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De acordo com o Código Municipal de Meio Ambiente de Gravataí, compete à Fundação Municipal de Meio Ambiente, no âmbito do licenciamento ambiental municipal, a expedição de determinadas modalidades de licenças ambientais. Nesse contexto, assinale a alternativa que apresenta corretamente as licenças passíveis de emissão pelo referido Município.

 

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Considerando as disposições do Código Municipal de Meio Ambiente de Gravataí, Lei Municipal nº 1.528/2000, acerca da política ambiental municipal, do zoneamento ambiental, da educação ambiental e da gestão dos resíduos sólidos, assinale a alternativa INCORRETA.

 

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Considerando apenas as disposições do Regime Jurídico Único dos Servidores Públicos do Município de Gravataí, assinale a alternativa INCORRETA.

 

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Paula é servidora pública do Município de Gravataí e gostaria de trabalhar em jornada de 44 horas semanais. Considerando apenas as disposições do Regime Jurídico Único dos Servidores Públicos do Município de Gravataí, nesse caso, é correto afirmar que:

 

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Conforme a Lei Orgânica do Município de Gravataí, assinale a alternativa que indica corretamente uma competência da Câmara Municipal de Gravataí cujo processo legislativo NÃO inclui a sanção do Prefeito.

 

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Pedro utiliza o navegador Google Chrome e costuma empregar atalhos de teclado para agilizar suas atividades. Nesse navegador, o comando Ctrl + W é utilizado para _________________________, enquanto para adicionar uma guia aberta aos favoritos é utilizado o comando ________.

Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.

 

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Com base no Excel 2016, considere que a célula A1 contém o valor 4,678. Ao digitar na célula B1 a fórmula =ARRED(A1;2), qual será o resultado apresentado?

 

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Feitos para esquecer

Por Pedro Guerra

  1. Guarda-chuvas e livros têm algo em comum: são esquecidos sem alarde. ___ vezes
  2. lembramos tarde demais que deixamos um guarda-chuva para trá....; outras vezes, nem
  3. lembramos quando (ou com quem) um livro ficou. Talvez porque funcionem bem como ausências
  4. — não fazem falta imediata, não cobram, não mandam mensagem. São as ausências mais
  5. silenciosas possíveis. Ficam onde foram deixados, cumprindo um papel que também
  6. reconhecemos em algumas pessoas que passam por nós: presentes em determinado momento,
  7. ausentes no seguinte. Não por crueldade, mas por circunstância.
  8. Um livro esquecido raramente volta. Existe um acordo silencioso de que reivindicá-lo é
  9. deselegante demais para o valor do objeto. Isso quando lembramos onde ele foi parar. Assim, o
  10. livro passa a cumprir outra função: ___ de testemunha. Ele fica ali, na estante de alguém, como
  11. um inquilino sem registro. Presente o bastante para não ser esquecido, distante o suficiente para
  12. não ser devolvido.
  13. É claro que nem todo esquecimento carrega uma metáfora. Em alguns momentos, a
  14. cabeça está cheia demais para se lembrar de um simples guarda-chuva. Pode ser que o objeto
  15. não tenha valor sentimental algum – e isso basta. Nem tudo que não segue conosco quer dizer
  16. algo maior. Algumas coisas apenas são perdidas porque, independentemente do que for, as
  17. perdas tra....em um recado valioso: nem todo desprendimento precisa de uma despedida.
  18. Ou seja, nem tudo o que cai precisa avisar. Há pessoas e coisas que simplesmente deixam
  19. de estar. Não por desintere....e, mas porque permanecer também exige uma forma de presença
  20. que nem sempre é possível. Algumas vezes, ir embora é só a consequência natural de não caber
  21. mais. Outras vezes, é apenas o mundo seguindo, sem pedir licença. E se estamos acostumados
  22. a ritos de passagem que funcionam como marcos simbólicos para términos e despedidas, nem
  23. sempre a vida oferece essa gentileza.
  24. Talvez o esforço esteja menos em interpretar o esquecimento e mais em aceitá-lo. Nem
  25. toda ausência é falta. Algumas coisas — e algumas pessoas — precisam deixar de ser
  26. exclusivamente nossas para continuarem existindo. Há afastamentos que não nascem de
  27. rupturas, mas de circunstâncias. ___ partir dali, seguimos caminhos distintos, tornando-nos,
  28. pouco a pouco, parte da vida de outros. E o tempo, como sempre, cuida do resto.

Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/pedro-guerra/noticia/2026/01/feitos-para-esquecer-cmkpk4kou01fw0168ddulws6k.html – texto adaptado especialmente para esta prova.

Considerando os fragmentos a seguir, retirados do texto, assinale a alternativa que apresenta um trecho no qual NÃO tenha havido o emprego de figuras de linguagem.

 

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Feitos para esquecer

Por Pedro Guerra

  1. Guarda-chuvas e livros têm algo em comum: são esquecidos sem alarde. ___ vezes
  2. lembramos tarde demais que deixamos um guarda-chuva para trá....; outras vezes, nem
  3. lembramos quando (ou com quem) um livro ficou. Talvez porque funcionem bem como ausências
  4. — não fazem falta imediata, não cobram, não mandam mensagem. São as ausências mais
  5. silenciosas possíveis. Ficam onde foram deixados, cumprindo um papel que também
  6. reconhecemos em algumas pessoas que passam por nós: presentes em determinado momento,
  7. ausentes no seguinte. Não por crueldade, mas por circunstância.
  8. Um livro esquecido raramente volta. Existe um acordo silencioso de que reivindicá-lo é
  9. deselegante demais para o valor do objeto. Isso quando lembramos onde ele foi parar. Assim, o
  10. livro passa a cumprir outra função: ___ de testemunha. Ele fica ali, na estante de alguém, como
  11. um inquilino sem registro. Presente o bastante para não ser esquecido, distante o suficiente para
  12. não ser devolvido.
  13. É claro que nem todo esquecimento carrega uma metáfora. Em alguns momentos, a
  14. cabeça está cheia demais para se lembrar de um simples guarda-chuva. Pode ser que o objeto
  15. não tenha valor sentimental algum – e isso basta. Nem tudo que não segue conosco quer dizer
  16. algo maior. Algumas coisas apenas são perdidas porque, independentemente do que for, as
  17. perdas tra....em um recado valioso: nem todo desprendimento precisa de uma despedida.
  18. Ou seja, nem tudo o que cai precisa avisar. Há pessoas e coisas que simplesmente deixam
  19. de estar. Não por desintere....e, mas porque permanecer também exige uma forma de presença
  20. que nem sempre é possível. Algumas vezes, ir embora é só a consequência natural de não caber
  21. mais. Outras vezes, é apenas o mundo seguindo, sem pedir licença. E se estamos acostumados
  22. a ritos de passagem que funcionam como marcos simbólicos para términos e despedidas, nem
  23. sempre a vida oferece essa gentileza.
  24. Talvez o esforço esteja menos em interpretar o esquecimento e mais em aceitá-lo. Nem
  25. toda ausência é falta. Algumas coisas — e algumas pessoas — precisam deixar de ser
  26. exclusivamente nossas para continuarem existindo. Há afastamentos que não nascem de
  27. rupturas, mas de circunstâncias. ___ partir dali, seguimos caminhos distintos, tornando-nos,
  28. pouco a pouco, parte da vida de outros. E o tempo, como sempre, cuida do resto.

Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/pedro-guerra/noticia/2026/01/feitos-para-esquecer-cmkpk4kou01fw0168ddulws6k.html – texto adaptado especialmente para esta prova.

Assinale a alternativa que apresenta a correta transposição do trecho a seguir, retirado do texto, para a voz passiva:

“nem sempre a vida oferece essa gentileza”.

 

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Feitos para esquecer

Por Pedro Guerra

  1. Guarda-chuvas e livros têm algo em comum: são esquecidos sem alarde. ___ vezes
  2. lembramos tarde demais que deixamos um guarda-chuva para trá....; outras vezes, nem
  3. lembramos quando (ou com quem) um livro ficou. Talvez porque funcionem bem como ausências
  4. — não fazem falta imediata, não cobram, não mandam mensagem. São as ausências mais
  5. silenciosas possíveis. Ficam onde foram deixados, cumprindo um papel que também
  6. reconhecemos em algumas pessoas que passam por nós: presentes em determinado momento,
  7. ausentes no seguinte. Não por crueldade, mas por circunstância.
  8. Um livro esquecido raramente volta. Existe um acordo silencioso de que reivindicá-lo é
  9. deselegante demais para o valor do objeto. Isso quando lembramos onde ele foi parar. Assim, o
  10. livro passa a cumprir outra função: ___ de testemunha. Ele fica ali, na estante de alguém, como
  11. um inquilino sem registro. Presente o bastante para não ser esquecido, distante o suficiente para
  12. não ser devolvido.
  13. É claro que nem todo esquecimento carrega uma metáfora. Em alguns momentos, a
  14. cabeça está cheia demais para se lembrar de um simples guarda-chuva. Pode ser que o objeto
  15. não tenha valor sentimental algum – e isso basta. Nem tudo que não segue conosco quer dizer
  16. algo maior. Algumas coisas apenas são perdidas porque, independentemente do que for, as
  17. perdas tra....em um recado valioso: nem todo desprendimento precisa de uma despedida.
  18. Ou seja, nem tudo o que cai precisa avisar. Há pessoas e coisas que simplesmente deixam
  19. de estar. Não por desintere....e, mas porque permanecer também exige uma forma de presença
  20. que nem sempre é possível. Algumas vezes, ir embora é só a consequência natural de não caber
  21. mais. Outras vezes, é apenas o mundo seguindo, sem pedir licença. E se estamos acostumados
  22. a ritos de passagem que funcionam como marcos simbólicos para términos e despedidas, nem
  23. sempre a vida oferece essa gentileza.
  24. Talvez o esforço esteja menos em interpretar o esquecimento e mais em aceitá-lo. Nem
  25. toda ausência é falta. Algumas coisas — e algumas pessoas — precisam deixar de ser
  26. exclusivamente nossas para continuarem existindo. Há afastamentos que não nascem de
  27. rupturas, mas de circunstâncias. ___ partir dali, seguimos caminhos distintos, tornando-nos,
  28. pouco a pouco, parte da vida de outros. E o tempo, como sempre, cuida do resto.

Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/pedro-guerra/noticia/2026/01/feitos-para-esquecer-cmkpk4kou01fw0168ddulws6k.html – texto adaptado especialmente para esta prova.

No fragmento “Algumas coisas — e algumas pessoas — precisam deixar de ser exclusivamente nossas para continuarem existindo”, retirado do texto, a palavra “para” é uma ________________ e poderia ser substituída por _______________ sem causar alterações ao sentido do trecho em que ocorre, _____________, para tanto, necessárias alterações no período.

Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.

 

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