A constituição de uma entidade societária formaliza sua
existência jurídica e define seu capital social como a base
patrimonial inicial. Sobre o tema, analise as afirmativas abaixo:
I. na constituição de uma empresa, todo o capital que os
proprietários se comprometem a investir na empresa é
denominado de capital subscrito;
II. bens imóveis não podem ser utilizados na constituição da
empresa, apenas no aumento do capital social;
III. em uma empresa S.A. deverá ser integralizado, no mínimo,
10% do capital e depositado no Banco do Brasil ou outro
estabelecimento bancário autorizado pela CVM.
Com base na análise das afirmativas acima, assinale a
alternativa correta.
Carlos e Eduardo passaram a explorar atividade empresarial no ramo de material elétrico, firmando contratos com fornecedores e realizando operações comerciais em nome da sociedade. No entanto, o contrato social firmado entre ambos nunca
foi levado a registro na Junta Comercial. Com base nas disposições do Código Civil sobre as sociedades não personificadas,
assinale a afirmativa correta.
Nos termos da Resolução COFECI nº 327/1992, a
atuação da pessoa jurídica no exercício da atividade de
intermediação imobiliária em jurisdição diversa daquela
em que mantém sua inscrição principal está
condicionada a requisito formal específico. Sobre o tema,
assinale a alternativa correta:
Um corretor de imóveis regularmente inscrito no
CRECI decide veicular anúncios utilizando seu nome
abreviado, acompanhado apenas da palavra “Consultor”,
em letras grandes e chamativas. Em seguida, insere o
número de sua inscrição no CRECI em letras minúsculas,
de difícil leitura, correspondendo a cerca de 10% do
tamanho do nome, sem qualquer destaque. Em outro
anúncio, tenta divulgar seu serviço utilizando um nome
de fantasia, embora não possua registro como
Empresário na Junta Comercial. Com base na
Resolução-COFECI nº 1.062/2007 e de sua atualização
pela Resolução COFECI n° 1.402/2017, é correto afirmar
que:
Assinale com V (verdadeiro) ou com F (falso) as afirmações abaixo
sobre as normas que tratam dos títulos de crédito.
( ) O cheque deve ser apresentado para pagamento, a contar do dia da
emissão, no prazo de 15 (quinze) dias, quando emitido na mesma
praça da agência onde houver de ser pago; e de 30 (trinta) dias,
quando emitido em outro lugar do país ou no exterior.
( ) O título de crédito, documento necessário ao exercício do direito
literal e autônimo nele contido, somente produz efeito quando
preencha os requisitos da lei. A omissão de qualquer requisito legal,
que tire ao escrito a sua validade como título de crédito, não implica a
invalidade do negócio jurídico que lhe deu origem.
( ) A pretensão à execução da duplicata prescreve: a) contra o sacado e
respectivos avalistas, em 3 (três) anos, contados da data do protesto;
b) contra endossante e seus avalistas, em 1 (um) ano, contado da data
do vencimento do título; e c) de qualquer dos coobrigados contra os
demais, em 1 (um) ano, contado da data em que haja sido efetuado o
pagamento do título.
( ) A duplicata admite reforma ou prorrogação do prazo de vencimento,
mediante declaração em separado ou nela escrita, assinada pelo
vendedor ou endossatário, ou por representante com poderes
especiais.
Assinale a alternativa que preenche corretamente os parênteses, de
cima para baixo.
Considere as afirmações abaixo sobre recuperação judicial,
extrajudicial e a falência do empresário e da sociedade empresária.
I - A recuperação judicial tem por objetivo viabilizar a superação da
situação de crise econômicofinanceira do devedor, a fim de permitir a
manutenção da fonte produtora, do emprego dos trabalhadores e dos
interesses dos credores, promovendo, assim, a preservação da
empresa, sua função social e o estímulo à atividade econômica.
II - Poderá requerer recuperação judicial o devedor que, no momento
do pedido, exerça regularmente suas atividades há mais de 2 (dois)
anos e que atenda aos seguintes requisitos, cumulativamente: a) não
ser falido e, se o foi, estejam declaradas extintas, por sentença
transitada em julgado, as responsabilidades daí decorrentes; b) não
ter, há menos de 5 (cinco) anos, obtido concessão de recuperação
judicial; c) não ter, há menos de 5 (cinco) anos, obtido concessão de
recuperação judicial com base no plano especial para
microempresários e empresas de pequeno porte; e d) não ter sido
condenado ou não ter, como administrador ou sócio controlador,
pessoa condenada por qualquer dos crimes previstos na Lei 11.101, de
09 de fevereiro de 2005.
III - O plano de recuperação será apresentado pelo devedor em juízo
no prazo improrrogável de 60 (sessenta) dias da publicação da decisão
que deferir o processamento da recuperação judicial, sob pena de
convolação em falência, e deverá conter: a discriminação
pormenorizada dos meios de recuperação a ser empregados e seu
resumo; demonstração de sua viabilidade econômica; e laudo
econômico-financeiro e de avaliação dos bens e ativos do devedor,
subscrito por profissional legalmente habilitado ou empresa
especializada.
IV - Qualquer credor poderá manifestar ao juiz sua objeção ao plano de
recuperação judicial no prazo de 30 (trinta) dias contados da
publicação da relação de credores. Havendo objeção ao plano de
recuperação judicial, o juiz convocará a assembleia geral de credores
para deliberar sobre o plano de recuperação.