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- Avaliação EducacionalAvaliação Escolar e suas Implicações Pedagógicas
- Avaliação EducacionalFunções da Avaliação Escolar e a Análise dos Resultados
- Ensino das DisciplinasLíngua Portuguesa
- Temas Educacionais Pedagógicos
Texto 03
Nos Anos Finais do Ensino Fundamental, o adolescente/jovem participa com maior
criticidade de situações comunicativas diversificadas, interagindo com um número de
interlocutores cada vez mais amplo, inclusive no contexto escolar, no qual se amplia o número
de professores responsáveis por cada um dos componentes curriculares. Essa mudança em
relação aos anos iniciais favorece não só o aprofundamento de conhecimentos relativos às áreas,
como também o surgimento do desafio de aproximar esses múltiplos conhecimentos. A
continuidade da formação para a autonomia se fortalece nessa etapa, na qual os jovens assumem
maior protagonismo em práticas de linguagem realizadas dentro e fora da escola.
No componente Língua Portuguesa, amplia-se o contato dos estudantes com gêneros textuais
relacionados a vários campos de atuação e a várias disciplinas, partindo-se de práticas de
linguagem já vivenciadas pelos jovens para a ampliação dessas práticas, em direção a novas
experiências.
Como consequência do trabalho realizado em etapas anteriores de escolarização, os
adolescentes e jovens já conhecem e fazem uso de gêneros que circulam nos campos das práticas
artístico-literárias, de estudo e pesquisa, jornalístico-midiático, de atuação na vida pública e
campo da vida pessoal, cidadãs, investigativas.
(MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Base Nacional Comum Curricular: educação é a base. p. 136).
No que tange à avaliação das produções textuais orais e escritas em sala de aula, a BNCC orienta que:
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- Currículo (Teoria e Prática)Componentes Curriculares
- Currículo (Teoria e Prática)Currículo e Diversidade
- Ensino das DisciplinasLíngua Portuguesa
- Temas Educacionais PedagógicosProcesso de Ensino e Aprendizagem
Texto 03
Nos Anos Finais do Ensino Fundamental, o adolescente/jovem participa com maior
criticidade de situações comunicativas diversificadas, interagindo com um número de
interlocutores cada vez mais amplo, inclusive no contexto escolar, no qual se amplia o número
de professores responsáveis por cada um dos componentes curriculares. Essa mudança em
relação aos anos iniciais favorece não só o aprofundamento de conhecimentos relativos às áreas,
como também o surgimento do desafio de aproximar esses múltiplos conhecimentos. A
continuidade da formação para a autonomia se fortalece nessa etapa, na qual os jovens assumem
maior protagonismo em práticas de linguagem realizadas dentro e fora da escola.
No componente Língua Portuguesa, amplia-se o contato dos estudantes com gêneros textuais
relacionados a vários campos de atuação e a várias disciplinas, partindo-se de práticas de
linguagem já vivenciadas pelos jovens para a ampliação dessas práticas, em direção a novas
experiências.
Como consequência do trabalho realizado em etapas anteriores de escolarização, os
adolescentes e jovens já conhecem e fazem uso de gêneros que circulam nos campos das práticas
artístico-literárias, de estudo e pesquisa, jornalístico-midiático, de atuação na vida pública e
campo da vida pessoal, cidadãs, investigativas.
(MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Base Nacional Comum Curricular: educação é a base. p. 136).
Conforme o que se enuncia no primeiro período do texto 03, durante os anos finais do ensino fundamental, amplia-se a diversidade de interlocutores com os quais o aluno passa a interagir. Assim sendo, assinale a alternativa em que a habilidade apresentada está mais diretamente ligada a esse aspecto particular dos anos finais do ensino fundamental.
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- Currículo (Teoria e Prática)Currículo e Diversidade
- Ensino das DisciplinasLíngua Portuguesa
- Temas Educacionais PedagógicosInclusão e Exclusão: Diversidade, Desigualdade e Diferença
Texto 03
Nos Anos Finais do Ensino Fundamental, o adolescente/jovem participa com maior
criticidade de situações comunicativas diversificadas, interagindo com um número de
interlocutores cada vez mais amplo, inclusive no contexto escolar, no qual se amplia o número
de professores responsáveis por cada um dos componentes curriculares. Essa mudança em
relação aos anos iniciais favorece não só o aprofundamento de conhecimentos relativos às áreas,
como também o surgimento do desafio de aproximar esses múltiplos conhecimentos. A
continuidade da formação para a autonomia se fortalece nessa etapa, na qual os jovens assumem
maior protagonismo em práticas de linguagem realizadas dentro e fora da escola.
No componente Língua Portuguesa, amplia-se o contato dos estudantes com gêneros textuais
relacionados a vários campos de atuação e a várias disciplinas, partindo-se de práticas de
linguagem já vivenciadas pelos jovens para a ampliação dessas práticas, em direção a novas
experiências.
Como consequência do trabalho realizado em etapas anteriores de escolarização, os
adolescentes e jovens já conhecem e fazem uso de gêneros que circulam nos campos das práticas
artístico-literárias, de estudo e pesquisa, jornalístico-midiático, de atuação na vida pública e
campo da vida pessoal, cidadãs, investigativas.
(MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Base Nacional Comum Curricular: educação é a base. p. 136).
Acerca do enriquecimento das habilidades e competências relativas à oralidade na escola e do conhecimento linguístico prévio do discente, é correto afirmar somente que:
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- Tecnologias Educacionais
- Temas Educacionais PedagógicosProcesso de Ensino e AprendizagemÉtica Profissional
- Mídias, Comunicação e Tecnologias na Educação
- As Tecnologias da Comunicação e Informação nas Práticas Educativas
Texto 01
Em 2026, a implementação da BNCC Computação (complementação da Base Nacional
Comum Curricular – BNCC) torna-se obrigatória nos currículos das escolas brasileiras, públicas
e privadas. Nesse contexto, a inteligência artificial consolida-se como um conjunto de
tecnologias cada vez mais presente nos processos educacionais, seja no apoio à personalização
da aprendizagem, seja na organização e gestão escolar, integrando-se de forma estruturada e
transversal ao currículo em consonância com as competências previstas na BNCC.
Nesse cenário, surge um desafio significativo para escolas e educadores: como promover o
letramento em inteligência artificial de forma crítica, ética e inclusiva, mesmo em contextos de
escassez tecnológica?
Este artigo parte da premissa de que promover o letramento em inteligência artificial não
depende exclusivamente de computadores, internet rápida ou laboratórios modernos, mas de
intencionalidade pedagógica, mediação docente e compromisso ético. Se sua escola conta apenas
com um celular, acesso limitado à internet, ou quase nada disso, esta conversa é especialmente
para você.
(Texto adaptado de: Quando quase não há tecnologia: como usar a inteligência artificial de forma simples, ética e acessível na escola pública. SABER, 11 fev. 2026. Disponível em: https://www.edocente.com.br/blog/como-usar-ainteligencia-artificial-de-forma-simples-na-escola-publica/. Acesso em 27 de maio de 2026.)
Ainda acerca das ideias presentes no texto 01, é correto afirmar somente que o letramento em inteligência artificial na escola:
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- Currículo (Teoria e Prática)Currículo e Diversidade
- Políticas Educacionais
- Organização e Estrutura dos Sistemas de Ensino no Brasil
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- Avaliação EducacionalAvaliação Escolar e suas Implicações Pedagógicas
- Avaliação EducacionalFunções da Avaliação Escolar e a Análise dos Resultados
"A compreensão do modo como a avaliação se insere no processo de ensino-aprendizagem em Geografia reveste-se de importância crucial para desvendar o papel desempenhado por esse mecanismo, seja como um momento orientador na prática de ensino, seja como um processo classificatório e dissociado do desenvolvimento cognitivo intrínseco à aprendizagem, em consonância com os princípios da avaliação tradicional. [...] Evidencia-se a importância de práticas avaliativas formativas e mediadas em contraposição a práticas tradicionais, visto seus benefícios na construção do raciocínio geográfico."
(CONTRERAS, G. I. T. M.; LIMA, M. G. A avaliação em Geografia: o raciocínio geográfico como objetivo do ensino. Geofronter, v. 10, 2024, p. 1-3).
Considerando a análise crítica de Contreras e Lima (2024) sobre as contradições entre as prescrições curriculares contemporâneas e a real efetivação do pensamento espacial no chão da escola, assinale a alternativa que indica corretamente a articulação entre a práxis avaliativa e o desenvolvimento do raciocínio geográfico:
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Diante do exemplo de John Snow e das discussões textuais sobre a incorporação do Pensamento Espacial no processo de ensino e aprendizagem, assinale a alternativa que indica corretamente a sua relação com a formação do raciocínio geográfico:
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Observando a incorporação do campo de pesquisa do Pensamento Espacial na Educação Geográfica brasileira e considerando as produções mais atuais sobre o assunto, marque a alternativa que represente como o Pensamento Espacial está articulado ao Raciocínio Geográfico.
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I. O mapa mental e o desenho do espaço vivido pela criança constituem um percurso metodológico fundamental nos anos iniciais, pois funcionam como ponto de partida para a superação do realismo nominal e para a estruturação do letramento cartográfico, permitindo que o aluno compreenda a relação entre significante e significado por meio de símbolos, linhas e cores.
PORQUE
II. O desenvolvimento do raciocínio geográfico e a realização de análises geoespaciais complexas prescindem do domínio de noções geométricas e espaciais de base (como localização, ordem, proximidade e proporção), sendo a operacionalização técnica e mecânica de softwares de SIG (Sistemas de Informação Geográfica) suficiente para garantir a leitura crítica do espaço e do ordenamento territorial.
A respeito dessas asserções, assinale a opção correta.
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