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Assinale a alternativa em que a forma pronominal utilizada está incorreta:
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Leia as afirmações a seguir, acerca dos verbos de ligação:
I – Com relação à sintaxe, os verbos de ligação são classificados como termos essenciais da oração.
II – Os verbos de ligação são acompanhados por complemento, como objetos diretos e indiretos.
III – Um exemplo de verbo de ligação é o presente na frase: a chefe anda preocupada.
É(são) incorreta(s) a(s) afirmação(ões):
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Assinale a alternativa incorreta, segundo o padrão culto da Língua:
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Leia atentamente o poema Amor, de Adélia Prado, escritora brasileira, para responder às questões de 1 a 5.
Amor
A formosura do teu rosto obriga-me
e não ouso em tua presença
ou à tua simples lembrança
recusar-me ao esmero de permanecer contemplável.
Quisera olhar fixamente a tua cara,
como fazem comigo soldados e choferes de ônibus.
Mas não tenho coragem,
olho só tua mão,
a unha polida olho, olho, olho e é quanto basta
pra alimentar fogo, mel e veneno deste amor incansável
que tudo rói e banha e torna apetecível:
caieiras, desembocaduras de esgotos,
ideia de morte, gripe, vestido, sapatos,
aquela tarde de sábado,
esta que morre agora antes da mesa pacífica:
ovos cozidos, tomates,
fome dos ângulos duros de tua cara de estátua.
Recolho tamancos, flauta, molho de flores, resinas,
rispidez de teu lábio que suporto com dor
e mais retábulos, faca, tudo serve e é estilete,
lâmina encostada em teu peito. Fala.
Fala sem orgulho ou medo
que à força de pensar em mim sonhou comigo
e passou um dia esquisito, o coração em sobressaltos à campainha da porta,
disposto à benignidade, ao ridículo, à doçura. Fala.
Nem é preciso que amor seja a palavra.
“Penso em você” – me diz e estancarei os féretros1,
tão grande é minha paixão.
1 Féretro: caixa longa de madeira em que se enterram os mortos.
Nos dois últimos versos do poema – “‘Penso em você’ – me diz e estancarei os féretros, / tão grande é minha paixão.” –, a expressão “estancarei os féretros” significa:
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- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de ModoIndicativo
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de ModoSubjuntivo
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de ModoImperativo
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de Número
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de Pessoa
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de TempoEmprego dos Tempos Verbais
Leia atentamente o poema Amor, de Adélia Prado, escritora brasileira, para responder às questões de 1 a 5.
Amor
A formosura do teu rosto obriga-me
e não ouso em tua presença
ou à tua simples lembrança
recusar-me ao esmero de permanecer contemplável.
Quisera olhar fixamente a tua cara,
como fazem comigo soldados e choferes de ônibus.
Mas não tenho coragem,
olho só tua mão,
a unha polida olho, olho, olho e é quanto basta
pra alimentar fogo, mel e veneno deste amor incansável
que tudo rói e banha e torna apetecível:
caieiras, desembocaduras de esgotos,
ideia de morte, gripe, vestido, sapatos,
aquela tarde de sábado,
esta que morre agora antes da mesa pacífica:
ovos cozidos, tomates,
fome dos ângulos duros de tua cara de estátua.
Recolho tamancos, flauta, molho de flores, resinas,
rispidez de teu lábio que suporto com dor
e mais retábulos, faca, tudo serve e é estilete,
lâmina encostada em teu peito. Fala.
Fala sem orgulho ou medo
que à força de pensar em mim sonhou comigo
e passou um dia esquisito, o coração em sobressaltos à campainha da porta,
disposto à benignidade, ao ridículo, à doçura. Fala.
Nem é preciso que amor seja a palavra.
“Penso em você” – me diz e estancarei os féretros1,
tão grande é minha paixão.
1 Féretro: caixa longa de madeira em que se enterram os mortos.
No verso “lâmina encostada em teu peito. Fala” o verbo “falar” está conjugado:
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Leia atentamente o poema Amor, de Adélia Prado, escritora brasileira, para responder às questões de 1 a 5.
Amor
A formosura do teu rosto obriga-me
e não ouso em tua presença
ou à tua simples lembrança
recusar-me ao esmero de permanecer contemplável.
Quisera olhar fixamente a tua cara,
como fazem comigo soldados e choferes de ônibus.
Mas não tenho coragem,
olho só tua mão,
a unha polida olho, olho, olho e é quanto basta
pra alimentar fogo, mel e veneno deste amor incansável
que tudo rói e banha e torna apetecível:
caieiras, desembocaduras de esgotos,
ideia de morte, gripe, vestido, sapatos,
aquela tarde de sábado,
esta que morre agora antes da mesa pacífica:
ovos cozidos, tomates,
fome dos ângulos duros de tua cara de estátua.
Recolho tamancos, flauta, molho de flores, resinas,
rispidez de teu lábio que suporto com dor
e mais retábulos, faca, tudo serve e é estilete,
lâmina encostada em teu peito. Fala.
Fala sem orgulho ou medo
que à força de pensar em mim sonhou comigo
e passou um dia esquisito, o coração em sobressaltos à campainha da porta,
disposto à benignidade, ao ridículo, à doçura. Fala.
Nem é preciso que amor seja a palavra.
“Penso em você” – me diz e estancarei os féretros1,
tão grande é minha paixão.
1 Féretro: caixa longa de madeira em que se enterram os mortos.
A palavra “apetecível” pode ser substituída, sem prejuízo semântico, por:
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Leia atentamente o poema Amor, de Adélia Prado, escritora brasileira, para responder às questões de 1 a 5.
Amor
A formosura do teu rosto obriga-me
e não ouso em tua presença
ou à tua simples lembrança
recusar-me ao esmero de permanecer contemplável.
Quisera olhar fixamente a tua cara,
como fazem comigo soldados e choferes de ônibus.
Mas não tenho coragem,
olho só tua mão,
a unha polida olho, olho, olho e é quanto basta
pra alimentar fogo, mel e veneno deste amor incansável
que tudo rói e banha e torna apetecível:
caieiras, desembocaduras de esgotos,
ideia de morte, gripe, vestido, sapatos,
aquela tarde de sábado,
esta que morre agora antes da mesa pacífica:
ovos cozidos, tomates,
fome dos ângulos duros de tua cara de estátua.
Recolho tamancos, flauta, molho de flores, resinas,
rispidez de teu lábio que suporto com dor
e mais retábulos, faca, tudo serve e é estilete,
lâmina encostada em teu peito. Fala.
Fala sem orgulho ou medo
que à força de pensar em mim sonhou comigo
e passou um dia esquisito, o coração em sobressaltos à campainha da porta,
disposto à benignidade, ao ridículo, à doçura. Fala.
Nem é preciso que amor seja a palavra.
“Penso em você” – me diz e estancarei os féretros1,
tão grande é minha paixão.
1 Féretro: caixa longa de madeira em que se enterram os mortos.
Leia atentamente as afirmações a seguir, acerca dos quatro primeiros versos do poema:
I - O eu-lírico preocupa-se em permanecer contemplável, ou seja, preocupa-se em ser admirado.
II - É possível afirmar que o eu-lírico preocupa-se exclusivamente com sua aparência física.
III - É possível afirmar que o eu-lírico considera seu interlocutor belo.
É (São) incorreta(s) a(s) afirmação(ões):
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Leia atentamente o poema Amor, de Adélia Prado, escritora brasileira, para responder às questões de 1 a 5.
Amor
A formosura do teu rosto obriga-me
e não ouso em tua presença
ou à tua simples lembrança
recusar-me ao esmero de permanecer contemplável.
Quisera olhar fixamente a tua cara,
como fazem comigo soldados e choferes de ônibus.
Mas não tenho coragem,
olho só tua mão,
a unha polida olho, olho, olho e é quanto basta
pra alimentar fogo, mel e veneno deste amor incansável
que tudo rói e banha e torna apetecível:
caieiras, desembocaduras de esgotos,
ideia de morte, gripe, vestido, sapatos,
aquela tarde de sábado,
esta que morre agora antes da mesa pacífica:
ovos cozidos, tomates,
fome dos ângulos duros de tua cara de estátua.
Recolho tamancos, flauta, molho de flores, resinas,
rispidez de teu lábio que suporto com dor
e mais retábulos, faca, tudo serve e é estilete,
lâmina encostada em teu peito. Fala.
Fala sem orgulho ou medo
que à força de pensar em mim sonhou comigo
e passou um dia esquisito, o coração em sobressaltos à campainha da porta,
disposto à benignidade, ao ridículo, à doçura. Fala.
Nem é preciso que amor seja a palavra.
“Penso em você” – me diz e estancarei os féretros1,
tão grande é minha paixão.
1 Féretro: caixa longa de madeira em que se enterram os mortos.
Leia atentamente as afirmações a seguir:
I – A partir da leitura do poema, é possível afirmar que o eu-lírico é uma mulher.
II – O eu-lírico dirige-se à pessoa amada, o que pode ser comprovado pelo uso do substantivo possessivo “teu”, no primeiro verso “a formosura do teu rosto [...]”
III – É possível afirmar que o eu-lírico apresenta um pedido ao final do poema.
É (São) correta(s) a(s) afirmação(ões):
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No Município de Areias, encontra-se a nascente de qual rio?
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Assinale a alternativa em que todas as palavras estão corretamente separadas em sílabas.
I. noi -te / ma-lha / se-nhor
II. U-ru-guai / le-i-te / p-neu
III. sa-í-da / e-di-fí-cio / es-bar-rar
IV. ma-de-i-ra / sa-ú-de / as-sa-do
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