Magna Concursos

Foram encontradas 240 questões.

1515507 Ano: 2009
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: UEG
Orgão: AGRODEFESA
Provas:

A Organização das Nações Unidas de Alimento e Agricultura:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1515505 Ano: 2009
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: UEG
Orgão: AGRODEFESA
Provas:

No planejamento e organização da produção da propriedade agrícola para uma exploração sustentável, é imprescindível:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1515191 Ano: 2009
Disciplina: Veterinária
Banca: UEG
Orgão: AGRODEFESA

O Departamento de Defesa Animal do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (DDA/MAPA), considerando a ocorrência de focos de peste suína clássica (PSC) em alguns estados brasileiros, determina medidas para atuação em foco de PSC nos estados de AL, PE, PB, RN, CE, PI e MA, por meio da Instrução de Serviço n. 2, de 24 de janeiro de 2002. No caso de resultado laboratorial positivo para PSC, deve-se:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1513950 Ano: 2009
Disciplina: Zootecnia
Banca: UEG
Orgão: AGRODEFESA

Dentro de um sistema de biosseguridade, a adoção de um programa de imunoprofilaxia das matrizes de aves de corte, devem ser estabelecidas com base nos resultados do monitoramento sorológico do plantel e resultados da avaliação da própria performance do desempenho da sua progênie. O êxito de um programa de vacinação depende de fatores como estado sanitário e nutricional das aves, condições ambientais e de manejo do plantel. Com base no texto acima, é CORRETO afirmar:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

PENSAR POR SI MESMO

A mais rica biblioteca, quando desorganizada, não é tão proveitosa quanto uma bastante modesta, mas bem ordenada. Da mesma maneira, uma grande quantidade de conhecimentos, quando não foi elaborada por um pensamento próprio, tem muito menos valor do que uma quantidade bem mais limitada, que, no entanto, foi devidamente assimilada. Pois é apenas por meio da combinação ampla do que se sabe, por meio da comparação de cada verdade com as outras, que uma pessoa se apropria de seu próprio saber e o domina. Só é possível pensar com profundidade sobre o que se sabe, por isso se deve aprender algo; mas também só se sabe aquilo sobre o que se pensou com profundidade. [...]

O efeito que o pensamento próprio tem sobre o espírito é incrivelmente diferente do efeito que caracteriza a leitura, e com isso há um aumento progressivo da diversidade original dos cérebros, graças à qual as pessoas são impelidas para uma coisa ou para outra. A leitura impõe ao espírito pensamentos que, em relação ao direcionamento e à disposição dele naquele momento, são tão estranhos e heterogêneos quanto é o selo em relação ao lacre sobre o qual imprime sua marca. Desse modo, o espírito sofre uma imposição completa do exterior para pensar, naquele instante, uma coisa ou outra, isto é, para pensar determinados assuntos aos quais ele não tinha na verdade nenhuma propensão ou disposição.

Em contrapartida, quando alguém pensa por si mesmo, segue seu mais próprio impulso, tal como está determinado no momento, seja pelo ambiente que o cerca, seja por alguma lembrança próxima. No caso das circunstâncias perceptíveis, não há uma imposição ao espírito de um determinado pensamento, como ocorre na leitura, mas elas lhe dão apenas a matéria e a oportunidade para pensar o que está de acordo com a natureza e com sua disposição presente.

Desse modo, o excesso de leitura tira do espírito toda a elasticidade, da mesma maneira que uma pressão contínua tira a elasticidade de uma mola. O meio mais seguro para não possuir nenhum pensamento próprio é pegar um livro nas mãos a cada minuto livre. Essa prática explica por que a erudição torna a maioria dos homens ainda mais pobre de espírito e simplórios do que são por natureza, privando também seus escritos de todo e qualquer êxito. [...]

Os eruditos são aqueles que leram coisas nos livros, mas os pensadores, os gênios, os fachos de luz e promotores da espécie humana são aqueles que as leram diretamente no livro do mundo.

SCHOPENHAUER, Arthur. A arte de escrever. Porto Alegre: L&PM, 2006. p. 39-41.

O autor usa como recurso argumentativo a contraposição de ideias e ilustra isso opondo as expressões:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1512216 Ano: 2009
Disciplina: Nutrição
Banca: UEG
Orgão: AGRODEFESA

Para fabricação de doce de leite é necessário que o leite tenha no máximo 19° D de acidez inicial, sendo necessário corrigir a acidez do leite através da adição de bicarbonato de sódio até uma faixa ideal de 12 a 13° D. A quantidade a ser adicionada deve ser calculada de acordo com a acidez inicial do leite. Para que o leite atinja uma acidez em torno de 13º D, o cálculo da quantidade de bicarbonato a ser adicionada segue as seguintes etapas:

- medição do grau de acidez do leite a ser utilizado;

- cálculo de quantos graus devem ser reduzidos para que o leite atinja 13° D;

- para esse cálculo utiliza-se a seguinte relação: graus a serem reduzidos = °D do leite - 13° D.

A quantidade de bicarbonato (em gramas) a ser adicionada deve ser igual à quantidade de litros de leite multiplicado pelo ° D a serem reduzidos multiplicado por 0,093.

Considerando que é necessário 1000 L de leite cuja acidez inicial seja 18° D e a pureza do bicarbonato de sódio seja de 80%, qual é a quantidade de bicarbonato de sódio (em gramas) que deverá ser utilizada?

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1512135 Ano: 2009
Disciplina: Nutrição
Banca: UEG
Orgão: AGRODEFESA

A contaminação de ovos por microorganismos é motivo de preocupação dos órgãos de saúde pública. Tal preocupação atribui-se à presença de

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

O Microsoft Word 2003 disponibiliza recursos diversificados que permitem enriquecer os textos e criar documentos bem elaborados. Dentre esses recursos, as tabelas são úteis por possuírem facilidades que agilizam o trabalho quando se necessita utilizar desse formato. Sobre tabelas, é CORRETO afirmar:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1509487 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: UEG
Orgão: AGRODEFESA
Provas:

TEXTO I

2.1. DEFINIÇÃO: Entende-se por mel, o produto alimentício produzido pelas abelhas melíferas, a partir do néctar das flores ou das secreções procedentes de partes vivas das plantas ou de excreções de insetos sugadores de plantas que ficam sobre partes vivas de plantas, que as abelhas recolhem, transformam, combinam com substâncias específicas próprias, armazenam e deixam maturar nos favos da colmeia.

REGULAMENTO TÉCNICO MERCOSUL “IDENTIDADE E QUALIDADE DO MEL”. MERCOSUL/GMC/RES. N. 56/99.

TEXTO II

UM MEL SEM RG

Antes da chegada das abelhas europeias e africanas, voavam tranquilas pela flora brasileira uruçus, mandaçaias, tiúbas e jataís. Abelhas indígenas sem ferrão, medo não causavam. Seus méis eram os únicos disponíveis e alimentavam quem se dispunha a coletá-los em troncos ocos e ninhos no chão.

Decerto não há um mel igual ao outro, pela variedade de espécies e pela localização geográfica. Mas, uma vez provado o das meliponíneas, difícil se satisfazer novamente com o sabor do das introduzidas Apis melliferas, produzido em larga escala no Brasil por abelhas africanizadas e encontrado em qualquer supermercado.

O curioso é que o produto das abelhas indígenas sem ferrão, nativas do Brasil, não pode ser chamado "simplesmente de mel". "A norma do Mercosul, que estabelece os padrões de identidade e qualidade do mel, define que mel é um produto oriundo de abelhas melíferas, que remete à Apis mellifera", diz Carlos Turchetto Junior, 28, chefe da Divisão de Inspeção de Leite e Derivados, Mel e Produtos Apícolas do Ministério da Agricultura. "[O das abelhas indígenas] Não é mel, porque a composição é muito diferente, é específico da América do Sul. Ao se chamar simplesmente de mel, estará se referindo ao de Apis."

Até 2004 o manejo de abelhas indígenas era proibido, por serem espécies selvagens. "Quem a domesticava e fazia colmeia podia ser preso, crime inafiançável. Olha o absurdo. Tínhamos um patrimônio nacional, único no mundo, com diferencial, e proibia-se o uso para apenas permitir o da Apis mellifera", diz Roberto Smeraldi, 49, diretor da Oscip Amigos da Terra - Amazônia Brasileira. "Saímos da clandestinidade da criação, porém estamos nessa transição. Pode-se manejar e produzir mel, mas não há um RG para ele. É um produto sem nome nem sobrenome. Não pode ser chamado de mel."

O regulamento em vigor, de 1952, está em revisão. "Esperamos que a nova versão seja publicada até o final do ano. Lá está previsto o mel de abelha indígena", diz Turchetto Junior.

FIDALGO, Janaína. Um mel sem RG. Folha Online. 6 ago 2009. Disponível em: <http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrad/fq0608200916.htm>. Acesso em: 28 ago. 2009.

TEXTO III

Melífero. [Do latim melliferu.] Adj. 1. Que dá, ou produz mel: planta melífera; (...). 2. Próprio de mel.

FERREIRA, Aurélio Buarque de Holanda. Novo Aurélio Século XXI. 3. ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1999. p. 1312.

O período “Até 2004 o manejo de abelhas indígenas era proibido, por serem espécies selvagens“ pode ser rescrito da seguinte forma SEM que se altere a relação de causalidade nele presente:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1509468 Ano: 2009
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: UEG
Orgão: AGRODEFESA
Provas:

Em rebanhos comerciais, o sistema de monta mais primitivo utilizado é aquele em que o touro permanece com o rebanho todo o ano. No sistema de criação extensivo de bovinos de corte, a fertilidade do rebanho apresenta variações vinculadas às condições climáticas. O estabelecimento de uma estação de monta limitada é uma decisão importante e de grande impacto na fertilidade. Tendo em vista a viabilidade da estação de monta, é CORRETO afirmar:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas