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Weisz (1999), na obra “O diálogo entre o ensino e a aprendizagem”, aborda a necessidade e os bons usos da avaliação. Segundo a autora, a “necessidade de avaliar no início do processo é característica da relação entre ensino e aprendizagem vistos numa ótica construtivista”, segundo a qual “ter conhecimento de quais foram os conteúdos ensinados ao aluno não permite identificar o que ele já sabe: nem sempre ele aprende o que foi ensinado” e, como o conhecimento não se organiza de forma linear, “as coisas não funcionam tão simplesmente quanto agora posso ensinar B, porque no bimestre passado já foi ensinado A”. Por outro lado, os conhecimentos que o aluno tem, os “seus conhecimentos prévios, são oriundos de diferentes fontes, constituem toda a sua bagagem de saberes”, os quais importa avaliar porque
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De acordo com Berbel (2011), “A complexidade crescente dos diversos setores da vida no âmbito mundial, nacional e local tem demandado o desenvolvimento de capacidades humanas de pensar, sentir e agir de modo cada vez mais amplo e profundo, comprometido com as questões do entorno em que se vive”. Para essa autora, “Faz parte das funções da escola contribuir para que tal desenvolvimento ocorra. A legislação nacional da educação sinaliza para isso de diferentes modos, de acordo com os diferentes níveis de escolaridade.” A seguir, tomando como referência a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDBEN, 1996, art. 32, inciso III), ela exemplifica afirmando que, para o ensino fundamental, a legislação prevê, como objetivo, o desenvolvimento da capacidade de aprendizagem, tendo em vista
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Na obra “O diálogo entre o ensino e a aprendizagem”, de 1999, Weisz analisa, em uma perspectiva construtivista, várias experiências de professores, demonstrando que ensino e aprendizagem são processos distintos, mas que precisam ser articulados a fim de que a ação docente possa impulsionar o aprendizado do aluno. No capítulo 4, a autora comenta que, ao entrar na escola, uma criança não alfabetizada está consciente, assim como o professor, de que ela não sabe ler nem escrever. Porém, “ao propor que ela se arrisque a escrever do jeito que imagina, o que o professor na verdade está propondo é uma atividade baseada na capacidade infantil de jogar, de fazer de conta”. Nesse contexto, “ao professor cabe organizar a situação de aprendizagem de forma a oferecer informação adequada”, ele funciona então como uma espécie de diretor de cena ou contra regra, cabendo a ele montar o andaime para
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Vânia, interessada na teoria de Piaget sobre o desenvolvimento e a aprendizagem do ser humano, leu a obra de La Taille, Oliveira e Dantas (1992). No texto de La Taille, ela verificou que Piaget faz menção à cooperação e à coação. Conforme tal texto, para Piaget, cooperação é um método que possibilita chegar a verdades, enquanto a coação só possibilita a permanência de crenças e dogmas. Todavia, diz La Taille, Piaget entende que a coação representa uma etapa obrigatória e necessária à socialização da criança (relação estabelecida entre pais/ adultos e crianças). Contudo, Piaget afirma que, se somente houvesse coação, não seria possível compreender o desenvolvimento das operações mentais. Segundo ele, a cooperação necessária a esse desenvolvimento tem seu início nas relações entre crianças, daí a simpatia que ele sempre teve pela alternativa pedagógica representada
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Em 1988, a Constituição Federal estabeleceu a educação escolar como direito de todos e dever do Estado, em um contexto em que ela é condição para a inserção social positiva, para a realização e a dignidade humana da pessoa. Aos adultos que não puderam cursar a educação básica na idade própria foi destinada a EJA, Educação de Jovens e Adultos. O Parecer CNE/CEB nº 06/2010, resgatando pareceres anteriores a respeito dessa modalidade, analisa a questão da idade mínima para matricular-se na EJA, e traz, entre outras reflexões importantes, a que busca entender o fluxo “migratório” de estudantes do ensino fundamental regular para as turmas de EJA. Haddad e Di Pierro (2000) apresentam análises a respeito dos aspectos históricos das políticas educacionais e das relações entre EJA e educação básica regular, as quais corroboram as explicitadas na citada Resolução.
Assinale a alternativa que apresenta, corretamente, alguma dessas análises.
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A educação como um direito social deve garantir a todos os brasileiros o acesso e a permanência na escola, assim como a realização das aprendizagens essenciais com sucesso. Nesse sentido, mesmo com o significativo aumento das matrículas, no Brasil, o fracasso escolar constitui um grave problema a ser resolvido para a garantia desse direito a todos. Carvalho (2003) discute as relações entre gênero e fracasso escolar, buscando elementos para compreender o melhor desempenho das meninas em relação aos meninos, sendo que eles têm maior atraso escolar e há mais rapazes analfabetos, como mostram as estatísticas. Diante desse panorama, Carvalho destaca a necessidade de trazer para o centro do debate educacional, em termos democráticos e igualitários, a questão de gênero, articulando-a ao fracasso e à violência escolares, pois, na verdade, ao abordarmos esses dois temas, estamos falando o tempo todo de
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O art. 205 da Constituição Federal – CF/88, estabelece que a educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando o pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho. Outras legislações também asseguram esse direito, como o Estatuto da Criança e do Adolescente – ECA (Lei nº 8.069/90), e a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – LDBEN (Lei nº 9.394/96). Embora a relação entre a educação para todos, a cidadania e a democracia já estejam assinaladas nessas legislações, Benevides (1996), ao abordar a Educação para Democracia (EPD), destaca que ela não pode ser objetivo de um único governo ou de um partido, necessitando de um Plano Nacional de Educação para efetivá-la, como prevê a CF/88, pois constitui um processo que
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De acordo com Jaume (in: Arribas, 2004), levando em conta o tempo que as crianças passam na escola de educação infantil, devemos considerar as necessidade dos meninos e meninas no planejamento de espaços e materiais, devendo atender a criança de forma global e em suas diferentes necessidades. Desse modo, é correto afirmar, de acordo com a autora, que
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Galvão (in: Ferreira, 2003), tendo como referência a pedagogia de Freinet e a perspectiva construtivista, afirma que “na escola de educação infantil é essencial que os alunos encontrem um ambiente favorável aos seus tateios experimentais, que permita o conhecimento de muitas possibilidades de trabalho e de expressão através das diferentes linguagens”. De acordo com a autora, é correto afirmar que as professoras de educação infantil planejam os aspectos a serem trabalhados,
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De acordo com Oliveira (2015), o trabalho com histórias pode, entre outros aspectos, ajudar as crianças a aumentar seu repertório de narrativas, aprender a escutar atentamente, diferenciar o que é ler do que é contar histórias, brincar com história e seus personagens. Segundo a autora, “para desenvolver um bom trabalho com narrativas infantis e o desenvolvimento dessa linguagem, é importante que o professor possa articular quatro ações”, uma dessas ações é:
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