Foram encontradas 47 questões.
Disciplina: Matemática
Banca: Col.Mil. Rio de Janeiro
Orgão: Col.Mil. Rio Janeiro

Na tabela a seguir, os símbolos são elementos do conjunto dos números Naturais.


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Disciplina: Matemática
Banca: Col.Mil. Rio de Janeiro
Orgão: Col.Mil. Rio Janeiro

Um grupo de alunos do Colégio Militar do Rio de Janeiro (CMRJ) participará de uma olimpíada de Matemática, no Colégio Militar de Brasília (CMB). A viagem de ônibus será de 3 dias e, no caminho, os alunos do CMRJ visitarão os Colégios Militares de Juiz de Fora e de Belo Horizonte. No primeiro dia de viagem, chegarão ao Colégio de Juiz de Fora, percorrendo 1/7 do percurso total. No segundo dia, chegarão ao Colégio de Belo Horizonte, quando terão percorrido 1/4 do que faltava para chegar ao CMB. No terceiro dia, completarão a viagem, percorrendo os últimos 810km.
O percurso total,em quilômetros, percorrido pelo ônibus é um número compreendido entre

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Disciplina: Matemática
Banca: Col.Mil. Rio de Janeiro
Orgão: Col.Mil. Rio Janeiro

Nas olimpíadas internas do Colégio Militar do Rio de Janeiro (CMRJ), os alunos Ana Vilela, Mateus Furtado e Letícia Cardoso participaram de uma corrida de atletismo. Para completarem uma volta na pista, os tempos deles são, respectivamente, 1,5 minuto; 1,8 minuto e 2 minutos. Considerando que eles partem do mesmo local e no mesmo instante, após algum tempo, os três se encontram pela primeira vez no local de partida.
Um segundo após eles terem se encontrado pela terceira vez, Ana Vilela terá dado quantas voltas na pista?

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Quando refletimos sobre a RELAÇÃO ENTRE EDUCAÇÃO E TRABALHO INFANTIL, uma das primeiras perspectivas que se abre é a de crianças e adolescentes em trabalho infantil em virtude da necessidade de subsistência de suas famílias. No entanto, o precário acesso à Educação não se reduz a essa ótica, tendo também outras vertentes passíveis de análise crítica. Desse modo, a escolha desse tema se dá pelo desejo de mostrar aos nossos futuros cadetes de Thomaz Coelho como devemos valorizar o ensino ao qual temos acesso nos dias de hoje.
TEXTO I
Unesco: 47% de crianças refugiadas no mundo não vão à escola
Publicação revela que 84% dos adolescentes também não vão ao colégio
Publicado em 02.02.2020 — Por Heloísa Cristaldo — Agência Brasil
Em todo o mundo, cerca de 47% das crianças refugiadas não foram matriculadas na educação primária, e 84% dos adolescentes refugiados (entre 15 e 17 anos) não frequentavam a educação secundária em 2016. As informações fazem parte da publicação “Proteção do Direito à Educação dos Refugiados”, lançada pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).
O documento analisa questões sobre o direito à educação de refugiados, o marco legal internacional do direito à educação e os instrumentos normativos que o garantem a todas as pessoas, incluindo refugiados e quem vive nessas condições. Segundo a publicação, mais de 65 milhões de pessoas procuram asilo, são deslocadas internamente ou são refugiadas.
Metade dos refugiados do mundo são crianças menores de 18 anos. A duração média de exílio de um refugiado é de cerca de 20 anos, “o que é mais do que toda uma infância e representa “uma fração significativa dos anos produtivos da vida de uma pessoa”, avalia o documento. (...)
Acesso à educação
A publicação aponta que, entre os refugiados, apenas 50% das crianças frequentam a educação primária e apenas 25% estão na educação secundária. “No Oriente Médio e no Norte da África, na última década, os países investiram recursos consideráveis para aumentar a frequência escolar das crianças. Entretanto, recentemente, esse progresso parou. (...)
“Sem acesso à educação secundária, as crianças e os adolescentes refugiados ficam vulneráveis ao trabalho infantil, à exploração e a problemas de comportamentos negativos (...) A educação de meninas também pode protegê-las do casamento e/ou da gravidez precoce e dos riscos da exploração sexual”, indica a publicação. (...)
Fonte: www.agenciabrasil.ebc.com.br/ Acessado em: 16.08.2021)
Texto Il
Combate a exploração ao trabalho infantil
Por alunos do 5º ano/EF da Escola Municipal JOÃO PAULO Il
*O texto a seguir foi construído por alunos do Ensino Fundamental e, por isso, encontra-se na linguagem informal.
FORTALEZA(CE), JUNHO DE 2012.
O direito da criança
Na constituição está
No ECA também há
Artigos pra mostrar
Que o direito da criança
É para se respeitar
(..)
E não se pode deixar
A criança trabalhar
Tirando o tempo de estudar
A liberdade de brincar
O direito de sonhar
Com o futuro que terá
Se algum coleguinha
Começar a aula faltar
Para serviço prestar
deixando de frequentar
a aula pra trabalhar
você deve alertar
(..)
E quem isso negar
Um crime cometerá
E na lei vai pagar
Mas só acontecerá
Se alguém denunciar
A quem a criança explorar
Nos afazeres da casa
A criança pode ajudar
Isso é colaborar
E responsabilidade ganhar
Só não pode exagerar
Quando em casa ajudar
(...)
No Brasil é fácil encontrar
Criança que vai trabalhar
Para a família sustentar
Na zona rural há
Na cidade não vai faltar
Você pode acreditar
Meninas vão trabalhar
De doméstica ou babá
Para em casa ajudar
O alimento comprar
Sem ter dia para folgar
Ou tempo de estudar
(..)
Fácil não será
Mas não custa tentar
O trabalho infantil acabar
Se a população se juntar
Para se fazer praticar
O que na lei está.
(Fonte: www.fundacaotelefonicavivo.org.br/ Acessado em: 16.08.2021)
Texto III
Como é a vida escolar dos filhos de artistas circenses
Em apenas um ano, crianças chegam a estudar em mais de dez escolas diferentes
Por Natany Borges
1______É no ano em que aprende a formar sílabas, compreender palavras e dar sentido às frases que
Antônio Bartolo Neto, de apenas sete anos, experimenta a vida “nômade” em contraponto à
“permanência” na escola. Representante da oitava geração de uma família de artistas de circo, ele já
sabe que a cada novo mês conhecerá uma nova cidade, será matriculado em uma nova instituição de
5 ensino e precisará interagir com uma turma já entrosada nas atividades de alfabetização. Somente em
2017, o pequeno aluno acumula registros de sete escolas em seu caderno. A última foi em Venâncio
Aires. Penúltima, Rio de Janeiro. Antepenúltima, Nova Iguaçu (RJ). A próxima? Rio Pardo.
______Enquanto isso, é em Santa Cruz do Sul que estabelece uma rotina que já completa quatro
semanas. Amparado pela professora da Escola Ernesto Alves, Elisangela Mees, o aluno trabalhou nos
10 últimos dias as vogais. “No primeiro dia de aula olhei o caderninho dele e depois fiz um ditado para
entender em que nível ele estava”, explicou. Enquanto boa parte da turma já consegue decifrar as
palavras, o pequeno Neto ainda apresenta certa dificuldade. Nada, entretanto, que comprometa o seu
desempenho em sala de aula. “O que dificulta é essa “quebra” de sequência. Por isso, eles têm o ritmo
um pouco mais lento”. Em sala de aula, a professora dos anos iniciais já está acostumada a lecionar
15 para crianças nômades. Todo mês de outubro, por exemplo, dá aula para os filhos dos trabalhadores
do parque de diversões que vêm à Oktoberfest.
______A matrícula desses alunos — filhos de profissionais itinerantes — é assegurada por meio da Lei
Federal 6.533/78, a qual assegura a mudança de escola em escola, mediante apresentação de
certificado da instituição de origem. É por isso que o pai de Neto, o artista do Circo Italiano, Bartolo
20 Júnior, guarda a sete chaves o tal documento, junto com o histórico escolar do pequeno. “Assim que
definimos uma nova cidade e o espaço para a estada do circo, a primeira questão a providenciar é
uma escola para os pequenos”, explica Júnior. Segundo o malabarista, dificilmente há contratempos na
hora de garantir uma vaga. Basta levar a documentação para que no mesmo dia ou no seguinte, os
pequenos já estejam matriculados. “Conquanto queiram seguir com a vida de circo, eles precisam
25 estudar. Sempre digo que com educação vão ser alguém na vida.” Nesse contexto, o pai acrescenta
que a cobrança “em casa” — o interior do motorhome — é a mesma dos pais que têm trabalho fixo na
cidade. “Depois da aula, a Paula (mãe) verifica o caderno e ajuda ele na lição. Só depois é que ele vai
brincar ou acompanhar as atividades do circo”, finaliza. Além de Neto, Junior também é pai de Alice, “
12,e Daniel, 14. Ambos estão no sétimo ano e também estudam no Ernesto.
30______Apesar de já ter lecionado para alunos itinerantes, esta
foi a primeira vez que Elisangela Mees foi desafiada a ensinar filhos de circenses. Sensibilizada com reportagem publicada pela Gazeta do Sul
19 e 20 de agosto, "Uma vida na estrada dedicada aos espetáculos”, ela resolveu trabalhar, ao longo
de toda a semana, a temática com a turma de pouco mais de 20 alunos. Entre as atividades propostas,
estiveram ditados, imagens para colorir e leituras como “O nosso colega Antônio é artista do Circo
35 Italiano e o sonho dele quando crescer é ser homem pássaro e equilibrista”. Durante uma das aulas, a
turminha, em coro, repetiu a frase e fez questão de verbalizar os aprendizados da semana. “Foi uma
experiência muito bacana, ainda mais porque o Antônio estava ali para compartilhar suas experiências
com a turma. Um mundo novo foi apresentado”, disse Elisangela.
(Adaptado de: www.gaz.com.br/ Acessado em: 17.08.2021)
No título do cordel — texto II — a expressão “COMBATE A EXPLORAÇÃO”, pode-se afirmar que a falta do emprego do sinal indicativo de crase encontra-se em desacordo com a norma gramatical vigente.
Assinale a expressão abaixo que também se encontra em desacordo com a norma-padrão.
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Quando refletimos sobre a RELAÇÃO ENTRE EDUCAÇÃO E TRABALHO INFANTIL, uma das primeiras perspectivas que se abre é a de crianças e adolescentes em trabalho infantil em virtude da necessidade de subsistência de suas famílias. No entanto, o precário acesso à Educação não se reduz a essa ótica, tendo também outras vertentes passíveis de análise crítica. Desse modo, a escolha desse tema se dá pelo desejo de mostrar aos nossos futuros cadetes de Thomaz Coelho como devemos valorizar o ensino ao qual temos acesso nos dias de hoje.
TEXTO I
Unesco: 47% de crianças refugiadas no mundo não vão à escola
Publicação revela que 84% dos adolescentes também não vão ao colégio
Publicado em 02.02.2020 — Por Heloísa Cristaldo — Agência Brasil
Em todo o mundo, cerca de 47% das crianças refugiadas não foram matriculadas na educação primária, e 84% dos adolescentes refugiados (entre 15 e 17 anos) não frequentavam a educação secundária em 2016. As informações fazem parte da publicação “Proteção do Direito à Educação dos Refugiados”, lançada pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).
O documento analisa questões sobre o direito à educação de refugiados, o marco legal internacional do direito à educação e os instrumentos normativos que o garantem a todas as pessoas, incluindo refugiados e quem vive nessas condições. Segundo a publicação, mais de 65 milhões de pessoas procuram asilo, são deslocadas internamente ou são refugiadas.
Metade dos refugiados do mundo são crianças menores de 18 anos. A duração média de exílio de um refugiado é de cerca de 20 anos, “o que é mais do que toda uma infância e representa “uma fração significativa dos anos produtivos da vida de uma pessoa”, avalia o documento. (...)
Acesso à educação
A publicação aponta que, entre os refugiados, apenas 50% das crianças frequentam a educação primária e apenas 25% estão na educação secundária. “No Oriente Médio e no Norte da África, na última década, os países investiram recursos consideráveis para aumentar a frequência escolar das crianças. Entretanto, recentemente, esse progresso parou. (...)
“Sem acesso à educação secundária, as crianças e os adolescentes refugiados ficam vulneráveis ao trabalho infantil, à exploração e a problemas de comportamentos negativos (...) A educação de meninas também pode protegê-las do casamento e/ou da gravidez precoce e dos riscos da exploração sexual”, indica a publicação. (...)
Fonte: www.agenciabrasil.ebc.com.br/ Acessado em: 16.08.2021)
Texto Il
Combate a exploração ao trabalho infantil
Por alunos do 5º ano/EF da Escola Municipal JOÃO PAULO Il
*O texto a seguir foi construído por alunos do Ensino Fundamental e, por isso, encontra-se na linguagem informal.
FORTALEZA(CE), JUNHO DE 2012.
O direito da criança
Na constituição está
No ECA também há
Artigos pra mostrar
Que o direito da criança
É para se respeitar
(..)
E não se pode deixar
A criança trabalhar
Tirando o tempo de estudar
A liberdade de brincar
O direito de sonhar
Com o futuro que terá
Se algum coleguinha
Começar a aula faltar
Para serviço prestar
deixando de frequentar
a aula pra trabalhar
você deve alertar
(..)
E quem isso negar
Um crime cometerá
E na lei vai pagar
Mas só acontecerá
Se alguém denunciar
A quem a criança explorar
Nos afazeres da casa
A criança pode ajudar
Isso é colaborar
E responsabilidade ganhar
Só não pode exagerar
Quando em casa ajudar
(...)
No Brasil é fácil encontrar
Criança que vai trabalhar
Para a família sustentar
Na zona rural há
Na cidade não vai faltar
Você pode acreditar
Meninas vão trabalhar
De doméstica ou babá
Para em casa ajudar
O alimento comprar
Sem ter dia para folgar
Ou tempo de estudar
(..)
Fácil não será
Mas não custa tentar
O trabalho infantil acabar
Se a população se juntar
Para se fazer praticar
O que na lei está.
(Fonte: www.fundacaotelefonicavivo.org.br/ Acessado em: 16.08.2021)
Texto III
Como é a vida escolar dos filhos de artistas circenses
Em apenas um ano, crianças chegam a estudar em mais de dez escolas diferentes
Por Natany Borges
1______É no ano em que aprende a formar sílabas, compreender palavras e dar sentido às frases que
Antônio Bartolo Neto, de apenas sete anos, experimenta a vida “nômade” em contraponto à
“permanência” na escola. Representante da oitava geração de uma família de artistas de circo, ele já
sabe que a cada novo mês conhecerá uma nova cidade, será matriculado em uma nova instituição de
5 ensino e precisará interagir com uma turma já entrosada nas atividades de alfabetização. Somente em
2017, o pequeno aluno acumula registros de sete escolas em seu caderno. A última foi em Venâncio
Aires. Penúltima, Rio de Janeiro. Antepenúltima, Nova Iguaçu (RJ). A próxima? Rio Pardo.
______Enquanto isso, é em Santa Cruz do Sul que estabelece uma rotina que já completa quatro
semanas. Amparado pela professora da Escola Ernesto Alves, Elisangela Mees, o aluno trabalhou nos
10 últimos dias as vogais. “No primeiro dia de aula olhei o caderninho dele e depois fiz um ditado para
entender em que nível ele estava”, explicou. Enquanto boa parte da turma já consegue decifrar as
palavras, o pequeno Neto ainda apresenta certa dificuldade. Nada, entretanto, que comprometa o seu
desempenho em sala de aula. “O que dificulta é essa “quebra” de sequência. Por isso, eles têm o ritmo
um pouco mais lento”. Em sala de aula, a professora dos anos iniciais já está acostumada a lecionar
15 para crianças nômades. Todo mês de outubro, por exemplo, dá aula para os filhos dos trabalhadores
do parque de diversões que vêm à Oktoberfest.
______A matrícula desses alunos — filhos de profissionais itinerantes — é assegurada por meio da Lei
Federal 6.533/78, a qual assegura a mudança de escola em escola, mediante apresentação de
certificado da instituição de origem. É por isso que o pai de Neto, o artista do Circo Italiano, Bartolo
20 Júnior, guarda a sete chaves o tal documento, junto com o histórico escolar do pequeno. “Assim que
definimos uma nova cidade e o espaço para a estada do circo, a primeira questão a providenciar é
uma escola para os pequenos”, explica Júnior. Segundo o malabarista, dificilmente há contratempos na
hora de garantir uma vaga. Basta levar a documentação para que no mesmo dia ou no seguinte, os
pequenos já estejam matriculados. “Conquanto queiram seguir com a vida de circo, eles precisam
25 estudar. Sempre digo que com educação vão ser alguém na vida.” Nesse contexto, o pai acrescenta
que a cobrança “em casa” — o interior do motorhome — é a mesma dos pais que têm trabalho fixo na
cidade. “Depois da aula, a Paula (mãe) verifica o caderno e ajuda ele na lição. Só depois é que ele vai
brincar ou acompanhar as atividades do circo”, finaliza. Além de Neto, Junior também é pai de Alice, “
12,e Daniel, 14. Ambos estão no sétimo ano e também estudam no Ernesto.
30______Apesar de já ter lecionado para alunos itinerantes, esta
foi a primeira vez que Elisangela Mees foi desafiada a ensinar filhos de circenses. Sensibilizada com reportagem publicada pela Gazeta do Sul
19 e 20 de agosto, "Uma vida na estrada dedicada aos espetáculos”, ela resolveu trabalhar, ao longo
de toda a semana, a temática com a turma de pouco mais de 20 alunos. Entre as atividades propostas,
estiveram ditados, imagens para colorir e leituras como “O nosso colega Antônio é artista do Circo
35 Italiano e o sonho dele quando crescer é ser homem pássaro e equilibrista”. Durante uma das aulas, a
turminha, em coro, repetiu a frase e fez questão de verbalizar os aprendizados da semana. “Foi uma
experiência muito bacana, ainda mais porque o Antônio estava ali para compartilhar suas experiências
com a turma. Um mundo novo foi apresentado”, disse Elisangela.
(Adaptado de: www.gaz.com.br/ Acessado em: 17.08.2021)
Os textos I, Il e IIl abordam possíveis relações entre o acesso à educação e a existência do trabalho infantil no século XXI. Contudo, cada texto aborda espaços sociais e geográficos distintos. Sobre esses espaços presentes nos textos, é correto afirmar que
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Quando refletimos sobre a RELAÇÃO ENTRE EDUCAÇÃO E TRABALHO INFANTIL, uma das primeiras perspectivas que se abre é a de crianças e adolescentes em trabalho infantil em virtude da necessidade de subsistência de suas famílias. No entanto, o precário acesso à Educação não se reduz a essa ótica, tendo também outras vertentes passíveis de análise crítica. Desse modo, a escolha desse tema se dá pelo desejo de mostrar aos nossos futuros cadetes de Thomaz Coelho como devemos valorizar o ensino ao qual temos acesso nos dias de hoje.
TEXTO I
Unesco: 47% de crianças refugiadas no mundo não vão à escola
Publicação revela que 84% dos adolescentes também não vão ao colégio
Publicado em 02.02.2020 — Por Heloísa Cristaldo — Agência Brasil
Em todo o mundo, cerca de 47% das crianças refugiadas não foram matriculadas na educação primária, e 84% dos adolescentes refugiados (entre 15 e 17 anos) não frequentavam a educação secundária em 2016. As informações fazem parte da publicação “Proteção do Direito à Educação dos Refugiados”, lançada pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).
O documento analisa questões sobre o direito à educação de refugiados, o marco legal internacional do direito à educação e os instrumentos normativos que o garantem a todas as pessoas, incluindo refugiados e quem vive nessas condições. Segundo a publicação, mais de 65 milhões de pessoas procuram asilo, são deslocadas internamente ou são refugiadas.
Metade dos refugiados do mundo são crianças menores de 18 anos. A duração média de exílio de um refugiado é de cerca de 20 anos, “o que é mais do que toda uma infância e representa “uma fração significativa dos anos produtivos da vida de uma pessoa”, avalia o documento. (...)
Acesso à educação
A publicação aponta que, entre os refugiados, apenas 50% das crianças frequentam a educação primária e apenas 25% estão na educação secundária. “No Oriente Médio e no Norte da África, na última década, os países investiram recursos consideráveis para aumentar a frequência escolar das crianças. Entretanto, recentemente, esse progresso parou. (...)
“Sem acesso à educação secundária, as crianças e os adolescentes refugiados ficam vulneráveis ao trabalho infantil, à exploração e a problemas de comportamentos negativos (...) A educação de meninas também pode protegê-las do casamento e/ou da gravidez precoce e dos riscos da exploração sexual”, indica a publicação. (...)
Fonte: www.agenciabrasil.ebc.com.br/ Acessado em: 16.08.2021)
Texto Il
Combate a exploração ao trabalho infantil
Por alunos do 5º ano/EF da Escola Municipal JOÃO PAULO Il
*O texto a seguir foi construído por alunos do Ensino Fundamental e, por isso, encontra-se na linguagem informal.
FORTALEZA(CE), JUNHO DE 2012.
O direito da criança
Na constituição está
No ECA também há
Artigos pra mostrar
Que o direito da criança
É para se respeitar
(..)
E não se pode deixar
A criança trabalhar
Tirando o tempo de estudar
A liberdade de brincar
O direito de sonhar
Com o futuro que terá
Se algum coleguinha
Começar a aula faltar
Para serviço prestar
deixando de frequentar
a aula pra trabalhar
você deve alertar
(..)
E quem isso negar
Um crime cometerá
E na lei vai pagar
Mas só acontecerá
Se alguém denunciar
A quem a criança explorar
Nos afazeres da casa
A criança pode ajudar
Isso é colaborar
E responsabilidade ganhar
Só não pode exagerar
Quando em casa ajudar
(...)
No Brasil é fácil encontrar
Criança que vai trabalhar
Para a família sustentar
Na zona rural há
Na cidade não vai faltar
Você pode acreditar
Meninas vão trabalhar
De doméstica ou babá
Para em casa ajudar
O alimento comprar
Sem ter dia para folgar
Ou tempo de estudar
(..)
Fácil não será
Mas não custa tentar
O trabalho infantil acabar
Se a população se juntar
Para se fazer praticar
O que na lei está.
(Fonte: www.fundacaotelefonicavivo.org.br/ Acessado em: 16.08.2021)
Texto III
Como é a vida escolar dos filhos de artistas circenses
Em apenas um ano, crianças chegam a estudar em mais de dez escolas diferentes
Por Natany Borges
1______É no ano em que aprende a formar sílabas, compreender palavras e dar sentido às frases que
Antônio Bartolo Neto, de apenas sete anos, experimenta a vida “nômade” em contraponto à
“permanência” na escola. Representante da oitava geração de uma família de artistas de circo, ele já
sabe que a cada novo mês conhecerá uma nova cidade, será matriculado em uma nova instituição de
5 ensino e precisará interagir com uma turma já entrosada nas atividades de alfabetização. Somente em
2017, o pequeno aluno acumula registros de sete escolas em seu caderno. A última foi em Venâncio
Aires. Penúltima, Rio de Janeiro. Antepenúltima, Nova Iguaçu (RJ). A próxima? Rio Pardo.
______Enquanto isso, é em Santa Cruz do Sul que estabelece uma rotina que já completa quatro
semanas. Amparado pela professora da Escola Ernesto Alves, Elisangela Mees, o aluno trabalhou nos
10 últimos dias as vogais. “No primeiro dia de aula olhei o caderninho dele e depois fiz um ditado para
entender em que nível ele estava”, explicou. Enquanto boa parte da turma já consegue decifrar as
palavras, o pequeno Neto ainda apresenta certa dificuldade. Nada, entretanto, que comprometa o seu
desempenho em sala de aula. “O que dificulta é essa “quebra” de sequência. Por isso, eles têm o ritmo
um pouco mais lento”. Em sala de aula, a professora dos anos iniciais já está acostumada a lecionar
15 para crianças nômades. Todo mês de outubro, por exemplo, dá aula para os filhos dos trabalhadores
do parque de diversões que vêm à Oktoberfest.
______A matrícula desses alunos — filhos de profissionais itinerantes — é assegurada por meio da Lei
Federal 6.533/78, a qual assegura a mudança de escola em escola, mediante apresentação de
certificado da instituição de origem. É por isso que o pai de Neto, o artista do Circo Italiano, Bartolo
20 Júnior, guarda a sete chaves o tal documento, junto com o histórico escolar do pequeno. “Assim que
definimos uma nova cidade e o espaço para a estada do circo, a primeira questão a providenciar é
uma escola para os pequenos”, explica Júnior. Segundo o malabarista, dificilmente há contratempos na
hora de garantir uma vaga. Basta levar a documentação para que no mesmo dia ou no seguinte, os
pequenos já estejam matriculados. “Conquanto queiram seguir com a vida de circo, eles precisam
25 estudar. Sempre digo que com educação vão ser alguém na vida.” Nesse contexto, o pai acrescenta
que a cobrança “em casa” — o interior do motorhome — é a mesma dos pais que têm trabalho fixo na
cidade. “Depois da aula, a Paula (mãe) verifica o caderno e ajuda ele na lição. Só depois é que ele vai
brincar ou acompanhar as atividades do circo”, finaliza. Além de Neto, Junior também é pai de Alice, “
12,e Daniel, 14. Ambos estão no sétimo ano e também estudam no Ernesto.
30______Apesar de já ter lecionado para alunos itinerantes, esta
foi a primeira vez que Elisangela Mees foi desafiada a ensinar filhos de circenses. Sensibilizada com reportagem publicada pela Gazeta do Sul
19 e 20 de agosto, "Uma vida na estrada dedicada aos espetáculos”, ela resolveu trabalhar, ao longo
de toda a semana, a temática com a turma de pouco mais de 20 alunos. Entre as atividades propostas,
estiveram ditados, imagens para colorir e leituras como “O nosso colega Antônio é artista do Circo
35 Italiano e o sonho dele quando crescer é ser homem pássaro e equilibrista”. Durante uma das aulas, a
turminha, em coro, repetiu a frase e fez questão de verbalizar os aprendizados da semana. “Foi uma
experiência muito bacana, ainda mais porque o Antônio estava ali para compartilhar suas experiências
com a turma. Um mundo novo foi apresentado”, disse Elisangela.
(Adaptado de: www.gaz.com.br/ Acessado em: 17.08.2021)
A fim de melhor compreender a rotina do pequeno Antônio Bartolo Neto, a reportagem faz uso de diversos períodos compostos, dentre eles, o que se segue:
"É no ano em que aprende a formar sílabas, compreender palavras e dar sentido às frases que Antônio Bartolo Neto, de apenas sete anos, experimenta a vida 'nômade' em contraponto à 'permanência' na escola.”
Observa-se que a partícula destacada acima é classificada como ______ e tem a finalidade de retomar o significado previamente apresentado de ________.
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Quando refletimos sobre a RELAÇÃO ENTRE EDUCAÇÃO E TRABALHO INFANTIL, uma das primeiras perspectivas que se abre é a de crianças e adolescentes em trabalho infantil em virtude da necessidade de subsistência de suas famílias. No entanto, o precário acesso à Educação não se reduz a essa ótica, tendo também outras vertentes passíveis de análise crítica. Desse modo, a escolha desse tema se dá pelo desejo de mostrar aos nossos futuros cadetes de Thomaz Coelho como devemos valorizar o ensino ao qual temos acesso nos dias de hoje.
TEXTO I
Unesco: 47% de crianças refugiadas no mundo não vão à escola
Publicação revela que 84% dos adolescentes também não vão ao colégio
Publicado em 02.02.2020 — Por Heloísa Cristaldo — Agência Brasil
Em todo o mundo, cerca de 47% das crianças refugiadas não foram matriculadas na educação primária, e 84% dos adolescentes refugiados (entre 15 e 17 anos) não frequentavam a educação secundária em 2016. As informações fazem parte da publicação “Proteção do Direito à Educação dos Refugiados”, lançada pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).
O documento analisa questões sobre o direito à educação de refugiados, o marco legal internacional do direito à educação e os instrumentos normativos que o garantem a todas as pessoas, incluindo refugiados e quem vive nessas condições. Segundo a publicação, mais de 65 milhões de pessoas procuram asilo, são deslocadas internamente ou são refugiadas.
Metade dos refugiados do mundo são crianças menores de 18 anos. A duração média de exílio de um refugiado é de cerca de 20 anos, “o que é mais do que toda uma infância e representa “uma fração significativa dos anos produtivos da vida de uma pessoa”, avalia o documento. (...)
Acesso à educação
A publicação aponta que, entre os refugiados, apenas 50% das crianças frequentam a educação primária e apenas 25% estão na educação secundária. “No Oriente Médio e no Norte da África, na última década, os países investiram recursos consideráveis para aumentar a frequência escolar das crianças. Entretanto, recentemente, esse progresso parou. (...)
“Sem acesso à educação secundária, as crianças e os adolescentes refugiados ficam vulneráveis ao trabalho infantil, à exploração e a problemas de comportamentos negativos (...) A educação de meninas também pode protegê-las do casamento e/ou da gravidez precoce e dos riscos da exploração sexual”, indica a publicação. (...)
Fonte: www.agenciabrasil.ebc.com.br/ Acessado em: 16.08.2021)
Texto Il
Combate a exploração ao trabalho infantil
Por alunos do 5º ano/EF da Escola Municipal JOÃO PAULO Il
*O texto a seguir foi construído por alunos do Ensino Fundamental e, por isso, encontra-se na linguagem informal.
FORTALEZA(CE), JUNHO DE 2012.
O direito da criança
Na constituição está
No ECA também há
Artigos pra mostrar
Que o direito da criança
É para se respeitar
(..)
E não se pode deixar
A criança trabalhar
Tirando o tempo de estudar
A liberdade de brincar
O direito de sonhar
Com o futuro que terá
Se algum coleguinha
Começar a aula faltar
Para serviço prestar
deixando de frequentar
a aula pra trabalhar
você deve alertar
(..)
E quem isso negar
Um crime cometerá
E na lei vai pagar
Mas só acontecerá
Se alguém denunciar
A quem a criança explorar
Nos afazeres da casa
A criança pode ajudar
Isso é colaborar
E responsabilidade ganhar
Só não pode exagerar
Quando em casa ajudar
(...)
No Brasil é fácil encontrar
Criança que vai trabalhar
Para a família sustentar
Na zona rural há
Na cidade não vai faltar
Você pode acreditar
Meninas vão trabalhar
De doméstica ou babá
Para em casa ajudar
O alimento comprar
Sem ter dia para folgar
Ou tempo de estudar
(..)
Fácil não será
Mas não custa tentar
O trabalho infantil acabar
Se a população se juntar
Para se fazer praticar
O que na lei está.
(Fonte: www.fundacaotelefonicavivo.org.br/ Acessado em: 16.08.2021)
Texto III
Como é a vida escolar dos filhos de artistas circenses
Em apenas um ano, crianças chegam a estudar em mais de dez escolas diferentes
Por Natany Borges
1______É no ano em que aprende a formar sílabas, compreender palavras e dar sentido às frases que
Antônio Bartolo Neto, de apenas sete anos, experimenta a vida “nômade” em contraponto à
“permanência” na escola. Representante da oitava geração de uma família de artistas de circo, ele já
sabe que a cada novo mês conhecerá uma nova cidade, será matriculado em uma nova instituição de
5 ensino e precisará interagir com uma turma já entrosada nas atividades de alfabetização. Somente em
2017, o pequeno aluno acumula registros de sete escolas em seu caderno. A última foi em Venâncio
Aires. Penúltima, Rio de Janeiro. Antepenúltima, Nova Iguaçu (RJ). A próxima? Rio Pardo.
______Enquanto isso, é em Santa Cruz do Sul que estabelece uma rotina que já completa quatro
semanas. Amparado pela professora da Escola Ernesto Alves, Elisangela Mees, o aluno trabalhou nos
10 últimos dias as vogais. “No primeiro dia de aula olhei o caderninho dele e depois fiz um ditado para
entender em que nível ele estava”, explicou. Enquanto boa parte da turma já consegue decifrar as
palavras, o pequeno Neto ainda apresenta certa dificuldade. Nada, entretanto, que comprometa o seu
desempenho em sala de aula. “O que dificulta é essa “quebra” de sequência. Por isso, eles têm o ritmo
um pouco mais lento”. Em sala de aula, a professora dos anos iniciais já está acostumada a lecionar
15 para crianças nômades. Todo mês de outubro, por exemplo, dá aula para os filhos dos trabalhadores
do parque de diversões que vêm à Oktoberfest.
______A matrícula desses alunos — filhos de profissionais itinerantes — é assegurada por meio da Lei
Federal 6.533/78, a qual assegura a mudança de escola em escola, mediante apresentação de
certificado da instituição de origem. É por isso que o pai de Neto, o artista do Circo Italiano, Bartolo
20 Júnior, guarda a sete chaves o tal documento, junto com o histórico escolar do pequeno. “Assim que
definimos uma nova cidade e o espaço para a estada do circo, a primeira questão a providenciar é
uma escola para os pequenos”, explica Júnior. Segundo o malabarista, dificilmente há contratempos na
hora de garantir uma vaga. Basta levar a documentação para que no mesmo dia ou no seguinte, os
pequenos já estejam matriculados. “Conquanto queiram seguir com a vida de circo, eles precisam
25 estudar. Sempre digo que com educação vão ser alguém na vida.” Nesse contexto, o pai acrescenta
que a cobrança “em casa” — o interior do motorhome — é a mesma dos pais que têm trabalho fixo na
cidade. “Depois da aula, a Paula (mãe) verifica o caderno e ajuda ele na lição. Só depois é que ele vai
brincar ou acompanhar as atividades do circo”, finaliza. Além de Neto, Junior também é pai de Alice, “
12,e Daniel, 14. Ambos estão no sétimo ano e também estudam no Ernesto.
30______Apesar de já ter lecionado para alunos itinerantes, esta
foi a primeira vez que Elisangela Mees foi desafiada a ensinar filhos de circenses. Sensibilizada com reportagem publicada pela Gazeta do Sul
19 e 20 de agosto, "Uma vida na estrada dedicada aos espetáculos”, ela resolveu trabalhar, ao longo
de toda a semana, a temática com a turma de pouco mais de 20 alunos. Entre as atividades propostas,
estiveram ditados, imagens para colorir e leituras como “O nosso colega Antônio é artista do Circo
35 Italiano e o sonho dele quando crescer é ser homem pássaro e equilibrista”. Durante uma das aulas, a
turminha, em coro, repetiu a frase e fez questão de verbalizar os aprendizados da semana. “Foi uma
experiência muito bacana, ainda mais porque o Antônio estava ali para compartilhar suas experiências
com a turma. Um mundo novo foi apresentado”, disse Elisangela.
(Adaptado de: www.gaz.com.br/ Acessado em: 17.08.2021)
O texto I aborda a relação entre a condição de refugiados por crianças e adolescentes e a baixa frequência nos ensinos primário e secundário. A fim de construir seu texto expositivo, a autora fundamenta-o principalmente por meio de
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Disciplina: Estatística
Banca: Col.Mil. Rio de Janeiro
Orgão: Col.Mil. Rio Janeiro
O alamar é o um dos símbolos da meritocracia dos Colégios Militares. É conquistado pelo aluno que obtiver média igual ou superior a 8,0 em todas as disciplinas. Além da nota, o aluno tem que ter bom comportamento, respeitando as normas do Colégio Militar.

Conforme a distribuição de médias da tabela acima, qual o percentual de alunos da turma 101 que poderá concorrer à conquista do alamar no ano de 2020?
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Disciplina: Estatística
Banca: Col.Mil. Rio de Janeiro
Orgão: Col.Mil. Rio Janeiro
- Estatística DescritivaMedidas de Tendência CentralMédiasMédia AritméticaMédia Simples (Não Agrupados)
Foi realizada uma avaliação, valendo de O a 100, para seleção dos alunos que iriam compor a equipe de uma olimpíada de conhecimentos. Havia, inicialmente, 25 alunos e, para a aprovação, o aluno precisava obter uma nota igual ou superior a 60. Após a correção, o resultado foi de 10 alunos reprovados e 15 alunos aprovados, sendo a média aritmética dos reprovados 52 e a média aritmética dos aprovados 70. O professor, porém, considerou dar um bônus de 5 pontos para todos os alunos, pois a participação deles durante as aulas de treinamento foi bastante efetiva e sem faltas. Com este bônus, a média aritmética dos reprovados foi alterada para 52,4, e a dos aprovados foi alterada para 71,65. Determine corretamente a quantidade de alunos que mudou a condição de reprovado para aprovado.
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O croqui abaixo foi confeccionado por um agrimensor, que determinou as paralelas r e s e, a partir do ponto de apoio F, traçou os segmentos de reta !$ \dfrac{ }{FA} !$, !$ \dfrac{ }{AH} !$, e, do ponto E, traçou os segmentos de reta !$ \dfrac{ }{EC} !$ e !$ \dfrac{ }{CG} !$, sendo que, !$ \dfrac{ }{FA} !$ é bissetriz do ângulo EÂB; !$ \dfrac{ }{AH} !$ é bissetriz do ângulo DÂG; !$ \dfrac{ }{EC} !$ é bissetriz do ângulo FÊG e !$ \dfrac{ }{CG} !$ é bissetriz do ângulo DÊH.

A partir dos dados indicados no texto e no croqui, determine o ângulo x.
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