Magna Concursos

Foram encontradas 80 questões.

2714026 Ano: 2022
Disciplina: Administração Geral
Banca: IBFC
Orgão: SESAcre
Provas:

Associe a característica com o tipo de planejamento (tradicional ou estratégico situacional).

1) Diagnóstico

2) Cálculo tecnopolítico

3) Predições únicas

4) Certeza

5) Indeterminista

A) planejamento tradicional

B) planejamento estratégico situacional

Assinale a alternativa que apresenta a correlação correta.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2714025 Ano: 2022
Disciplina: Administração Geral
Banca: IBFC
Orgão: SESAcre
Provas:

Dois meios de realização de processos de mudança organizacional têm sido amplamente difundidos: a gestão de competências e a gestão do conhecimento. Sobre esse tema, analise as afirmativas a seguir.

I. A gestão de competências, de forma geral, parte de uma proposta de competências a serem desenvolvidas pelos indivíduos e pela organização, em função de uma estratégia estabelecida.

II. A proposta da gestão do conhecimento pressupõe a criação de organizações que aprendem, e tem, como principal objetivo, a inovação.

III. No Brasil, a prática das organizações aponta para uma tendência de iniciar a gestão de competências pelo enfoque estratégico, em que primeiro são mapeadas as competências individuais e gerenciais.

Estão corretas as afirmativas:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2714024 Ano: 2022
Disciplina: Administração Geral
Banca: IBFC
Orgão: SESAcre
Provas:

Uma das formas de verificação da satisfação no trabalho dos profissionais é a realização de pesquisas de clima organizacional. Sobre esse tema, analise as afirmativas a seguir e dê valores Verdadeiro (V) ou Falso (F).

( ) O clima organizacional é uma percepção coletiva e pode ser entendido como a atmosfera do ambiente de trabalho. Ele é temporário e sujeito a mudanças constantes.

( ) Caso os dados não sejam utilizados, a pesquisa pode ser uma fonte de insatisfação para o grupo, pois, ao contribuir com as respostas, as pessoas criam a expectativa de influenciar a organização.

( ) Não cabe à área de gestão de pessoas promover atividades sociais e comemorativas.

( ) Os instrumentos de medida ideal para a análise do clima organizacional são adequados à realidade de qualquer organização.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2714023 Ano: 2022
Disciplina: Administração Geral
Banca: IBFC
Orgão: SESAcre
Provas:

O processo de gestão estratégica inclui as seguintes etapas principais e desafios: análise do ambiente, formulação estratégica, execução da estratégia e controle da estratégia. Assinale a alternativa que apresenta a qual etapa do processo “Como definir o posicionamento adequado à organização?” corresponde.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2714022 Ano: 2022
Disciplina: Administração Geral
Banca: IBFC
Orgão: SESAcre
Provas:

Aspecto essencial da vida das organizações são as relações políticas inerentes a ela, expressas por meio do processo de tomada de decisões e da gestão de conflitos. Sobre esse aspecto, analise as frases a seguir.

1ª: A denominada falta de adesão dos trabalhadores aos projetos organizacionais, na maioria das vezes, pode ser caracterizada como decorrente da disputa entre projetos políticos ou em interesses contrariados ou, até mesmo, desconhecidos.

2ª: A gestão de conflitos continua sendo pensada como o enquadramento dos atores subordinados, e existem várias contribuições teóricas acerca da importância do conflito como propulsor de desenvolvimento e que abririam espaço para processos de construção de contratos e de motivação dos diferentes grupos institucionais.

Assinale a alternativa correta.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2714021 Ano: 2022
Disciplina: Administração Geral
Banca: IBFC
Orgão: SESAcre
Provas:

Sobre a gestão do trabalho, assinale a alternativa incorreta.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2713946 Ano: 2022
Disciplina: Legislação Estadual e Distrital
Banca: IBFC
Orgão: SESAcre
Provas:

Sobre o Programa Nacional de Prevenção à Corrupção, assinale a alternativa incorreta.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2713885 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: IBFC
Orgão: SESAcre
Provas:

Leia o fragmento abaixo do conto “Felicidade Clandestina”, de Clarice Lispector.

Texto I

Ela era gorda, baixa, sardenta e de cabelos excessivamente crespos, meio arruivados. Tinha um busto enorme, enquanto nós todas ainda éramos achatadas. Como se não bastasse enchia os dois bolsos da blusa, por cima do busto, com balas. Mas possuía o que qualquer criança devoradora de histórias gostaria de ter: um pai dono de livraria.

Pouco aproveitava. E nós menos ainda: até para aniversário, em vez de pelo menos um livrinho barato, ela nos entregava em mãos um cartão-postal da loja do pai. Ainda por cima era de paisagem do Recife mesmo, onde morávamos, com suas pontes mais do que vistas. Atrás escrevia com letra bordadíssima palavras como “data natalícia” e “saudade”.

Mas que talento tinha para a crueldade. Ela toda era pura vingança, chupando balas com barulho. Como essa menina devia nos odiar, nós que éramos imperdoavelmente bonitinhas, esguias, altinhas, de cabelos livres. Comigo exerceu com calma ferocidade o seu sadismo. Na minha ânsia de ler, eu nem notava as humilhações a que ela me submetia: continuava a implorar-lhe emprestados os livros que ela não lia.

Até que veio para ela o magno dia de começar a exercer sobre mim uma tortura chinesa. Como casualmente, informou-me que possuía “As reinações de Narizinho’’, de Monteiro Lobato.

Era um livro grosso, meu Deus, era um livro para se ficar vivendo com ele, comendo-o, dormindo-o. E completamente acima de minhas posses. Disse-me que eu passasse pela sua casa no dia seguinte e que ela o emprestaria.

Até o dia seguinte eu me transformei na própria esperança da alegria: eu não vivia, eu nadava devagar num mar suave, as ondas me levavam e me traziam.

No dia seguinte fui à sua casa, literalmente correndo. Ela não morava num sobrado como eu, e sim numa casa. Não me mandou entrar. Olhando bem para meus olhos, disse-me que havia emprestado o livro a outra menina, e que eu voltasse no dia seguinte para buscá-lo. Boquiaberta, saí devagar, mas em breve a esperança de novo me tomava toda e eu recomeçava na rua a andar pulando, que era o meu modo estranho de andar pelas ruas de Recife. Dessa vez nem caí: guiava-me a promessa do livro, o dia seguinte viria, os dias seguintes seriam mais tarde a minha vida inteira, o amor pelo mundo me esperava, andei pulando pelas ruas como sempre e não caí nenhuma vez.

Mas não ficou simplesmente nisso. O plano secreto da filha do dono de livraria era tranquilo e diabólico. No dia seguinte lá estava eu à porta de sua casa, com um sorriso e o coração batendo. Para ouvir a resposta calma: o livro ainda não estava em seu poder, que eu voltasse no dia seguinte. Mal sabia eu como mais tarde, no decorrer da vida, o drama do “dia seguinte” com ela ia se repetir com meu coração batendo.

E assim continuou. Quanto tempo? Não sei. Ela sabia que era tempo indefinido, enquanto o fel não escorresse todo de seu corpo grosso. Eu já começara a adivinhar que ela me escolhera para eu sofrer, às vezes adivinho. Mas, adivinhando mesmo, às vezes aceito: como se quem quer me fazer sofrer esteja precisando danadamente que eu sofra.

Quanto tempo? Eu ia diariamente à sua casa, sem faltar um dia sequer. Às vezes ela dizia: pois o livro esteve comigo ontem de tarde, mas você só veio de manhã, de modo que o emprestei a outra menina. E eu, que não era dada a olheiras, sentia as olheiras se cavando sob os meus olhos espantados. [...]

(LISPECTOR, Clarice. Felicidade Clandestina. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1987)

Na oração “Boquiaberta, saí devagar” (7º§), tem-se:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2713884 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: IBFC
Orgão: SESAcre
Provas:

Leia o fragmento abaixo do conto “Felicidade Clandestina”, de Clarice Lispector.

Texto I

Ela era gorda, baixa, sardenta e de cabelos excessivamente crespos, meio arruivados. Tinha um busto enorme, enquanto nós todas ainda éramos achatadas. Como se não bastasse enchia os dois bolsos da blusa, por cima do busto, com balas. Mas possuía o que qualquer criança devoradora de histórias gostaria de ter: um pai dono de livraria.

Pouco aproveitava. E nós menos ainda: até para aniversário, em vez de pelo menos um livrinho barato, ela nos entregava em mãos um cartão-postal da loja do pai. Ainda por cima era de paisagem do Recife mesmo, onde morávamos, com suas pontes mais do que vistas. Atrás escrevia com letra bordadíssima palavras como “data natalícia” e “saudade”.

Mas que talento tinha para a crueldade. Ela toda era pura vingança, chupando balas com barulho. Como essa menina devia nos odiar, nós que éramos imperdoavelmente bonitinhas, esguias, altinhas, de cabelos livres. Comigo exerceu com calma ferocidade o seu sadismo. Na minha ânsia de ler, eu nem notava as humilhações a que ela me submetia: continuava a implorar-lhe emprestados os livros que ela não lia.

Até que veio para ela o magno dia de começar a exercer sobre mim uma tortura chinesa. Como casualmente, informou-me que possuía “As reinações de Narizinho’’, de Monteiro Lobato.

Era um livro grosso, meu Deus, era um livro para se ficar vivendo com ele, comendo-o, dormindo-o. E completamente acima de minhas posses. Disse-me que eu passasse pela sua casa no dia seguinte e que ela o emprestaria.

Até o dia seguinte eu me transformei na própria esperança da alegria: eu não vivia, eu nadava devagar num mar suave, as ondas me levavam e me traziam.

No dia seguinte fui à sua casa, literalmente correndo. Ela não morava num sobrado como eu, e sim numa casa. Não me mandou entrar. Olhando bem para meus olhos, disse-me que havia emprestado o livro a outra menina, e que eu voltasse no dia seguinte para buscá-lo. Boquiaberta, saí devagar, mas em breve a esperança de novo me tomava toda e eu recomeçava na rua a andar pulando, que era o meu modo estranho de andar pelas ruas de Recife. Dessa vez nem caí: guiava-me a promessa do livro, o dia seguinte viria, os dias seguintes seriam mais tarde a minha vida inteira, o amor pelo mundo me esperava, andei pulando pelas ruas como sempre e não caí nenhuma vez.

Mas não ficou simplesmente nisso. O plano secreto da filha do dono de livraria era tranquilo e diabólico. No dia seguinte lá estava eu à porta de sua casa, com um sorriso e o coração batendo. Para ouvir a resposta calma: o livro ainda não estava em seu poder, que eu voltasse no dia seguinte. Mal sabia eu como mais tarde, no decorrer da vida, o drama do “dia seguinte” com ela ia se repetir com meu coração batendo.

E assim continuou. Quanto tempo? Não sei. Ela sabia que era tempo indefinido, enquanto o fel não escorresse todo de seu corpo grosso. Eu já começara a adivinhar que ela me escolhera para eu sofrer, às vezes adivinho. Mas, adivinhando mesmo, às vezes aceito: como se quem quer me fazer sofrer esteja precisando danadamente que eu sofra.

Quanto tempo? Eu ia diariamente à sua casa, sem faltar um dia sequer. Às vezes ela dizia: pois o livro esteve comigo ontem de tarde, mas você só veio de manhã, de modo que o emprestei a outra menina. E eu, que não era dada a olheiras, sentia as olheiras se cavando sob os meus olhos espantados. [...]

(LISPECTOR, Clarice. Felicidade Clandestina. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1987)

A leitura atenta permite ao leitor concluir que o texto narra:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2713883 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: IBFC
Orgão: SESAcre
Provas:

Leia o fragmento abaixo do conto “Felicidade Clandestina”, de Clarice Lispector.

Texto I

Ela era gorda, baixa, sardenta e de cabelos excessivamente crespos, meio arruivados. Tinha um busto enorme, enquanto nós todas ainda éramos achatadas. Como se não bastasse enchia os dois bolsos da blusa, por cima do busto, com balas. Mas possuía o que qualquer criança devoradora de histórias gostaria de ter: um pai dono de livraria.

Pouco aproveitava. E nós menos ainda: até para aniversário, em vez de pelo menos um livrinho barato, ela nos entregava em mãos um cartão-postal da loja do pai. Ainda por cima era de paisagem do Recife mesmo, onde morávamos, com suas pontes mais do que vistas. Atrás escrevia com letra bordadíssima palavras como “data natalícia” e “saudade”.

Mas que talento tinha para a crueldade. Ela toda era pura vingança, chupando balas com barulho. Como essa menina devia nos odiar, nós que éramos imperdoavelmente bonitinhas, esguias, altinhas, de cabelos livres. Comigo exerceu com calma ferocidade o seu sadismo. Na minha ânsia de ler, eu nem notava as humilhações a que ela me submetia: continuava a implorar-lhe emprestados os livros que ela não lia.

Até que veio para ela o magno dia de começar a exercer sobre mim uma tortura chinesa. Como casualmente, informou-me que possuía “As reinações de Narizinho’’, de Monteiro Lobato.

Era um livro grosso, meu Deus, era um livro para se ficar vivendo com ele, comendo-o, dormindo-o. E completamente acima de minhas posses. Disse-me que eu passasse pela sua casa no dia seguinte e que ela o emprestaria.

Até o dia seguinte eu me transformei na própria esperança da alegria: eu não vivia, eu nadava devagar num mar suave, as ondas me levavam e me traziam.

No dia seguinte fui à sua casa, literalmente correndo. Ela não morava num sobrado como eu, e sim numa casa. Não me mandou entrar. Olhando bem para meus olhos, disse-me que havia emprestado o livro a outra menina, e que eu voltasse no dia seguinte para buscá-lo. Boquiaberta, saí devagar, mas em breve a esperança de novo me tomava toda e eu recomeçava na rua a andar pulando, que era o meu modo estranho de andar pelas ruas de Recife. Dessa vez nem caí: guiava-me a promessa do livro, o dia seguinte viria, os dias seguintes seriam mais tarde a minha vida inteira, o amor pelo mundo me esperava, andei pulando pelas ruas como sempre e não caí nenhuma vez.

Mas não ficou simplesmente nisso. O plano secreto da filha do dono de livraria era tranquilo e diabólico. No dia seguinte lá estava eu à porta de sua casa, com um sorriso e o coração batendo. Para ouvir a resposta calma: o livro ainda não estava em seu poder, que eu voltasse no dia seguinte. Mal sabia eu como mais tarde, no decorrer da vida, o drama do “dia seguinte” com ela ia se repetir com meu coração batendo.

E assim continuou. Quanto tempo? Não sei. Ela sabia que era tempo indefinido, enquanto o fel não escorresse todo de seu corpo grosso. Eu já começara a adivinhar que ela me escolhera para eu sofrer, às vezes adivinho. Mas, adivinhando mesmo, às vezes aceito: como se quem quer me fazer sofrer esteja precisando danadamente que eu sofra.

Quanto tempo? Eu ia diariamente à sua casa, sem faltar um dia sequer. Às vezes ela dizia: pois o livro esteve comigo ontem de tarde, mas você só veio de manhã, de modo que o emprestei a outra menina. E eu, que não era dada a olheiras, sentia as olheiras se cavando sob os meus olhos espantados. [...]

(LISPECTOR, Clarice. Felicidade Clandestina. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1987)

Caso a frase ‘Atrás escrevia com letra bordadíssima palavras como “data natalícia” e “saudade”.’ (2º§) fosse reescrita com acréscimo de vírgulas, teríamos uma reescritura adequada à norma padrão apenas em:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas