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Foram encontradas 50 questões.

2287320 Ano: 2014
Disciplina: História
Banca: UFG
Orgão: Pref. Caldas Novas-GO
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Parte significativa das coleções de livros didáticos de história introduzem, após o capítulo das Grandes Navegações, o conteúdo referente aos povos Inca, Maia, Astecas e povos indígenas brasileiros. Esse ordenamento dos conteúdos
 

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2287311 Ano: 2014
Disciplina: História
Banca: UFG
Orgão: Pref. Caldas Novas-GO
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Leia o texto a seguir.
Se vamos à essência da nossa formação, veremos que na realidade nos constituímos para fornecer açúcar, tabaco, alguns outros gêneros; mais tarde ouro e diamantes; depois, algodão, e em seguida café, para o comércio europeu. Nada mais do que isto. É com tal objetivo, objetivo exterior, voltado para fora do país e sem atenção a considerações que não fossem o interesse daquele comércio, que se organizarão a sociedade e a economia brasileiras.
PRADO JÚNIOR, Caio. Formação do Brasil contemporâneo. São Paulo: Brasiliense, 1999. p. 31-32.
A obra de Caio Prado Júnior constitui um marco para determinado modelo de explicação da história brasileira com a qual se busca
 

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2287213 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: UFG
Orgão: Pref. Caldas Novas-GO

Texto 1

Enunciado 3033303-1

Texto 2

Enunciado 3033303-2

Comparando os aspectos verbais e não verbais presentes nos textos 1 e 2, constata-se

 

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No tocante às políticas nacionais de avaliação em larga escala, a Prova Brasil compreende uma
 

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2287086 Ano: 2014
Disciplina: História
Banca: UFG
Orgão: Pref. Caldas Novas-GO
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Leia o trecho a seguir.

Das pegadas audaciosas das primeiras bandeiras, das guerras constantes dos cristãos com os gentios na ânsia avassaladora de conquistar; das lutas dos primeiros desbravadores com a natureza bruta e desconhecida, no afã de arrancar-lhe das entranhas os tesouros com que pudessem abastecer os celeiros reais de Portugal, só nos restam despojos, roteiros – anônimos uns, incompletos outros, lendas românticas que a imaginação fantasista dos simples sertanejos arquitetou.

CARVALHO, V. Um mundo desconhecido. Informação Goiana. Rio de Janeiro, 15 ago. 1917, p. 9-10. (Adaptado).

O texto apresentado traz as observações de Victor de Carvalho, publicadas na revista Informação Goiana em 1917, sobre o norte de Goiás. Suas observações enfatizam a decadência das

 

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2286905 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: UFG
Orgão: Pref. Caldas Novas-GO

Texto 1

Felicidade clandestina

Menalton Braff

A gente tenta resistir, se esforça, mas a literatura é um grande diálogo em que se tem de enfrentar vozes, muitas vozes, remotas ou recentes, um emaranhado de vozes onde tentamos distinguir alguns dos interlocutores. Os temas nos chegam da vida e dos livros. Capitulamos para acabar refazendo o que está feito. Não é a primeira vez que a realidade me traz de volta a ficção como se fora esta cópia daquela. A Clarice Lispector tomava muito cuidado com as palavras porque ela sabia que as palavras engendram vidas. Mas a Clarice era maga, ela fabricava coisas.

Confesso que a princípio me assustei. Chegou aquele bando em revoada, invadindo tudo, tomando conta do espaço, expulsando-nos dali. Um dos meninos era da cor da terra, trajava uma camiseta parda e usava uma bermudinha sem cor. Me parece que era meio igual aos outros todos.

Escolhi um ponto estratégico, de onde pude observar aquela batalha, que, apesar do susto, me interessava. De onde me abriguei, pude ver os vendedores do estande, o cabelo de alguns literalmente de pé (que agora é moda), o cabelo de todos eletrizado, assim como seus olhos. Tinham ordens para não interferir, a não ser que o prejuízo se tornasse iminente. Durante uns quinze minutos não tiveram sossego.

Uns quinze minutos. Esse foi o tempo necessário para que o bando chegasse, olhasse, visse e saísse. Em seu rastro, sinal de destruição nenhum. Além dos vendedores, consegui focalizar um dos meninos que acabavam de chegar. Foi direto a uma prateleira, não levou mais de quinze segundos para escolher um livro, sentou-se ali mesmo, no chão, pois não dava mais para esperar. Abriu o livro, com aquelas duas mãozinhas quase impossíveis, e se pôs a ler a história, a ver as figuras, não sei. De onde estava, apenas via que seus lábios se moviam e que seus olhos brilhavam. Um brilho tão intenso que tudo em volta começou a flutuar ao ritmo de uma sinfonia ilimitada. O rostinho terroso, então, começou a se transfigurar, assumindo uma expressão gloriosa.

Eu estava com pressa, pois havia uma multidão de umas duas ou três pessoas à espera de um autógrafo alguns estandes adiante. Quem disse que eu conseguia sair do lugar? Naquele instante, o mundo em volta perdeu inteiramente o significado: só aquele menino e seu livro pulsavam em meus sentidos. Ele ria, me parece que falava, não sei se lambia ou cheirava o livro. De repente ele o fechou e olhou para cima, cismarento. Tentei acompanhar seu olhar. Para onde estaria ele viajando agora?

Quando o menino reabriu o livro, percebi em seu rosto sinais de concentração. Voltou à leitura com o cuidado de um soldado estudando o terreno. Acho que havia, finalmente, resolvido algum mistério ou, pelo menos, havia-se deparado com algum, que era preciso desvendar.

Seus colegas dispersaram-se pelos estandes vizinhos, onde outros vendedores puseram cabelos e olhos de pé, mas sem interferir, como lhes fora ensinado. Relanceei o olhar pelo recinto da feira e imaginei o Brasil todo ali dentro e achei que aquilo era uma luz... vá que seja... no fim do túnel.

Olhei de volta para onde estivera o menino e vi apenas um livro aberto com as folhas movendo-se. Se não me engano, ouvi uma voz de criança, que vinha lá de dentro. O menino resolvera penetrar em seu mistério.

Disponível em:<http://www.cartacapital.com.br/cultura/felicidade-clandestina-5044.html>. Acesso em: 7 out. 2014.

Texto 2

O primeiro beijo

Clarice Lispector

No dia seguinte fui à sua casa, literalmente correndo. Ela não morava num sobrado como eu, e sim numa casa. Não me mandou entrar. Olhando bem para meus olhos, disse-me que havia emprestado o livro a outra menina, e que eu voltasse no dia seguinte para buscá-lo. Boquiaberta, saí devagar, mas em breve a esperança de novo me tomava toda e eu recomeçava na rua a andar pulando, que era o meu modo estranho de andar pelas ruas de Recife. Dessa vez nem caí: guiava-me a promessa do livro, o dia seguinte viria, os dias seguintes seriam mais tarde a minha vida inteira, o amor pelo mundo me esperava, andei pulando pelas ruas como sempre e não caí nenhuma vez. [...] Peguei o livro. Não, não saí pulando como sempre. Saí andando bem devagar. Sei que segurava o livro grosso com as duas mãos, comprimindo-o contra o peito. Quanto tempo levei até chegar em casa, também pouco importa. Meu peito estava quente, meu coração pensativo. Chegando em casa, não comecei a ler. Fingia que não o tinha, só para depois ter o susto de o ter. Horas depois abri-o, li algumas linhas maravilhosas, fechei-o de novo, fui passear pela casa, adiei ainda mais indo comer pão com manteiga, fingi que não sabia onde guardara o livro, achava-o, abria-o por alguns instantes. Criava as mais falsas dificuldades para aquela coisa clandestina que era a felicidade. A felicidade sempre iria ser clandestina para mim. Parece que eu já pressentia. Como demorei! Eu vivia no ar… Havia orgulho e pudor em mim. Eu era uma rainha delicada.

Lispector, Clarice. O primeiro beijo. São Paulo, Ed. Ática, 1996. (Trecho).

Texto 3

Enunciado 3017333-1

Texto 4

Enunciado 3017333-2

Entre os elementos que caracterizam os gêneros discursivos, destaca-se o modo como se organiza a própria composição textual, com vistas a narrar, descrever, argumentar, explicar, instruir. Com base nisso,

 

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2284281 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: UFG
Orgão: Pref. Caldas Novas-GO

Texto

Enunciado 2927933-1

A duplicidade de sentido confere à tira um efeito de humor, que é obtido

 

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2283914 Ano: 2014
Disciplina: História
Banca: UFG
Orgão: Pref. Caldas Novas-GO
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Leia o trecho a seguir.
Mestiço de índia e de espanhol – que quer dizer duplamente mestiço em razão das impurezas africanas do sangue paterno –, o gaúcho representou, durante a Colônia, a servidão feudal na sua acepção rigorosa. Inconsciente na qualidade de ignorante, e dócil ao patrão como bom servo, entrou com ele nas guerras de independência e seguindo-o decidiu suas simpatias.
PONCE, Aníbal. La leyenda del Gaucho. Apud: VILABOY, S. G. Os fundadores da historiografia marxista na América Latina. In: MALERBA, J.; ROJAS, C. A. (Org.) Historiografia contemporânea em perspectiva crítica. Bauru: Edusc, 2007. p. 322.
O texto do argentino Aníbal Ponce (1890-1938) revela uma concepção sobre raça e mestiçagem, comum entre os historiadores que, nas primeiras décadas do século XX, se debruçaram sobre a história latino-americana. Ao caracterizar a sociedade colonial argentina, o autor preconiza a
 

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2283743 Ano: 2014
Disciplina: História
Banca: UFG
Orgão: Pref. Caldas Novas-GO
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Leia o trecho a seguir.
Eichmann repetia palavra por palavra as mesmas frases feitas e clichês toda vez que se referia a um incidente ou acontecimento. O que ele dizia era sempre a mesma coisa, expressa com as mesmas palavras. Quanto mais se ouvia Eichmann, mais óbvio ficava que sua incapacidade de falar estava intimamente relacionada com sua incapacidade de pensar.
ARENDT, Hannah. Eichmann em Jerusalém: um relato sobre a banalidade do mal. São Paulo: Companhia das Letras, 2000. p.62-63.
Ao acompanhar o julgamento do nazista Eichmann no Tribunal de Jerusalém, Hannah Arendt elabora uma nova percepção sobre o réu. Na análise da autora, Eichmann, acusado de crimes contra a humanidade, era um
 

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2283605 Ano: 2014
Disciplina: História
Banca: UFG
Orgão: Pref. Caldas Novas-GO
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Leia o seguinte trecho.
De coisas que devem ser usadas à mesa:
À mesa você deve usar guardanapo, prato, faca, colher e garfo. Seria inteiramente contrário ao bom tom dispensar um desses utensílios à refeição. Cabe à pessoa de mais alta posição no grupo desdobrar primeiro seu guardanapo e os demais devem esperar até que ele o faça, antes de abrirem os seus. É errado usar o guardanapo para enxugar o rosto, e mais ainda para limpar os dentes com ele, e seria uma das mais graves infrações da civilidade usá-lo para se assoar.
Les Règles de la bienséance et de la civilité chrétiene, de La Salle (1729). In: ELIAS, Norbert. O processo civilizador. Rio de Janeiro: Jorge Zahar,1994. p. 105.
As sociedades absolutistas europeias foram marcadas pela instauração de determinado modelo de conduta, que regulava inclusive o modo de comer das pessoas. Ao analisar manuais de etiqueta da Idade Moderna, Norbet Elias salienta que tais códigos, ao estabelecerem novas normatizações sobre comportamentos, serviam-se como uma
 

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