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O TEXTO I - A RESOLUÇÃO DA QUESTÃO
Imprensa internacional repercute decisão do STF sobre
regulação das redes.
Le Monde, por exemplo, lembrou que Alexandre de
Moraes já censurou o X por 40 dias no ano passado
Jornais como o norte-americano Washigton Post e o francês
Le Monde noticiaram a decisão do Supremo Tribunal Federal
(STF) de criar uma regulação das redes sociais no Brasil.
Segundo o Post, a decisão do STF “incomodou a relação
entre a nação sul-americana e o governo dos EUA”. “Os críticos
expressaram preocupação de que a medida possa ameaçar a
liberdade de expressão se as plataformas removerem
preventivamente conteúdo que possa ser problemático”.
Le Monde diz que o Brasil, “onde um juiz da Suprema Corte
tirou o X de Elon Musk do ar no ano passado por 40 dias por
desinformação, foi mais longe do que qualquer outro país latino-americano na repressão a postagens questionáveis ou ilegais
nas redes sociais”.
O jornal se referiu à decisão de Alexandre de Moraes, um dos
principais defensores da regulação das redes no Brasil. “A
decisão provavelmente aumentará as tensões entre o Supremo
Tribunal Federal, de um lado, e as empresas de tecnologia que
acusam o Brasil de censura”, acrescentou Le Monde.
O Financial Times afirma que a “decisão da Suprema Corte
do Brasil sobre plataformas digitais corre o risco de alimentar
tensões com o governo norte-americano do presidente Donald
Trump, que ameaçou impor restrições de visto a estrangeiros
que censurarem empresas e cidadãos norte-americanos”.
A decisão do STF sobre a regulação das redes sociais, da
quinta-feira 26, responsabiliza as plataformas de mídia social
por conteúdo de terceiros considerado ilegal, mesmo sem
ordem judicial.
A função de legislar cabe ao Congresso Nacional, mas, com
a alegação de que houve avanço de discursos de ódio,
antidemocráticos e criminosos, os ministros, por maioria,
criaram as novas regras.
Ao julgar o Marco Civil da Internet, a Corte entendeu que o
artigo 19 é parcialmente inconstitucional, e, a partir de agora,
as plataformas são obrigadas a retirar conteúdos de terceiro,
mesmo sem decisão judicial. Basta uma notificação
extrajudicial para isso.
O placar foi de 8 a 3 pela regulação das redes. Luís Roberto
Barroso, Dias Toffoli, Cristiano Zanin, Alexandre de Moraes,
Luiz Fux, Gilmar Mendes, Flávio Dino e Cármen Lúcia votaram
a favor de regular a internet; André Mendonça, Edson Fachin e
Nunes Marques votaram contra, pela constitucionalidade do
artigo 19.
https://revistaoeste.com/politica/imprensa-internacional-repercute-decisao-do-stf-sobre-redes-sociais/. Adaptado.
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O TEXTO I - A RESOLUÇÃO DA QUESTÃO
Imprensa internacional repercute decisão do STF sobre
regulação das redes.
Le Monde, por exemplo, lembrou que Alexandre de
Moraes já censurou o X por 40 dias no ano passado
Jornais como o norte-americano Washigton Post e o francês
Le Monde noticiaram a decisão do Supremo Tribunal Federal
(STF) de criar uma regulação das redes sociais no Brasil.
Segundo o Post, a decisão do STF “incomodou a relação
entre a nação sul-americana e o governo dos EUA”. “Os críticos
expressaram preocupação de que a medida possa ameaçar a
liberdade de expressão se as plataformas removerem
preventivamente conteúdo que possa ser problemático”.
Le Monde diz que o Brasil, “onde um juiz da Suprema Corte
tirou o X de Elon Musk do ar no ano passado por 40 dias por
desinformação, foi mais longe do que qualquer outro país latino-americano na repressão a postagens questionáveis ou ilegais
nas redes sociais”.
O jornal se referiu à decisão de Alexandre de Moraes, um dos
principais defensores da regulação das redes no Brasil. “A
decisão provavelmente aumentará as tensões entre o Supremo
Tribunal Federal, de um lado, e as empresas de tecnologia que
acusam o Brasil de censura”, acrescentou Le Monde.
O Financial Times afirma que a “decisão da Suprema Corte
do Brasil sobre plataformas digitais corre o risco de alimentar
tensões com o governo norte-americano do presidente Donald
Trump, que ameaçou impor restrições de visto a estrangeiros
que censurarem empresas e cidadãos norte-americanos”.
A decisão do STF sobre a regulação das redes sociais, da
quinta-feira 26, responsabiliza as plataformas de mídia social
por conteúdo de terceiros considerado ilegal, mesmo sem
ordem judicial.
A função de legislar cabe ao Congresso Nacional, mas, com
a alegação de que houve avanço de discursos de ódio,
antidemocráticos e criminosos, os ministros, por maioria,
criaram as novas regras.
Ao julgar o Marco Civil da Internet, a Corte entendeu que o
artigo 19 é parcialmente inconstitucional, e, a partir de agora,
as plataformas são obrigadas a retirar conteúdos de terceiro,
mesmo sem decisão judicial. Basta uma notificação
extrajudicial para isso.
O placar foi de 8 a 3 pela regulação das redes. Luís Roberto
Barroso, Dias Toffoli, Cristiano Zanin, Alexandre de Moraes,
Luiz Fux, Gilmar Mendes, Flávio Dino e Cármen Lúcia votaram
a favor de regular a internet; André Mendonça, Edson Fachin e
Nunes Marques votaram contra, pela constitucionalidade do
artigo 19.
https://revistaoeste.com/politica/imprensa-internacional-repercute-decisao-do-stf-sobre-redes-sociais/. Adaptado.
I. O texto em destaque se caracteriza como narrativo na medida em que se fazem presentes elementos como personagens, espaço, tempo, clímax e narrador, em torno de uma ficção quanto ao seu enredo.
II. Trata-se de um gênero textual jornalístico que se baseia na exposição de um fato presente sobre o cenário político nacional e internacional.
III. Foi elaborado de forma impessoal a fim de atender o aspecto informativo de sua natureza de produção.
IV. Sua elaboração prescinde de linguagem formal, clara e objetiva a fim de estreitar o fato noticiado com o cotidiano das pessoas.
A respeito da natureza de produção do Texto I, pode-se afirmar como correto o que se faz presente em
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O TEXTO I - A RESOLUÇÃO DA QUESTÃO
Imprensa internacional repercute decisão do STF sobre
regulação das redes.
Le Monde, por exemplo, lembrou que Alexandre de
Moraes já censurou o X por 40 dias no ano passado
Jornais como o norte-americano Washigton Post e o francês
Le Monde noticiaram a decisão do Supremo Tribunal Federal
(STF) de criar uma regulação das redes sociais no Brasil.
Segundo o Post, a decisão do STF “incomodou a relação
entre a nação sul-americana e o governo dos EUA”. “Os críticos
expressaram preocupação de que a medida possa ameaçar a
liberdade de expressão se as plataformas removerem
preventivamente conteúdo que possa ser problemático”.
Le Monde diz que o Brasil, “onde um juiz da Suprema Corte
tirou o X de Elon Musk do ar no ano passado por 40 dias por
desinformação, foi mais longe do que qualquer outro país latino-americano na repressão a postagens questionáveis ou ilegais
nas redes sociais”.
O jornal se referiu à decisão de Alexandre de Moraes, um dos
principais defensores da regulação das redes no Brasil. “A
decisão provavelmente aumentará as tensões entre o Supremo
Tribunal Federal, de um lado, e as empresas de tecnologia que
acusam o Brasil de censura”, acrescentou Le Monde.
O Financial Times afirma que a “decisão da Suprema Corte
do Brasil sobre plataformas digitais corre o risco de alimentar
tensões com o governo norte-americano do presidente Donald
Trump, que ameaçou impor restrições de visto a estrangeiros
que censurarem empresas e cidadãos norte-americanos”.
A decisão do STF sobre a regulação das redes sociais, da
quinta-feira 26, responsabiliza as plataformas de mídia social
por conteúdo de terceiros considerado ilegal, mesmo sem
ordem judicial.
A função de legislar cabe ao Congresso Nacional, mas, com
a alegação de que houve avanço de discursos de ódio,
antidemocráticos e criminosos, os ministros, por maioria,
criaram as novas regras.
Ao julgar o Marco Civil da Internet, a Corte entendeu que o
artigo 19 é parcialmente inconstitucional, e, a partir de agora,
as plataformas são obrigadas a retirar conteúdos de terceiro,
mesmo sem decisão judicial. Basta uma notificação
extrajudicial para isso.
O placar foi de 8 a 3 pela regulação das redes. Luís Roberto
Barroso, Dias Toffoli, Cristiano Zanin, Alexandre de Moraes,
Luiz Fux, Gilmar Mendes, Flávio Dino e Cármen Lúcia votaram
a favor de regular a internet; André Mendonça, Edson Fachin e
Nunes Marques votaram contra, pela constitucionalidade do
artigo 19.
https://revistaoeste.com/politica/imprensa-internacional-repercute-decisao-do-stf-sobre-redes-sociais/. Adaptado.
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3749007
Ano: 2025
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: ISET
Orgão: Pref. Jaguaquara-BA
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: ISET
Orgão: Pref. Jaguaquara-BA
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Leia o trecho da matéria a seguir retirada do CNN Brasil:
“O Exército de Israel anunciou neste domingo (19mai) que iniciou "extensas operações terrestres" no norte e no sul de Gaza [...]. O exército israelense afirmou ter conduzido uma onda preliminar de ataques contra mais de 670 alvos do Hamas em Gaza na última semana para apoiar uma operação terrestre [...]. O grupo afirmou ter matado dezenas de combatentes do Hamas. Autoridades de saúde palestinas afirmam que centenas de pessoas foram mortas, incluindo muitas mulheres e crianças”. As operações citadas no trecho e iniciadas por Israel foram apelidadas de:
https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/israel-anuncia-inicio-de-operacoes-terrestresextensas-em-gaza/
“O Exército de Israel anunciou neste domingo (19mai) que iniciou "extensas operações terrestres" no norte e no sul de Gaza [...]. O exército israelense afirmou ter conduzido uma onda preliminar de ataques contra mais de 670 alvos do Hamas em Gaza na última semana para apoiar uma operação terrestre [...]. O grupo afirmou ter matado dezenas de combatentes do Hamas. Autoridades de saúde palestinas afirmam que centenas de pessoas foram mortas, incluindo muitas mulheres e crianças”. As operações citadas no trecho e iniciadas por Israel foram apelidadas de:
https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/israel-anuncia-inicio-de-operacoes-terrestresextensas-em-gaza/
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3749006
Ano: 2025
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: ISET
Orgão: Pref. Jaguaquara-BA
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: ISET
Orgão: Pref. Jaguaquara-BA
Leia o trecho da notícia: “A 78ª edição do Festival de
Cannes rendeu diversos prêmios para o Brasil. [...], estrelado
por Wagner Moura, com direção de Kleber Mendonça Filho, se
consagrou com honrarias como Melhor Diretor e Prêmio da
Crítica. [...] A trama é ambientada na década de 1970, durante
a ditadura militar no Brasil”. O filme brasileiro citado na
notícia e que conquistou os prêmios no Festival de Cannes
foi:
https://www.cnnbrasil.com.br/entretenimento/festival-de-cannes-veja-todos-os-premios-que-filme-brasileiroconquistou/
https://www.cnnbrasil.com.br/entretenimento/festival-de-cannes-veja-todos-os-premios-que-filme-brasileiroconquistou/
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Um capital de R$ 1500,00, aplicado a juros compostos,
rendeu, após 2 meses, juros de R$ 165,00. A taxa de juros
mensal, em porcentagem, aproximadamente foi:
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Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) são
essenciais para a segurança do trabalhador. A Norma
Regulamentadora nº 6 (NR 6) estabelece diretrizes quanto
à obrigatoriedade do uso, fornecimento e conservação
desses itens. A seguir, associe os equipamentos à sua
finalidade principal, e marque a alternativa que apresenta a
sequência numérica correta.
Assinale:
Assinale:
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Sobre as dinâmicas do conhecimento artístico
enquanto produção e fruição, todas as assertivas a seguir
estão corretas, EXCETO:
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O município de Jaguaquara está localizado em uma área
de transição e possui um território propício para o cultivo.
Além disso, o município, que é uma grande referência
agrícola, tem dado espaço para um amplo comércio que
vem crescendo a cada dia e com isso o espaço vai se
tornando um “conjunto indissociável de sistemas de
objetos naturais ou fabricados e de sistema de ações,
deliberadas ou não”. Segundo dados retirados do Instituto
Brasileiro de Estatística e Geografia (2021), o município de
Jaguaquara possui o maior produto interno bruto (PIB) do
território do Vale do Jiquiriçá. O PIB do município advém
da(o):
I. Administração Pública, em primeiro lugar, com aproximadamente de 48,1% do total.
II. Serviços e Agropecuária, em segundo e terceiro lugares, com aproximadamente de 36,6% e 9,6% dos valores totais, respectivamente.
III. Indústria, em quarto lugar, com apenas 5,7% do valor total.
Julgue os itens e assinale a alternativa correta:
I. Administração Pública, em primeiro lugar, com aproximadamente de 48,1% do total.
II. Serviços e Agropecuária, em segundo e terceiro lugares, com aproximadamente de 36,6% e 9,6% dos valores totais, respectivamente.
III. Indústria, em quarto lugar, com apenas 5,7% do valor total.
Julgue os itens e assinale a alternativa correta:
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A instauração da ditadura civil-militar no Brasil, em
1964, instituiu um regime de supressão de garantias
constitucionais, consolidado juridicamente com a
promulgação da Constituição de 1967 (CF/67). Esse
período foi marcado pela restrição de liberdades civis, pela
suspensão de direitos políticos e por intervenções
autoritárias em diversas esferas da vida pública e privada.
Considerando esse contexto histórico, assinale a
alternativa correta:
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