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Uma paciente de 35 anos comparece ao consultório com queixa de lesões urticariformes e angioedema diários há 7 meses. As lesões são intensamente pruriginosas, migratórias, e resolvem-se em menos de 24 horas sem deixar máculas residuais. A paciente nega exposição a alérgenos conhecidos ou outros gatilhos específicos, embora refira que o estresse e o calor podem agravar os sintomas. Já fez uso regular de anti-histamínicos H1 de segunda geração (loratadina e fexofenadina) na dose padrão (1 comprimido ao dia) sem melhora significativa dos sintomas, que impactam sua qualidade de vida e sono. Ao exame físico, apresenta algumas pápulas eritematosas, edematosas, e um leve angioedema labial em resolução. Exames laboratoriais iniciais (hemograma completo, VHS, PCR, função renal e hepática) estão dentro da normalidade. Considerando o diagnóstico de Urticária Crônica Espontânea (UCE) refratária à dose padrão de anti-histamínicos H1, qual seria a conduta mais apropriada para o manejo desta paciente?
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Uma paciente de 45 anos, artista plástica, procura o dermatologista com uma história de 8 meses de dermatite eczematosa crônica, pruriginosa, com exacerbações e remissões parciais, predominantemente nas mãos, dorso e região cubital dos antebraços. Refere que o quadro iniciou após a aquisição de novos materiais de trabalho (tintas acrílicas, vernizes e solventes específicos). Já utilizou diversos corticosteroides tópicos de alta potência, anti-histamínicos orais e hidratantes, sem melhora sustentada ou com recidivas rápidas ao suspender o tratamento. Ao exame físico, observa-se eritema, pápulas, vesículas e liquenificação nas áreas afetadas, com distribuição que sugere contato com substâncias manuseadas. Não há histórico pessoal ou familiar de atopia. Diante desse quadro clínico e histórico ocupacional, qual é a conduta mais apropriada para estabelecer o diagnóstico etiológico e planejar o tratamento definitivo?
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Paciente do sexo feminino, 48 anos, com diagnóstico de asma brônquica há 15 anos. Apresenta sintomas diários de dispneia, tosse e sibilância, com despertares noturnos duas a três vezes por semana, apesar do uso regular de alta dose de Corticoide Inalatório (CI) e beta-2 agonista de longa ação (LABA). Relata ter procurado o pronto-socorro três vezes no último ano devido a exacerbações graves da asma, necessitando de corticoide sistêmico oral e uma internação. Seus exames laboratoriais recentes mostram eosinofilia sérica persistente (contagem absoluta de eosinófilos >500 células/μL) e IgE total elevada. Não é tabagista e sua função pulmonar (VPP1) está em 65% do predito. Considerando o quadro clínico e os achados laboratoriais, qual é a conduta mais apropriada a ser implementada após a otimização da terapia inalatória e avaliação da adesão e técnica inalatória?
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Paciente, sexo masculino, 28 anos, agricultor, residente em uma área rural do interior de Santa Catarina, comparece ao consultório em novembro. Relata um quadro de rinoconjuntivite caracterizado por espirros frequentes em salva, coriza aquosa abundante, prurido nasal e ocular intenso, além de congestão nasal. Os sintomas iniciaram-se no final de setembro e têm piorado progressivamente, sendo significativamente mais intensos durante o trabalho no campo e em atividades ao ar livre. Refere melhora parcial com o uso esporádico de anti-histamínicos não sedantes. Não apresenta febre, tosse produtiva ou dor de garganta. Considerando o histórico clínico, a época do ano e a ocupação do paciente, qual é a abordagem mais adequada para o diagnóstico etiológico da rinite alérgica neste caso?
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Um paciente de 35 anos apresenta Rinite Alérgica Sazonal (RAS) moderada a grave, com sintomas predominantes de congestão nasal, espirros frequentes, prurido ocular e lacrimejamento, que impactam significativamente sua qualidade de vida. Ele relata que o uso de anti-histamínicos orais (OAH) tem proporcionado alívio limitado dos sintomas nasais e oculares. O médico alergologista busca a abordagem terapêutica mais eficaz, baseada nas evidências mais recentes para otimizar o tratamento do paciente. Considerando as evidências atuais apresentadas em revisões sistemáticas e meta-análises sobre o tratamento da rinite alérgica sazonal, qual das seguintes alternativas melhor reflete a superioridade terapêutica para esse paciente?
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