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Foram encontradas 583 questões.

Assinale a alternativa em que a forma pronominal utilizada está incorreta:

 

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Leia as afirmações a seguir, acerca dos verbos de ligação:

I – Com relação à sintaxe, os verbos de ligação são classificados como termos essenciais da oração.

II – Os verbos de ligação são acompanhados por complemento, como objetos diretos e indiretos.

III – Um exemplo de verbo de ligação é o presente na frase: a chefe anda preocupada.

É(são) incorreta(s) a(s) afirmação(ões):

 

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Assinale a alternativa incorreta, segundo o padrão culto da Língua:

 

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Leia atentamente o poema Amor, de Adélia Prado, escritora brasileira, para responder às questões de 1 a 5.

Amor

A formosura do teu rosto obriga-me

e não ouso em tua presença

ou à tua simples lembrança

recusar-me ao esmero de permanecer contemplável.

Quisera olhar fixamente a tua cara,

como fazem comigo soldados e choferes de ônibus.

Mas não tenho coragem,

olho só tua mão,

a unha polida olho, olho, olho e é quanto basta

pra alimentar fogo, mel e veneno deste amor incansável

que tudo rói e banha e torna apetecível:

caieiras, desembocaduras de esgotos,

ideia de morte, gripe, vestido, sapatos,

aquela tarde de sábado,

esta que morre agora antes da mesa pacífica:

ovos cozidos, tomates,

fome dos ângulos duros de tua cara de estátua.

Recolho tamancos, flauta, molho de flores, resinas,

rispidez de teu lábio que suporto com dor

e mais retábulos, faca, tudo serve e é estilete,

lâmina encostada em teu peito. Fala.

Fala sem orgulho ou medo

que à força de pensar em mim sonhou comigo

e passou um dia esquisito, o coração em sobressaltos à campainha da porta,

disposto à benignidade, ao ridículo, à doçura. Fala.

Nem é preciso que amor seja a palavra.

“Penso em você” – me diz e estancarei os féretros1,

tão grande é minha paixão.

1 Féretro: caixa longa de madeira em que se enterram os mortos.

Nos dois últimos versos do poema – “‘Penso em você’ – me diz e estancarei os féretros, / tão grande é minha paixão.” –, a expressão “estancarei os féretros” significa:

 

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Leia atentamente o poema Amor, de Adélia Prado, escritora brasileira, para responder às questões de 1 a 5.

Amor

A formosura do teu rosto obriga-me

e não ouso em tua presença

ou à tua simples lembrança

recusar-me ao esmero de permanecer contemplável.

Quisera olhar fixamente a tua cara,

como fazem comigo soldados e choferes de ônibus.

Mas não tenho coragem,

olho só tua mão,

a unha polida olho, olho, olho e é quanto basta

pra alimentar fogo, mel e veneno deste amor incansável

que tudo rói e banha e torna apetecível:

caieiras, desembocaduras de esgotos,

ideia de morte, gripe, vestido, sapatos,

aquela tarde de sábado,

esta que morre agora antes da mesa pacífica:

ovos cozidos, tomates,

fome dos ângulos duros de tua cara de estátua.

Recolho tamancos, flauta, molho de flores, resinas,

rispidez de teu lábio que suporto com dor

e mais retábulos, faca, tudo serve e é estilete,

lâmina encostada em teu peito. Fala.

Fala sem orgulho ou medo

que à força de pensar em mim sonhou comigo

e passou um dia esquisito, o coração em sobressaltos à campainha da porta,

disposto à benignidade, ao ridículo, à doçura. Fala.

Nem é preciso que amor seja a palavra.

“Penso em você” – me diz e estancarei os féretros1,

tão grande é minha paixão.

1 Féretro: caixa longa de madeira em que se enterram os mortos.

No verso “lâmina encostada em teu peito. Fala” o verbo “falar” está conjugado:

 

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Leia atentamente o poema Amor, de Adélia Prado, escritora brasileira, para responder às questões de 1 a 5.

Amor

A formosura do teu rosto obriga-me

e não ouso em tua presença

ou à tua simples lembrança

recusar-me ao esmero de permanecer contemplável.

Quisera olhar fixamente a tua cara,

como fazem comigo soldados e choferes de ônibus.

Mas não tenho coragem,

olho só tua mão,

a unha polida olho, olho, olho e é quanto basta

pra alimentar fogo, mel e veneno deste amor incansável

que tudo rói e banha e torna apetecível:

caieiras, desembocaduras de esgotos,

ideia de morte, gripe, vestido, sapatos,

aquela tarde de sábado,

esta que morre agora antes da mesa pacífica:

ovos cozidos, tomates,

fome dos ângulos duros de tua cara de estátua.

Recolho tamancos, flauta, molho de flores, resinas,

rispidez de teu lábio que suporto com dor

e mais retábulos, faca, tudo serve e é estilete,

lâmina encostada em teu peito. Fala.

Fala sem orgulho ou medo

que à força de pensar em mim sonhou comigo

e passou um dia esquisito, o coração em sobressaltos à campainha da porta,

disposto à benignidade, ao ridículo, à doçura. Fala.

Nem é preciso que amor seja a palavra.

“Penso em você” – me diz e estancarei os féretros1,

tão grande é minha paixão.

1 Féretro: caixa longa de madeira em que se enterram os mortos.

A palavra “apetecível” pode ser substituída, sem prejuízo semântico, por:

 

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Leia atentamente o poema Amor, de Adélia Prado, escritora brasileira, para responder às questões de 1 a 5.

Amor

A formosura do teu rosto obriga-me

e não ouso em tua presença

ou à tua simples lembrança

recusar-me ao esmero de permanecer contemplável.

Quisera olhar fixamente a tua cara,

como fazem comigo soldados e choferes de ônibus.

Mas não tenho coragem,

olho só tua mão,

a unha polida olho, olho, olho e é quanto basta

pra alimentar fogo, mel e veneno deste amor incansável

que tudo rói e banha e torna apetecível:

caieiras, desembocaduras de esgotos,

ideia de morte, gripe, vestido, sapatos,

aquela tarde de sábado,

esta que morre agora antes da mesa pacífica:

ovos cozidos, tomates,

fome dos ângulos duros de tua cara de estátua.

Recolho tamancos, flauta, molho de flores, resinas,

rispidez de teu lábio que suporto com dor

e mais retábulos, faca, tudo serve e é estilete,

lâmina encostada em teu peito. Fala.

Fala sem orgulho ou medo

que à força de pensar em mim sonhou comigo

e passou um dia esquisito, o coração em sobressaltos à campainha da porta,

disposto à benignidade, ao ridículo, à doçura. Fala.

Nem é preciso que amor seja a palavra.

“Penso em você” – me diz e estancarei os féretros1,

tão grande é minha paixão.

1 Féretro: caixa longa de madeira em que se enterram os mortos.

Leia atentamente as afirmações a seguir, acerca dos quatro primeiros versos do poema:

I - O eu-lírico preocupa-se em permanecer contemplável, ou seja, preocupa-se em ser admirado.

II - É possível afirmar que o eu-lírico preocupa-se exclusivamente com sua aparência física.

III - É possível afirmar que o eu-lírico considera seu interlocutor belo.

É (São) incorreta(s) a(s) afirmação(ões):

 

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Leia atentamente o poema Amor, de Adélia Prado, escritora brasileira, para responder às questões de 1 a 5.

Amor

A formosura do teu rosto obriga-me

e não ouso em tua presença

ou à tua simples lembrança

recusar-me ao esmero de permanecer contemplável.

Quisera olhar fixamente a tua cara,

como fazem comigo soldados e choferes de ônibus.

Mas não tenho coragem,

olho só tua mão,

a unha polida olho, olho, olho e é quanto basta

pra alimentar fogo, mel e veneno deste amor incansável

que tudo rói e banha e torna apetecível:

caieiras, desembocaduras de esgotos,

ideia de morte, gripe, vestido, sapatos,

aquela tarde de sábado,

esta que morre agora antes da mesa pacífica:

ovos cozidos, tomates,

fome dos ângulos duros de tua cara de estátua.

Recolho tamancos, flauta, molho de flores, resinas,

rispidez de teu lábio que suporto com dor

e mais retábulos, faca, tudo serve e é estilete,

lâmina encostada em teu peito. Fala.

Fala sem orgulho ou medo

que à força de pensar em mim sonhou comigo

e passou um dia esquisito, o coração em sobressaltos à campainha da porta,

disposto à benignidade, ao ridículo, à doçura. Fala.

Nem é preciso que amor seja a palavra.

“Penso em você” – me diz e estancarei os féretros1,

tão grande é minha paixão.

1 Féretro: caixa longa de madeira em que se enterram os mortos.

Leia atentamente as afirmações a seguir:

I – A partir da leitura do poema, é possível afirmar que o eu-lírico é uma mulher.

II – O eu-lírico dirige-se à pessoa amada, o que pode ser comprovado pelo uso do substantivo possessivo “teu”, no primeiro verso “a formosura do teu rosto [...]”

III – É possível afirmar que o eu-lírico apresenta um pedido ao final do poema.

É (São) correta(s) a(s) afirmação(ões):

 

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Questão presente nas seguintes provas
3190469 Ano: 2023
Disciplina: Geografia
Banca: AGIRH
Orgão: Pref. Areias-SP
Provas:

No Município de Areias, encontra-se a nascente de qual rio?

Questão Anulada

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Questão presente nas seguintes provas
3190468 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: AGIRH
Orgão: Pref. Areias-SP
Provas:

Assinale a alternativa em que todas as palavras estão corretamente separadas em sílabas.

I. noi -te / ma-lha / se-nhor

II. U-ru-guai / le-i-te / p-neu

III. sa-í-da / e-di-fí-cio / es-bar-rar

IV. ma-de-i-ra / sa-ú-de / as-sa-do

Questão Anulada

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