Magna Concursos

Foram encontradas 47 questões.

2037879 Ano: 2021
Disciplina: Matemática
Banca: Col.Mil. Rio de Janeiro
Orgão: Col.Mil. Rio Janeiro
Provas:

enunciado 1506398-1

Na tabela a seguir, os símbolos são elementos do conjunto dos números Naturais.

enunciado 1506398-2

enunciado 1506398-3

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2037878 Ano: 2021
Disciplina: Matemática
Banca: Col.Mil. Rio de Janeiro
Orgão: Col.Mil. Rio Janeiro
Provas:

enunciado 1506397-1

Um grupo de alunos do Colégio Militar do Rio de Janeiro (CMRJ) participará de uma olimpíada de Matemática, no Colégio Militar de Brasília (CMB). A viagem de ônibus será de 3 dias e, no caminho, os alunos do CMRJ visitarão os Colégios Militares de Juiz de Fora e de Belo Horizonte. No primeiro dia de viagem, chegarão ao Colégio de Juiz de Fora, percorrendo 1/7 do percurso total. No segundo dia, chegarão ao Colégio de Belo Horizonte, quando terão percorrido 1/4 do que faltava para chegar ao CMB. No terceiro dia, completarão a viagem, percorrendo os últimos 810km.

O percurso total,em quilômetros, percorrido pelo ônibus é um número compreendido entre

enunciado 1506397-2

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2037877 Ano: 2021
Disciplina: Matemática
Banca: Col.Mil. Rio de Janeiro
Orgão: Col.Mil. Rio Janeiro
Provas:

enunciado 1506396-1

Nas olimpíadas internas do Colégio Militar do Rio de Janeiro (CMRJ), os alunos Ana Vilela, Mateus Furtado e Letícia Cardoso participaram de uma corrida de atletismo. Para completarem uma volta na pista, os tempos deles são, respectivamente, 1,5 minuto; 1,8 minuto e 2 minutos. Considerando que eles partem do mesmo local e no mesmo instante, após algum tempo, os três se encontram pela primeira vez no local de partida.

Um segundo após eles terem se encontrado pela terceira vez, Ana Vilela terá dado quantas voltas na pista?

enunciado 1506396-2

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2037876 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: Col.Mil. Rio de Janeiro
Orgão: Col.Mil. Rio Janeiro

Quando refletimos sobre a RELAÇÃO ENTRE EDUCAÇÃO E TRABALHO INFANTIL, uma das primeiras perspectivas que se abre é a de crianças e adolescentes em trabalho infantil em virtude da necessidade de subsistência de suas famílias. No entanto, o precário acesso à Educação não se reduz a essa ótica, tendo também outras vertentes passíveis de análise crítica. Desse modo, a escolha desse tema se dá pelo desejo de mostrar aos nossos futuros cadetes de Thomaz Coelho como devemos valorizar o ensino ao qual temos acesso nos dias de hoje.


TEXTO I


Unesco: 47% de crianças refugiadas no mundo não vão à escola

Publicação revela que 84% dos adolescentes também não vão ao colégio


Publicado em 02.02.2020 — Por Heloísa Cristaldo — Agência Brasil


Em todo o mundo, cerca de 47% das crianças refugiadas não foram matriculadas na educação primária, e 84% dos adolescentes refugiados (entre 15 e 17 anos) não frequentavam a educação secundária em 2016. As informações fazem parte da publicação “Proteção do Direito à Educação dos Refugiados”, lançada pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).

O documento analisa questões sobre o direito à educação de refugiados, o marco legal internacional do direito à educação e os instrumentos normativos que o garantem a todas as pessoas, incluindo refugiados e quem vive nessas condições. Segundo a publicação, mais de 65 milhões de pessoas procuram asilo, são deslocadas internamente ou são refugiadas.

Metade dos refugiados do mundo são crianças menores de 18 anos. A duração média de exílio de um refugiado é de cerca de 20 anos, “o que é mais do que toda uma infância e representa “uma fração significativa dos anos produtivos da vida de uma pessoa”, avalia o documento. (...)


Acesso à educação


A publicação aponta que, entre os refugiados, apenas 50% das crianças frequentam a educação primária e apenas 25% estão na educação secundária. “No Oriente Médio e no Norte da África, na última década, os países investiram recursos consideráveis para aumentar a frequência escolar das crianças. Entretanto, recentemente, esse progresso parou. (...)

“Sem acesso à educação secundária, as crianças e os adolescentes refugiados ficam vulneráveis ao trabalho infantil, à exploração e a problemas de comportamentos negativos (...) A educação de meninas também pode protegê-las do casamento e/ou da gravidez precoce e dos riscos da exploração sexual”, indica a publicação. (...)

Fonte: www.agenciabrasil.ebc.com.br/ Acessado em: 16.08.2021)

Texto Il


Combate a exploração ao trabalho infantil


Por alunos do 5º ano/EF da Escola Municipal JOÃO PAULO Il


*O texto a seguir foi construído por alunos do Ensino Fundamental e, por isso, encontra-se na linguagem informal.

FORTALEZA(CE), JUNHO DE 2012.


O direito da criança

Na constituição está

No ECA também há

Artigos pra mostrar

Que o direito da criança

É para se respeitar

(..)

E não se pode deixar

A criança trabalhar

Tirando o tempo de estudar

A liberdade de brincar

O direito de sonhar

Com o futuro que terá

Se algum coleguinha

Começar a aula faltar

Para serviço prestar

deixando de frequentar

a aula pra trabalhar

você deve alertar

(..)

E quem isso negar

Um crime cometerá

E na lei vai pagar

Mas só acontecerá

Se alguém denunciar

A quem a criança explorar


Nos afazeres da casa

A criança pode ajudar

Isso é colaborar

E responsabilidade ganhar

Só não pode exagerar

Quando em casa ajudar

(...)

No Brasil é fácil encontrar

Criança que vai trabalhar

Para a família sustentar

Na zona rural há

Na cidade não vai faltar

Você pode acreditar

Meninas vão trabalhar

De doméstica ou babá

Para em casa ajudar

O alimento comprar

Sem ter dia para folgar

Ou tempo de estudar

(..)

Fácil não será

Mas não custa tentar

O trabalho infantil acabar

Se a população se juntar

Para se fazer praticar

O que na lei está.

(Fonte: www.fundacaotelefonicavivo.org.br/ Acessado em: 16.08.2021)


Texto III

Como é a vida escolar dos filhos de artistas circenses

Em apenas um ano, crianças chegam a estudar em mais de dez escolas diferentes

Por Natany Borges


1______É no ano em que aprende a formar sílabas, compreender palavras e dar sentido às frases que

Antônio Bartolo Neto, de apenas sete anos, experimenta a vida “nômade” em contraponto à

“permanência” na escola. Representante da oitava geração de uma família de artistas de circo, ele já

sabe que a cada novo mês conhecerá uma nova cidade, será matriculado em uma nova instituição de

5 ensino e precisará interagir com uma turma já entrosada nas atividades de alfabetização. Somente em

2017, o pequeno aluno acumula registros de sete escolas em seu caderno. A última foi em Venâncio

Aires. Penúltima, Rio de Janeiro. Antepenúltima, Nova Iguaçu (RJ). A próxima? Rio Pardo.

______Enquanto isso, é em Santa Cruz do Sul que estabelece uma rotina que já completa quatro

semanas. Amparado pela professora da Escola Ernesto Alves, Elisangela Mees, o aluno trabalhou nos

10 últimos dias as vogais. “No primeiro dia de aula olhei o caderninho dele e depois fiz um ditado para

entender em que nível ele estava”, explicou. Enquanto boa parte da turma já consegue decifrar as

palavras, o pequeno Neto ainda apresenta certa dificuldade. Nada, entretanto, que comprometa o seu

desempenho em sala de aula. “O que dificulta é essa “quebra” de sequência. Por isso, eles têm o ritmo

um pouco mais lento”. Em sala de aula, a professora dos anos iniciais já está acostumada a lecionar

15 para crianças nômades. Todo mês de outubro, por exemplo, dá aula para os filhos dos trabalhadores

do parque de diversões que vêm à Oktoberfest.

______A matrícula desses alunos — filhos de profissionais itinerantes — é assegurada por meio da Lei

Federal 6.533/78, a qual assegura a mudança de escola em escola, mediante apresentação de

certificado da instituição de origem. É por isso que o pai de Neto, o artista do Circo Italiano, Bartolo

20 Júnior, guarda a sete chaves o tal documento, junto com o histórico escolar do pequeno. “Assim que

definimos uma nova cidade e o espaço para a estada do circo, a primeira questão a providenciar é

uma escola para os pequenos”, explica Júnior. Segundo o malabarista, dificilmente há contratempos na

hora de garantir uma vaga. Basta levar a documentação para que no mesmo dia ou no seguinte, os

pequenos já estejam matriculados. “Conquanto queiram seguir com a vida de circo, eles precisam

25 estudar. Sempre digo que com educação vão ser alguém na vida.” Nesse contexto, o pai acrescenta

que a cobrança “em casa” — o interior do motorhome — é a mesma dos pais que têm trabalho fixo na

cidade. “Depois da aula, a Paula (mãe) verifica o caderno e ajuda ele na lição. Só depois é que ele vai

brincar ou acompanhar as atividades do circo”, finaliza. Além de Neto, Junior também é pai de Alice, “

12,e Daniel, 14. Ambos estão no sétimo ano e também estudam no Ernesto.

30______Apesar de já ter lecionado para alunos itinerantes, esta

foi a primeira vez que Elisangela Mees foi desafiada a ensinar filhos de circenses. Sensibilizada com reportagem publicada pela Gazeta do Sul

19 e 20 de agosto, "Uma vida na estrada dedicada aos espetáculos”, ela resolveu trabalhar, ao longo

de toda a semana, a temática com a turma de pouco mais de 20 alunos. Entre as atividades propostas,

estiveram ditados, imagens para colorir e leituras como “O nosso colega Antônio é artista do Circo

35 Italiano e o sonho dele quando crescer é ser homem pássaro e equilibrista”. Durante uma das aulas, a

turminha, em coro, repetiu a frase e fez questão de verbalizar os aprendizados da semana. “Foi uma

experiência muito bacana, ainda mais porque o Antônio estava ali para compartilhar suas experiências

com a turma. Um mundo novo foi apresentado”, disse Elisangela.

(Adaptado de: www.gaz.com.br/ Acessado em: 17.08.2021)

No título do cordel — texto II — a expressão “COMBATE A EXPLORAÇÃO”, pode-se afirmar que a falta do emprego do sinal indicativo de crase encontra-se em desacordo com a norma gramatical vigente.

Assinale a expressão abaixo que também se encontra em desacordo com a norma-padrão.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2037875 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: Col.Mil. Rio de Janeiro
Orgão: Col.Mil. Rio Janeiro

Quando refletimos sobre a RELAÇÃO ENTRE EDUCAÇÃO E TRABALHO INFANTIL, uma das primeiras perspectivas que se abre é a de crianças e adolescentes em trabalho infantil em virtude da necessidade de subsistência de suas famílias. No entanto, o precário acesso à Educação não se reduz a essa ótica, tendo também outras vertentes passíveis de análise crítica. Desse modo, a escolha desse tema se dá pelo desejo de mostrar aos nossos futuros cadetes de Thomaz Coelho como devemos valorizar o ensino ao qual temos acesso nos dias de hoje.


TEXTO I


Unesco: 47% de crianças refugiadas no mundo não vão à escola

Publicação revela que 84% dos adolescentes também não vão ao colégio


Publicado em 02.02.2020 — Por Heloísa Cristaldo — Agência Brasil


Em todo o mundo, cerca de 47% das crianças refugiadas não foram matriculadas na educação primária, e 84% dos adolescentes refugiados (entre 15 e 17 anos) não frequentavam a educação secundária em 2016. As informações fazem parte da publicação “Proteção do Direito à Educação dos Refugiados”, lançada pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).

O documento analisa questões sobre o direito à educação de refugiados, o marco legal internacional do direito à educação e os instrumentos normativos que o garantem a todas as pessoas, incluindo refugiados e quem vive nessas condições. Segundo a publicação, mais de 65 milhões de pessoas procuram asilo, são deslocadas internamente ou são refugiadas.

Metade dos refugiados do mundo são crianças menores de 18 anos. A duração média de exílio de um refugiado é de cerca de 20 anos, “o que é mais do que toda uma infância e representa “uma fração significativa dos anos produtivos da vida de uma pessoa”, avalia o documento. (...)


Acesso à educação


A publicação aponta que, entre os refugiados, apenas 50% das crianças frequentam a educação primária e apenas 25% estão na educação secundária. “No Oriente Médio e no Norte da África, na última década, os países investiram recursos consideráveis para aumentar a frequência escolar das crianças. Entretanto, recentemente, esse progresso parou. (...)

“Sem acesso à educação secundária, as crianças e os adolescentes refugiados ficam vulneráveis ao trabalho infantil, à exploração e a problemas de comportamentos negativos (...) A educação de meninas também pode protegê-las do casamento e/ou da gravidez precoce e dos riscos da exploração sexual”, indica a publicação. (...)

Fonte: www.agenciabrasil.ebc.com.br/ Acessado em: 16.08.2021)

Texto Il


Combate a exploração ao trabalho infantil


Por alunos do 5º ano/EF da Escola Municipal JOÃO PAULO Il


*O texto a seguir foi construído por alunos do Ensino Fundamental e, por isso, encontra-se na linguagem informal.

FORTALEZA(CE), JUNHO DE 2012.


O direito da criança

Na constituição está

No ECA também há

Artigos pra mostrar

Que o direito da criança

É para se respeitar

(..)

E não se pode deixar

A criança trabalhar

Tirando o tempo de estudar

A liberdade de brincar

O direito de sonhar

Com o futuro que terá

Se algum coleguinha

Começar a aula faltar

Para serviço prestar

deixando de frequentar

a aula pra trabalhar

você deve alertar

(..)

E quem isso negar

Um crime cometerá

E na lei vai pagar

Mas só acontecerá

Se alguém denunciar

A quem a criança explorar


Nos afazeres da casa

A criança pode ajudar

Isso é colaborar

E responsabilidade ganhar

Só não pode exagerar

Quando em casa ajudar

(...)

No Brasil é fácil encontrar

Criança que vai trabalhar

Para a família sustentar

Na zona rural há

Na cidade não vai faltar

Você pode acreditar

Meninas vão trabalhar

De doméstica ou babá

Para em casa ajudar

O alimento comprar

Sem ter dia para folgar

Ou tempo de estudar

(..)

Fácil não será

Mas não custa tentar

O trabalho infantil acabar

Se a população se juntar

Para se fazer praticar

O que na lei está.

(Fonte: www.fundacaotelefonicavivo.org.br/ Acessado em: 16.08.2021)


Texto III

Como é a vida escolar dos filhos de artistas circenses

Em apenas um ano, crianças chegam a estudar em mais de dez escolas diferentes

Por Natany Borges


1______É no ano em que aprende a formar sílabas, compreender palavras e dar sentido às frases que

Antônio Bartolo Neto, de apenas sete anos, experimenta a vida “nômade” em contraponto à

“permanência” na escola. Representante da oitava geração de uma família de artistas de circo, ele já

sabe que a cada novo mês conhecerá uma nova cidade, será matriculado em uma nova instituição de

5 ensino e precisará interagir com uma turma já entrosada nas atividades de alfabetização. Somente em

2017, o pequeno aluno acumula registros de sete escolas em seu caderno. A última foi em Venâncio

Aires. Penúltima, Rio de Janeiro. Antepenúltima, Nova Iguaçu (RJ). A próxima? Rio Pardo.

______Enquanto isso, é em Santa Cruz do Sul que estabelece uma rotina que já completa quatro

semanas. Amparado pela professora da Escola Ernesto Alves, Elisangela Mees, o aluno trabalhou nos

10 últimos dias as vogais. “No primeiro dia de aula olhei o caderninho dele e depois fiz um ditado para

entender em que nível ele estava”, explicou. Enquanto boa parte da turma já consegue decifrar as

palavras, o pequeno Neto ainda apresenta certa dificuldade. Nada, entretanto, que comprometa o seu

desempenho em sala de aula. “O que dificulta é essa “quebra” de sequência. Por isso, eles têm o ritmo

um pouco mais lento”. Em sala de aula, a professora dos anos iniciais já está acostumada a lecionar

15 para crianças nômades. Todo mês de outubro, por exemplo, dá aula para os filhos dos trabalhadores

do parque de diversões que vêm à Oktoberfest.

______A matrícula desses alunos — filhos de profissionais itinerantes — é assegurada por meio da Lei

Federal 6.533/78, a qual assegura a mudança de escola em escola, mediante apresentação de

certificado da instituição de origem. É por isso que o pai de Neto, o artista do Circo Italiano, Bartolo

20 Júnior, guarda a sete chaves o tal documento, junto com o histórico escolar do pequeno. “Assim que

definimos uma nova cidade e o espaço para a estada do circo, a primeira questão a providenciar é

uma escola para os pequenos”, explica Júnior. Segundo o malabarista, dificilmente há contratempos na

hora de garantir uma vaga. Basta levar a documentação para que no mesmo dia ou no seguinte, os

pequenos já estejam matriculados. “Conquanto queiram seguir com a vida de circo, eles precisam

25 estudar. Sempre digo que com educação vão ser alguém na vida.” Nesse contexto, o pai acrescenta

que a cobrança “em casa” — o interior do motorhome — é a mesma dos pais que têm trabalho fixo na

cidade. “Depois da aula, a Paula (mãe) verifica o caderno e ajuda ele na lição. Só depois é que ele vai

brincar ou acompanhar as atividades do circo”, finaliza. Além de Neto, Junior também é pai de Alice, “

12,e Daniel, 14. Ambos estão no sétimo ano e também estudam no Ernesto.

30______Apesar de já ter lecionado para alunos itinerantes, esta

foi a primeira vez que Elisangela Mees foi desafiada a ensinar filhos de circenses. Sensibilizada com reportagem publicada pela Gazeta do Sul

19 e 20 de agosto, "Uma vida na estrada dedicada aos espetáculos”, ela resolveu trabalhar, ao longo

de toda a semana, a temática com a turma de pouco mais de 20 alunos. Entre as atividades propostas,

estiveram ditados, imagens para colorir e leituras como “O nosso colega Antônio é artista do Circo

35 Italiano e o sonho dele quando crescer é ser homem pássaro e equilibrista”. Durante uma das aulas, a

turminha, em coro, repetiu a frase e fez questão de verbalizar os aprendizados da semana. “Foi uma

experiência muito bacana, ainda mais porque o Antônio estava ali para compartilhar suas experiências

com a turma. Um mundo novo foi apresentado”, disse Elisangela.

(Adaptado de: www.gaz.com.br/ Acessado em: 17.08.2021)

Os textos I, Il e IIl abordam possíveis relações entre o acesso à educação e a existência do trabalho infantil no século XXI. Contudo, cada texto aborda espaços sociais e geográficos distintos. Sobre esses espaços presentes nos textos, é correto afirmar que

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2037874 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: Col.Mil. Rio de Janeiro
Orgão: Col.Mil. Rio Janeiro

Quando refletimos sobre a RELAÇÃO ENTRE EDUCAÇÃO E TRABALHO INFANTIL, uma das primeiras perspectivas que se abre é a de crianças e adolescentes em trabalho infantil em virtude da necessidade de subsistência de suas famílias. No entanto, o precário acesso à Educação não se reduz a essa ótica, tendo também outras vertentes passíveis de análise crítica. Desse modo, a escolha desse tema se dá pelo desejo de mostrar aos nossos futuros cadetes de Thomaz Coelho como devemos valorizar o ensino ao qual temos acesso nos dias de hoje.


TEXTO I


Unesco: 47% de crianças refugiadas no mundo não vão à escola

Publicação revela que 84% dos adolescentes também não vão ao colégio


Publicado em 02.02.2020 — Por Heloísa Cristaldo — Agência Brasil


Em todo o mundo, cerca de 47% das crianças refugiadas não foram matriculadas na educação primária, e 84% dos adolescentes refugiados (entre 15 e 17 anos) não frequentavam a educação secundária em 2016. As informações fazem parte da publicação “Proteção do Direito à Educação dos Refugiados”, lançada pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).

O documento analisa questões sobre o direito à educação de refugiados, o marco legal internacional do direito à educação e os instrumentos normativos que o garantem a todas as pessoas, incluindo refugiados e quem vive nessas condições. Segundo a publicação, mais de 65 milhões de pessoas procuram asilo, são deslocadas internamente ou são refugiadas.

Metade dos refugiados do mundo são crianças menores de 18 anos. A duração média de exílio de um refugiado é de cerca de 20 anos, “o que é mais do que toda uma infância e representa “uma fração significativa dos anos produtivos da vida de uma pessoa”, avalia o documento. (...)


Acesso à educação


A publicação aponta que, entre os refugiados, apenas 50% das crianças frequentam a educação primária e apenas 25% estão na educação secundária. “No Oriente Médio e no Norte da África, na última década, os países investiram recursos consideráveis para aumentar a frequência escolar das crianças. Entretanto, recentemente, esse progresso parou. (...)

“Sem acesso à educação secundária, as crianças e os adolescentes refugiados ficam vulneráveis ao trabalho infantil, à exploração e a problemas de comportamentos negativos (...) A educação de meninas também pode protegê-las do casamento e/ou da gravidez precoce e dos riscos da exploração sexual”, indica a publicação. (...)

Fonte: www.agenciabrasil.ebc.com.br/ Acessado em: 16.08.2021)

Texto Il


Combate a exploração ao trabalho infantil


Por alunos do 5º ano/EF da Escola Municipal JOÃO PAULO Il


*O texto a seguir foi construído por alunos do Ensino Fundamental e, por isso, encontra-se na linguagem informal.

FORTALEZA(CE), JUNHO DE 2012.


O direito da criança

Na constituição está

No ECA também há

Artigos pra mostrar

Que o direito da criança

É para se respeitar

(..)

E não se pode deixar

A criança trabalhar

Tirando o tempo de estudar

A liberdade de brincar

O direito de sonhar

Com o futuro que terá

Se algum coleguinha

Começar a aula faltar

Para serviço prestar

deixando de frequentar

a aula pra trabalhar

você deve alertar

(..)

E quem isso negar

Um crime cometerá

E na lei vai pagar

Mas só acontecerá

Se alguém denunciar

A quem a criança explorar


Nos afazeres da casa

A criança pode ajudar

Isso é colaborar

E responsabilidade ganhar

Só não pode exagerar

Quando em casa ajudar

(...)

No Brasil é fácil encontrar

Criança que vai trabalhar

Para a família sustentar

Na zona rural há

Na cidade não vai faltar

Você pode acreditar

Meninas vão trabalhar

De doméstica ou babá

Para em casa ajudar

O alimento comprar

Sem ter dia para folgar

Ou tempo de estudar

(..)

Fácil não será

Mas não custa tentar

O trabalho infantil acabar

Se a população se juntar

Para se fazer praticar

O que na lei está.

(Fonte: www.fundacaotelefonicavivo.org.br/ Acessado em: 16.08.2021)


Texto III

Como é a vida escolar dos filhos de artistas circenses

Em apenas um ano, crianças chegam a estudar em mais de dez escolas diferentes

Por Natany Borges


1______É no ano em que aprende a formar sílabas, compreender palavras e dar sentido às frases que

Antônio Bartolo Neto, de apenas sete anos, experimenta a vida “nômade” em contraponto à

“permanência” na escola. Representante da oitava geração de uma família de artistas de circo, ele já

sabe que a cada novo mês conhecerá uma nova cidade, será matriculado em uma nova instituição de

5 ensino e precisará interagir com uma turma já entrosada nas atividades de alfabetização. Somente em

2017, o pequeno aluno acumula registros de sete escolas em seu caderno. A última foi em Venâncio

Aires. Penúltima, Rio de Janeiro. Antepenúltima, Nova Iguaçu (RJ). A próxima? Rio Pardo.

______Enquanto isso, é em Santa Cruz do Sul que estabelece uma rotina que já completa quatro

semanas. Amparado pela professora da Escola Ernesto Alves, Elisangela Mees, o aluno trabalhou nos

10 últimos dias as vogais. “No primeiro dia de aula olhei o caderninho dele e depois fiz um ditado para

entender em que nível ele estava”, explicou. Enquanto boa parte da turma já consegue decifrar as

palavras, o pequeno Neto ainda apresenta certa dificuldade. Nada, entretanto, que comprometa o seu

desempenho em sala de aula. “O que dificulta é essa “quebra” de sequência. Por isso, eles têm o ritmo

um pouco mais lento”. Em sala de aula, a professora dos anos iniciais já está acostumada a lecionar

15 para crianças nômades. Todo mês de outubro, por exemplo, dá aula para os filhos dos trabalhadores

do parque de diversões que vêm à Oktoberfest.

______A matrícula desses alunos — filhos de profissionais itinerantes — é assegurada por meio da Lei

Federal 6.533/78, a qual assegura a mudança de escola em escola, mediante apresentação de

certificado da instituição de origem. É por isso que o pai de Neto, o artista do Circo Italiano, Bartolo

20 Júnior, guarda a sete chaves o tal documento, junto com o histórico escolar do pequeno. “Assim que

definimos uma nova cidade e o espaço para a estada do circo, a primeira questão a providenciar é

uma escola para os pequenos”, explica Júnior. Segundo o malabarista, dificilmente há contratempos na

hora de garantir uma vaga. Basta levar a documentação para que no mesmo dia ou no seguinte, os

pequenos já estejam matriculados. “Conquanto queiram seguir com a vida de circo, eles precisam

25 estudar. Sempre digo que com educação vão ser alguém na vida.” Nesse contexto, o pai acrescenta

que a cobrança “em casa” — o interior do motorhome — é a mesma dos pais que têm trabalho fixo na

cidade. “Depois da aula, a Paula (mãe) verifica o caderno e ajuda ele na lição. Só depois é que ele vai

brincar ou acompanhar as atividades do circo”, finaliza. Além de Neto, Junior também é pai de Alice, “

12,e Daniel, 14. Ambos estão no sétimo ano e também estudam no Ernesto.

30______Apesar de já ter lecionado para alunos itinerantes, esta

foi a primeira vez que Elisangela Mees foi desafiada a ensinar filhos de circenses. Sensibilizada com reportagem publicada pela Gazeta do Sul

19 e 20 de agosto, "Uma vida na estrada dedicada aos espetáculos”, ela resolveu trabalhar, ao longo

de toda a semana, a temática com a turma de pouco mais de 20 alunos. Entre as atividades propostas,

estiveram ditados, imagens para colorir e leituras como “O nosso colega Antônio é artista do Circo

35 Italiano e o sonho dele quando crescer é ser homem pássaro e equilibrista”. Durante uma das aulas, a

turminha, em coro, repetiu a frase e fez questão de verbalizar os aprendizados da semana. “Foi uma

experiência muito bacana, ainda mais porque o Antônio estava ali para compartilhar suas experiências

com a turma. Um mundo novo foi apresentado”, disse Elisangela.

(Adaptado de: www.gaz.com.br/ Acessado em: 17.08.2021)

A fim de melhor compreender a rotina do pequeno Antônio Bartolo Neto, a reportagem faz uso de diversos períodos compostos, dentre eles, o que se segue:

"É no ano em que aprende a formar sílabas, compreender palavras e dar sentido às frases que Antônio Bartolo Neto, de apenas sete anos, experimenta a vida 'nômade' em contraponto à 'permanência' na escola.”

Observa-se que a partícula destacada acima é classificada como ______ e tem a finalidade de retomar o significado previamente apresentado de ________.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2037873 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: Col.Mil. Rio de Janeiro
Orgão: Col.Mil. Rio Janeiro

Quando refletimos sobre a RELAÇÃO ENTRE EDUCAÇÃO E TRABALHO INFANTIL, uma das primeiras perspectivas que se abre é a de crianças e adolescentes em trabalho infantil em virtude da necessidade de subsistência de suas famílias. No entanto, o precário acesso à Educação não se reduz a essa ótica, tendo também outras vertentes passíveis de análise crítica. Desse modo, a escolha desse tema se dá pelo desejo de mostrar aos nossos futuros cadetes de Thomaz Coelho como devemos valorizar o ensino ao qual temos acesso nos dias de hoje.


TEXTO I


Unesco: 47% de crianças refugiadas no mundo não vão à escola

Publicação revela que 84% dos adolescentes também não vão ao colégio


Publicado em 02.02.2020 — Por Heloísa Cristaldo — Agência Brasil


Em todo o mundo, cerca de 47% das crianças refugiadas não foram matriculadas na educação primária, e 84% dos adolescentes refugiados (entre 15 e 17 anos) não frequentavam a educação secundária em 2016. As informações fazem parte da publicação “Proteção do Direito à Educação dos Refugiados”, lançada pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).

O documento analisa questões sobre o direito à educação de refugiados, o marco legal internacional do direito à educação e os instrumentos normativos que o garantem a todas as pessoas, incluindo refugiados e quem vive nessas condições. Segundo a publicação, mais de 65 milhões de pessoas procuram asilo, são deslocadas internamente ou são refugiadas.

Metade dos refugiados do mundo são crianças menores de 18 anos. A duração média de exílio de um refugiado é de cerca de 20 anos, “o que é mais do que toda uma infância e representa “uma fração significativa dos anos produtivos da vida de uma pessoa”, avalia o documento. (...)


Acesso à educação


A publicação aponta que, entre os refugiados, apenas 50% das crianças frequentam a educação primária e apenas 25% estão na educação secundária. “No Oriente Médio e no Norte da África, na última década, os países investiram recursos consideráveis para aumentar a frequência escolar das crianças. Entretanto, recentemente, esse progresso parou. (...)

“Sem acesso à educação secundária, as crianças e os adolescentes refugiados ficam vulneráveis ao trabalho infantil, à exploração e a problemas de comportamentos negativos (...) A educação de meninas também pode protegê-las do casamento e/ou da gravidez precoce e dos riscos da exploração sexual”, indica a publicação. (...)

Fonte: www.agenciabrasil.ebc.com.br/ Acessado em: 16.08.2021)

Texto Il


Combate a exploração ao trabalho infantil


Por alunos do 5º ano/EF da Escola Municipal JOÃO PAULO Il


*O texto a seguir foi construído por alunos do Ensino Fundamental e, por isso, encontra-se na linguagem informal.

FORTALEZA(CE), JUNHO DE 2012.


O direito da criança

Na constituição está

No ECA também há

Artigos pra mostrar

Que o direito da criança

É para se respeitar

(..)

E não se pode deixar

A criança trabalhar

Tirando o tempo de estudar

A liberdade de brincar

O direito de sonhar

Com o futuro que terá

Se algum coleguinha

Começar a aula faltar

Para serviço prestar

deixando de frequentar

a aula pra trabalhar

você deve alertar

(..)

E quem isso negar

Um crime cometerá

E na lei vai pagar

Mas só acontecerá

Se alguém denunciar

A quem a criança explorar


Nos afazeres da casa

A criança pode ajudar

Isso é colaborar

E responsabilidade ganhar

Só não pode exagerar

Quando em casa ajudar

(...)

No Brasil é fácil encontrar

Criança que vai trabalhar

Para a família sustentar

Na zona rural há

Na cidade não vai faltar

Você pode acreditar

Meninas vão trabalhar

De doméstica ou babá

Para em casa ajudar

O alimento comprar

Sem ter dia para folgar

Ou tempo de estudar

(..)

Fácil não será

Mas não custa tentar

O trabalho infantil acabar

Se a população se juntar

Para se fazer praticar

O que na lei está.

(Fonte: www.fundacaotelefonicavivo.org.br/ Acessado em: 16.08.2021)


Texto III

Como é a vida escolar dos filhos de artistas circenses

Em apenas um ano, crianças chegam a estudar em mais de dez escolas diferentes

Por Natany Borges


1______É no ano em que aprende a formar sílabas, compreender palavras e dar sentido às frases que

Antônio Bartolo Neto, de apenas sete anos, experimenta a vida “nômade” em contraponto à

“permanência” na escola. Representante da oitava geração de uma família de artistas de circo, ele já

sabe que a cada novo mês conhecerá uma nova cidade, será matriculado em uma nova instituição de

5 ensino e precisará interagir com uma turma já entrosada nas atividades de alfabetização. Somente em

2017, o pequeno aluno acumula registros de sete escolas em seu caderno. A última foi em Venâncio

Aires. Penúltima, Rio de Janeiro. Antepenúltima, Nova Iguaçu (RJ). A próxima? Rio Pardo.

______Enquanto isso, é em Santa Cruz do Sul que estabelece uma rotina que já completa quatro

semanas. Amparado pela professora da Escola Ernesto Alves, Elisangela Mees, o aluno trabalhou nos

10 últimos dias as vogais. “No primeiro dia de aula olhei o caderninho dele e depois fiz um ditado para

entender em que nível ele estava”, explicou. Enquanto boa parte da turma já consegue decifrar as

palavras, o pequeno Neto ainda apresenta certa dificuldade. Nada, entretanto, que comprometa o seu

desempenho em sala de aula. “O que dificulta é essa “quebra” de sequência. Por isso, eles têm o ritmo

um pouco mais lento”. Em sala de aula, a professora dos anos iniciais já está acostumada a lecionar

15 para crianças nômades. Todo mês de outubro, por exemplo, dá aula para os filhos dos trabalhadores

do parque de diversões que vêm à Oktoberfest.

______A matrícula desses alunos — filhos de profissionais itinerantes — é assegurada por meio da Lei

Federal 6.533/78, a qual assegura a mudança de escola em escola, mediante apresentação de

certificado da instituição de origem. É por isso que o pai de Neto, o artista do Circo Italiano, Bartolo

20 Júnior, guarda a sete chaves o tal documento, junto com o histórico escolar do pequeno. “Assim que

definimos uma nova cidade e o espaço para a estada do circo, a primeira questão a providenciar é

uma escola para os pequenos”, explica Júnior. Segundo o malabarista, dificilmente há contratempos na

hora de garantir uma vaga. Basta levar a documentação para que no mesmo dia ou no seguinte, os

pequenos já estejam matriculados. “Conquanto queiram seguir com a vida de circo, eles precisam

25 estudar. Sempre digo que com educação vão ser alguém na vida.” Nesse contexto, o pai acrescenta

que a cobrança “em casa” — o interior do motorhome — é a mesma dos pais que têm trabalho fixo na

cidade. “Depois da aula, a Paula (mãe) verifica o caderno e ajuda ele na lição. Só depois é que ele vai

brincar ou acompanhar as atividades do circo”, finaliza. Além de Neto, Junior também é pai de Alice, “

12,e Daniel, 14. Ambos estão no sétimo ano e também estudam no Ernesto.

30______Apesar de já ter lecionado para alunos itinerantes, esta

foi a primeira vez que Elisangela Mees foi desafiada a ensinar filhos de circenses. Sensibilizada com reportagem publicada pela Gazeta do Sul

19 e 20 de agosto, "Uma vida na estrada dedicada aos espetáculos”, ela resolveu trabalhar, ao longo

de toda a semana, a temática com a turma de pouco mais de 20 alunos. Entre as atividades propostas,

estiveram ditados, imagens para colorir e leituras como “O nosso colega Antônio é artista do Circo

35 Italiano e o sonho dele quando crescer é ser homem pássaro e equilibrista”. Durante uma das aulas, a

turminha, em coro, repetiu a frase e fez questão de verbalizar os aprendizados da semana. “Foi uma

experiência muito bacana, ainda mais porque o Antônio estava ali para compartilhar suas experiências

com a turma. Um mundo novo foi apresentado”, disse Elisangela.

(Adaptado de: www.gaz.com.br/ Acessado em: 17.08.2021)

O texto I aborda a relação entre a condição de refugiados por crianças e adolescentes e a baixa frequência nos ensinos primário e secundário. A fim de construir seu texto expositivo, a autora fundamenta-o principalmente por meio de

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2037872 Ano: 2021
Disciplina: Estatística
Banca: Col.Mil. Rio de Janeiro
Orgão: Col.Mil. Rio Janeiro

O alamar é o um dos símbolos da meritocracia dos Colégios Militares. É conquistado pelo aluno que obtiver média igual ou superior a 8,0 em todas as disciplinas. Além da nota, o aluno tem que ter bom comportamento, respeitando as normas do Colégio Militar.

enunciado 1506384-1

Conforme a distribuição de médias da tabela acima, qual o percentual de alunos da turma 101 que poderá concorrer à conquista do alamar no ano de 2020?

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2037871 Ano: 2021
Disciplina: Estatística
Banca: Col.Mil. Rio de Janeiro
Orgão: Col.Mil. Rio Janeiro

Foi realizada uma avaliação, valendo de O a 100, para seleção dos alunos que iriam compor a equipe de uma olimpíada de conhecimentos. Havia, inicialmente, 25 alunos e, para a aprovação, o aluno precisava obter uma nota igual ou superior a 60. Após a correção, o resultado foi de 10 alunos reprovados e 15 alunos aprovados, sendo a média aritmética dos reprovados 52 e a média aritmética dos aprovados 70. O professor, porém, considerou dar um bônus de 5 pontos para todos os alunos, pois a participação deles durante as aulas de treinamento foi bastante efetiva e sem faltas. Com este bônus, a média aritmética dos reprovados foi alterada para 52,4, e a dos aprovados foi alterada para 71,65. Determine corretamente a quantidade de alunos que mudou a condição de reprovado para aprovado.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2037870 Ano: 2021
Disciplina: Matemática
Banca: Col.Mil. Rio de Janeiro
Orgão: Col.Mil. Rio Janeiro

O croqui abaixo foi confeccionado por um agrimensor, que determinou as paralelas r e s e, a partir do ponto de apoio F, traçou os segmentos de reta !$ \dfrac{ }{FA} !$, !$ \dfrac{ }{AH} !$, e, do ponto E, traçou os segmentos de reta !$ \dfrac{ }{EC} !$ e !$ \dfrac{ }{CG} !$, sendo que, !$ \dfrac{ }{FA} !$ é bissetriz do ângulo EÂB; !$ \dfrac{ }{AH} !$ é bissetriz do ângulo DÂG; !$ \dfrac{ }{EC} !$ é bissetriz do ângulo FÊG e !$ \dfrac{ }{CG} !$ é bissetriz do ângulo DÊH.

Enunciado 1506382-1

A partir dos dados indicados no texto e no croqui, determine o ângulo x.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas