Foram encontradas 4.036.020 questões.
Maria e José repartiram R$ 675,00 na razão de 5 para 4. José gastou 5/6 de sua parte. O valor gasto por José foi de
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Considere todos os conjuntos de 3 números distintos, naturais e diferentes de zero. A quantidade desses conjuntos, cujos elementos têm soma igual a 10, é
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Em uma caixa cabem exatamente 10 embalagens de refrigerante ou 6 embalagens de suco. Em cinco dessas caixas foram colocadas, ao todo, 42 embalagens e todas as caixas estavam com sua ocupação máxima. O total de embalagens de suco que
foram colocadas nessas 5 caixas é igual a
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Em uma papelaria, um lápis, um apontador e três borrachas custam o mesmo que um compasso, um apontador e um lápis. Sabendo-se que o compasso custa R$ 36,00, o preço da borracha nessa papelaria é
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Considere a sequência de números naturais em que o primeiro termo é 2, o segundo termo é 7 e o terceiro termo e os demais correspondem à unidade do produto dos dois termos anteriores, ou seja, a sequência é 2, 7, 4, 8,..., pois 2 x 7 = 14 cuja
unidade é 4 e 7×4 = 28 cuja unidade é 8, e assim por diante. O 40º termo dessa sequência é
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Atenção: Considere a crônica de Carlos Drummond de Andrade, para responder à questão.
Quando a senhora foi descer do lotação, o motorista coçou a cabeça: – Mil cruzeiros! Como é que a senhora quer que eu troque mil cruzeiros?
- Desculpe, me esqueci completamente de trazer trocado.
- Não posso não, a madame não leu o aviso - olha ele ali - que o troco máximo é de 200 cruzeiros?
- Eu sei, mas que é que hei de fazer agora? O senhor nunca esqueceu nada na vida?
- Quem sabe se procurando de novo na bolsa...
Ela vasculhava, remexia, nada. Nenhum cavalheiro (como se dizia no tempo do meu pai) se moveu para salvar a situação,
oferecendo troco ou se prontificando a pagar a passagem. Àquela hora não havia cavalheiros, pelo menos na lotação.
- Então o senhor me dá licença de saltar e ficar devendo.
- Pera aí. Vou ver se posso trocar.
Podia. Tirou do bolso de trás um bolo respeitável, foi botando as cédulas sobre o joelho, meticulosamente.
– Tá aqui o seu troco. De outra vez a madame já sabe, hem?
Ela desceu, o carro já havia começado a chispar, como é destino dos lotações, quando de repente o motorista freou e botou as
mãos à cabeça: – Os senhores acreditam que em vez de guardar a nota de mil, eu de burro, devolvi com o troco?
Botou a cabeça fora do carro, à procura da senhora, que atravessava a rua, lá atrás: – Dona! Ó dona! A nota de mil cruzeiros!
Os passageiros não pareciam interessados no prejuízo, como antes não se condoeram do vexame da senhora.
– Como é que eu posso tocar se perdi mil cruzeiros, gente? Quem vai me pagar esses mil cruzeiros?
Encostou o veículo e, num gesto solene: - Vou buscar meu cabral. A partir deste momento, confio este carro, com todos os
seus pertences, à distinção dos senhores passageiros.
- Deixa que eu vou! - disse um deles, garoto. E precipitou-se para fora, antes do motorista.
Via-se o garoto correndo para alcançar a senhora, tocando-a pelo braço, os dois confabulando. Ela abria de novo a bolsa,
tirava objetos, o pequeno ajudava. Os passageiros já se mostravam impacientes com a demora da expedição. O guarda veio estranhar o estacionamento e recebeu a explicação de força-maior, quem é que me paga meus mil cruzeiros? O Serviço de Trânsito?
Voltou o garoto, sem a nota. A senhora tinha apenas 987 cruzeiros, ele vira e jurava por ela.
- Tão vendo? Um prejuízo desses antes do almoço é de tirar a fome e a vontade de comer. - disse em tom frio, sem revolta,
como simples remate. E tocou.
Perto do colégio, o garoto desceu, repetindo, encabulado: - Pode acreditar, ela não tinha mesmo o dinheiro não.
O motorista respondeu-lhe baixinho: - Eu sei. Já vi que está ali debaixo da caixa de fósforos. Mas se eu disser isso, esse povo
me mata.
(Adaptado de: ANDRADE, Carlos Drummond de. et al. Para gostar de ler, v.2. São Paulo: Ática, 1966, p. 43-45)
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Atenção: Considere a crônica de Carlos Drummond de Andrade, para responder à questão.
Quando a senhora foi descer do lotação, o motorista coçou a cabeça: – Mil cruzeiros! Como é que a senhora quer que eu troque mil cruzeiros?
- Desculpe, me esqueci completamente de trazer trocado.
- Não posso não, a madame não leu o aviso - olha ele ali - que o troco máximo é de 200 cruzeiros?
- Eu sei, mas que é que hei de fazer agora? O senhor nunca esqueceu nada na vida?
- Quem sabe se procurando de novo na bolsa...
Ela vasculhava, remexia, nada. Nenhum cavalheiro (como se dizia no tempo do meu pai) se moveu para salvar a situação,
oferecendo troco ou se prontificando a pagar a passagem. Àquela hora não havia cavalheiros, pelo menos na lotação.
- Então o senhor me dá licença de saltar e ficar devendo.
- Pera aí. Vou ver se posso trocar.
Podia. Tirou do bolso de trás um bolo respeitável, foi botando as cédulas sobre o joelho, meticulosamente.
– Tá aqui o seu troco. De outra vez a madame já sabe, hem?
Ela desceu, o carro já havia começado a chispar, como é destino dos lotações, quando de repente o motorista freou e botou as
mãos à cabeça: – Os senhores acreditam que em vez de guardar a nota de mil, eu de burro, devolvi com o troco?
Botou a cabeça fora do carro, à procura da senhora, que atravessava a rua, lá atrás: – Dona! Ó dona! A nota de mil cruzeiros!
Os passageiros não pareciam interessados no prejuízo, como antes não se condoeram do vexame da senhora.
– Como é que eu posso tocar se perdi mil cruzeiros, gente? Quem vai me pagar esses mil cruzeiros?
Encostou o veículo e, num gesto solene: - Vou buscar meu cabral. A partir deste momento, confio este carro, com todos os
seus pertences, à distinção dos senhores passageiros.
- Deixa que eu vou! - disse um deles, garoto. E precipitou-se para fora, antes do motorista.
Via-se o garoto correndo para alcançar a senhora, tocando-a pelo braço, os dois confabulando. Ela abria de novo a bolsa,
tirava objetos, o pequeno ajudava. Os passageiros já se mostravam impacientes com a demora da expedição. O guarda veio estranhar o estacionamento e recebeu a explicação de força-maior, quem é que me paga meus mil cruzeiros? O Serviço de Trânsito?
Voltou o garoto, sem a nota. A senhora tinha apenas 987 cruzeiros, ele vira e jurava por ela.
- Tão vendo? Um prejuízo desses antes do almoço é de tirar a fome e a vontade de comer. - disse em tom frio, sem revolta,
como simples remate. E tocou.
Perto do colégio, o garoto desceu, repetindo, encabulado: - Pode acreditar, ela não tinha mesmo o dinheiro não.
O motorista respondeu-lhe baixinho: - Eu sei. Já vi que está ali debaixo da caixa de fósforos. Mas se eu disser isso, esse povo
me mata.
(Adaptado de: ANDRADE, Carlos Drummond de. et al. Para gostar de ler, v.2. São Paulo: Ática, 1966, p. 43-45)
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Atenção: Considere a crônica de Carlos Drummond de Andrade, para responder à questão.
Quando a senhora foi descer do lotação, o motorista coçou a cabeça: – Mil cruzeiros! Como é que a senhora quer que eu troque mil cruzeiros?
- Desculpe, me esqueci completamente de trazer trocado.
- Não posso não, a madame não leu o aviso - olha ele ali - que o troco máximo é de 200 cruzeiros?
- Eu sei, mas que é que hei de fazer agora? O senhor nunca esqueceu nada na vida?
- Quem sabe se procurando de novo na bolsa...
Ela vasculhava, remexia, nada. Nenhum cavalheiro (como se dizia no tempo do meu pai) se moveu para salvar a situação,
oferecendo troco ou se prontificando a pagar a passagem. Àquela hora não havia cavalheiros, pelo menos na lotação.
- Então o senhor me dá licença de saltar e ficar devendo.
- Pera aí. Vou ver se posso trocar.
Podia. Tirou do bolso de trás um bolo respeitável, foi botando as cédulas sobre o joelho, meticulosamente.
– Tá aqui o seu troco. De outra vez a madame já sabe, hem?
Ela desceu, o carro já havia começado a chispar, como é destino dos lotações, quando de repente o motorista freou e botou as
mãos à cabeça: – Os senhores acreditam que em vez de guardar a nota de mil, eu de burro, devolvi com o troco?
Botou a cabeça fora do carro, à procura da senhora, que atravessava a rua, lá atrás: – Dona! Ó dona! A nota de mil cruzeiros!
Os passageiros não pareciam interessados no prejuízo, como antes não se condoeram do vexame da senhora.
– Como é que eu posso tocar se perdi mil cruzeiros, gente? Quem vai me pagar esses mil cruzeiros?
Encostou o veículo e, num gesto solene: - Vou buscar meu cabral. A partir deste momento, confio este carro, com todos os
seus pertences, à distinção dos senhores passageiros.
- Deixa que eu vou! - disse um deles, garoto. E precipitou-se para fora, antes do motorista.
Via-se o garoto correndo para alcançar a senhora, tocando-a pelo braço, os dois confabulando. Ela abria de novo a bolsa,
tirava objetos, o pequeno ajudava. Os passageiros já se mostravam impacientes com a demora da expedição. O guarda veio estranhar o estacionamento e recebeu a explicação de força-maior, quem é que me paga meus mil cruzeiros? O Serviço de Trânsito?
Voltou o garoto, sem a nota. A senhora tinha apenas 987 cruzeiros, ele vira e jurava por ela.
- Tão vendo? Um prejuízo desses antes do almoço é de tirar a fome e a vontade de comer. - disse em tom frio, sem revolta,
como simples remate. E tocou.
Perto do colégio, o garoto desceu, repetindo, encabulado: - Pode acreditar, ela não tinha mesmo o dinheiro não.
O motorista respondeu-lhe baixinho: - Eu sei. Já vi que está ali debaixo da caixa de fósforos. Mas se eu disser isso, esse povo
me mata.
(Adaptado de: ANDRADE, Carlos Drummond de. et al. Para gostar de ler, v.2. São Paulo: Ática, 1966, p. 43-45)
Ao afirmar que o prejuízo tira "a fome" e tira "a vontade de comer", o motorista fez uso de
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Quando a senhora foi descer do lotação, o motorista coçou a cabeça: – Mil cruzeiros! Como é que a senhora quer que eu troque mil cruzeiros?
- Desculpe, me esqueci completamente de trazer trocado.
- Não posso não, a madame não leu o aviso - olha ele ali - que o troco máximo é de 200 cruzeiros?
- Eu sei, mas que é que hei de fazer agora? O senhor nunca esqueceu nada na vida?
- Quem sabe se procurando de novo na bolsa...
Ela vasculhava, remexia, nada. Nenhum cavalheiro (como se dizia no tempo do meu pai) se moveu para salvar a situação,
oferecendo troco ou se prontificando a pagar a passagem. Àquela hora não havia cavalheiros, pelo menos na lotação.
- Então o senhor me dá licença de saltar e ficar devendo.
- Pera aí. Vou ver se posso trocar.
Podia. Tirou do bolso de trás um bolo respeitável, foi botando as cédulas sobre o joelho, meticulosamente.
– Tá aqui o seu troco. De outra vez a madame já sabe, hem?
Ela desceu, o carro já havia começado a chispar, como é destino dos lotações, quando de repente o motorista freou e botou as
mãos à cabeça: – Os senhores acreditam que em vez de guardar a nota de mil, eu de burro, devolvi com o troco?
Botou a cabeça fora do carro, à procura da senhora, que atravessava a rua, lá atrás: – Dona! Ó dona! A nota de mil cruzeiros!
Os passageiros não pareciam interessados no prejuízo, como antes não se condoeram do vexame da senhora.
– Como é que eu posso tocar se perdi mil cruzeiros, gente? Quem vai me pagar esses mil cruzeiros?
Encostou o veículo e, num gesto solene: - Vou buscar meu cabral. A partir deste momento, confio este carro, com todos os
seus pertences, à distinção dos senhores passageiros.
- Deixa que eu vou! - disse um deles, garoto. E precipitou-se para fora, antes do motorista.
Via-se o garoto correndo para alcançar a senhora, tocando-a pelo braço, os dois confabulando. Ela abria de novo a bolsa,
tirava objetos, o pequeno ajudava. Os passageiros já se mostravam impacientes com a demora da expedição. O guarda veio estranhar o estacionamento e recebeu a explicação de força-maior, quem é que me paga meus mil cruzeiros? O Serviço de Trânsito?
Voltou o garoto, sem a nota. A senhora tinha apenas 987 cruzeiros, ele vira e jurava por ela.
- Tão vendo? Um prejuízo desses antes do almoço é de tirar a fome e a vontade de comer. - disse em tom frio, sem revolta,
como simples remate. E tocou.
Perto do colégio, o garoto desceu, repetindo, encabulado: - Pode acreditar, ela não tinha mesmo o dinheiro não.
O motorista respondeu-lhe baixinho: - Eu sei. Já vi que está ali debaixo da caixa de fósforos. Mas se eu disser isso, esse povo
me mata.
(Adaptado de: ANDRADE, Carlos Drummond de. et al. Para gostar de ler, v.2. São Paulo: Ática, 1966, p. 43-45)
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Quando a senhora foi descer do lotação, o motorista coçou a cabeça: – Mil cruzeiros! Como é que a senhora quer que eu troque mil cruzeiros?
- Desculpe, me esqueci completamente de trazer trocado.
- Não posso não, a madame não leu o aviso - olha ele ali - que o troco máximo é de 200 cruzeiros?
- Eu sei, mas que é que hei de fazer agora? O senhor nunca esqueceu nada na vida?
- Quem sabe se procurando de novo na bolsa...
Ela vasculhava, remexia, nada. Nenhum cavalheiro (como se dizia no tempo do meu pai) se moveu para salvar a situação,
oferecendo troco ou se prontificando a pagar a passagem. Àquela hora não havia cavalheiros, pelo menos na lotação.
- Então o senhor me dá licença de saltar e ficar devendo.
- Pera aí. Vou ver se posso trocar.
Podia. Tirou do bolso de trás um bolo respeitável, foi botando as cédulas sobre o joelho, meticulosamente.
– Tá aqui o seu troco. De outra vez a madame já sabe, hem?
Ela desceu, o carro já havia começado a chispar, como é destino dos lotações, quando de repente o motorista freou e botou as
mãos à cabeça: – Os senhores acreditam que em vez de guardar a nota de mil, eu de burro, devolvi com o troco?
Botou a cabeça fora do carro, à procura da senhora, que atravessava a rua, lá atrás: – Dona! Ó dona! A nota de mil cruzeiros!
Os passageiros não pareciam interessados no prejuízo, como antes não se condoeram do vexame da senhora.
– Como é que eu posso tocar se perdi mil cruzeiros, gente? Quem vai me pagar esses mil cruzeiros?
Encostou o veículo e, num gesto solene: - Vou buscar meu cabral. A partir deste momento, confio este carro, com todos os
seus pertences, à distinção dos senhores passageiros.
- Deixa que eu vou! - disse um deles, garoto. E precipitou-se para fora, antes do motorista.
Via-se o garoto correndo para alcançar a senhora, tocando-a pelo braço, os dois confabulando. Ela abria de novo a bolsa,
tirava objetos, o pequeno ajudava. Os passageiros já se mostravam impacientes com a demora da expedição. O guarda veio estranhar o estacionamento e recebeu a explicação de força-maior, quem é que me paga meus mil cruzeiros? O Serviço de Trânsito?
Voltou o garoto, sem a nota. A senhora tinha apenas 987 cruzeiros, ele vira e jurava por ela.
- Tão vendo? Um prejuízo desses antes do almoço é de tirar a fome e a vontade de comer. - disse em tom frio, sem revolta,
como simples remate. E tocou.
Perto do colégio, o garoto desceu, repetindo, encabulado: - Pode acreditar, ela não tinha mesmo o dinheiro não.
O motorista respondeu-lhe baixinho: - Eu sei. Já vi que está ali debaixo da caixa de fósforos. Mas se eu disser isso, esse povo
me mata.
(Adaptado de: ANDRADE, Carlos Drummond de. et al. Para gostar de ler, v.2. São Paulo: Ática, 1966, p. 43-45)
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