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Ano: 2023
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: Aroeira
Orgão: Pref. Piracanjuba-GO
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: Aroeira
Orgão: Pref. Piracanjuba-GO
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A NR 18 trata da Segurança e Saúde no Trabalho
na Indústria da Construção, neste contexto julgue as
afirmativas a seguir.
I. Deve ser de, no máximo, 150 m (cento e cinquenta metros) o deslocamento do trabalhador do seu posto de trabalho até a instalação sanitária mais próxima.
II. É obrigatório o fornecimento de água potável, filtrada e fresca para os trabalhadores, no canteiro de obras, nas frentes de trabalho e nos alojamentos, por meio de bebedouro ou outro dispositivo equivalente, na proporção de 1 (uma) unidade para cada grupo de 10 (dez) trabalhadores ou fração, sendo vedado o uso de copos coletivos.
III. O fornecimento de água potável deve ser garantido de forma que, do posto de trabalho ao bebedouro ou ao dispositivo equivalente, não haja deslocamento superior a 100 m (cem metros) no plano horizontal e 50 m (quinze metros) no plano vertical.
I. Deve ser de, no máximo, 150 m (cento e cinquenta metros) o deslocamento do trabalhador do seu posto de trabalho até a instalação sanitária mais próxima.
II. É obrigatório o fornecimento de água potável, filtrada e fresca para os trabalhadores, no canteiro de obras, nas frentes de trabalho e nos alojamentos, por meio de bebedouro ou outro dispositivo equivalente, na proporção de 1 (uma) unidade para cada grupo de 10 (dez) trabalhadores ou fração, sendo vedado o uso de copos coletivos.
III. O fornecimento de água potável deve ser garantido de forma que, do posto de trabalho ao bebedouro ou ao dispositivo equivalente, não haja deslocamento superior a 100 m (cem metros) no plano horizontal e 50 m (quinze metros) no plano vertical.
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Para a produção vocal ocorrer de maneira estável e adequada, é necessário que os músculos da laringe
estejam em perfeito funcionamento. A musculatura intrínseca possui relação direta com função fonatória. Em
relação à função da musculatura intrínseca da laringe,
podemos afirmar que:
I. Os músculos adutores responsáveis pelo fechamento das pregas vocais durante a fonação são denominados de cricoaritenoideo lateral (CAL) e ariaritenoideo (AA).
II. Os músculos tensores, responsáveis pelos tons graves e agudos, são respectivamente o tiroaritenoideo (TA) e cricotireoideo (CT).
III. Os músculos abdutores são responsáveis pela abertura das pregas vocais e são denominados de cricoaritenoideos laterais (CAL).
IV. Os músculos abdutores têm um papel muito importante para vida, pois eles abrem as pregas vocais para respiração.
Marque a alternativa correta:
I. Os músculos adutores responsáveis pelo fechamento das pregas vocais durante a fonação são denominados de cricoaritenoideo lateral (CAL) e ariaritenoideo (AA).
II. Os músculos tensores, responsáveis pelos tons graves e agudos, são respectivamente o tiroaritenoideo (TA) e cricotireoideo (CT).
III. Os músculos abdutores são responsáveis pela abertura das pregas vocais e são denominados de cricoaritenoideos laterais (CAL).
IV. Os músculos abdutores têm um papel muito importante para vida, pois eles abrem as pregas vocais para respiração.
Marque a alternativa correta:
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TRC, grávida de 24 semanas, procura a unidade
de saúde para uma consulta de pré-natal. Ela relata que
não recebeu a vacina tríplice viral na infância. Durante
a consulta, é identificado que a gestante não apresenta
histórico de rubéola prévia. Considerando a situação da
gestante em relação à rubéola, qual é a recomendação de
imunização, de acordo com as diretrizes do Ministério
da Saúde do Brasil?
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LHW, sexo feminino, 6 anos, é diagnosticada com
tuberculose pulmonar com base em exames de baciloscopia de escarro e cultura de líquido gástrico. A criança
não possui histórico de tratamento anterior para tuberculose e não apresenta comorbidades. De acordo com
as diretrizes do Ministério da Saúde do Brasil, qual é o
esquema terapêutico recomendado para o tratamento
da tuberculose em crianças nessa situação?
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GFC, sexo feminino, 32 anos, procura uma unidade de saúde para realizar o exame preventivo do câncer de colo do útero (Papanicolau). Durante a consulta,
ela menciona que está preocupada com a possibilidade
de ter o vírus do papiloma humano (HPV) devido a um
histórico de parceiros sexuais variados. Considerando o
rastreamento e a prevenção do HPV, qual é a conduta
recomendada pelo Ministério da Saúde do Brasil para
mulheres assintomáticas na faixa etária de 25 a 64 anos?
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Segundo o Código de Ética do Médico Veterinário, disposto pela resolução n.º 1.138, de 16 de dezembro
de 2016, é dever do médico veterinário fornecer informações de interesse da saúde pública e de ordem econômica
às autoridades competentes nos casos de enfermidades
de notificação obrigatória. Sabendo-se disso, na suspeita
de síndromes neurológicas em ruminantes, como raiva
e encefalopatias espongiformes transmissíveis, o médico
veterinário deverá considerar a suspeita clínica, coletar
as amostras necessárias ao diagnóstico diferencial, assim
como conservá-las de forma que seja possível realizar os
testes com vistas ao diagnóstico molecular, pesquisa direta de patógenos e/ou histopatológico. Assim, a respeito
dos procedimentos para vigilância das doenças nervosas
em ruminantes a campo preconizados pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, avalie as afirmações a seguir e marque a alternativa correta:
I. Após a colheita de material do sistema nervoso central, as amostras devem ser refrigeradas (de 2ºC a 8°C), desde que posam chegar ao laboratório em até 24 horas após a colheita. Na impossibilidade de remessa nesse período, as amostras devem ser congeladas a -24°C;
II. As partes anatômicas a serem colhidas para posterior avaliação laboratorial incluem fragmentos do cérebro com hipocampo, cerebelo, córtex, medula e tronco encefálico íntegro, incluindo o óbex. Para o diagnóstico das encefalopatias espongiformes transmissíveis, preconiza-se a colheita do hipotálamo e da medula cervical;
III. Não é recomendado o envio da cabeça inteira, devido ao risco de difusão do material infectante e à dificuldade de preservação do tecido, pois o tempo de transporte pode inviabilizar o processamento laboratorial;
IV. As amostras colhidas devem ser acondicionadas em duplo ou triplo saco plástico resistente e vedado, ou em frasco plástico resistente, de boca larga e fechamento hermético, revestido por saco plástico vedado. A depender da suspeita clínica, deve-se conservar as amostras de modo a possibilitar a realização de testes com vistas ao diagnóstico molecular, à pesquisa direta de patógenos e/ ou ao diagnóstico histopatológico.
I. Após a colheita de material do sistema nervoso central, as amostras devem ser refrigeradas (de 2ºC a 8°C), desde que posam chegar ao laboratório em até 24 horas após a colheita. Na impossibilidade de remessa nesse período, as amostras devem ser congeladas a -24°C;
II. As partes anatômicas a serem colhidas para posterior avaliação laboratorial incluem fragmentos do cérebro com hipocampo, cerebelo, córtex, medula e tronco encefálico íntegro, incluindo o óbex. Para o diagnóstico das encefalopatias espongiformes transmissíveis, preconiza-se a colheita do hipotálamo e da medula cervical;
III. Não é recomendado o envio da cabeça inteira, devido ao risco de difusão do material infectante e à dificuldade de preservação do tecido, pois o tempo de transporte pode inviabilizar o processamento laboratorial;
IV. As amostras colhidas devem ser acondicionadas em duplo ou triplo saco plástico resistente e vedado, ou em frasco plástico resistente, de boca larga e fechamento hermético, revestido por saco plástico vedado. A depender da suspeita clínica, deve-se conservar as amostras de modo a possibilitar a realização de testes com vistas ao diagnóstico molecular, à pesquisa direta de patógenos e/ ou ao diagnóstico histopatológico.
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Sobre o Marco de Referência de Educação Alimentar e Nutricional para as Políticas Públicas, este
apresenta nove princípios que norteiam estas ações em
diversos setores e cenários. Sobre os princípios e ações
de educação nutricional, associe as colunas 1 e 2 estão:
Coluna 1:
(1) Sistema Alimentar e sua integralidade. (2) Valorização da culinária enquanto prática emancipatória. (3) Participação ativa e informada dos sujeitos. (4) Valorização da cultura alimentar local.
Coluna 2:
(A) Oficina de receitas básicas da alimentação brasileira para adolescentes. (B) Horta escolar com produtos locais. (C) Livro de receitas regionais para população. (D) Oficina de receitas de produtos locais ministrada por agricultores familiares locais.
Assinale a alternativa correta:
Coluna 1:
(1) Sistema Alimentar e sua integralidade. (2) Valorização da culinária enquanto prática emancipatória. (3) Participação ativa e informada dos sujeitos. (4) Valorização da cultura alimentar local.
Coluna 2:
(A) Oficina de receitas básicas da alimentação brasileira para adolescentes. (B) Horta escolar com produtos locais. (C) Livro de receitas regionais para população. (D) Oficina de receitas de produtos locais ministrada por agricultores familiares locais.
Assinale a alternativa correta:
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A linguística diacrônica descreve uma língua ou
parte dela ao longo de sua história, relacionando com as
mudanças que sofreu. A Libras. assim como qualquer
língua, também é diacrônica e, desde a sua chegada ao
Brasil, em 1855, trazida por D. Pedro II, muitos sinais sofreram modificações ao longo da história. É um exemplo
de diacronia na Libras:
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TEXTO I
EU SEI, MAS NÃO DEVIA
Eu sei que a gente se acostuma. Mas não devia.
A gente se acostuma a morar em apartamentos de fundos e a não ter outra vista que não as janelas ao redor.
E, porque não tem vista, logo se acostuma a não olhar
para fora. E, porque não olha para fora, logo se acostuma
a não abrir de todo as cortinas. E, porque não abre as
cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a luz. E,
à medida que se acostuma, esquece o sol, esquece o ar,
esquece a amplidão.
A gente se acostuma a acordar de manhã sobressaltado porque está na hora. A tomar o café correndo
porque está atrasado. A ler o jornal no ônibus porque
não pode perder o tempo da viagem. A comer sanduíche
porque não dá para almoçar. A sair do trabalho porque
já é noite. A cochilar no ônibus porque está cansado. A
deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia.
A gente se acostuma a abrir o jornal e a ler sobre a
guerra. E, aceitando a guerra, aceita os mortos e que haja
números para os mortos. E, aceitando os números, aceita
não acreditar nas negociações de paz. E, não acreditando
nas negociações de paz, aceita ler todo dia da guerra, dos
números, da longa duração. [...]
A gente se acostuma para não ralar na aspereza,
para preservar sempre a pele. Se acostuma para evitar feridas, sangramentos, para esquivar-se da faca e baioneta,
para poupar o peito. A gente se acostuma para poupar a
vida. Que aos poucos se gasta, e que, gasta de tanto acostumar, se perde de si mesma.
(COLASANTI, Marina. Eu sei, mas não devia.
2 ed. Rio de Janeiro: Rocco, 1999. P. 9-10. Fragmento.)
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