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Disciplina: Engenharia de Alimentos
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Tailândia-PA
É a operação de redução, por método físico e/ou agente químico, do número de microorganismos ao nível que não comprometa a qualidade
higiênico- sanitária dos alimentos:
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Leia o texto a seguir e responda a questão.
A violência no mundo
Um dos problemas mais graves da sociedade moderna ainda é a violência. Ela existe sob várias formas: terrorismo, assaltos, sequestro, assassinatos, violência domestica, urbana etc.
O problema da violência é crônico e atinge todas as classes sociais e todas as Idades. No entanto, a violência não é algo apenas do cotidiano. Ao longo de toda a história humana a violência esteve presente; até mesmo o primeiro livro da Bíblia narra a violência com a qual Caim, filho primogênito de Adão e Eva, matou Abel, seu irmão mais novo. Segundo o relato do livro de Gênesis, em determinada ocasião, Caim e Abel apresentaram ofertas a Deus. Mas Deus se agradou mais da oferta de Abel, pelo fato de Abel ter oferecido com gratidão e fé. Cheio de ira, ciúmes e inveja, Caim convidou Abel para Ir ao campo. Lá, Caim matou Abel, sendo este o primeiro homicídio narrado pela Bíblia.
Algumas guerras têm motivações religiosas, como as cruzadas (século XI ao XIV), Guerra dos Cem Anos (1337~ 1453) e, mais recente, a guerra entre católicos e protestantes na Irlanda do Norte. Geralmente, nesses conflitos centenas de pessoas morrem em nome da religião, que deveria pregar somente a paz, a harmonia entre os seres humanos. Por outro lado, os ataques terroristas praticados por fundamentalistas religiosos multiplicam-se na maior parte do planeta, mantendo constantemente a população mundial Insegura e apavorada, a exemplo dos ataques de 11 de setembro de 2001.
Manual Compacto de Ensino Religioso. A. violência no mundo. pp. 90 e 91
A oferta que os irmãos Caim e Abel fazem a Deus tem uma finalidade, qual é?
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Quais atividades econômicas remontam à época da colonização da cidade de Tailândia?
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Analise o gráfico e responda a questão.
Um jovem tentando aprovação em um concurso obteve as notas registradas no gráfico a seguir.

Qual a mediana?
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Disciplina: Legislação Estadual e Distrital
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Tailândia-PA
A questão deve ser respondida de acordo com a Lei Municipal n.º 288/2013
Os órgãos da Prefeitura Municipal de Tailândia, diretamente subordinados ao Chefe do Poder Executivo, por linha de autoridade integral, da administração direta estão agrupados em Órgãos. A Controladoria é classificada como:
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Leia o texto e responda o que se pede no comando da questão.
Somos Todos Estrangeiros.
Estrangeiro é o bairro em que moramos, estrangeira é a mulher que encoxamos no elevador, estrangeiros são nossos pais, nossos filhos. Nunca me senti em casa no Brasil, ninguém está em casa no Brasil: todo mundo foi até a esquina, todo mundo foi tomar um cafezinho. Achava que, de uma maneira ou de outra, eu estava embromando ou sendo embromado por alguém. Que viver não era nada daquilo, que eu não tinha nada com o peixe, que os verdadeiros brasileiros estavam misteriosamente ocupados com seus sofrimentos, ou então atarefados criando um Brasil melhor: gente andando rapidamente nas ruas da cidade, ou cavando uma terra dura e ingrata. Os brasileiros eram abstratos, distantes, mais calados do que comumente se supõe. Conheço algumas vozes brasileiras: gostaria de saber escrever na tonalidade do Jorge Veiga, ou do Moreira da Silva, misturada a uma retórica aborrecida e às avessas semelhante à de Ruy Barbosa - como o Hino à Bandeira acompanhado de caixinha de fósforos. Os sambinhas, claro, eram brasileiros, o pessoal que sentava ao meu lado no Maracanã era brasileiro, as piadas de papagaio eram brasileiras. Mas tudo era de mentirinha, beirando sempre o pitoresco ou se precipitando na tragédia policial ou no editorial dos jornais. A vida a sério, os seis quarteirões em que me locomovia, as seis pessoas com quem convivia não eram, digamos assim, bem brasileiros - assim como eu, tinham máquina fotográfica a tiracolo e camisas com palmeiras.
Em tudo que eu engolia ficava uma ponta de tradução atravessada em minha garganta: os filmes com legendas em português, as histórias em quadrinhos, os livros, as notícias; os foxes. Éramos uma versão pobre do que a vida deveria ser - e a vida vinha sempre em inglês, em francês, em alemão. Mesmo quando dizia "eu te amo", ou "não me chateia", eu me sentia vagamente ridículo, apropriador - feito um homem de série da televisão mal dublado: minha boca fechada e as palavras ainda saindo, um ventríloquo com descontroIe psicomotor.
Reconheci, pelo paladar, pelos olhos, certos molhos, certas bossas tipicamente brasileiras (o problema é que eram típicos): feijoada, dendê, folha seca de Didi, Noel Rosa, escola de samba. Mas a essência, a parte que tratava de mim (nos meus seis quarteirões, na cidade no sul do país) e de minha relação com os severinos todos, essa parte era sempre tratada em outra língua; eu pertencia aos estrangeiros, foram eles que me disseram como vim a fazer parte ou como nunca fiz parte. Eu era, como todo brasileiro, um improvisador, um adaptador, um tradutor, consequentemente um traidor - porque eu olhava para a cara de meu semelhante e não sabia como poderíamos nos entender, o que ele tinha a me dizer, o que eu poderia lhe dizer, como juntos conseguiríamos nos salvar. No entanto, o tempo todo, eu era, eu sou, apenas mais um João, só que em russo.
Não consegui, como tanta gente de minha geração ou mais moça do que eu, me interessar pelo folclore caboclo. A própria palavra folclore já leva embutido um desaforo urbano. No entanto, achava que o setor, devidamente estudado por profissionais competentes, me seria útil, me forneceria, por exemplo, dados para escrever com justeza para um público moço que vive de cinema, disco e que sabe, curiosamente, que há uma tremenda safadeza, uma violência no ar. Não lia, portanto, O Negrinho do Pastoreio - o que já preparava o terreno até para eu deixar de ler Machado de Assis ou Dalton Trevisan. Comprava pocketbooks, que eram mais baratos, mais engraçados, e, de certa forma, sobre mim, a meu respeito. Preocupado comigo mesmo, com esse "meu respeito", descobri-me sozinho no melo da avenida repetindo eu ... eu ... eu ... como um pronome enguiçado que não consegue engatar a segunda e a terceira do singular. Perdi os joões, os josés, os severinos, vim para o original, o estrangeiro, dando início a uma certa paz, tranquilidade, a noção de ordem: as legendas acabaram, sou finalmente, completamente, um estrangeiro. Posso agora conjugar-me no plural, dizer nós. Somos todos estrangeiros, sois todos estrangeiros, são todos estrangeiros. Não há nada a fazer a não ser descobrir esse estrangeiro que há na gente. Daí então a gente começa a falar brasileiro, coça o saco, conta como é que é. Daí então o papo, aquele papo, pode começar. Só que agora pra valer.
Londres, 7 de setembro, 1910. (LESSA. Nan. As Cem Melhores Crônicas Brasileiras. p. 227/229)
Analise as afirmações e assinale a alternativa correta:
I - O termo "estrangeiro", no primeiro período, foi empregado na função referencial.
II- Estrangeiro conota "estranhamento", dificuldade de perceber a essência das pessoas e fatos.
III -"(...) que eu não tinha nada com o peixe ( ... )" sugere um período de alienação do cronista.
IV- "Conheço algumas vozes brasileiras ( ... )" alude, metonimicamente, a dois sambistas nacionais.
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Disciplina: Engenharia Cartográfica
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Tailândia-PA
O UTM é um sistema de coordenadas baseado no plano cartesiano (eixo x,y). Sobre o assunto, assinale a alternativa que contempla todas as assertivas corretas:
I- Usa o metro (m) como unidade para medir distâncias e determinar a posição de um objeto.
lI- Acompanha a curvatura da Terra
III- Seus pares de coordenadas também sao chamados de coordenadas planas.
IV· O mesmo par de coordenadas pode se repetir nos 60 fusos diferentes.
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Em rei ação aos metais, pode-se afirmar que:
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Marque a alternativa correta segundo a norma ABNT 602312002:
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Novas formas de relações entre os homens e destes com território ocorrem com a evolução das técnicas na Indústrla. Estados e empresas se apropriam da técnica e disputam seu domínio gerando sérios conflitos tanto em nível nacional quanto internacional, além de disputarem o controle de fontes de energia, o que esta na origem da maioria das grandes guerras e de toda a dominação externa. Por mais que se desenvolvam novas formas alternativas de obtenção de energia. continua predominando a energia proveniente de fontes energéticas tradicionais. (SCARLATO, F. C. O espaço industrial brasileiro. In: ROSS, J. L. S. Geografia do Brasil. 5 ed. São Paulo: Edusp. 2005. p. 332.).
Sobre os exemplos destas fontes tradicionais, marque a alternativa correta.
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