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Homem, 67 anos, fibrilação atrial permanente, CHA₂DS₂-VASc 4 (HAS, idade > 65, IC prévia), HAS-BLED 2. Em uso irregular de apixabana. Internado por hemorragia digestiva alta com Hb 6,9 g/dL; Instabilidade hemodinâmica inicial; Necessidade de três concentrados de hemácias.
Endoscopia digestiva alta: úlcera duodenal Forrest IIa (vaso visível); Hemostasia endoscópica com clipe e adrenalina; Sem sangramento ativo após tratamento.
Após 72 horas, estável hemodinamicamente; Hb estável; sem novo episódio de melena; creatinina 1,4 mg/dL; sem cirrose ou varizes.
A estratégia mais apropriada de anticoagulação nesse momento é
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Homem, 67 anos, com insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzida (FEVE 28%), classe funcional NYHA III, em uso otimizado de carvedilol, espironolactona e furosemida. Estava previamente em enalapril 20 mg 2x/dia, suspenso há 48 horas para introdução de sacubitril/valsartana.
Após 3 meses de tratamento com dose alvo do Inibidor do Receptor da Angiotensina + Inibidor da Neprilisina, apresenta PA 104 X 68 mmHg; Creatinina estável; Potássio 4,8 mEq/L; Melhora funcional (NYHA II).
Laboratório: BNP: 380 pg/mL (aumentou em relação ao basal); NTproBNP: reduziu de 2.100 para 820 pg/mL.
Assinale a opção que melhor explica o padrão observado de biomarcadores e os efeitos fisiológicos renais do fármaco.
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Homem, 64 anos, hipertenso mal controlado, procura UPA com dor torácica súbita, intensa, irradiada para dorso, iniciada há uma hora. Relata náuseas e sudorese.
• PA: 160 x 95 mmHg; • FC: 92 bpm;
• FR: 20 irpm; • SatO₂: 98%;
• ECG: supradesnivelamento de ST em DII, DIII e aVF, com infra em V1–V3;
• Troponina inicial ainda indisponível.
Sem sala de hemodinâmica no local, é iniciado trombolítico por suspeita de IAM com supra inferior.
Após 20 minutos, paciente evolui com PA 70 x 40 mmHg; Confusão mental; Turgência jugular; Bulhas hipofonéticas; Pulso paradoxal.
O diagnóstico mais provável para a deterioração clínica é
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Homem, 52 anos, com sarcoidose sistêmica confirmada há cinco anos (biópsia ganglionar com granulomas não caseosos), previamente tratado com prednisona por 12 meses, atualmente sem imunossupressão. Evolui nos últimos três meses com dispneia progressiva aos médios esforços e dois episódios de pré-síncope.
• Exame físico: PA: 100/64 mmHg; FC: 96 bpm; FR: 20 irpm; SatO₂: 96% em ar ambiente; Turgência jugular: +/4; Estertores bibasais discretos; Edema maleolar: +/4.
• ECG: BAV de 1º grau (PR 280 ms); Bloqueio de ramo direito; Extrassístoles ventriculares frequentes.
• Holter 24h: Taquicardia ventricular não sustentada (TVNS) – seis episódios, até 12 batimentos.
• Ecocardiograma: FEVE: 38%; Disfunção leve de VD; Hipocinesia septal basal.
• Ressonância magnética cardíaca: Realce tardio transmural e mesomiocárdico em septo basal e parede lateral; Extensão de LGE estimada em 18% da massa ventricular.
• PET-FDG: Captação focal intensa nas mesmas regiões resultante de atividade inflamatória ativa.
• Estudo eletrofisiológico (EEF): Indução de TV monomórfica sustentada com instabilidade hemodinâmica.
• Creatinina normal. Troponina discretamente elevada. BNP elevado.
Assinale a conduta mais apropriada.
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Mulher, 74 anos, com insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzida (ICFEr, FEVE 28%), etiologia isquêmica, classe funcional NYHA III, em uso irregular de furosemida e carvedilol, dá entrada na emergência com dispneia progressiva há três dias, ortopneia, oligúria nas últimas 12 horas. Relata astenia intensa e fraqueza.
Ao exame:
• PA: 86 x 54 mmHg; FC: 118 bpm; FR: 28 irpm; SatO₂: 88% em ar ambiente; Extremidades frias e pegajosas; TEC: 4 segundos; Turgência jugular: ++/4+; Estertores crepitantes até 1/3 médio de campos pulmonares; Edema MMII: 3+/4+.
• Gasometria arterial (O₂ suplementar 4 L/min): pH: 7,31; HCO₃⁻: 18 mEq/L; Lactato: 4,2 mmol/L.
• Creatinina: 2,1 mg/dL (baseline 1,2); BNP: elevado; ECG: taquicardia sinusal, sem supradesnivelamento do ST; POCUS: VE dilatado, hipocontrátil; VCI > 2,2 cm com colapsabilidade < 20%.
• Classificação clínica: perfil hemodinâmico “frio e úmido”.
A conduta hemodinâmica inicial mais apropriada é
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Na cirurgia vascular das patologias aneurismáticas da aorta torácica descendente, o cuidado com a artéria radicular magna ou artéria de Adamkiewicz é importante.
Nesse caso, devemos drenar líquor cefalorraquidiano nas cirurgias
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Nas cardiopatias congênitas, inúmeras cirurgias paliativas podem ser usadas. Por vezes, essas cirurgias podem permanecer como tratamento definitivo devido à dificuldade de se realizar cirurgia anatômica.
A cirurgia de Glenn é uma dessas técnicas e está mais especificamente indicada em casos de
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Paciente com 33 anos, masculino apresenta hipertensão arterial é portador de coarctação da aorta torácica após a artéria subclávia esquerda com gradiente de 40 mmHg.
A conduta correta para esse caso é:
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Paciente de 62 anos, masculino, foi submetido a uma cirurgia de Bentall-De Bono para tratamento de um aneurisma de raiz da aorta e insuficiência valvar aórtica.
Não foi possível descontinuar a circulação extracorpórea devido a baixo débito cardíaco. O ecotransesofágico na sala de cirurgia demonstrava uma hipocinesia ventricular esquerda grave e função direita normal.
Das medidas relacionadas a seguir, diante desse quadro, assinale a melhor opção.
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Na estenose valvar aórtica adquirida de origem degenerativa, a indicação cirúrgica é apropriada nas condições e sinais clínicos e anatômicos evolutivos relacionados a seguir, à exceção de um. Assinale-o.
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