Foram encontradas 355.154 questões.
Linguistas como Luiz Antônio Marcuschi, Leonor Lopes
Fávero e Ingedore Villaça Koch não defendem a existência
de uma dicotomia entre oralidade e escrita por considerarem
que tais modalidades formam um continuum tipológico.
Mesmo com diversas pesquisas acerca do assunto, o
trabalho com a oralidade recebe pouca atenção em sala de
aula, pois essa modalidade é ainda considerada
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[...] A verdadeira substância da língua não é constituída de um sistema abstrato de formas linguísticas nem pela enunciação monológica isolada, nem pelo ato psicofisiológico de sua produção, mas pelo fenômeno social da interação verbal, realizada através da enunciação ou das enunciações. A interação verbal constitui assim a realidade fundamental da língua.
BAKHTIN, M. Estética da Criação Verbal. Tradução de Maria Ermantina Galvão. 3. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2000, p.123.
A concepção de língua/linguagem concebida a partir da perspectiva teórica do pensador russo Mikhail Bakhtin é tida como
[...] A verdadeira substância da língua não é constituída de um sistema abstrato de formas linguísticas nem pela enunciação monológica isolada, nem pelo ato psicofisiológico de sua produção, mas pelo fenômeno social da interação verbal, realizada através da enunciação ou das enunciações. A interação verbal constitui assim a realidade fundamental da língua.
BAKHTIN, M. Estética da Criação Verbal. Tradução de Maria Ermantina Galvão. 3. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2000, p.123.
A concepção de língua/linguagem concebida a partir da perspectiva teórica do pensador russo Mikhail Bakhtin é tida como
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Aprender uma língua estrangeira pode aumentar a
consciência do funcionamento da própria língua materna.
Isso ocorre
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Sobre a relação entre professores e Inteligência Artificial (IA), a citação sugere que ela é marcada pela
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Texto 6

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O período entre o século IV e XVI é tradicionalmente conhecido por Idade das Trevas, Idade da Fé ou, com mais frequência, Idade Média. Todos esses rótulos pejorativos escondem a importância daquela época, na qual surgiram os traços essenciais da civilização ocidental. Países surgidos depois daquela fase histórica – caso do Brasil, por exemplo – têm muito mais de medieval do que à primeira vista possa parecer. Olhar para a Idade Média é estabelecer contato com coisas que nos são, ao mesmo tempo, familiares e estranhas, é resgatar uma infância longínqua que tendemos a negar, mas da qual, somos produto. De fato, para o homem do Ocidente atual, compreender em profundidade a Idade Média é um exercício imprescindível de autoconhecimento.
FRANCO JUNIOR, Hilário. A Idade Média, nascimento do ocidente. São Paulo: Brasiliense, 2006.
Conforme o pensamento do autor, a denominada Idade Média é importante pois
O período entre o século IV e XVI é tradicionalmente conhecido por Idade das Trevas, Idade da Fé ou, com mais frequência, Idade Média. Todos esses rótulos pejorativos escondem a importância daquela época, na qual surgiram os traços essenciais da civilização ocidental. Países surgidos depois daquela fase histórica – caso do Brasil, por exemplo – têm muito mais de medieval do que à primeira vista possa parecer. Olhar para a Idade Média é estabelecer contato com coisas que nos são, ao mesmo tempo, familiares e estranhas, é resgatar uma infância longínqua que tendemos a negar, mas da qual, somos produto. De fato, para o homem do Ocidente atual, compreender em profundidade a Idade Média é um exercício imprescindível de autoconhecimento.
FRANCO JUNIOR, Hilário. A Idade Média, nascimento do ocidente. São Paulo: Brasiliense, 2006.
Conforme o pensamento do autor, a denominada Idade Média é importante pois
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O termo diáspora define o deslocamento, normalmente forçado ou incentivado, de grandes massas populacionais originárias de uma zona determinada para várias áreas de acolhimento distintas. O termo "diáspora" é usado com muita frequência no mundo antigo para fazer referência à dispersão do povo judaico. Em termos gerais, diáspora pode significar a dispersão de qualquer povo ou etnia pelo mundo. Todavia o termo foi originalmente cunhado para designar a migração e colonização, por parte dos gregos, de diversos locais ao longo da Ásia Menor e Mediterrâneo, de 800 a 600 a.C. Segundo o autor Hall (2013), o termo diáspora é utilizado para descrever um fenômeno sociocultural da dispersão do povo africano para outros continentes, no entanto, como vimos acima, a origem do termo diáspora antecede a questão diaspórica dos africanos.
CRUZ, Ailton Machado da. História e cultura afro-brasileira. Universidade Federal da Integração Latino-Americana, Foz do Iguaçu, 2017.
A partir da leitura do texto, pode-se afirmar que o conceito de diáspora, cunhado por Stuart Hall (2003), é compreendido como um campo de investigação
O termo diáspora define o deslocamento, normalmente forçado ou incentivado, de grandes massas populacionais originárias de uma zona determinada para várias áreas de acolhimento distintas. O termo "diáspora" é usado com muita frequência no mundo antigo para fazer referência à dispersão do povo judaico. Em termos gerais, diáspora pode significar a dispersão de qualquer povo ou etnia pelo mundo. Todavia o termo foi originalmente cunhado para designar a migração e colonização, por parte dos gregos, de diversos locais ao longo da Ásia Menor e Mediterrâneo, de 800 a 600 a.C. Segundo o autor Hall (2013), o termo diáspora é utilizado para descrever um fenômeno sociocultural da dispersão do povo africano para outros continentes, no entanto, como vimos acima, a origem do termo diáspora antecede a questão diaspórica dos africanos.
CRUZ, Ailton Machado da. História e cultura afro-brasileira. Universidade Federal da Integração Latino-Americana, Foz do Iguaçu, 2017.
A partir da leitura do texto, pode-se afirmar que o conceito de diáspora, cunhado por Stuart Hall (2003), é compreendido como um campo de investigação
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Disciplina escolar e conhecimento histórico acadêmico são campos permeáveis. No caso da História, ao acompanharmos sua constituição, na escola e na universidade, verificamos que a partir do século XIX, existem constantes aproximações e separações entre a História escolar e a dos historiadores.
Circe Maria Fernandes Bittencourt. Ensino de História: fundamentos e métodos. São Paulo: Cortez, 2004.
Acerca do saber histórico escolar, constatamos aproximações e separações entre a educação básica e a universidade, uma vez que temos práticas de ensino
Disciplina escolar e conhecimento histórico acadêmico são campos permeáveis. No caso da História, ao acompanharmos sua constituição, na escola e na universidade, verificamos que a partir do século XIX, existem constantes aproximações e separações entre a História escolar e a dos historiadores.
Circe Maria Fernandes Bittencourt. Ensino de História: fundamentos e métodos. São Paulo: Cortez, 2004.
Acerca do saber histórico escolar, constatamos aproximações e separações entre a educação básica e a universidade, uma vez que temos práticas de ensino
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Se concluímos que não existe um fato histórico eterno, mas existe um fato que consideramos hoje um fato histórico, é fácil deduzir que o conceito de documento siga a mesma lógica. Fato e documento histórico demonstram nossa visão atual sobre o passado, num diálogo entre a visão contemporânea e as fontes pretéritas.
KARNAL, Leandro e TATSCH, Flávia G. Documento e história: a memória evanescente. In. PINSKY, Carla e LUCA, Tania de (Orgs.). O historiador e suas fontes. São Paulo, Contexto, 2009.
Sobre fato e documento histórico, os autores afirmam que
Se concluímos que não existe um fato histórico eterno, mas existe um fato que consideramos hoje um fato histórico, é fácil deduzir que o conceito de documento siga a mesma lógica. Fato e documento histórico demonstram nossa visão atual sobre o passado, num diálogo entre a visão contemporânea e as fontes pretéritas.
KARNAL, Leandro e TATSCH, Flávia G. Documento e história: a memória evanescente. In. PINSKY, Carla e LUCA, Tania de (Orgs.). O historiador e suas fontes. São Paulo, Contexto, 2009.
Sobre fato e documento histórico, os autores afirmam que
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O ensino de Geografia no Brasil enfrenta diversos desafios, especialmente no que diz respeito à formação de professores. A formação inicial muitas vezes não prepara adequadamente os docentes para lidar com as complexidades do ensino de Geografia, que exige não apenas conhecimento teórico, mas também habilidades práticas e metodológicas. Além disso, a formação continuada é frequentemente negligenciada, deixando os professores sem o suporte necessário para atualizar seus conhecimentos e práticas pedagógicas.
A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) enfatiza a importância de desenvolver competências que permitam aos alunos compreender e analisar criticamente o espaço geográfico. No entanto, para que isso seja possível, é fundamental que os professores estejam bem-preparados e motivados.
Outro desafio significativo é a valorização do trabalho docente. Professores de Geografia muitas vezes enfrentam condições de trabalho precárias, com salários baixos e falta de reconhecimento profissional. Isso pode levar à desmotivação e ao desinteresse, impactando negativamente a qualidade do ensino.
Considerando os desafios mencionados no texto e as diretrizes da BNCC, quais medidas podem ser adotadas para melhorar o processo de ensino e aprendizagem de Geografia nos níveis fundamental e médio no Brasil?
O ensino de Geografia no Brasil enfrenta diversos desafios, especialmente no que diz respeito à formação de professores. A formação inicial muitas vezes não prepara adequadamente os docentes para lidar com as complexidades do ensino de Geografia, que exige não apenas conhecimento teórico, mas também habilidades práticas e metodológicas. Além disso, a formação continuada é frequentemente negligenciada, deixando os professores sem o suporte necessário para atualizar seus conhecimentos e práticas pedagógicas.
A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) enfatiza a importância de desenvolver competências que permitam aos alunos compreender e analisar criticamente o espaço geográfico. No entanto, para que isso seja possível, é fundamental que os professores estejam bem-preparados e motivados.
Outro desafio significativo é a valorização do trabalho docente. Professores de Geografia muitas vezes enfrentam condições de trabalho precárias, com salários baixos e falta de reconhecimento profissional. Isso pode levar à desmotivação e ao desinteresse, impactando negativamente a qualidade do ensino.
Considerando os desafios mencionados no texto e as diretrizes da BNCC, quais medidas podem ser adotadas para melhorar o processo de ensino e aprendizagem de Geografia nos níveis fundamental e médio no Brasil?
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