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Mulher de 58 anos procura atendimento urológico devido à
perda involuntária de urina há aproximadamente quatro anos.
Refere perda urinária principalmente: ao tossir; ao espirrar; ao levantar peso; durante atividades físicas.
Nega: urgência miccional importante; perdas precedidas por forte desejo miccional; dor pélvica.
Antecedentes: três partos vaginais; menopausa aos 50 anos; hipertensão arterial sistêmica.
Exame Físico: PA: 132/78 mmHg; FC: 74 bpm.
Exame ginecológico: trofismo genital discretamente reduzido; sem prolapso genital significativo.
Teste de esforço: positivo para perda urinária.
Exames Complementares: EAS: sem infecção urinária.
Ultrassonografia: sem alterações significativas; resíduo pós-miccional: 20 ml.
Após tentativa adequada de fisioterapia do assoalho pélvico sem melhora clínica relevante, a melhor opção terapêutica é
Refere perda urinária principalmente: ao tossir; ao espirrar; ao levantar peso; durante atividades físicas.
Nega: urgência miccional importante; perdas precedidas por forte desejo miccional; dor pélvica.
Antecedentes: três partos vaginais; menopausa aos 50 anos; hipertensão arterial sistêmica.
Exame Físico: PA: 132/78 mmHg; FC: 74 bpm.
Exame ginecológico: trofismo genital discretamente reduzido; sem prolapso genital significativo.
Teste de esforço: positivo para perda urinária.
Exames Complementares: EAS: sem infecção urinária.
Ultrassonografia: sem alterações significativas; resíduo pós-miccional: 20 ml.
Após tentativa adequada de fisioterapia do assoalho pélvico sem melhora clínica relevante, a melhor opção terapêutica é
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Mulher de 32 anos apresenta episódios recorrentes de dor
lombar esquerda há aproximadamente dois anos. A dor é
intermitente, piora após grande ingestão hídrica e ocorre
principalmente no período noturno.
Antecedentes: sem comorbidades relevantes; sem história de litíase urinária.
Exame Físico: PA: 118/74 mmHg; FC: 72 bpm; temperatura: 36,5 °C.
Achados: dor leve à palpação profunda do flanco esquerdo.
Exames: creatinina: 0,9 mg/dL.
EAS: sem sinais de infecção; sem hematúria significativa.
Ultrassonografia: hidronefrose moderada à esquerda; ausência de cálculos.
Urotomografia: dilatação da pelve renal esquerda; estreitamento da junção ureteropiélica; presença de vaso polar inferior cruzando a junção.
Cintilografia renal MAG3: rim direito: 56%; rim esquerdo: 44%; obstrução funcional significativa.
A melhor conduta é
Antecedentes: sem comorbidades relevantes; sem história de litíase urinária.
Exame Físico: PA: 118/74 mmHg; FC: 72 bpm; temperatura: 36,5 °C.
Achados: dor leve à palpação profunda do flanco esquerdo.
Exames: creatinina: 0,9 mg/dL.
EAS: sem sinais de infecção; sem hematúria significativa.
Ultrassonografia: hidronefrose moderada à esquerda; ausência de cálculos.
Urotomografia: dilatação da pelve renal esquerda; estreitamento da junção ureteropiélica; presença de vaso polar inferior cruzando a junção.
Cintilografia renal MAG3: rim direito: 56%; rim esquerdo: 44%; obstrução funcional significativa.
A melhor conduta é
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Mulher de 57 anos apresenta episódios recorrentes de infecção
urinária há três anos, associados a dor lombar direita
intermitente, febre recorrente e múltiplas internações por
pielonefrite.
Antecedentes: diabetes Mellitus tipo 2; sem cirurgias urológicas prévias.
Exame Físico: PA: 134/82 mmHg; FC: 78 bpm; temperatura: 36,7 °C.
Achados: dor discreta no flanco direito; giordano positivo à direita.
Exames: leucócitos: 11.200/mm³; creatinina: 1,3 mg/dL.
EAS: pH urinário: 8,5; piúria moderada; cristais de fosfato amônio-magnesiano.
Urocultura: proteus mirabilis >100.000 UFC/mL.
Tomografia sem contraste: cálculo coraliforme ocupando pelve renal e cálices direitos; 4,8 cm; dilatação discreta do sistema coletor; parênquima renal preservado.
O tratamento de escolha é
Antecedentes: diabetes Mellitus tipo 2; sem cirurgias urológicas prévias.
Exame Físico: PA: 134/82 mmHg; FC: 78 bpm; temperatura: 36,7 °C.
Achados: dor discreta no flanco direito; giordano positivo à direita.
Exames: leucócitos: 11.200/mm³; creatinina: 1,3 mg/dL.
EAS: pH urinário: 8,5; piúria moderada; cristais de fosfato amônio-magnesiano.
Urocultura: proteus mirabilis >100.000 UFC/mL.
Tomografia sem contraste: cálculo coraliforme ocupando pelve renal e cálices direitos; 4,8 cm; dilatação discreta do sistema coletor; parênquima renal preservado.
O tratamento de escolha é
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Homem de 29 anos procura atendimento após aumento
progressivo do testículo direito há três meses. Refere sensação
de peso escrotal e aumento indolor do volume testicular.
Antecedentes: criptorquidia direita corrigida aos 8 anos; sem outras comorbidades.
Exame Físico: massa sólida intratesticular direita; testículo esquerdo sem alterações.
Ultrassonografia: lesão sólida intratesticular direita; 3,2 cm; hipoecoica; hipervascularizada.
Marcadores pré-operatórios: AFP: normal; β-HCG: discretamente elevado; LDH: elevado.
Tratamento realizado: orquiectomia radical inguinal direita.
Anatomopatológico: seminoma clássico; restrito ao testículo; margens livres; sem invasão do cordão espermático.
Estadiamento pós-operatório: tomografia de tórax: sem metástases; tomografia de abdome e pelve: sem linfonodomegalias; marcadores tumorais: normalizados.
A melhor conduta é
Antecedentes: criptorquidia direita corrigida aos 8 anos; sem outras comorbidades.
Exame Físico: massa sólida intratesticular direita; testículo esquerdo sem alterações.
Ultrassonografia: lesão sólida intratesticular direita; 3,2 cm; hipoecoica; hipervascularizada.
Marcadores pré-operatórios: AFP: normal; β-HCG: discretamente elevado; LDH: elevado.
Tratamento realizado: orquiectomia radical inguinal direita.
Anatomopatológico: seminoma clássico; restrito ao testículo; margens livres; sem invasão do cordão espermático.
Estadiamento pós-operatório: tomografia de tórax: sem metástases; tomografia de abdome e pelve: sem linfonodomegalias; marcadores tumorais: normalizados.
A melhor conduta é
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Homem de 74 anos procura atendimento após terceiro episódio
de retenção urinária aguda nos últimos seis meses. Refere jato
urinário fraco, hesitação, intermitência, sensação de
esvaziamento incompleto e noctúria há vários anos.
Antecedentes: hipertensão arterial sistêmica; diabetes mellitus tipo 2; dislipidemia.
Medicações: losartana; metformina; sinvastatina; tansulosina há 12 meses.
Exame Físico: PA: 138/82 mmHg; FC: 76 bpm; temperatura: 36,4 °C.
Toque retal: próstata aumentada; consistência fibroelástica; sem nódulos; volume estimado de 80 g.
Exames: PSA: 3,8 mg/mL; creatinina: 1,4 mg/dL.
Ultrassonografia: volume prostático: 85 g; resíduo pós-miccional: 220 mL.
Urofluxometria: qmáx: 7 mL/s.
A melhor conduta é
Antecedentes: hipertensão arterial sistêmica; diabetes mellitus tipo 2; dislipidemia.
Medicações: losartana; metformina; sinvastatina; tansulosina há 12 meses.
Exame Físico: PA: 138/82 mmHg; FC: 76 bpm; temperatura: 36,4 °C.
Toque retal: próstata aumentada; consistência fibroelástica; sem nódulos; volume estimado de 80 g.
Exames: PSA: 3,8 mg/mL; creatinina: 1,4 mg/dL.
Ultrassonografia: volume prostático: 85 g; resíduo pós-miccional: 220 mL.
Urofluxometria: qmáx: 7 mL/s.
A melhor conduta é
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Homem de 55 anos procura atendimento por deformidade
peniana progressiva iniciada há aproximadamente 14 meses.
Inicialmente apresentava dor durante a ereção e discreta
curvatura dorsal. Nos últimos seis meses, a dor desapareceu e a
curvatura permaneceu estável.
Relata: curvatura dorsal importante; dificuldade de penetração vaginal; ereções rígidas preservadas; impacto significativo na vida sexual.
Antecedentes: diabetes mellitus tipo 2; hipertensão arterial sistêmica; dislipidemia.
Exame Físico: placa fibrosa palpável na face dorsal da haste peniana; ausência de dor à palpação; testículos sem alterações.
Avaliação fotográfica da ereção: curvatura dorsal de aproximadamente 60 graus; sem deformidade em ampulheta importante; ereção preservada.
A melhor conduta terapêutica é
Relata: curvatura dorsal importante; dificuldade de penetração vaginal; ereções rígidas preservadas; impacto significativo na vida sexual.
Antecedentes: diabetes mellitus tipo 2; hipertensão arterial sistêmica; dislipidemia.
Exame Físico: placa fibrosa palpável na face dorsal da haste peniana; ausência de dor à palpação; testículos sem alterações.
Avaliação fotográfica da ereção: curvatura dorsal de aproximadamente 60 graus; sem deformidade em ampulheta importante; ereção preservada.
A melhor conduta terapêutica é
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Homem de 44 anos procura o pronto-socorro com ereção
persistente e dolorosa há aproximadamente 8 horas. Refere
início espontâneo durante a madrugada, sem resolução após
ejaculação ou medidas caseiras.
Antecedentes: hipertensão arterial sistêmica; depressão.
Medicações: trazodona; losartana.
Exame Físico: PA: 132/84 mmHg; FC: 86 bpm; temperatura: 36,5°C.
Exame genital: corpos cavernosos intensamente rígidos; dor importante à palpação; glande parcialmente flácida; ausência de trauma.
Gasometria cavernosa: pH: 7,08; pO2: 24 mmHg; pCO2: 78 mmHg.
Doppler peniano: fluxo arterial reduzido; sem fístula arteriocavernosa.
A melhor conduta inicial é
Antecedentes: hipertensão arterial sistêmica; depressão.
Medicações: trazodona; losartana.
Exame Físico: PA: 132/84 mmHg; FC: 86 bpm; temperatura: 36,5°C.
Exame genital: corpos cavernosos intensamente rígidos; dor importante à palpação; glande parcialmente flácida; ausência de trauma.
Gasometria cavernosa: pH: 7,08; pO2: 24 mmHg; pCO2: 78 mmHg.
Doppler peniano: fluxo arterial reduzido; sem fístula arteriocavernosa.
A melhor conduta inicial é
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Menino de 11 meses é levado à consulta de Urologia Pediátrica
porque, desde o nascimento, a mãe percebe ausência do
testículo esquerdo na bolsa escrotal. A criança nasceu a termo,
sem intercorrências neonatais.
Exame Físico: bom estado geral; desenvolvimento adequado para a idade.
Exame genital: testículo direito tópico; hemiescroto esquerdo hipodesenvolvido; testículo esquerdo palpável em região inguinal baixa; não é possível mantê-lo na bolsa escrotal após tração.
A melhor conduta é
Exame Físico: bom estado geral; desenvolvimento adequado para a idade.
Exame genital: testículo direito tópico; hemiescroto esquerdo hipodesenvolvido; testículo esquerdo palpável em região inguinal baixa; não é possível mantê-lo na bolsa escrotal após tração.
A melhor conduta é
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Homem de 65 anos apresenta hematúria macroscópica
intermitente há três meses, associada a episódios com coágulos,
polaciúria discreta e perda ponderal de 5 kg.
Antecedentes: tabagismo ativo (45 maços-ano); hipertensão arterial sistêmica.
Exame Físico: PA: 138/84 mmHg; FC: 80 bpm; temperatura: 36,6°C.
Exames: hemoglobina: 11,6 g/dL; creatinina: 1,0 mg/dL.
Cistoscopia: lesão vegetante na parede lateral direita da bexiga; aproximadamente 4 cm.
RTU de bexiga: anatomopatológico: carcinoma urotelial de alto grau; invasão muscular própria (T2).
Tomografia de tórax, abdome e pelve: sem metástases; sem linfonodomegalias suspeitas.
A melhor estratégia terapêutica é
Antecedentes: tabagismo ativo (45 maços-ano); hipertensão arterial sistêmica.
Exame Físico: PA: 138/84 mmHg; FC: 80 bpm; temperatura: 36,6°C.
Exames: hemoglobina: 11,6 g/dL; creatinina: 1,0 mg/dL.
Cistoscopia: lesão vegetante na parede lateral direita da bexiga; aproximadamente 4 cm.
RTU de bexiga: anatomopatológico: carcinoma urotelial de alto grau; invasão muscular própria (T2).
Tomografia de tórax, abdome e pelve: sem metástases; sem linfonodomegalias suspeitas.
A melhor estratégia terapêutica é
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Homem de 69 anos apresenta dor lombar progressiva há quatro
meses, fadiga e perda ponderal de 8 kg. Refere noctúria
frequente e redução da força do jato urinário.
Antecedentes: hipertensão arterial sistêmica; diabetes mellitus tipo 2; ex-tabagista.
Exame Físico: PA: 136/84 mmHg; FC: 78 bpm; temperatura: 36,5°C.
Toque retal: próstata endurecida; nódulo extenso bilateral; perda do sulco mediano.
Exames: PSA: 128 ng/mL; fosfatase alcalina elevada; hemoglobina: 10,8 g/dL.
Ressonância: PI-RADS 5; invasão extracapsular; suspeita de acometimento de vesículas seminais.
Biópsia: adenocarcinoma acinar; gleason 4+5=9; ISUP 5.
Cintilografia óssea: metástases múltiplas em coluna, pelve e costelas.
PET-CT PSMA: metástases ósseas múltiplas; linfonodos pélvicos acometidos; sem metástases viscerais.
A melhor estratégia terapêutica inicial é
Antecedentes: hipertensão arterial sistêmica; diabetes mellitus tipo 2; ex-tabagista.
Exame Físico: PA: 136/84 mmHg; FC: 78 bpm; temperatura: 36,5°C.
Toque retal: próstata endurecida; nódulo extenso bilateral; perda do sulco mediano.
Exames: PSA: 128 ng/mL; fosfatase alcalina elevada; hemoglobina: 10,8 g/dL.
Ressonância: PI-RADS 5; invasão extracapsular; suspeita de acometimento de vesículas seminais.
Biópsia: adenocarcinoma acinar; gleason 4+5=9; ISUP 5.
Cintilografia óssea: metástases múltiplas em coluna, pelve e costelas.
PET-CT PSMA: metástases ósseas múltiplas; linfonodos pélvicos acometidos; sem metástases viscerais.
A melhor estratégia terapêutica inicial é
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