansaço (2015).
Logicamente, o excesso de estímulos nos deixa
cansados e à beira do tédio; diminuir a frequência
de estímulos, contudo, corresponde a correr o risco
de sair de cena. Frente a um mundo
espetacularizado e que não cessa de estimular a
percepção – “ser é ser visto” –, a escola só pode
sobreviver pela via da espetacularização de si.
Celulares, tablets, data shows e outros recursos
imagéticos preenchem os espaços vazios da sala
de aula, a fim de que a vida escolar entre as quatro
paredes se torne suportável ou pelo menos
parecida com o que se passa fora delas. Em vez de
tensionar ou interromper momentaneamente o fluxo
de estímulos e imagens, a escola se entrega a ele
numa tentativa última de ganhar tempo de
sobrevida.
A literatura, entretanto, não emite, não
conecta, não irradia, não estimula e não excita,
pelos menos não nos termos aqui em pauta. A
literatura é uma atividade negativa, que demanda
um tempo incompatível com aquele da sociedade
excitada, da sociedade do cansaço. Para que a
literatura possa de fato existir em sua singularidade,
e não como simulacro, faz-se necessário aquilo que
Fabio Durão (2011) chama de “estratégia de
desaceleração” dos objetos: “Tornar o pensamento
e a interpretação mais lentos é precondição para
que os objetos possam surgir como eles
mesmos...”.
Corretas ou não, essas falas expressam
uma convicção profunda acerca do fato,
aparentemente óbvio, mas hoje sob suspeita, de
que a experiência literária jamais prescinde do
contato direto com as obras literárias, lidas em sua
singularidade. Restituir esse princípio mínimo ao
centro dos debates sobre o lugar do literário nas
instituições de ensino constitui o primeiro passo
para a reavaliação geral da relação entre literatura
e educação.
Efetivar a presença da literatura na escola
significa, então, antes de qualquer outra coisa,
empreender uma violência contra o fluxo contínuo
das coisas, ou melhor, mudar a nossa relação com
o tempo, estabelecer uma atenção aos objetos,
capaz de desacelerar a passagem homogeneizante
de conteúdos e imagens. O tempo que a leitura
literária demanda abriga, simultaneamente, sua
verdadeira potência, mas também sua fragilidade
maior: inserida em uma instituição supostamente
em crise graças ao mundo espetacularizado que
adentrou as suas portas, a literatura, por um lado,
pode fundar uma temporalidade crítica para esse
mundo, permitindo uma outra forma de relação com
os objetos; por outro lado, se desfaz de imediato,
destituída da lentidão que lhe é particular, cedendo
espaço aos dispositivos que convertem todas as
coisas em mercadoria.
ANDRÉ CECHINEL
Adaptado de Revista Pro-Posições, Campinas, v. 29, nº
2, 2018.
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4125991
Ano: 2026
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Armação Búzios-RJ
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Armação Búzios-RJ
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TEXTO 2: A LITERATURA E A SOCIEDADE
EXCITADA
O livro de Christoph Türcke intitulado
Sociedade excitada (2010 [2002]), mesmo sem se
referir diretamente ao que se passa hoje nas
escolas, realiza uma leitura do paradigma da
sensação que controla nossas sensibilidades e
aquelas do mercado. Atualmente tem vida
assegurada somente aquilo que excita a percepção
continuamente; deixar de excitar a percepção
significa, nesse esquema, perder pontos na bolsa
de valores dos olhares apenas parcialmente
atentos, e é por isso que só o espetacular pode
sobreviver.
Não por acaso – e não há contradição
alguma nisso –, a sociedade excitada é, ao mesmo
tempo, a sociedade do cansaço, conforme Byung Chul Han observa em seu livro nomeado
justamente Sociedade do cansaço (2015).
Logicamente, o excesso de estímulos nos deixa
cansados e à beira do tédio; diminuir a frequência
de estímulos, contudo, corresponde a correr o risco
de sair de cena. Frente a um mundo
espetacularizado e que não cessa de estimular a
percepção – “ser é ser visto” –, a escola só pode
sobreviver pela via da espetacularização de si.
Celulares, tablets, data shows e outros recursos
imagéticos preenchem os espaços vazios da sala
de aula, a fim de que a vida escolar entre as quatro
paredes se torne suportável ou pelo menos
parecida com o que se passa fora delas. Em vez de
tensionar ou interromper momentaneamente o fluxo
de estímulos e imagens, a escola se entrega a ele
numa tentativa última de ganhar tempo de
sobrevida.
A literatura, entretanto, não emite, não
conecta, não irradia, não estimula e não excita,
pelos menos não nos termos aqui em pauta. A
literatura é uma atividade negativa, que demanda
um tempo incompatível com aquele da sociedade
excitada, da sociedade do cansaço. Para que a
literatura possa de fato existir em sua singularidade,
e não como simulacro, faz-se necessário aquilo que
Fabio Durão (2011) chama de “estratégia de
desaceleração” dos objetos: “Tornar o pensamento
e a interpretação mais lentos é precondição para
que os objetos possam surgir como eles
mesmos...”.
Corretas ou não, essas falas expressam
uma convicção profunda acerca do fato,
aparentemente óbvio, mas hoje sob suspeita, de
que a experiência literária jamais prescinde do
contato direto com as obras literárias, lidas em sua
singularidade. Restituir esse princípio mínimo ao
centro dos debates sobre o lugar do literário nas
instituições de ensino constitui o primeiro passo
para a reavaliação geral da relação entre literatura
e educação.
Efetivar a presença da literatura na escola
significa, então, antes de qualquer outra coisa,
empreender uma violência contra o fluxo contínuo
das coisas, ou melhor, mudar a nossa relação com
o tempo, estabelecer uma atenção aos objetos,
capaz de desacelerar a passagem homogeneizante
de conteúdos e imagens. O tempo que a leitura
literária demanda abriga, simultaneamente, sua
verdadeira potência, mas também sua fragilidade
maior: inserida em uma instituição supostamente
em crise graças ao mundo espetacularizado que
adentrou as suas portas, a literatura, por um lado,
pode fundar uma temporalidade crítica para esse
mundo, permitindo uma outra forma de relação com
os objetos; por outro lado, se desfaz de imediato,
destituída da lentidão que lhe é particular, cedendo
espaço aos dispositivos que convertem todas as
coisas em mercadoria.
ANDRÉ CECHINEL
Adaptado de Revista Pro-Posições, Campinas, v. 29, nº
2, 2018.
Entre os conceitos que esses filósofos desenvolvem há uma relação de:
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4124594
Ano: 2026
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FGV
Orgão: Pref. São José Campos-SP
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FGV
Orgão: Pref. São José Campos-SP
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ATENÇÃO: O texto abaixo é o início de uma pequena narrativa de
Stanislaw Ponte Preta. Use-o para responder à próxima questão.
“Diz que era uma velhinha que sabia andar de lambreta. Todo
dia ela passava na fronteira montada na lambreta, com um bruto
saco atrás da lambreta. O pessoal da alfândega – tudo malandro
velho – começou a desconfiar da velhinha.
Um dia, quando ela vinha na lambreta com o saco atrás, o fiscal
da alfândega mandou ela parar. A velhinha parou e então o fiscal
perguntou assim pra ela:
Escuta aqui, vovozinha, a senhora passa por aqui todo dia, com
esse saco aí atrás. Que diabo a senhora leva nesse saco?
A velhinha sorriu com os poucos dentes que lhe restavam e
mais os outros, que ela adquirira no odontólogo, e respondeu:
É areia!
Aí quem sorriu foi o fiscal.”
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4124592
Ano: 2026
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FGV
Orgão: Pref. São José Campos-SP
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FGV
Orgão: Pref. São José Campos-SP
Provas:
ATENÇÃO: use o fragmento textual abaixo, retirado do Sermão
da Sexagésima, que aborda o tema do estilo dos pregadores,
para responder à próxima questão.
“O pregador há de ser como quem semeia e não como quem
ladrilha ou azuleja. Ordenado, mas como as estrelas: As estrelas,
permanecendo na sua ordem. Todas as estrelas estão por sua
ordem; mas é ordem que faz influência, não é ordem que faça
lavor. Não fez Deus o céu em xadrez de estrelas, como os
pregadores fazem o céu em xadrez de palavras. Se de uma parte
há de estar branco, da outra há de estar negro; se de uma parte
dizem luz, da outra hão de dizem sombra; se de uma parte dizem
desceu, da outra hão de dizer subiu. Basta que não havemos de ver
num sermão duas palavras em paz? Todas hão de estar sempre em
fronteira com seu contrário?”
Assinale a opção que identifica corretamente esse estilo e a razão básica de ser criticado.
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4122363
Ano: 2026
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: Pref. Bom Despacho-MG
Orgão: Pref. Bom Despacho-MG
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: Pref. Bom Despacho-MG
Orgão: Pref. Bom Despacho-MG
Provas:
Segundo a Base Nacional Comum
Curricular, o ensino de literatura na escola deve:
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4121370
Ano: 2026
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: PROMUN
Orgão: Pref. Campos do Jordão-SP
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: PROMUN
Orgão: Pref. Campos do Jordão-SP
Provas:
Em relação ao gênero literário Barroco, assinale a alternativa incorreta:
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