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Homem de 62 anos, com diagnóstico de diabetes mellitus
tipo 2, há 4 anos, em uso regular de metformina, comparece ao ambulatório para avaliação de rotina. Na primeira
avaliação, a pressão arterial (PA) de consultório, aferida
de forma padronizada, revela média de 144 × 92 mmHg.
Após duas semanas, em uma segunda visita, sob os mesmos cuidados técnicos, os valores médios obtidos são de
142 × 94 mmHg. O IMC é 29 kg/m2
e a circunferência
abdominal de 101 cm. Os exames séricos revelam creatinina de 1,1 mg/dL, potássio de 4,5 mEq/L e relação
albuminúria/creatinúria em amostra isolada de urina de
45 mg/g. O eletrocardiograma de repouso mostra ritmo
sinusal, sem evidências de sobrecargas cavitárias ou
alterações de repolarização ventricular. Frente as informações apresentadas, assinale a alternativa correta.
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Um paciente com hipertensão arterial e diabetes mellitus tipo 2 apresenta-se com queixa de dormência em hemiface, membro superior e membro inferior direitos. Ao
exame físico, evidencia-se diminuição da sensibilidade
à picada de agulha (hipoestesia dolorosa) na hemiface,
membro superior e membro inferior direitos. A força muscular está normal. Segundo o exposto, é correto afirmar
que provavelmente o acidente vascular cerebral acomete
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Homem de 45 anos relata quadro de febre alta de início
abrupto, há quatro dias, (39,5 ºC), acompanhada de cefaleia e mialgia intensa. O histórico é notável por angioplastia coronariana com implante de stent farmacológico,
há três meses, em uso atualmente de dupla antiagregação plaquetária com ácido acetilsalicílico e clopidogrel.
Ao exame físico: lúcido e orientado; pressão arterial:
110 × 70 mmHg; frequência cardíaca: 95 bpm; tempo de
enchimento capilar de 2 segundos; ele se queixa de dor
abdominal contínua e intensa durante a palpação. Peso
estimado: 70 kg. Os exames laboratoriais iniciais revelam
aumento progressivo do hematócrito e contagem plaquetária de 40.000/mm3
. Com base nesse paciente, é correto
afirmar:
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Homem de 66 anos, ex-tabagista (45 maços-ano), com
diagnóstico de DPOC estável, procura o serviço de saúde com piora progressiva da dispneia e da tosse há três
dias. Ao exame físico: consciente e orientado; frequência
respiratória: 26 irpm; frequência cardíaca: 102 bpm; uso
moderado de musculatura acessória; oximetria de pulso
com SatO2
de 89% em ar ambiente (previamente documentada como 94% em sua última consulta de rotina).
Exames séricos: eosinófilos: 360 células/mm3
; proteína
C reativa: 28 mg/L. Gasometria arterial inicial em ar ambiente: PaO2
: 58 mmHg; PaCO2
: 48 mmHg; pH: 7,33.
Considerando as diretrizes internacionais (GOLD), é correto afirmar:
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Um paciente de 71 anos é diagnosticado com carcinoma de células escamosas (carcinoma espinocelular) de
esôfago. Assinale a alternativa que apresenta, nessa circunstância, uma variável que, mais fortemente, constitui
um fator de risco reconhecido para essa neoplasia.
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Homem de 64 anos, hipertenso e ex-tabagista, assintomático, realiza ultrassonografia abdominal de rotina que
identifica dilatação aneurismática da aorta infrarrenal. É
encaminhado para avaliação cardiológica.
Angiotomografia de abdome:
Aneurisma de aorta abdominal infrarrenal;
Diâmetro máximo: 5,7 cm;
Colo proximal adequado;
Artérias ilíacas pérvias;
Sem sinais de ruptura ou dissecção;
Crescimento documentado de 0,8 cm em 12 meses, em relação a exame prévio;
PA em consulta: 148/86 mmHg;
Creatinina: 1,0 mg/dL;
Nega dor abdominal ou lombar.
A conduta mais apropriada é:
Angiotomografia de abdome:
Aneurisma de aorta abdominal infrarrenal;
Diâmetro máximo: 5,7 cm;
Colo proximal adequado;
Artérias ilíacas pérvias;
Sem sinais de ruptura ou dissecção;
Crescimento documentado de 0,8 cm em 12 meses, em relação a exame prévio;
PA em consulta: 148/86 mmHg;
Creatinina: 1,0 mg/dL;
Nega dor abdominal ou lombar.
A conduta mais apropriada é:
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Homem de 42 anos procura avaliação por dispneia aos
esforços e palpitações ocasionais. Relata que o pai faleceu subitamente aos 49 anos. Ao exame físico, apresenta
sopro sistólico em borda esternal esquerda, que aumenta
com a manobra de Valsalva e reduz com agachamento.
PA 122/76 mmHg, FC 78 bpm.
ECG: sobrecarga ventricular esquerda e ondas Q profundas em derivações inferiores e laterais.
Ecocardiograma:
Hipertrofia septal assimétrica;
Espessura septal máxima: 23 mm;
Fração de ejeção do VE: 72%;
Movimento anterior sistólico da valva mitral;
Gradiente na via de saída do VE: 58 mmHg em repouso; Insuficiência mitral discreta;
Átrio esquerdo aumentado.
A medida terapêutica inicial mais apropriada para controle sintomático é:
ECG: sobrecarga ventricular esquerda e ondas Q profundas em derivações inferiores e laterais.
Ecocardiograma:
Hipertrofia septal assimétrica;
Espessura septal máxima: 23 mm;
Fração de ejeção do VE: 72%;
Movimento anterior sistólico da valva mitral;
Gradiente na via de saída do VE: 58 mmHg em repouso; Insuficiência mitral discreta;
Átrio esquerdo aumentado.
A medida terapêutica inicial mais apropriada para controle sintomático é:
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Mulher de 32 anos procura avaliação por dispneia progressiva, cianose labial discreta e queda da tolerância ao
esforço. Refere que, desde a adolescência, foi informada de que tinha “sopro no coração”, mas nunca realizou
correção cirúrgica. Teve uma gestação interrompida por
complicações maternas há 3 anos. Atualmente, apresenta saturação de O2
de 86% em ar ambiente, baqueteamento digital, hiperfonese de P2 e sopro sistólico em
borda esternal esquerda baixa.
Exames:
Hemoglobina: 19,2 g/dL;
Hematócrito: 58%;
BNP: 310 pg/mL;
ECG: sobrecarga ventricular direita.
Ecocardiograma: comunicação interventricular ampla, bidirecional, com predomínio direita-esquerda; VD dilatado e hipertrófico; PSAP estimada muito elevada; função sistólica do VE preservada.
Cateterismo direito: pressão arterial pulmonar média de 68 mmHg; resistência vascular pulmonar muito elevada; ausência de resposta vasodilatadora significativa; Qp/Qs < 1.
Assinale a alternativa que apresenta a conduta mais apropriada.
Exames:
Hemoglobina: 19,2 g/dL;
Hematócrito: 58%;
BNP: 310 pg/mL;
ECG: sobrecarga ventricular direita.
Ecocardiograma: comunicação interventricular ampla, bidirecional, com predomínio direita-esquerda; VD dilatado e hipertrófico; PSAP estimada muito elevada; função sistólica do VE preservada.
Cateterismo direito: pressão arterial pulmonar média de 68 mmHg; resistência vascular pulmonar muito elevada; ausência de resposta vasodilatadora significativa; Qp/Qs < 1.
Assinale a alternativa que apresenta a conduta mais apropriada.
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Homem de 29 anos procura atendimento por dor torácica há 24 horas, pior ao decúbito dorsal e à inspiração
profunda, com melhora ao sentar-se e inclinar o tronco
para frente. Relata quadro gripal na semana anterior.
Está hemodinamicamente estável.
Ao exame, bulhas rítmicas normofonéticas a 2t sem sopros e sem atrito.
ECG: supradesnivelamento difuso do segmento ST, com infradesnivelamento do PR em múltiplas derivações.
Troponina discretamente elevada.
Ecocardiograma: pequeno derrame pericárdico, sem sinais de tamponamento, com função ventricular preservada.
A hipótese mais provável é:
Ao exame, bulhas rítmicas normofonéticas a 2t sem sopros e sem atrito.
ECG: supradesnivelamento difuso do segmento ST, com infradesnivelamento do PR em múltiplas derivações.
Troponina discretamente elevada.
Ecocardiograma: pequeno derrame pericárdico, sem sinais de tamponamento, com função ventricular preservada.
A hipótese mais provável é:
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Homem de 52 anos, obeso, com roncos intensos e
sonolência diurna, está em seguimento por hipertensão
arterial há 8 meses. Usa losartana 100 mg/dia, anlodipina 10 mg/dia e hidroclorotiazida 25 mg/dia, com boa
adesão. Nega uso de anti-inflamatórios, descongestionantes nasais ou estimulantes.
Em consulta, apresenta PA de 164/96 mmHg, confirmada após repouso e técnica adequada. Traz medidas domiciliares frequentemente acima de 150/90 mmHg.
Exames:
Creatinina: 0,9 mg/dL;
Potássio: 3,0 mEq/L;
Sódio: 140 mEq/L;
Urina tipo I: sem proteinúria ou hematúria;
ECG: sinais de sobrecarga ventricular esquerda; IMC: 34 kg/m2 .
A próxima investigação mais apropriada, considerando o conjunto clínico-laboratorial, é:
Em consulta, apresenta PA de 164/96 mmHg, confirmada após repouso e técnica adequada. Traz medidas domiciliares frequentemente acima de 150/90 mmHg.
Exames:
Creatinina: 0,9 mg/dL;
Potássio: 3,0 mEq/L;
Sódio: 140 mEq/L;
Urina tipo I: sem proteinúria ou hematúria;
ECG: sinais de sobrecarga ventricular esquerda; IMC: 34 kg/m2 .
A próxima investigação mais apropriada, considerando o conjunto clínico-laboratorial, é:
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