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ATENÇÃO: Use o enunciado a seguir para responder às duas próximas questões.
Homem de 42 anos, arquiteto, é internado com história de febre alta há 28 dias, acompanhada de tosse seca, dispneia aos mínimos esforços, vômitos, diarreia e perda de peso (6 kg no período).
O exame físico mostra um paciente hipocorado, desidratado, febril (38,5 ºC), FR = 36 irpm, FC = 108 bpm, PA = 100/70 mmHg; orofaringe com placas esbranquiçadas em palato, faringe posterior e mucosa jugal e uma lesão ulcerada em língua.
Na ausculta pulmonar, o murmúrio vesicular está diminuído difusamente, sem ruídos adventícios; aparelho cardiovascular normal, exceto pela taquicardia; abdome distendido e difusamente doloroso à palpação; fígado e baço não palpáveis.
O exame minucioso da pele mostra algumas lesões papulares em tronco, algumas com umbilicação central. Ausência de sinais de irritação meníngea. Exames complementares: Hg 12,5 g/dL; leucócitos 5.400/mm3 (0% basófilos, 2% eosinófilos, 3% bastões, 67% neutrófilos, 18% linfócitos, 10% monócitos), plaquetas 125.000/mm3 ; creatinina 2,8 mg/dL. Gasometria arterial (em ar ambiente): pH 7,38; pO2 90 mmHg; pCO2 25 mmHg; HCO3 18 mEq/L; BE -3; saturação O2 95%. Testes rápidos anti-HIV reativos (dois testes, de fabricantes diferentes); Rx de tórax: infiltrado pulmonar difuso, de aspecto misto, intersticial e retículonodular. Paciente foi medicado com ceftriaxona, azitromicina e sulfametoxazol-trimetroprim, sem associar corticosteroide.
A respeito do tratamento, o paciente evoluiu com persistência da febre, progrediu para insuficiência respiratória, ventilação mecânica, acidose metabólica e óbito no 7º dia de internação.
Na investigação diagnóstica, os exames complementares direcionados para o diagnóstico de histoplasmose disseminada para o paciente descrito são:
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ATENÇÃO: Use o enunciado a seguir para responder às duas próximas questões.
Homem de 42 anos, arquiteto, é internado com história de febre alta há 28 dias, acompanhada de tosse seca, dispneia aos mínimos esforços, vômitos, diarreia e perda de peso (6 kg no período).
O exame físico mostra um paciente hipocorado, desidratado, febril (38,5 ºC), FR = 36 irpm, FC = 108 bpm, PA = 100/70 mmHg; orofaringe com placas esbranquiçadas em palato, faringe posterior e mucosa jugal e uma lesão ulcerada em língua.
Na ausculta pulmonar, o murmúrio vesicular está diminuído difusamente, sem ruídos adventícios; aparelho cardiovascular normal, exceto pela taquicardia; abdome distendido e difusamente doloroso à palpação; fígado e baço não palpáveis.
O exame minucioso da pele mostra algumas lesões papulares em tronco, algumas com umbilicação central. Ausência de sinais de irritação meníngea. Exames complementares: Hg 12,5 g/dL; leucócitos 5.400/mm3 (0% basófilos, 2% eosinófilos, 3% bastões, 67% neutrófilos, 18% linfócitos, 10% monócitos), plaquetas 125.000/mm3 ; creatinina 2,8 mg/dL. Gasometria arterial (em ar ambiente): pH 7,38; pO2 90 mmHg; pCO2 25 mmHg; HCO3 18 mEq/L; BE -3; saturação O2 95%. Testes rápidos anti-HIV reativos (dois testes, de fabricantes diferentes); Rx de tórax: infiltrado pulmonar difuso, de aspecto misto, intersticial e retículonodular. Paciente foi medicado com ceftriaxona, azitromicina e sulfametoxazol-trimetroprim, sem associar corticosteroide.
A respeito do tratamento, o paciente evoluiu com persistência da febre, progrediu para insuficiência respiratória, ventilação mecânica, acidose metabólica e óbito no 7º dia de internação.
Na correlação dos parâmetros clínicos e laboratoriais com os elementos de convicção que nos levam a formular hipóteses diagnósticas para o quadro descrito, é correto afirmar que
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Mulher de 55 anos, enfermeira, procura atendimento médico com história de tosse com expectoração mucoide há um mês. Nega febre, sudorese noturna, emagrecimento e hemoptise. Ex-tabagista de 36 anos-maço, com cessação do hábito de fumar há seis anos.
Sem história de imunodeficiência congênita ou adquirida. Submetida a tomografia de tórax, foi documentada a presença de nódulos centrolobulares e pequenas opacidades ramificadas com aspecto de árvore em brotamento e bronquiectasias de paredes espessas, no lobo médio e no segmento lingular, além de opacidade escavada no segmento posterior do lobo superior direito.
Amostras de escarro para baciloscopia e TRM-TB revelam pesquisa de BAAR positiva em três amostras e ausência de detecção de DNA para M. tuberculosis. Culturas das três amostras de escarro revelam crescimento de colônias em meio sólido em menos de sete dias, ainda não identificadas.
Com base na apresentação clínica e nos resultados laboratoriais até o momento revelados, a conduta mais adequada para o caso é
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Na prática clínica diária, as associações de drogas no tratamento de enfermidades é uma estratégia comumente utilizada para prevenir ou contornar a emergência de resistência dos patógenos tratados. As associações podem, no entanto, adicionar toxicidades ao esquema terapêutico.
São eventos adversos das drogas rotineiramente empregadas para o tratamento da hanseníase:
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Homem de 57 anos, motorista de ônibus escolar, procura Unidade de Pronto Atendimento (UPA) com queixa de odinofagia leve iniciada há três dias, evoluindo com piora, e passando a associarse à disfagia, febre (38 oC), mal-estar, queda importante do estado geral e vômitos pós-alimentares.
Ao exame físico: regular estado geral, taquicárdico, desidratado, toxêmico, com temperatura de 38 oC. Exame da cavidade oral apresentando hiperemia e presença de placas esbranquiçadas em palato mole, aderentes na região de úvula e pilares amigdalianos e placas pseudomembranosas branco-acinzentadas na rinoscopia. Ausência de adenopatia cervical. Sem sinais de rigidez de nuca. Pressão arterial 100/60 mmHg, frequência cardíaca 138 bpm e frequência respiratória 22 rpm. Radiografia de tórax normal. Hemoculturas coletadas em três amostras resultaram negativas. Paciente evoluiu com piora clínica, intensa toxemia, prostração.
Colocado em ambiente de terapia intensiva e iniciado tratamento clínico. A respeito das medidas implementadas, o paciente evoluiu, por volta do 10º dia de internação, com alterações eletrocardiográficas, como prolongamento de QT, inversão de onda T, bloqueio de ramo e arritmias cardíacas. Na 3ª semana de internação, apresentou voz anasalada e eliminação pelas narinas dos líquidos administrados pela boca, além de alterações de marcha. Recebeu alta hospitalar na 8ª semana de internação.
Com base na história clínica relatada, é correto afirmar que
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Adolescente de 19 anos, sexo masculino, procura atendimento médico em Unidade de Pronto Atendimento (UPA) com quadro de febre de até 38 oC, congestão nasal, descarga nasal espessa, por vezes purulenta, halitose e cefaleia frontal que piora quando se reclina para amarrar os sapatos, persistindo por 10 dias. Fez uso de antialérgicos e analgésicos sem melhora significativa dos sintomas. Nega episódios semelhantes anteriores.
A conduta mais adequada para o paciente é
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Existem estratégias eficientes para prevenção de meningite aguda que são baseadas em quimioprofilaxia e/ou imunoprofilaxia.
Em relação ao tema, é correto afirmar que
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Criança de 4 anos é levada a um serviço de emergência com quadro de febre alta, inquietação, vômitos, com um dia de evolução. Mãe relata que a criança se queixa de cefaleia, mas não consegue caracterizá-la. Nega outros sintomas.
Ao exame físico, a criança apresentava-se febril, torporosa, normotensa, eupneica, ausculta cardiovascular e respiratória normais, palpação do abdome sem alterações, sem edemas. Exame neurológico com presença de sinais de Kernig e Brudzinski, pupilas isocóricas, fotorreagentes, sem déficits neurológicos focais. Não foi possível realizar a fundoscopia. Otoscopia normal, bilateralmente.
Foi, então, submetida a punção lombar, com líquor claro, 250 células/mm3, 65% PMN, 35% LMN, 60 mg/dL de glicorraquia (glicemia concomitante 86 mg/dL), e 70 mg/dL de proteinorraquia. Bacterioscopia negativa. Após a realização do exame liquórico, a criança se torna mais ativa, passa a brincar no consultório, e aceitou suco de fruta, sem vomitar.
Na ausência de painéis diagnósticos de PCR Multiplex, a equipe médica resolve manter a criança em observação e repetir a punção lombar em 12 horas. O líquor evolutivo se mostra límpido, 120 células/mm3, 75% LM, 25% PMN, 74 mg/dL de glicorraquia (glicemia concomitante 95 mg/dL), e 65 mg/dL de proteinorraquia.
A conduta mais adequada a ser tomada para a criança é
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Tétano e botulismo são doenças mediadas por toxinas produzidas por microrganismos estritamente anaeróbios. Apresentam diferenças marcantes nas suas apresentações clínicas; por outro lado, possuem semelhanças em epidemiologia, diagnóstico, tratamento e profilaxia.
Pode ser considerada uma semelhança entre essas duas graves doenças o fato de que ambas
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Homem de 47 anos, diabético, é admitido com história de dor abdominal difusa, de forte intensidade, há 30 dias, acompanhada de dispneia, náuseas, astenia, anorexia e perda ponderal de 10 kg, evoluindo com distensão abdominal uma semana antes da internação.
Ao exame físico inicial, estava hidratado, febril (38 oC), hipocorado (2+/4+), acianótico, anictérico, taquicárdico (FC = 110 bpm), sem anormalidades em ausculta cardíaca, normotenso, ausculta respiratória com murmúrio vesicular reduzido em base de hemitórax direito, levemente taquipneico (FR = 24 irpm), abdome globoso, distendido, doloroso difusamente à palpação, com fígado palpável a ± 10 cm do rebordo costal direito. Tomografia computadorizada (TC) de abdome mostrou fígado aumentado de volume, com lesão intraparenquimatosa em lobo direito, heterogênea, sólido-cística, multiseptada, medindo 15,5 x 15 x 14 cm. Foram coletadas hemoculturas, e o paciente foi submetido a aspiração hepática percutânea, obtendo-se material purulento enviado para bacterioscopia pelo Gram e cultura. Iniciada antibioticoterapia sistêmica com piperacilina/tazobactam.
Na bacterioscopia foram visualizados bastonetes Gram negativos com múltiplas e diferentes morfologias; a cultura do aspirado revelou crescimento de Escherichia coli, sensível a diversos antibióticos, incluindo ampicilina e ceftriaxone. Hemoculturas revelaram Escherichia coli com o mesmo perfil de sensibilidade.
Com base nos dados disponíveis, a única conduta, entre as listadas a seguir, adequada para a continuação do tratamento do paciente é:
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