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4161868 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Ápice
Orgão: Pref. São José Cordeiros-PB
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Leia o texto a seguir para responder às questões 01 a 08.

Tragédia com 72 mortos na Zona da Mata mineira é o 4º maior desastre por chuvas no Brasil nos últimos dez anos

Tragédia provocada pelas chuvas na última semana também é a mais fatal desde as enchentes do Rio Grande do Sul, de acordo com a série histórica de dados do Cemaden mantida desde 2016.

Com 72 mortes confirmadas até este domingo (8), a tragédia provocada pelas chuvas da última semana de fevereiro na Zona da Mata mineira já é o quarto maior desastre causado por chuvas no Brasil na última década, segundo o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), que monitora os dados desde 2016.

O número coloca a região entre os episódios mais letais do país e revela a força destrutiva do evento climático que atingiu, sobretudo, Juiz de Fora e Ubá. A tragédia da Zona da Mata também já é considerada, conforme o Cemaden, o maior desastre por chuvas desde as enchentes do Rio Grande do Sul, em maio de 2024.

Além de fatal, a chuva histórica que caiu apenas na noite de 23 de fevereiro, quando foram registrados entre 100 e quase 150 mm em seis horas, provocou enchentes e enxurradas que deixaram mais de 8.500 desabrigados e desalojados. [...]

De acordo com a Defesa Civil, cinco pessoas morreram por conta da tragédia no bairro Esplanada e, quase 10 dias depois, os moradores ainda vivem a incerteza. Para minimizar danos, eles mesmos construíram uma contenção para evitar que a água da chuva escorra pelo barranco que deslizou.

"Já conteve bastante aqui, não teve mais problema nenhum, mas o que a gente quer agora é solução. Saber se algumas pessoas podem voltar para casa ou não", disse outro morador do local, Washington Luiz de Oliveira.

Já na cidade vizinha de Ubá, o comerciante Jucelito Gomes contou que a água ultrapassou um metro e meio de altura no Centro da cidade destruindo várias lojas e levando ao prejuízo centenas de pessoas.

"Não deu pra salvar nada e é muito tenso, né. Não é só a perda material, a gente fica psicologicamente abalado, a gente não dorme, À noite, quando dá uma chuva, a gente acorda assustado com medo de acontecer algo. A gente perde aquela segurança de dormir em paz".

Disponível em: https://g1.globo.com/mg/zona-da-mata/noticia/2026/03/08/tragedia-com-72-mortos-na-zona-da-mata-mineira-e-o-4o-maior-desastre-por-chuvas-no-brasil-nos-ultimos-dez-anos.ghtml. Acesso em: 11 de março de 2026.

No excerto “De acordo com a Defesa Civil, cinco pessoas morreram por conta da tragédia no bairro Esplanada e, quase 10 dias depois, os moradores ainda vivem a incerteza. Para minimizar danos, eles mesmos construíram uma contenção para evitar que a água da chuva escorra pelo barranco que deslizou.”, as palavras grafadas em negrito devem ser classificadas, de acordo com a posição da sílaba tônica, respectivamente, como:

 

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4161867 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Ápice
Orgão: Pref. São José Cordeiros-PB
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Leia o texto a seguir para responder às questões 01 a 08.

Tragédia com 72 mortos na Zona da Mata mineira é o 4º maior desastre por chuvas no Brasil nos últimos dez anos

Tragédia provocada pelas chuvas na última semana também é a mais fatal desde as enchentes do Rio Grande do Sul, de acordo com a série histórica de dados do Cemaden mantida desde 2016.

Com 72 mortes confirmadas até este domingo (8), a tragédia provocada pelas chuvas da última semana de fevereiro na Zona da Mata mineira já é o quarto maior desastre causado por chuvas no Brasil na última década, segundo o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), que monitora os dados desde 2016.

O número coloca a região entre os episódios mais letais do país e revela a força destrutiva do evento climático que atingiu, sobretudo, Juiz de Fora e Ubá. A tragédia da Zona da Mata também já é considerada, conforme o Cemaden, o maior desastre por chuvas desde as enchentes do Rio Grande do Sul, em maio de 2024.

Além de fatal, a chuva histórica que caiu apenas na noite de 23 de fevereiro, quando foram registrados entre 100 e quase 150 mm em seis horas, provocou enchentes e enxurradas que deixaram mais de 8.500 desabrigados e desalojados. [...]

De acordo com a Defesa Civil, cinco pessoas morreram por conta da tragédia no bairro Esplanada e, quase 10 dias depois, os moradores ainda vivem a incerteza. Para minimizar danos, eles mesmos construíram uma contenção para evitar que a água da chuva escorra pelo barranco que deslizou.

"Já conteve bastante aqui, não teve mais problema nenhum, mas o que a gente quer agora é solução. Saber se algumas pessoas podem voltar para casa ou não", disse outro morador do local, Washington Luiz de Oliveira.

Já na cidade vizinha de Ubá, o comerciante Jucelito Gomes contou que a água ultrapassou um metro e meio de altura no Centro da cidade destruindo várias lojas e levando ao prejuízo centenas de pessoas.

"Não deu pra salvar nada e é muito tenso, né. Não é só a perda material, a gente fica psicologicamente abalado, a gente não dorme, À noite, quando dá uma chuva, a gente acorda assustado com medo de acontecer algo. A gente perde aquela segurança de dormir em paz".

Disponível em: https://g1.globo.com/mg/zona-da-mata/noticia/2026/03/08/tragedia-com-72-mortos-na-zona-da-mata-mineira-e-o-4o-maior-desastre-por-chuvas-no-brasil-nos-ultimos-dez-anos.ghtml. Acesso em: 11 de março de 2026.

Assinale a alternativa cujo termo em destaque representa o sujeito da oração.

 

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4161866 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Ápice
Orgão: Pref. São José Cordeiros-PB
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Leia o texto a seguir para responder às questões 01 a 08.

Tragédia com 72 mortos na Zona da Mata mineira é o 4º maior desastre por chuvas no Brasil nos últimos dez anos

Tragédia provocada pelas chuvas na última semana também é a mais fatal desde as enchentes do Rio Grande do Sul, de acordo com a série histórica de dados do Cemaden mantida desde 2016.

Com 72 mortes confirmadas até este domingo (8), a tragédia provocada pelas chuvas da última semana de fevereiro na Zona da Mata mineira já é o quarto maior desastre causado por chuvas no Brasil na última década, segundo o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), que monitora os dados desde 2016.

O número coloca a região entre os episódios mais letais do país e revela a força destrutiva do evento climático que atingiu, sobretudo, Juiz de Fora e Ubá. A tragédia da Zona da Mata também já é considerada, conforme o Cemaden, o maior desastre por chuvas desde as enchentes do Rio Grande do Sul, em maio de 2024.

Além de fatal, a chuva histórica que caiu apenas na noite de 23 de fevereiro, quando foram registrados entre 100 e quase 150 mm em seis horas, provocou enchentes e enxurradas que deixaram mais de 8.500 desabrigados e desalojados. [...]

De acordo com a Defesa Civil, cinco pessoas morreram por conta da tragédia no bairro Esplanada e, quase 10 dias depois, os moradores ainda vivem a incerteza. Para minimizar danos, eles mesmos construíram uma contenção para evitar que a água da chuva escorra pelo barranco que deslizou.

"Já conteve bastante aqui, não teve mais problema nenhum, mas o que a gente quer agora é solução. Saber se algumas pessoas podem voltar para casa ou não", disse outro morador do local, Washington Luiz de Oliveira.

Já na cidade vizinha de Ubá, o comerciante Jucelito Gomes contou que a água ultrapassou um metro e meio de altura no Centro da cidade destruindo várias lojas e levando ao prejuízo centenas de pessoas.

"Não deu pra salvar nada e é muito tenso, né. Não é só a perda material, a gente fica psicologicamente abalado, a gente não dorme, À noite, quando dá uma chuva, a gente acorda assustado com medo de acontecer algo. A gente perde aquela segurança de dormir em paz".

Disponível em: https://g1.globo.com/mg/zona-da-mata/noticia/2026/03/08/tragedia-com-72-mortos-na-zona-da-mata-mineira-e-o-4o-maior-desastre-por-chuvas-no-brasil-nos-ultimos-dez-anos.ghtml. Acesso em: 11 de março de 2026.

Releia o último parágrafo do texto.

"Não deu pra salvar nada e é muito tenso, né. Não é só a perda material, a gente fica psicologicamente abalado, a gente não dorme, À noite, quando dá uma chuva, a gente acorda assustado com medo de acontecer algo. A gente perde aquela segurança de dormir em paz".

Quanto ao nível da linguagem, o parágrafo em destaque apresenta:

 

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4161865 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Ápice
Orgão: Pref. São José Cordeiros-PB
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Leia o texto a seguir para responder às questões 01 a 08.

Tragédia com 72 mortos na Zona da Mata mineira é o 4º maior desastre por chuvas no Brasil nos últimos dez anos

Tragédia provocada pelas chuvas na última semana também é a mais fatal desde as enchentes do Rio Grande do Sul, de acordo com a série histórica de dados do Cemaden mantida desde 2016.

Com 72 mortes confirmadas até este domingo (8), a tragédia provocada pelas chuvas da última semana de fevereiro na Zona da Mata mineira já é o quarto maior desastre causado por chuvas no Brasil na última década, segundo o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), que monitora os dados desde 2016.

O número coloca a região entre os episódios mais letais do país e revela a força destrutiva do evento climático que atingiu, sobretudo, Juiz de Fora e Ubá. A tragédia da Zona da Mata também já é considerada, conforme o Cemaden, o maior desastre por chuvas desde as enchentes do Rio Grande do Sul, em maio de 2024.

Além de fatal, a chuva histórica que caiu apenas na noite de 23 de fevereiro, quando foram registrados entre 100 e quase 150 mm em seis horas, provocou enchentes e enxurradas que deixaram mais de 8.500 desabrigados e desalojados. [...]

De acordo com a Defesa Civil, cinco pessoas morreram por conta da tragédia no bairro Esplanada e, quase 10 dias depois, os moradores ainda vivem a incerteza. Para minimizar danos, eles mesmos construíram uma contenção para evitar que a água da chuva escorra pelo barranco que deslizou.

"Já conteve bastante aqui, não teve mais problema nenhum, mas o que a gente quer agora é solução. Saber se algumas pessoas podem voltar para casa ou não", disse outro morador do local, Washington Luiz de Oliveira.

Já na cidade vizinha de Ubá, o comerciante Jucelito Gomes contou que a água ultrapassou um metro e meio de altura no Centro da cidade destruindo várias lojas e levando ao prejuízo centenas de pessoas.

"Não deu pra salvar nada e é muito tenso, né. Não é só a perda material, a gente fica psicologicamente abalado, a gente não dorme, À noite, quando dá uma chuva, a gente acorda assustado com medo de acontecer algo. A gente perde aquela segurança de dormir em paz".

Disponível em: https://g1.globo.com/mg/zona-da-mata/noticia/2026/03/08/tragedia-com-72-mortos-na-zona-da-mata-mineira-e-o-4o-maior-desastre-por-chuvas-no-brasil-nos-ultimos-dez-anos.ghtml. Acesso em: 11 de março de 2026.

A função comunicativa do texto apresentado é:

 

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Para responder às questões 01 a 05, leia a charge abaixo.

Enunciado 4713779-1

Fonte: Cazo

Considerando as regras normativas sobre conjunções, a partir das frases interpretativas da charge, assinale a alternativa CORRETA.

 

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Para responder às questões 01 a 05, leia a charge abaixo.

Enunciado 4713779-1

Fonte: Cazo

A leitura e a compreensão da charge dependem da coerência entre as informações explícitas e ímplícitas, além da estrutura das palavras. Diante disso, analise as assertivas abaixo:

I. A contraposição visual entre as roupas dos meninos atua como um recurso não verbal de argumentação que reforça a desigualdade social no discurso.

II. A palavra VIÉOICO funciona morfologicamente no texto como um adjetivo, servindo para caracterizar o excelente estado de saúde físico e mental da criança.

III. O vocábulo ONTEM exerce a função morfossintática de adjunto adverbial, situando cronologicamente o momento em que os fatos relatados ocorreram

Está CORRETO o que se aÍirma em:

 

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Para responder às questões 01 a 05, leia a charge abaixo.

Enunciado 4713779-1

Fonte: Cazo

Considerando os aspectos linguísticos do segundo balão de fala, do jovem à direta da charge, analise as assertivas abaixo e julgue-as em Verdadeiras (V) ou Falsas (F):

( ) A locução verbal ESTAVA TRABALHANDO expressa uma ação de caráter contínuo e prolongado que ocorreu em um momento específico do passado.

( ) O uso da vírgula no trecho justifica-se pela necessidade obrigatória de separar um vocativo de chamamento no interior da oração.

( ) O pronome pessoal EU, presente na oração, atua sintaticamente como o sujeito e marca de forma explícita a primeira pessoa do discurso.

Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima?

 

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Para responder às questões 01 a 05, leia a charge abaixo.

Enunciado 4713779-1

Fonte: Cazo

A articulação das ideias e a retomada de termos na charge dependem do uso de conectivos e de pronomes. Considerando o contraste social retratado na charge, leia o período a seguir:

O menino trabalhador, cuja rotina noturna é exaustiva, não tem tempo para planejar o amanhã. Ainda que possua a mesma idade do garoto rico, a exploração rouba seus direitos; por conseguinte ele vive restrito à sobrevivência imediata.

Os vocábulos em destaque expressam, CORRETA e respectivamente, os valores semânticos de:

 

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Para responder às questões 01 a 05, leia a charge abaixo.

Enunciado 4713779-1

Fonte: Cazo

. O texto da charge constrói seu efeito reflexivo fundamentando-se no duplo efeito de sentido gerado pelo emprego da palavra sonhar. Acerca disso, assinale a alternativa CORRETA.

 

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Texto CG1A1

O transporte responde por 53,3% das emissões do setor de energia no Brasil, segundo dados do Sistema de Estimativa de Emissões e Remoções de Gases de Efeito Estufa (SEEG) de 2023. O transporte rodoviário por carros, caminhões e ônibus é responsável por mais de 90% dessas emissões de carbono.

Quando o assunto é transição energética justa no setor de transportes, é fundamental começar pela principal forma de deslocamento da população brasileira: os sistemas de transporte coletivo por ônibus. No centro da discussão, está a eletrificação da frota de ônibus, uma das estratégias mais eficazes para reduzir emissões de gases de efeito estufa e melhorar a qualidade do ar nas cidades.

De acordo com um estudo desenvolvido no Brasil, os ônibus movidos a diesel produzem, em média, 3 a 4 vezes mais emissões de gases de efeito estufa ao longo do ciclo de vida do que os ônibus elétricos, incluída a produção das baterias.

Nesse contexto, as cidades brasileiras já apresentaram avanços importantes na transformação de seus sistemas de transporte, ainda que sigam atrás dos esforços de outros países. Na China, por exemplo, ônibus elétricos correspondem a 98% das vendas, enquanto na Europa são a tecnologia mais vendida desde 2024. A América Latina, por sua vez, conta atualmente com mais de 7.000 ônibus elétricos, segundo dados da E-bus Radar, plataforma que monitora frotas de ônibus elétricos e divulga dados para ajudar governos a atingirem suas metas climáticas. Desse total, 1.143 estão no Brasil, e a cidade de São Paulo concentra a maior parte, com 841 veículos.

O desenvolvimento de políticas públicas com metas nacionais de eletrificação e mobilização de investimentos do setor privado é central para impulsionar a eletrificação das frotas de ônibus, garantindo não somente benefícios ambientais, mas também de saúde e qualidade de vida para toda a população.

No âmbito federal, cabe ao governo estruturar mecanismos de financiamento estáveis, com linhas de crédito contínuas e garantias que ofereçam previsibilidade e segurança aos investimentos, especialmente para municípios com orçamentos menores. Já os governos locais devem avançar na modernização dos marcos regulatórios do transporte público por meio de processos de licitação, contratos e modelos de remuneração que incentivem a qualidade na prestação dos serviços.

Segundo um estudo lançado recentemente, o Brasil tem potencial para substituir, nos próximos cinco anos, mais de 14 mil ônibus a diesel por modelos elétricos nas 21 maiores regiões metropolitanas, priorizando a troca dos veículos mais antigos e poluentes. Essa transição reduziria em 24,6% as emissões do transporte coletivo nessas cidades e poderia gerar uma economia de até R$ 62 milhões por ano em custos de saúde pública.

Apesar desses avanços, o Brasil ainda precisa percorrer um caminho longo para que seu setor de transportes esteja alinhado à meta de neutralidade climática até 2050. A eletrificação das frotas de ônibus tem papel essencial para uma transição energética inclusiva que considere os impactos ao meio ambiente, à economia e às pessoas, mas cabe lembrar: ela é apenas a primeira etapa de um esforço mais amplo.

Ao priorizar a eletrificação dos ônibus, o país pode não só reduzir emissões e melhorar a qualidade de vida urbana, mas também sinalizar ao mundo que é capaz de liderar pelo exemplo.

Clarisse Cunha Linke e Marcel Martin. Brasil precisa priorizar o transporte público para cumprir suas metas climáticas. In: Folha de S. Paulo, 26/10/2025 (com adaptações).

Acerca dos sentidos e de aspectos gramaticais do texto CG1A1, julgue o próximo item.

Estariam mantidos os sentidos e a correção gramatical do texto caso a expressão "Apesar desses avanços" (início do penúltimo parágrafo) fosse reescrita como Não obstante esses avanços. 

 

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