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4200888 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IDCAP
Orgão: Pref. Águia Branca-ES
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Por que é tão difícil estudar a enxaqueca?
Nos séculos 18 e 19, a enxaqueca era tipicamente considerada um capricho feminino. Ela atingiria apenas mulheres bonitas, charmosas e inteligentes, com "personalidades de enxaqueca".
Embora 75% das pessoas que sofrem de enxaqueca sejam mulheres, este estigma centenário retardou as pesquisas sobre a condição e gerou escassez crônica de recursos para o seu estudo
"As pessoas achavam que fosse uma doença de histeria", explica Teshamae Monteith, chefe da divisão de dores de cabeça do Sistema de Saúde da Universidade de Miami, nos Estados Unidos.
Ainda hoje, muito poucas universidades contam com centros estáveis de pesquisa da enxaqueca e investimentos no setor, em comparação com outras condições neurológicas.
Apesar desse cenário, avanços científicos têm surgido. Em 2022, Nyholt examinou os genes de 100 mil pacientes que sofrem de enxaqueca e os comparou com 770 mil pessoas que não têm a condição. Ele identificou 123 'polimorfismos de risco', que são pequenas diferenças no código do DNA humano, associadas à enxaqueca."
Mas os impactos psicológicos, físicos e econômicos da enxaqueca são muito palpáveis, explica Monteith.
A enxaqueca é mais comum durante os anos mais produtivos da vida das pessoas, entre cerca de 25 e 55 anos de idade. Por isso, os que sofrem da condição são mais propensos a precisar faltar ao trabalho, perder seus empregos e se aposentar mais cedo.
Dados disponíveis no Reino Unido indicam que uma pessoa de 44 anos que sofre de enxaqueca custa para o governo 19.823 libras (US$ 27,3 mil, cerca de R$ 142 mil) a mais por ano, em comparação com alguém que não tem a condição.
Isso significa que a enxaqueca custa US$ 17 bilhões (cerca de R$ 88 bilhões) para a economia pública, todos os anos.
Um dos desafios do estudo da enxaqueca é justamente como seus sintomas podem ter amplo alcance.
Como a maioria das pessoas afetadas pela enxaqueca, sou uma mulher em idade de ter filhos. Os ataques são uma parte comum da minha vida durante a menstruação.
Minha dor de cabeça, normalmente, atinge o meu lado esquerdo e piora com os movimentos. Ela é precedida de forte sensibilidade a odores e, às vezes, meu braço e meu ombro esquerdo ficam congelados.
Mas outros pacientes sofrem sintomas como náuseas e vômitos, vertigens, dores de estômago e aumento da sensibilidade à luz e ao som.
Mais da metade dos pacientes sofre fadiga extrema e outros têm desejos alimentares específicos. Ainda outros bocejam excessivamente nas fases iniciais.
Cerca de 25% dos pacientes têm auras, visões brilhantes intensas e irregulares (ou cintilantes) ou borrões, parecidos com os vazamentos de luz nas câmeras de filme.
"O ataque de enxaqueca como um todo é algo muito complicado", segundo Dussor. "Não é apenas a dor. É toda uma série de eventos que acontecem bem antes do início da dor de cabeça."
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cz0pjr85l0jo adaptado
"Mas outros pacientes sofrem sintomas como náuseas e vômitos, vertigens, dores de estômago e aumento da sensibilidade à luz e ao som. Mais da metade dos pacientes sofre fadiga extrema e outros têm desejos alimentares específicos."

Com base nas regras de acentuação dos vocábulos presentes no trecho e no texto, analise as afirmativas a seguir:
I.O vocábulo 'náuseas' recebe acento por apresentar o 'a' tônico que forma hiato com a vogal posterior 'u'.
II.O vocábulo 'estômago' recebe acento por ser uma proparoxítona, pois apresenta a antepenúltima sílaba tônica, o que também justifica o acento em 'específicos'.
III.O vocábulo 'têm' recebe acento por ser um monossílabo terminado em 'em', que sempre é acentuado.
IV.A palavra 'difícil' está corretamente acentuada por ser uma palavra paroxítona terminada em 'L'.

É correto o que se afirma em:
 

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4200887 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IDCAP
Orgão: Pref. Águia Branca-ES
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Por que é tão difícil estudar a enxaqueca?
Nos séculos 18 e 19, a enxaqueca era tipicamente considerada um capricho feminino. Ela atingiria apenas mulheres bonitas, charmosas e inteligentes, com "personalidades de enxaqueca".
Embora 75% das pessoas que sofrem de enxaqueca sejam mulheres, este estigma centenário retardou as pesquisas sobre a condição e gerou escassez crônica de recursos para o seu estudo
"As pessoas achavam que fosse uma doença de histeria", explica Teshamae Monteith, chefe da divisão de dores de cabeça do Sistema de Saúde da Universidade de Miami, nos Estados Unidos.
Ainda hoje, muito poucas universidades contam com centros estáveis de pesquisa da enxaqueca e investimentos no setor, em comparação com outras condições neurológicas.
Apesar desse cenário, avanços científicos têm surgido. Em 2022, Nyholt examinou os genes de 100 mil pacientes que sofrem de enxaqueca e os comparou com 770 mil pessoas que não têm a condição. Ele identificou 123 'polimorfismos de risco', que são pequenas diferenças no código do DNA humano, associadas à enxaqueca."
Mas os impactos psicológicos, físicos e econômicos da enxaqueca são muito palpáveis, explica Monteith.
A enxaqueca é mais comum durante os anos mais produtivos da vida das pessoas, entre cerca de 25 e 55 anos de idade. Por isso, os que sofrem da condição são mais propensos a precisar faltar ao trabalho, perder seus empregos e se aposentar mais cedo.
Dados disponíveis no Reino Unido indicam que uma pessoa de 44 anos que sofre de enxaqueca custa para o governo 19.823 libras (US$ 27,3 mil, cerca de R$ 142 mil) a mais por ano, em comparação com alguém que não tem a condição.
Isso significa que a enxaqueca custa US$ 17 bilhões (cerca de R$ 88 bilhões) para a economia pública, todos os anos.
Um dos desafios do estudo da enxaqueca é justamente como seus sintomas podem ter amplo alcance.
Como a maioria das pessoas afetadas pela enxaqueca, sou uma mulher em idade de ter filhos. Os ataques são uma parte comum da minha vida durante a menstruação.
Minha dor de cabeça, normalmente, atinge o meu lado esquerdo e piora com os movimentos. Ela é precedida de forte sensibilidade a odores e, às vezes, meu braço e meu ombro esquerdo ficam congelados.
Mas outros pacientes sofrem sintomas como náuseas e vômitos, vertigens, dores de estômago e aumento da sensibilidade à luz e ao som.
Mais da metade dos pacientes sofre fadiga extrema e outros têm desejos alimentares específicos. Ainda outros bocejam excessivamente nas fases iniciais.
Cerca de 25% dos pacientes têm auras, visões brilhantes intensas e irregulares (ou cintilantes) ou borrões, parecidos com os vazamentos de luz nas câmeras de filme.
"O ataque de enxaqueca como um todo é algo muito complicado", segundo Dussor. "Não é apenas a dor. É toda uma série de eventos que acontecem bem antes do início da dor de cabeça."
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cz0pjr85l0jo adaptado

O ataque de enxaqueca como um todo é algo muito complicado, segundo Dussor."

Na frase acima, o termo que exerce a função de núcleo do sujeito é:

 

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4200886 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IDCAP
Orgão: Pref. Águia Branca-ES
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Por que é tão difícil estudar a enxaqueca?
Nos séculos 18 e 19, a enxaqueca era tipicamente considerada um capricho feminino. Ela atingiria apenas mulheres bonitas, charmosas e inteligentes, com "personalidades de enxaqueca".
Embora 75% das pessoas que sofrem de enxaqueca sejam mulheres, este estigma centenário retardou as pesquisas sobre a condição e gerou escassez crônica de recursos para o seu estudo
"As pessoas achavam que fosse uma doença de histeria", explica Teshamae Monteith, chefe da divisão de dores de cabeça do Sistema de Saúde da Universidade de Miami, nos Estados Unidos.
Ainda hoje, muito poucas universidades contam com centros estáveis de pesquisa da enxaqueca e investimentos no setor, em comparação com outras condições neurológicas.
Apesar desse cenário, avanços científicos têm surgido. Em 2022, Nyholt examinou os genes de 100 mil pacientes que sofrem de enxaqueca e os comparou com 770 mil pessoas que não têm a condição. Ele identificou 123 'polimorfismos de risco', que são pequenas diferenças no código do DNA humano, associadas à enxaqueca."
Mas os impactos psicológicos, físicos e econômicos da enxaqueca são muito palpáveis, explica Monteith.
A enxaqueca é mais comum durante os anos mais produtivos da vida das pessoas, entre cerca de 25 e 55 anos de idade. Por isso, os que sofrem da condição são mais propensos a precisar faltar ao trabalho, perder seus empregos e se aposentar mais cedo.
Dados disponíveis no Reino Unido indicam que uma pessoa de 44 anos que sofre de enxaqueca custa para o governo 19.823 libras (US$ 27,3 mil, cerca de R$ 142 mil) a mais por ano, em comparação com alguém que não tem a condição.
Isso significa que a enxaqueca custa US$ 17 bilhões (cerca de R$ 88 bilhões) para a economia pública, todos os anos.
Um dos desafios do estudo da enxaqueca é justamente como seus sintomas podem ter amplo alcance.
Como a maioria das pessoas afetadas pela enxaqueca, sou uma mulher em idade de ter filhos. Os ataques são uma parte comum da minha vida durante a menstruação.
Minha dor de cabeça, normalmente, atinge o meu lado esquerdo e piora com os movimentos. Ela é precedida de forte sensibilidade a odores e, às vezes, meu braço e meu ombro esquerdo ficam congelados.
Mas outros pacientes sofrem sintomas como náuseas e vômitos, vertigens, dores de estômago e aumento da sensibilidade à luz e ao som.
Mais da metade dos pacientes sofre fadiga extrema e outros têm desejos alimentares específicos. Ainda outros bocejam excessivamente nas fases iniciais.
Cerca de 25% dos pacientes têm auras, visões brilhantes intensas e irregulares (ou cintilantes) ou borrões, parecidos com os vazamentos de luz nas câmeras de filme.
"O ataque de enxaqueca como um todo é algo muito complicado", segundo Dussor. "Não é apenas a dor. É toda uma série de eventos que acontecem bem antes do início da dor de cabeça."
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cz0pjr85l0jo adaptado
"As pessoas achavam que fosse uma doença de histeria", explica Teshamae Monteith, chefe da divisão de dores de cabeça do Sistema de Saúde da Universidade de Miami, nos Estados Unidos."

A forma verbal 'fosse' referente ao verbo 'ser' está corretamente empregada na:
 

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4200885 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IDCAP
Orgão: Pref. Águia Branca-ES
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Por que é tão difícil estudar a enxaqueca?
Nos séculos 18 e 19, a enxaqueca era tipicamente considerada um capricho feminino. Ela atingiria apenas mulheres bonitas, charmosas e inteligentes, com "personalidades de enxaqueca".
Embora 75% das pessoas que sofrem de enxaqueca sejam mulheres, este estigma centenário retardou as pesquisas sobre a condição e gerou escassez crônica de recursos para o seu estudo
"As pessoas achavam que fosse uma doença de histeria", explica Teshamae Monteith, chefe da divisão de dores de cabeça do Sistema de Saúde da Universidade de Miami, nos Estados Unidos.
Ainda hoje, muito poucas universidades contam com centros estáveis de pesquisa da enxaqueca e investimentos no setor, em comparação com outras condições neurológicas.
Apesar desse cenário, avanços científicos têm surgido. Em 2022, Nyholt examinou os genes de 100 mil pacientes que sofrem de enxaqueca e os comparou com 770 mil pessoas que não têm a condição. Ele identificou 123 'polimorfismos de risco', que são pequenas diferenças no código do DNA humano, associadas à enxaqueca."
Mas os impactos psicológicos, físicos e econômicos da enxaqueca são muito palpáveis, explica Monteith.
A enxaqueca é mais comum durante os anos mais produtivos da vida das pessoas, entre cerca de 25 e 55 anos de idade. Por isso, os que sofrem da condição são mais propensos a precisar faltar ao trabalho, perder seus empregos e se aposentar mais cedo.
Dados disponíveis no Reino Unido indicam que uma pessoa de 44 anos que sofre de enxaqueca custa para o governo 19.823 libras (US$ 27,3 mil, cerca de R$ 142 mil) a mais por ano, em comparação com alguém que não tem a condição.
Isso significa que a enxaqueca custa US$ 17 bilhões (cerca de R$ 88 bilhões) para a economia pública, todos os anos.
Um dos desafios do estudo da enxaqueca é justamente como seus sintomas podem ter amplo alcance.
Como a maioria das pessoas afetadas pela enxaqueca, sou uma mulher em idade de ter filhos. Os ataques são uma parte comum da minha vida durante a menstruação.
Minha dor de cabeça, normalmente, atinge o meu lado esquerdo e piora com os movimentos. Ela é precedida de forte sensibilidade a odores e, às vezes, meu braço e meu ombro esquerdo ficam congelados.
Mas outros pacientes sofrem sintomas como náuseas e vômitos, vertigens, dores de estômago e aumento da sensibilidade à luz e ao som.
Mais da metade dos pacientes sofre fadiga extrema e outros têm desejos alimentares específicos. Ainda outros bocejam excessivamente nas fases iniciais.
Cerca de 25% dos pacientes têm auras, visões brilhantes intensas e irregulares (ou cintilantes) ou borrões, parecidos com os vazamentos de luz nas câmeras de filme.
"O ataque de enxaqueca como um todo é algo muito complicado", segundo Dussor. "Não é apenas a dor. É toda uma série de eventos que acontecem bem antes do início da dor de cabeça."
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cz0pjr85l0jo adaptado
"Mas os impactos psicológicos, físicos e econômicos da enxaqueca são muito palpáveis, explica Monteith."
Considerando a separação silábica dos vocábulos presentes no trecho, identifique a alternativa INCORRETA.
 

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4200884 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IDCAP
Orgão: Pref. Águia Branca-ES
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Por que é tão difícil estudar a enxaqueca?
Nos séculos 18 e 19, a enxaqueca era tipicamente considerada um capricho feminino. Ela atingiria apenas mulheres bonitas, charmosas e inteligentes, com "personalidades de enxaqueca".
Embora 75% das pessoas que sofrem de enxaqueca sejam mulheres, este estigma centenário retardou as pesquisas sobre a condição e gerou escassez crônica de recursos para o seu estudo
"As pessoas achavam que fosse uma doença de histeria", explica Teshamae Monteith, chefe da divisão de dores de cabeça do Sistema de Saúde da Universidade de Miami, nos Estados Unidos.
Ainda hoje, muito poucas universidades contam com centros estáveis de pesquisa da enxaqueca e investimentos no setor, em comparação com outras condições neurológicas.
Apesar desse cenário, avanços científicos têm surgido. Em 2022, Nyholt examinou os genes de 100 mil pacientes que sofrem de enxaqueca e os comparou com 770 mil pessoas que não têm a condição. Ele identificou 123 'polimorfismos de risco', que são pequenas diferenças no código do DNA humano, associadas à enxaqueca."
Mas os impactos psicológicos, físicos e econômicos da enxaqueca são muito palpáveis, explica Monteith.
A enxaqueca é mais comum durante os anos mais produtivos da vida das pessoas, entre cerca de 25 e 55 anos de idade. Por isso, os que sofrem da condição são mais propensos a precisar faltar ao trabalho, perder seus empregos e se aposentar mais cedo.
Dados disponíveis no Reino Unido indicam que uma pessoa de 44 anos que sofre de enxaqueca custa para o governo 19.823 libras (US$ 27,3 mil, cerca de R$ 142 mil) a mais por ano, em comparação com alguém que não tem a condição.
Isso significa que a enxaqueca custa US$ 17 bilhões (cerca de R$ 88 bilhões) para a economia pública, todos os anos.
Um dos desafios do estudo da enxaqueca é justamente como seus sintomas podem ter amplo alcance.
Como a maioria das pessoas afetadas pela enxaqueca, sou uma mulher em idade de ter filhos. Os ataques são uma parte comum da minha vida durante a menstruação.
Minha dor de cabeça, normalmente, atinge o meu lado esquerdo e piora com os movimentos. Ela é precedida de forte sensibilidade a odores e, às vezes, meu braço e meu ombro esquerdo ficam congelados.
Mas outros pacientes sofrem sintomas como náuseas e vômitos, vertigens, dores de estômago e aumento da sensibilidade à luz e ao som.
Mais da metade dos pacientes sofre fadiga extrema e outros têm desejos alimentares específicos. Ainda outros bocejam excessivamente nas fases iniciais.
Cerca de 25% dos pacientes têm auras, visões brilhantes intensas e irregulares (ou cintilantes) ou borrões, parecidos com os vazamentos de luz nas câmeras de filme.
"O ataque de enxaqueca como um todo é algo muito complicado", segundo Dussor. "Não é apenas a dor. É toda uma série de eventos que acontecem bem antes do início da dor de cabeça."
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cz0pjr85l0jo adaptado
"Embora 75% das pessoas que sofrem de enxaqueca sejam mulheres, este estigma centenário retardou as pesquisas sobre a condição."
Considerando a formação do período acima, identifique a alternativa CORRETA.
 

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4200843 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: IF Sudeste-MG
Observe o seguinte período composto: “A maioria dos funcionários, que assistiram à palestra, mostraram-se contrários a mudanças no plano de cargos, mas, devido a falhas técnicas, o diretor preferiu que se adiassem os debates.” Considerando a norma-padrão da língua portuguesa, assinale a alternativa em que a reescrita do trecho mantém corretamente a concordância verbal e a regência, sem prejuízo do sentido original.
 

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4200842 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: IF Sudeste-MG
Alguns autores da gramática normativa consideram a ênclise como a colocação básica do pronome oblíquo átono. Nesse sentido, Napoleão Mendes de Almeida afirma que, por exercerem função de complemento verbal, esses pronomes tendem, em regra, a ocupar posição posterior ao verbo. De forma semelhante, Rocha Lima (2013) registra que a posição considerada normal dos pronomes átonos ocorre após o verbo. Com base na norma-padrão da língua portuguesa, assinale a alternativa em que a ênclise é obrigatória e corretamente empregada, sem a presença de fator de atração para a próclise.
 

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4200841 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: IF Sudeste-MG
Ao longo das últimas décadas, a leitura crítica tem sido discutida por diferentes estudiosos, que têm destacado sua relevância para a formação intelectual. Muitos professores afirmam que os estudantes já tinham desenvolvido maior autonomia interpretativa quando práticas sistemáticas de leitura haviam sido incorporadas ao cotidiano escolar. Ainda assim, observa-se que tais práticas nem sempre têm sido mantidas de forma contínua.

Com base no texto-base e na norma-padrão da língua portuguesa, assinale a alternativa correta quanto ao emprego e ao valor dos tempos verbais compostos.
 

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4200840 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: IF Sudeste-MG
“A leitura crítica exige tempo e atenção, pois o leitor precisa relacionar o texto aos seus conhecimentos prévios, embora muitas práticas contemporâneas favoreçam o consumo rápido de informações. Quando esse processo interpretativo não se consolida, comprometem-se tanto a compreensão dos sentidos quanto a formação do pensamento reflexivo.”

Com base na organização sintática do texto-base, assinale a alternativa correta quanto aos processos de coordenação e subordinação presentes no período.
 

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Questão presente nas seguintes provas
4200839 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: IF Sudeste-MG

O ato de ler e a construção crítica do sentido

O ato de ler é frequentemente compreendido, em sua acepção mais elementar, como a capacidade de reconhecer e percorrer visualmente signos gráficos organizados em um texto. Tal compreensão, embora pertinente do ponto de vista técnico, reduz a leitura a um procedimento mecânico de decodificação, desconsiderando os processos cognitivos, sociais e culturais que lhe são constitutivos. Para além dessa visão restrita, a leitura deve ser entendida como uma prática complexa, na qual texto e leitor se articulam na produção de sentidos.

Nessa perspectiva ampliada, ler implica mobilizar conhecimentos prévios, experiências de vida e repertórios socioculturais, permitindo ao leitor interpretar, relacionar e ressignificar as informações apresentadas. A leitura, assim, assume papel central na formação do pensamento crítico, uma vez que possibilita a construção de inferências, a problematização de ideias e a ampliação da compreensão da realidade. Não se trata apenas de compreender o que está escrito, mas de dialogar com o texto e situá-lo em contextos mais amplos de significado.

A concepção freireana de leitura contribui de forma decisiva para esse entendimento ao afirmar que a leitura da palavra está indissociavelmente vinculada à leitura do mundo. Para Paulo Freire, o ato de ler envolve a compreensão crítica da realidade social, construída a partir das vivências e da inserção histórica dos sujeitos. Nesse sentido, a leitura configura-se como prática ativa e transformadora, na medida em que permite ao indivíduo interpretar o mundo e, a partir dessa interpretação, intervir conscientemente sobre ele.

Entretanto, no contexto contemporâneo, marcado pela expansão das tecnologias digitais e pelo acesso facilitado à informação, observa-se um enfraquecimento das práticas de leitura aprofundada. A lógica da velocidade e do consumo imediato de conteúdos, característica das redes sociais, tende a reduzir o espaço dedicado à leitura reflexiva. No âmbito educacional, esse fenômeno manifesta-se na diminuição do interesse por textos mais densos e na dificuldade de sustentar processos interpretativos complexos, o que exige da escola e dos docentes um posicionamento crítico diante das novas formas de circulação da escrita.

Dessa forma, reafirma-se a leitura como elemento essencial para a formação intelectual, ética e social dos sujeitos. A capacidade de ler criticamente textos e contextos torna-se condição indispensável para a participação autônoma na vida social, especialmente em uma sociedade atravessada por discursos múltiplos e, muitas vezes, contraditórios. A fragilização das práticas leitoras contribui para o avanço do analfabetismo funcional, limitando a atuação dos indivíduos nas esferas social, política e profissional, o que reforça a necessidade de políticas e práticas pedagógicas que promovam uma leitura crítica, consciente e socialmente situada.

Texto adaptado de BERNARDY, Francisca Rafaela; JACQUES, Juliana Sales. A leitura nos prescritos da BNCC: análise e reflexões dentro das habilidades de Língua Portuguesa, no Ensino Médio. Signo, Santa Cruz do Sul, v. 50, n. 98, p. 27–37, maio/ago. 2025. Disponível em: https://online. unisc.br/seer/index.php/signo. Acesso em: 26 jan. 2026

Considerando a norma-padrão da língua portuguesa e os efeitos de sentido produzidos pela pontuação, assinale a alternativa que justifica corretamente o uso da vírgula no contexto sintático-semântico do segundo parágrafo do texto.
 

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