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Foram encontradas 4.154.088 questões.

4198332 Ano: 2026
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: VUNESP
Orgão: UNESP
De acordo com o previsto na Constituição Federal Brasileira, são princípios da República Federativa do Brasil em suas relações internacionais
 

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4198331 Ano: 2026
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: UNESP

Do número total de livros de uma pequena biblioteca particular, a terça parte são romances, três quintos dos livros que não são romances são de aventura, e os demais livros são de geografia. Pretende-se elaborar um gráfico de setores representando os gêneros de livros dessa biblioteca.

Para tanto, o setor representando o gênero de geografia deve ter um ângulo central de medida igual a

 

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4198330 Ano: 2026
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: UNESP

Uma biblioteca adquiriu um total de 250 unidades de três livros P, Q e R. Adicionadas as quantidades de exemplares dos livros P e R, tem-se 150 livros, sendo que a quantidade de exemplares do livro P é 20 unidades maior que a quantidade de exemplares do livro R.

Se essa biblioteca pagou o preço unitário de R$ 20,00, R$ 30,00 e R$ 50,00 nos livros P, Q e R, respectivamente, o valor total pago na compra das 250 unidades desses livros foi igual

 

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4198329 Ano: 2026
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: UNESP

Considere a seguinte informação publicada em uma página eletrônica, em 10.04.2026:

Entre janeiro e março deste ano, o desmatamento no Cerrado aumentou cerca de 15% quando comparado ao mesmo período no ano passado. Conforme [...], a destruição do bioma chegou a 1.466 km² só nos três primeiros meses de 2026.

(https://midiamax.com.br/cotidiano/2026/desmatamentocerrado-aumenta-cerca-15-primeiro-semestre-ano/. Adaptado)

Com base na informação apresentada, é correto afirmar que, entre janeiro e março do ano passado, a destruição do bioma correspondeu a uma medida, em quilômetros quadrados, compreendida entre

 

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4198328 Ano: 2026
Disciplina: Estatística
Banca: VUNESP
Orgão: UNESP

A média aritmética simples do número de alunos que acessaram determinada biblioteca, no período de uma semana, de segunda-feira até sexta-feira, é 92. A tabela a seguir informa o número de alunos que acessaram essa biblioteca, em alguns desses dias:

Dia da semana Número de acessos
Segunda-feira 85
Quarta-feira 90
Sexta-feira 110

Sabendo que a diferença entre o número de acessos na terça-feira e na quinta-feira, nessa ordem, foi igual a 11, acessaram a biblioteca na terça-feira um total de

 

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4198327 Ano: 2026
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: UNESP
Cinco exemplares do mesmo livro serão enfileirados, aleatoriamente, em uma mesma prateleira. Se cada exemplar do livro é de uma edição diferente, o que interfere somente no número total de maneiras de enfileiramento desses livros, esse número total de maneiras que é possível enfileirar esses livros na prateleira é igual a
 

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4198326 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: UNESP

O avô de José Saramago era analfabeto e foi grande fonte de sua admiração. O escritor descrevia o avô como “um grande escritor analfabeto”, _______ quem prestou homenagens ao longo de sua vida. Saramago teve seu início na literatura um tanto tarde, já que sua família não dispunha de livros em casa. Seu pai comprava a ele o Diário de Notícias, através do qual o escritor aprendeu ________ ler. Foi com quase 20 anos que Saramago passou a ir ________ biblioteca de sua cidade.

(José Saramago: uma obra mais que necessária.

https://bndigital.bn.gov.br, 18.06.2021. Adaptado)

As lacunas do texto são completadas, correta e respectivamente, por:

 

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4198325 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: UNESP

Leia o texto a seguir para responder à questão:

Ninguém sai sem feridas da infância. Mesmo a criança que teve pais amorosos, que recebeu atenção plena durante suas inquietudes, mesmo ela, nascida em um reino encantado, no lar mais que perfeito, haverá de se frustrar em alguns momentos da vida adulta. Só agora enxerguei essa situação com mais clareza, lendo um livro que fala sobre a desconcertante solidão das crianças: em seus primeiros anos, ainda não possuem um acervo razoável de palavras para interpretar a complexidade do mundo.

Eu lembro. O desespero por não conseguir nominar minhas emoções. A dificuldade de entender a mim mesma. O vácuo que me deixava vagando pelos corredores do colégio, pelas festas familiares, pelo tudo e o nada que eu não conseguia designar.

Palavras são salva-vidas. Fosse apenas por isso, dar livros de presente às crianças deveria ser obrigatório, não opcional. A linguagem do afeto supre a ausência das palavras no início da vida, mas não de todo. E se quem nos ama desaparecer de repente? Como lidar com o medo, sem a rede de proteção de um pensamento lógico?

Saramago disse, certa vez, que somos todos escritores, só que uns escrevem e outros não. À medida que assimilamos um repertório de palavras, passamos todos a nos narrar, finalmente. A narrativa que fazemos a nosso respeito é a base dos vínculos maduros.

Há quem não escreva, mas não existe quem não se narre. A palavra está por trás de tudo: música, teatro, cinema, fotografia, amizades, amor – toda expressão nasce de alguém que precisa entender quem é, entender como se sente, e dizê-lo. Fosse apenas por isso, dar livros de presente aos adultos também deveria ser obrigatório, não opcional.

A incompreensão de si mesmo é um vazio aterrorizante. Tive todas as necessidades atendidas, quando criança, mas não via a hora de crescer, e hoje entendo minha urgência: eu só seria parida, de verdade, pelas palavras. Através delas, eu sentiria emoções e as descreveria de forma mais precisa. Ou, ao menos, teria alguma lucidez sobre minha imprecisão.

(Martha Medeiros. Por que ninguém sai ileso da infância: a importância das palavras na construção da identidade. https://oglobo.globo.com, 11.01.2026. Adaptado)

A alteração da expressão destacada pela que está entre colchetes mantém a norma-padrão de colocação pronominal em:
 

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4198324 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: UNESP

Leia o texto a seguir para responder à questão:

Ninguém sai sem feridas da infância. Mesmo a criança que teve pais amorosos, que recebeu atenção plena durante suas inquietudes, mesmo ela, nascida em um reino encantado, no lar mais que perfeito, haverá de se frustrar em alguns momentos da vida adulta. Só agora enxerguei essa situação com mais clareza, lendo um livro que fala sobre a desconcertante solidão das crianças: em seus primeiros anos, ainda não possuem um acervo razoável de palavras para interpretar a complexidade do mundo.

Eu lembro. O desespero por não conseguir nominar minhas emoções. A dificuldade de entender a mim mesma. O vácuo que me deixava vagando pelos corredores do colégio, pelas festas familiares, pelo tudo e o nada que eu não conseguia designar.

Palavras são salva-vidas. Fosse apenas por isso, dar livros de presente às crianças deveria ser obrigatório, não opcional. A linguagem do afeto supre a ausência das palavras no início da vida, mas não de todo. E se quem nos ama desaparecer de repente? Como lidar com o medo, sem a rede de proteção de um pensamento lógico?

Saramago disse, certa vez, que somos todos escritores, só que uns escrevem e outros não. À medida que assimilamos um repertório de palavras, passamos todos a nos narrar, finalmente. A narrativa que fazemos a nosso respeito é a base dos vínculos maduros.

Há quem não escreva, mas não existe quem não se narre. A palavra está por trás de tudo: música, teatro, cinema, fotografia, amizades, amor – toda expressão nasce de alguém que precisa entender quem é, entender como se sente, e dizê-lo. Fosse apenas por isso, dar livros de presente aos adultos também deveria ser obrigatório, não opcional.

A incompreensão de si mesmo é um vazio aterrorizante. Tive todas as necessidades atendidas, quando criança, mas não via a hora de crescer, e hoje entendo minha urgência: eu só seria parida, de verdade, pelas palavras. Através delas, eu sentiria emoções e as descreveria de forma mais precisa. Ou, ao menos, teria alguma lucidez sobre minha imprecisão.

(Martha Medeiros. Por que ninguém sai ileso da infância: a importância das palavras na construção da identidade. https://oglobo.globo.com, 11.01.2026. Adaptado)

No trecho “À medida que assimilamos um repertório de palavras, passamos todos a nos narrar, finalmente.” (4º parágrafo), observa-se relação de sentido de
 

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4198323 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: UNESP

Leia o texto a seguir para responder à questão:

Ninguém sai sem feridas da infância. Mesmo a criança que teve pais amorosos, que recebeu atenção plena durante suas inquietudes, mesmo ela, nascida em um reino encantado, no lar mais que perfeito, haverá de se frustrar em alguns momentos da vida adulta. Só agora enxerguei essa situação com mais clareza, lendo um livro que fala sobre a desconcertante solidão das crianças: em seus primeiros anos, ainda não possuem um acervo razoável de palavras para interpretar a complexidade do mundo.

Eu lembro. O desespero por não conseguir nominar minhas emoções. A dificuldade de entender a mim mesma. O vácuo que me deixava vagando pelos corredores do colégio, pelas festas familiares, pelo tudo e o nada que eu não conseguia designar.

Palavras são salva-vidas. Fosse apenas por isso, dar livros de presente às crianças deveria ser obrigatório, não opcional. A linguagem do afeto supre a ausência das palavras no início da vida, mas não de todo. E se quem nos ama desaparecer de repente? Como lidar com o medo, sem a rede de proteção de um pensamento lógico?

Saramago disse, certa vez, que somos todos escritores, só que uns escrevem e outros não. À medida que assimilamos um repertório de palavras, passamos todos a nos narrar, finalmente. A narrativa que fazemos a nosso respeito é a base dos vínculos maduros.

Há quem não escreva, mas não existe quem não se narre. A palavra está por trás de tudo: música, teatro, cinema, fotografia, amizades, amor – toda expressão nasce de alguém que precisa entender quem é, entender como se sente, e dizê-lo. Fosse apenas por isso, dar livros de presente aos adultos também deveria ser obrigatório, não opcional.

A incompreensão de si mesmo é um vazio aterrorizante. Tive todas as necessidades atendidas, quando criança, mas não via a hora de crescer, e hoje entendo minha urgência: eu só seria parida, de verdade, pelas palavras. Através delas, eu sentiria emoções e as descreveria de forma mais precisa. Ou, ao menos, teria alguma lucidez sobre minha imprecisão.

(Martha Medeiros. Por que ninguém sai ileso da infância: a importância das palavras na construção da identidade. https://oglobo.globo.com, 11.01.2026. Adaptado)

Há relação de sentido de condição, estabelecida pelas palavras em destaque, no trecho:
 

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