A educação bilíngue de surdos no Brasil está amparada pela Lei sendo recomendada pelo Ministério Nacional da Educação (MEC), como sendo uma proposta válida e eficaz para o ensino das duas Línguas reconhecidas pelo país, Língua Portuguesa e Libras. Assinale a alternativa que não apresenta uma proposta do bilinguismo.
No ensino de Libras, como segunda língua, para ouvintes, importa ao docente estimular estratégias de aprendizagem que oportunizem o desenvolvimento dos alunos. Nesse sentido, Gesser (2012) elenca as seguintes estratégias: de memória, cognitivas, de compensação, metacognitivas, afetivas e sociais. De acordo com a autora, as estratégias de memória são aquelas que:
Quadros (2017) aponta que “depois do período colonial, as fundações das associações de surdos tiveram um papel importante na nacionalização da Libras. Os ex-alunos do INES e, mais tarde, do Instituto Santa Terezinha, em São Paulo, retornaram a seus estados e começaram a criar associações de surdos” (p. 42). Para a autora, as associações de surdos representam espaços de organização social e política fundamentais para a comunidade surda. Nesse sentido, essas associações promovem:
Segundo Quadros e Karnopp (2004), os “classificadores têm distintas propriedades morfológicas, são formas complexas em que a configuração de mão, o movimento e a locação da mão podem especificar qualidades de um referente” (p.93). Nesse sentido, as autoras afirmam que os classificadores, geralmente, são usados para:
Uma demonstração surpreendente da capacidade de coleta e do processamento de informações pela via do tato é o, mecanismo de comunicação utilizado por pessoas surdocegas. Trata-se de uma comunicação eminentemente tátil que permite entender a fala de uma pessoa, ao perceber as vibrações e os movimentos articulatórios dos lábios e maxilares com a mão sobre a face do interlocutor.
Assinale a alternativa que completa, corretamente, a lacuna do texto:
Lacerda, Santos e Caetano (2013), no capítulo “Estratégias metodológicas para o ensino de alunos surdos”, pertencente à obra “Tenho um aluno surdo, e agora? Introdução à Libras e educação de surdos”, afirmam: “é relevante pensar em uma pedagogia que atenda às necessidades dos alunos surdos que se encontram imersos em um mundo visual e aprendem, a partir dele, a maior parte das informações para a construção de seu conhecimento” (p.196). Nesse contexto, as autoras asseguram que: