Foram encontradas 4.223.044 questões.
Menino de 6 anos, cursando o 1º ano do Ensino Fundamental, no
turno da tarde, é trazido à consulta psiquiátrica após
recomendação escolar. A professora relatou inquietude motora
em sala de aula, dificuldade de manter a atenção nas atividades
propostas e baixo desempenho acadêmico. A mãe cria o filho
sozinha e não dispõe de rede de apoio familiar ou social. Ao
chegar da escola, a criança usa tablet enquanto a mãe realiza as
tarefas domésticas. O menino resiste a desligar o tablet para ir
dormir. Ao deitar, demora a adormecer. Dorme
aproximadamente 6 horas por noite. Em casa, a criança também
apresenta agitação e dificuldade de concentração. O exame físico
geral é normal.
Em conformidade com o princípio racional de uso de recursos em saúde, a próxima etapa é
Em conformidade com o princípio racional de uso de recursos em saúde, a próxima etapa é
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Homem de 21 anos procura atendimento médico a pedido de sua
mãe, que, desde o início da Copa do Mundo, está preocupada
com seu envolvimento crescente com apostas esportivas online.
Ele relata que começou a apostar há mais de um ano, mas que
precisa apostar valores cada vez mais altos para sentir a mesma
“emoção do início”. Já tentou parar de apostar duas vezes, sem
sucesso. Nessas ocasiões, ficou muito inquieto e irritado.
Reconhece que pensa em apostas mesmo quando está envolvido
em outras atividades. Sua última namorada rompeu o
relacionamento alegando que ele só queria ficar apostando e não
lhe dava mais atenção.
Ele alega que isso uma fase na qual estava perdendo dinheiro com frequência e, por isso, precisava jogar para “recuperar as perdas”. Mentiu para a família sobre quanto já perdeu em apostas e quanto deve a amigos de empréstimos contraídos para apostar. Já chamaram sua atenção duas vezes no trabalho, por estar apostando durante o expediente.
Considerando-se os conceitos e classificação de risco para pessoas com problemas relacionados a jogos de apostas, preconizados pelo Ministério da Saúde, o quadro deve ser classificado como
Ele alega que isso uma fase na qual estava perdendo dinheiro com frequência e, por isso, precisava jogar para “recuperar as perdas”. Mentiu para a família sobre quanto já perdeu em apostas e quanto deve a amigos de empréstimos contraídos para apostar. Já chamaram sua atenção duas vezes no trabalho, por estar apostando durante o expediente.
Considerando-se os conceitos e classificação de risco para pessoas com problemas relacionados a jogos de apostas, preconizados pelo Ministério da Saúde, o quadro deve ser classificado como
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Mulher de 32 anos apresenta primeiro episódio depressivo
maior, de gravidade moderada, sem sintomas psicóticos, ideação
suicida nem comorbidades clínicas relevantes. Na consulta
médica, relata que não gostaria de tomar antidepressivo. Tem
acesso à psicoterapia estruturada (Terapia Cognitivo
Comportamental) na rede em que é atendida.
Considerando-se as diretrizes atuais para tratamento inicial do transtorno depressivo maior moderado, a conduta mais adequada é
Considerando-se as diretrizes atuais para tratamento inicial do transtorno depressivo maior moderado, a conduta mais adequada é
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M.L.S., sexo feminino, 59 anos, apresenta transtorno depressivo
maior, episódio atual grave, com sintomas psicóticos congruentes
com o humor (delírios de culpa e ruína) e ideação suicida
estruturada. Recusa-se a comer nos últimos cinco dias. Já foram
realizadas duas tentativas terapêuticas prévias com
antidepressivos de diferentes classes, em doses e durações
adequadas.
Levando-se em conta a gravidade do quadro e a necessidade de resposta rápida, a intervenção mais indicada é a
Levando-se em conta a gravidade do quadro e a necessidade de resposta rápida, a intervenção mais indicada é a
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J.R.S., 44 anos, professor, com diagnóstico de transtorno
depressivo maior, comparece à consulta de retorno com seu
psiquiatra relatando piora do humor nas últimas duas semanas,
sentimento de desesperança e pensamentos recorrentes de que
“a vida não vale a pena”. Sente-se “um peso para família”.
Ao ser questionado ativamente, o paciente revela ter pensado em formas de tirar a própria vida, já pesquisou sobre um método específico, e chegou a comprar parte do material necessário para execução do plano, embora afirme não ter ainda uma data definida. Nega tentativas de suicídio prévias. Diz que o que ainda o “segura” é o amor que tem pelos filhos e o mau exemplo que daria a seus alunos. Ao final da consulta, ele concorda em entregar o material adquirido aos familiares.
A conduta mais adequada é
Ao ser questionado ativamente, o paciente revela ter pensado em formas de tirar a própria vida, já pesquisou sobre um método específico, e chegou a comprar parte do material necessário para execução do plano, embora afirme não ter ainda uma data definida. Nega tentativas de suicídio prévias. Diz que o que ainda o “segura” é o amor que tem pelos filhos e o mau exemplo que daria a seus alunos. Ao final da consulta, ele concorda em entregar o material adquirido aos familiares.
A conduta mais adequada é
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Paciente de 70 anos foi submetido à craniectomia para ressecção
de um meningioma em convexidade frontal direita. A família
relata que, após a cirurgia, houve mudança significativa em seu
comportamento: o paciente passou a chorar com facilidade
diante de estímulos emocionais triviais, sem tristeza subjetiva
proporcional ao choro, e, por vezes, passou também a rir de
forma súbita e desproporcional ao contexto. Ele reconhece que
essas manifestações são exageradas, e, por mais que se esforce
para contê-las, não consegue, o que lhe deixa constrangido.
Por essa razão, reduziu progressivamente as saídas de casa e passou a evitar contato social. Ele nega tristeza persistente e refere ter prazer nas atividades que ainda realiza (cuidar das plantas, leitura). Nega alterações de apetite ou sono. Não há flutuação do nível de consciência, alucinações ou outros déficits cognitivos relevantes, além de discreta dificuldade em fixar novas informações no dia a dia.
Esse quadro é melhor explicado como
Por essa razão, reduziu progressivamente as saídas de casa e passou a evitar contato social. Ele nega tristeza persistente e refere ter prazer nas atividades que ainda realiza (cuidar das plantas, leitura). Nega alterações de apetite ou sono. Não há flutuação do nível de consciência, alucinações ou outros déficits cognitivos relevantes, além de discreta dificuldade em fixar novas informações no dia a dia.
Esse quadro é melhor explicado como
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Mulher de 48 anos queixa-se de irritabilidade intensa, labilidade
emocional, fadiga e insônia de manutenção associada a episódios
súbitos de sudorese. Seus ciclos menstruais tornaram-se
irregulares, com fluxo mais intenso. O exame psíquico corrobora
diagnóstico de episódio depressivo maior grave sem ideação
suicida ou sintomas psicóticos. Não possui contraindicação à
terapia hormonal.
Assinale a opção que apresenta a melhor abordagem terapêutica ao quadro descrito.
Assinale a opção que apresenta a melhor abordagem terapêutica ao quadro descrito.
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Homem de 58 anos, com transtorno por uso de álcool há 30 anos,
e diagnóstico de cirrose hepática (Child-Pugh C), é admitido na
emergência 24 horas após a última ingesta de bebida alcoólica.
Ao exame físico, FC: 116 bpm, PA: 150 x 90 mmHg, tremores de
extremidades, sudorese profusa.
Ao exame psíquico, apresenta-se vigil, orientado auto e alopsiquicamente, com intensa agitação psicomotora. Atitude pouco colaborativa, humor disfórico e afeto congruente com humor. Pensamento com curso acelerado, sem alterações da forma ou conteúdo. Não há sinais de atividade alucinatória. Tenacidade reduzida associada à hipervigilância.
Considerando o quadro clínico na admissão do paciente e sua disfunção hepática, a alternativa farmacológica mais adequada para controle da agitação psicomotora e prevenção de convulsões é
Ao exame psíquico, apresenta-se vigil, orientado auto e alopsiquicamente, com intensa agitação psicomotora. Atitude pouco colaborativa, humor disfórico e afeto congruente com humor. Pensamento com curso acelerado, sem alterações da forma ou conteúdo. Não há sinais de atividade alucinatória. Tenacidade reduzida associada à hipervigilância.
Considerando o quadro clínico na admissão do paciente e sua disfunção hepática, a alternativa farmacológica mais adequada para controle da agitação psicomotora e prevenção de convulsões é
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L.C.F, sexo masculino, 37 anos, em uso de haloperidol há cinco
dias devido à quadro psicótico agudo, é levado à emergência com
alteração do nível de consciência, febre (39,4º C), hipertonia
muscular generalizada, FC: 120 bpm, PA: 140 x 90 mmHg e
diaforese. Exames laboratoriais revelam CPK aumentada e
leucocitose.
O diagnóstico mais provável e a conduta inicial mais adequada são, respectivamente,
O diagnóstico mais provável e a conduta inicial mais adequada são, respectivamente,
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Mulher de 32 anos, com diagnóstico de transtorno de pânico,
apresenta episódios paroxísticos de ansiedade intensa,
manifestados por taquicardia, parestesia, sudorese e sensação de
morte iminente. Afirma estar sempre preocupada com a
possibilidade de manifestar novos episódios e evita locais onde
eles já ocorreram. Foi encaminhada para psicoterapia, como
parte do tratamento.
A abordagem psicoterapêutica que apresenta maior nível de evidência para o transtorno de pânico é
A abordagem psicoterapêutica que apresenta maior nível de evidência para o transtorno de pânico é
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