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TEXTO 1
Superstições e crendices
Foi o medo do desconhecido aliado à insegurança da vida que gerou nos homens crenças supersticiosas(A). As superstições têm origem no início da civilização humana e com ela deverão morrer, pois não há momento na história do mundo em que elas não estejam presentes.
Superstição é também acreditar na existência real dos mitos folclóricos, como o saci, a mula sem cabeça, o lobisomem, as bruxas, e em feitiços jogados, mau-olhado ou olho gordo. Mas há crendices que não implicam medo ou defesa de algum mal(C), como por exemplo:(D) as sortes tiradas nas festas do ciclo junino; a ingestão de certos alimentos na ceia de Ano Novo; a criança jogar o dente de leite no telhado para obter dentes fortes, dentre outras.
Há também superstições ligadas a fatos da vida humana, como as relacionadas à gravidez e ao parto(B). Elas são muito antigas e têm uma grande importância na vida dos povos. Os filipinos acreditam num espírito maligno que perturba o parto, tornando-o penoso. Os húngaros costumavam atirar por sobre a cabeça da parturiente para afastar os maus espíritos. Em algumas tribos africanas, havia a crença de que a mulher grávida não devia acompanhar enterro porque a alma do morto poderia encarnar no bebê. Entre os índios da Amazônia, as mulheres, principalmente quando estão grávidas, não devem assistir ao preparo do curare (veneno), não podem pegar na caça e nas armas nem podem comer paca, pois, do contrário, não conseguiriam dormir.
Há uma quantidade enorme de superstições conhecidas, passadas de pai para filho e presentes no cotidiano de muitas pessoas. Abaixo, há alguns exemplos dessas crendices.(E)
• Não deixe uma tesoura aberta por muito tempo. Dá azar.
• Ao acompanhar um enterro, não entre no cemitério antes do caixão.
• Não pise num rabo de gato, pois atrai malefícios.
• Não passe debaixo de escadas ou quebre espelho. Dá azar.
• Deixar mala aberta é de mau agouro, pois se assemelha a um caixão mortuário.
ALBUQUERQUE, Cristiana et. al. Português. 7° ano. São José dos Campos, SP: Poliedro, 2009, p.20. Adaptado.
Analisando a função de alguns elementos linguísticos do Texto 1, assinale a alternativa correta.
 

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2391727 Ano: 2010
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: IPAD
Orgão: Pref. Goiana-PE
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Analise a seguinte situação hipotética:
João, presidente da Comissão Permanente de Licitação do Município de Chão de Esmeraldas, iniciou procedimento para licitação de serviço de publicidade das ações da Prefeitura da referida cidade. O valor do contrato foi estimado em R$ 200.000,00 (duzentos mil reais). Finalizado o procedimento, a comissão constatou que era inviável a competição entre as empresas do ramo, dada a notória especialização da “Marketing Público S/A”. Optou-se, pois, pela contratação da referida entidade comercial, declarando-se a inexigibilidade de licitação para o caso.
Assinale a alternativa que apresenta a melhor solução jurídica para o caso:
 

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TEXTO 1
Superstições e crendices
Foi o medo do desconhecido aliado à insegurança da vida que gerou nos homens crenças supersticiosas. As superstições têm origem no início da civilização humana e com ela deverão morrer, pois não há momento na história do mundo em que elas não estejam presentes.
Superstição é também acreditar na existência real dos mitos folclóricos, como o saci, a mula sem cabeça, o lobisomem, as bruxas, e em feitiços jogados, mau-olhado ou olho gordo. Mas há crendices que não implicam medo ou defesa de algum mal, como por exemplo: as sortes tiradas nas festas do ciclo junino; a ingestão de certos alimentos na ceia de Ano Novo; a criança jogar o dente de leite no telhado para obter dentes fortes, dentre outras.
Há também superstições ligadas a fatos da vida humana, como as relacionadas à gravidez e ao parto. Elas são muito antigas e têm uma grande importância na vida dos povos. Os filipinos acreditam num espírito maligno que perturba o parto, tornando-o penoso. Os húngaros costumavam atirar por sobre a cabeça da parturiente para afastar os maus espíritos. Em algumas tribos africanas, havia a crença de que a mulher grávida não devia acompanhar enterro porque a alma do morto poderia encarnar no bebê. Entre os índios da Amazônia, as mulheres, principalmente quando estão grávidas, não devem assistir ao preparo do curare (veneno), não podem pegar na caça e nas armas nem podem comer paca, pois, do contrário, não conseguiriam dormir.
Há uma quantidade enorme de superstições conhecidas, passadas de pai para filho e presentes no cotidiano de muitas pessoas. Abaixo, há alguns exemplos dessas crendices.
Não deixe uma tesoura aberta por muito tempo. Dá azar.(B)
Ao acompanhar um enterro, não entre no cemitério antes do caixão.(D)
Não pise num rabo de gato, pois atrai malefícios.(C)
Não passe debaixo de escadas ou quebre espelho. Dá azar.(E)
Deixar mala aberta é de mau agouro, pois se assemelha a um caixão mortuário.(A)
ALBUQUERQUE, Cristiana et. al. Português. 7° ano. São José dos Campos, SP: Poliedro, 2009, p.20. Adaptado.
Assinale a alternativa em que a relação semântica indicada entre parênteses corresponde àquela que, de fato, se apresenta no enunciado dado.
 

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2390365 Ano: 2010
Disciplina: Auditoria Governamental e Controle
Banca: IPAD
Orgão: Pref. Goiana-PE
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Sobre o controle externo da Administração Pública, assinale a alternativa correta:
 

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2389925 Ano: 2010
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: IPAD
Orgão: Pref. Goiana-PE
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Acerca da acessibilidade aos cargos, empregos e funções públicas, assinale a alternativa incorreta:

 

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TEXTO 1
Superstições e crendices
Foi o medo do desconhecido aliado à insegurança da vida que gerou nos homens crenças supersticiosas. As superstições têm origem no início da civilização humana e com ela deverão morrer, pois não há momento na história do mundo em que elas não estejam presentes.
Superstição é também acreditar na existência real dos mitos folclóricos, como o saci, a mula sem cabeça, o lobisomem, as bruxas, e em feitiços jogados, mau-olhado ou olho gordo. Mas há crendices que não implicam medo ou defesa de algum mal, como por exemplo: as sortes tiradas nas festas do ciclo junino; a ingestão de certos alimentos na ceia de Ano Novo; a criança jogar o dente de leite no telhado para obter dentes fortes, dentre outras.
Há também superstições ligadas a fatos da vida humana, como as relacionadas à gravidez e ao parto. Elas são muito antigas e têm uma grande importância na vida dos povos. Os filipinos acreditam num espírito maligno que perturba o parto, tornando-o penoso. Os húngaros costumavam atirar por sobre a cabeça da parturiente para afastar os maus espíritos. Em algumas tribos africanas, havia a crença de que a mulher grávida não devia acompanhar enterro porque a alma do morto poderia encarnar no bebê. Entre os índios da Amazônia, as mulheres, principalmente quando estão grávidas, não devem assistir ao preparo do curare (veneno), não podem pegar na caça e nas armas nem podem comer paca, pois, do contrário, não conseguiriam dormir.
Há uma quantidade enorme de superstições conhecidas, passadas de pai para filho e presentes no cotidiano de muitas pessoas. Abaixo, há alguns exemplos dessas crendices.
• Não deixe uma tesoura aberta por muito tempo. Dá azar.
• Ao acompanhar um enterro, não entre no cemitério antes do caixão.
• Não pise num rabo de gato, pois atrai malefícios.
• Não passe debaixo de escadas ou quebre espelho. Dá azar.
• Deixar mala aberta é de mau agouro, pois se assemelha a um caixão mortuário.
ALBUQUERQUE, Cristiana et. al. Português. 7° ano. São José dos Campos, SP: Poliedro, 2009, p.20. Adaptado.
Assinale a alternativa na qual a palavra destacada está corretamente acentuada.
 

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TEXTO 2
O “papa-figo”
Dizem que, no século XIX, no Recife(E), o chefe de uma família rica sofreu de uma grave enfermidade. Ficou pálido, recluso e abatido. Os médicos falavam de uma "doença do sangue"(B), só que não conseguiram encontrar uma medicação eficiente. Não havia quem não se assustasse só de olhá-lo. Para uns, mais supersticiosos, ele estava virando um lobisomem.
Até que um negro velho, empregado da família, falou para o senhor que o remédio era "figo" de criança nova, isto é, fígado(C), no vocabulário do velho homem. O próprio velho saía pelas ruas com um saco nas costas, pegando os meninos: quanto mais gordos e corados, melhor.(D) Quando perguntavam, dizia que levava ossos de boi e de carneiro para refinar açúcar.
Na casa grande, o fígado era retirado, e, com o passar do tempo e com a utilização daquela "medicação", o senhor melhorou.(A)
[...]
Texto disponível no site: http://www.sobrenatural.org/lenda_urbana/detalhar/5956/o_. Acessso em 27/03/2010. Adaptado.
Assinale a alternativa em que a relação entre a figura de linguagem apresentada entre parênteses e seu exemplo está correta.
 

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2389018 Ano: 2010
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: IPAD
Orgão: Pref. Goiana-PE
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Configuram princípios aplicáveis à Administração Pública previstos expressamente na Constituição Federal, exceto:

 

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O Norte da América portuguesa foi marcado, durante o período colonial, por dois tipos de economia: a cana de açúcar e o gado, que, segundo historiadores como Nelson Werneck Sodré passaram da convivência à separação. Goiana encaixou- se neste contexto, no século XVI, como
 

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A relação entre índios e brancos, na América portuguesa, envolveu complexos processos que oscilavam entre violência e cooperação, de acordo com o local, a tribo, o tipo de contato e assim por diante. Em relação à Goiana, o contato dos portugueses deu-se, principalmente, com a tribo
 

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