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- Psicologia ClínicaAvaliação Psicológica
- Psicodiagnóstico e Avaliação PsicológicaTestes Psicológicos - Testes Psicométricos e Testes Projetivos
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A anamnese é um tipo de entrevista clínica direcionada a investigar fatos e, por isso, é considerada a etapa inicial de uma avaliação psicológica. Para esse tipo de coleta de dados, pressupõe-se que o informante detenha um conhecimento sobre a própria vida ou sobre a vida de quem está sendo avaliado, sendo necessário que ele recupere da memória os eventos significativos questionados pela psicóloga ou psicólogo. Analise as proposições sobre anamnese.
I. Quando se avaliam crianças, a anamnese é feita com os pais ou responsáveis.
II. No caso de adolescentes, a anamnese pode ser realizada com o próprio jovem, com os pais ou responsáveis, ou com ambos, em momentos diferentes. Quando feita com os pais ou responsáveis, a anamnese não pode ser discutida com o jovem.
III. É um momento de coleta de informações, por isso, deve-se dosar o uso de interpretações ou apontamentos e, também, evitar posicionamentos a respeito do avaliando que poderão ser oportunamente retomados na devolução dos resultados.
IV. Antes de iniciar a anamnese, é necessário estabelecer um rapport adequado com o informante, explicando os objetivos gerais da entrevista, bem como sua duração e seu papel no processo de psicodiagnóstico.
V. Não é permitido o uso de fontes complementares de informação em documentos como exames, registros escolares, contatos de profissionais com quem o avaliando faz tratamento, documentos decorrentes de outras avaliações, entre outros.
Marque a alternativa que indica as proposições CORRETAS.
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- Psicologia Social e ComunitáriaRepresentações Sociais, Atitudes, Comportamento, Estereótipos e Preconceitos
Culpa: não sinta muito
Por Martha Medeiros
A culpa não desgruda. Terminou com alguém que ainda o amava? Culpa. Foi indiferente
à dor do outro (ou, pior, indiferente às suas conquistas)? Que feio. Não estava ao lado dos seus
pais em seus momentos finais? Perdeu a conexão com os filhos? Acontece, mas o remorso não
quer saber de explicação.
Sejam físicas ou espirituais, nossas ausências, mesmo involuntárias, nos corroem vida
afora. E nem falei das culpas que nos autoinfligimos por termos cedido __ covardia, ao invés
de tomar a decisão que mudaria nossa história.
É mais fácil ser inimigo de si mesmo do que chutar o balde e magoar dois ou três, se bem
que a culpa não escolhe lado neste caso. É o clássico “se correr o bicho pega, se ficar o bicho
come”.
Uns 15 anos atrá...., li um pequeno e ótimo livro sobre o assunto, chamado O sentimento
de culpa, de Paulo Sergio Guedes e Julio Walz (edição dos autores). Eles me fizeram entender
a onipotência que sustenta essa relação credor/devedor, e que a verdadeira libertação está em
se responsabilizar pelos seus atos, sem martirizar-se.
Sentir-se culpado é um desperdício de energia que é recompensado, incon....ientemente,
pela importância que estamos nos dando. Ainda assim, de vez em quando, me pego
alimentando esse monstro chamado culpa, que ataca principalmente as relações familiares,
onde estão aqueles de quem mais cobramos e a quem mais devemos.
São muitas promessas feitas em nome de um afeto obrigatório e pretensamente
indestrutível. Maridos e mulheres são induzidos a manter a eternidade de um laço que, com o
passar dos anos, pode afrouxar, sem que tenha havido má-fé de nenhuma das partes – por
que se culpar?
Pais e filhos têm seus direitos e deveres atravessados pelo que nunca pode ser previsto:
os desvios naturais de rota e o livre arbítrio de cada um, que muitas vezes destoa do que se
espera. A culpa nem sempre nasce de uma ação incorreta ou maldosa: ela quase sempre nos
invade por não termos conseguido realizar o que o outro espera de nós.
Por isso, mais uma vez, a amizade se destaca em sua nobreza. Ninguém culpa um amigo
que foi morar em outro país ou que fica muito tempo sem dar notícias: não há abandono nem
e....pectativas a atender; é um gostar-se sem exclusividade nem contrato. Se acaso as
afinidades se desfizerem, nem assim colocaremos o dedo na cara do amigo: aceita-se em paz
os humores do destino. Amigos não embaçam: desatam nós com habilidade e dormem bem
___ noite. Raramente dão motivos para a insônia alheia. Já as culpas geradas pelo parentesco
tornam-se existenciais e crescem como tumores.
Por dar a esse monstro insaciável o nome de amor, não temos coragem de fazer o que
se deve: deixar ___ culpa morrer de fome.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/donna/colunistas/martha-medeiros/noticia/2026/05/culpa-nao-sinta-muito-cmokq8t0o01do0123loqadbtf.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
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Culpa: não sinta muito
Por Martha Medeiros
A culpa não desgruda. Terminou com alguém que ainda o amava? Culpa. Foi indiferente
à dor do outro (ou, pior, indiferente às suas conquistas)? Que feio. Não estava ao lado dos seus
pais em seus momentos finais? Perdeu a conexão com os filhos? Acontece, mas o remorso não
quer saber de explicação.
Sejam físicas ou espirituais, nossas ausências, mesmo involuntárias, nos corroem vida
afora. E nem falei das culpas que nos autoinfligimos por termos cedido __ covardia, ao invés
de tomar a decisão que mudaria nossa história.
É mais fácil ser inimigo de si mesmo do que chutar o balde e magoar dois ou três, se bem
que a culpa não escolhe lado neste caso. É o clássico “se correr o bicho pega, se ficar o bicho
come”.
Uns 15 anos atrá...., li um pequeno e ótimo livro sobre o assunto, chamado O sentimento
de culpa, de Paulo Sergio Guedes e Julio Walz (edição dos autores). Eles me fizeram entender
a onipotência que sustenta essa relação credor/devedor, e que a verdadeira libertação está em
se responsabilizar pelos seus atos, sem martirizar-se.
Sentir-se culpado é um desperdício de energia que é recompensado, incon....ientemente,
pela importância que estamos nos dando. Ainda assim, de vez em quando, me pego
alimentando esse monstro chamado culpa, que ataca principalmente as relações familiares,
onde estão aqueles de quem mais cobramos e a quem mais devemos.
São muitas promessas feitas em nome de um afeto obrigatório e pretensamente
indestrutível. Maridos e mulheres são induzidos a manter a eternidade de um laço que, com o
passar dos anos, pode afrouxar, sem que tenha havido má-fé de nenhuma das partes – por
que se culpar?
Pais e filhos têm seus direitos e deveres atravessados pelo que nunca pode ser previsto:
os desvios naturais de rota e o livre arbítrio de cada um, que muitas vezes destoa do que se
espera. A culpa nem sempre nasce de uma ação incorreta ou maldosa: ela quase sempre nos
invade por não termos conseguido realizar o que o outro espera de nós.
Por isso, mais uma vez, a amizade se destaca em sua nobreza. Ninguém culpa um amigo
que foi morar em outro país ou que fica muito tempo sem dar notícias: não há abandono nem
e....pectativas a atender; é um gostar-se sem exclusividade nem contrato. Se acaso as
afinidades se desfizerem, nem assim colocaremos o dedo na cara do amigo: aceita-se em paz
os humores do destino. Amigos não embaçam: desatam nós com habilidade e dormem bem
___ noite. Raramente dão motivos para a insônia alheia. Já as culpas geradas pelo parentesco
tornam-se existenciais e crescem como tumores.
Por dar a esse monstro insaciável o nome de amor, não temos coragem de fazer o que
se deve: deixar ___ culpa morrer de fome.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/donna/colunistas/martha-medeiros/noticia/2026/05/culpa-nao-sinta-muito-cmokq8t0o01do0123loqadbtf.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
I. De acordo com a autora, a culpa está diretamente relacionada ao fato de termos feito algo errado ou maldoso.
II. As relações entre os membros de uma família, por serem permeadas por cobranças, são grandes fontes de culpa.
III. O sentimento de culpa está intimamente ligado à pouca importância que nos damos.
Quais estão corretas?
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Disciplina: Psicologia
Banca: Pref. Clevelândia-PR
Orgão: Pref. Clevelândia-PR
A mãe social deve:
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Estresse é um conjunto de reações físicas, químicas e mentais de uma pessoa decorrente de estímulos ou estressores que existem no ambiente.
Sobre o estresse no trabalho, é CORRETO afirmar:
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