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2759750 Ano: 2021
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
O “Quarto de despejo” e o spread literário

Luiz Maurício Azevedo
Enunciado 3547689-1
Enunciado 3547689-2
Enunciado 3547689-3
AZEVEDO, Luiz Maurício. O “Quarto de despejo” e o spread literário. Correio do Povo,
Porto Alegre, 3 out. 2020.

O interesse renovado por Quarto de despejo, como exemplificam as recentes pesquisas apontadas no último parágrafo do texto de Azevedo, ilustra, em alguma medida, o que observa Antônio Candido (2006) no excerto a seguir, retirado de Literatura e sociedade: “[a] obra não é produto fixo, unívoco ante qualquer público; nem este é passivo, homogêneo, registrando uniformemente o seu efeito. São dois termos que atuam um sobre o outro, e aos quais se junta o autor, termo inicial desse processo de circulação literária, para configurar a realidade da literatura atuando no tempo”.

Tendo em mente o embasamento sociológico por meio do qual o crítico investiga a relevância e a interseção de categorias como autor, obra e público, para se compreender o funcionamento do sistema literário, leia as afirmações abaixo e marque V, para as verdadeiras, e F, para as falsas.

( ) No concernente à categoria do autor, nota-se que depende não só do processo da (auto)identificação do produtor como componente de um segmento específico, mas também das condições de existência encontradas pelos membros desse coletivo, as quais se ligam ao imaginário social estabelecido sobre o papel/função que desempenham.

( ) Conquanto a categoria do público funcione como mediadora entre obra e autor, dada a contribuição trazida pelas reações do(s) leitor(es) para aguçar o olhar do criador sobre a própria criação, sua importância é considerada relativa, haja vista que nem todo escritor pauta diretamente seu processo compositivo nas expectativas do receptor.

( ) Ainda no que se refere ao público, sua configuração se dá pela existência e natureza dos meios de comunicação – esta última marcada tanto pelos instrumentos de divulgação quanto pelo grau de instrução e pelos hábitos intelectuais de quem divulga −, pela formação de uma opinião literária e pela diferenciação de setores mais restritos que tendem à liderança do gosto.

( ) Consideradas as três categorias em correlação, observa-se que o reconhecimento da posição do escritor (a receptividade às suas ideias ou à sua técnica, a remuneração do seu trabalho) depende da aceitação da sua obra por parte do público médio. Escritor e obra constituem, pois, um par solidário, funcionalmente vinculado ao público.

A sequência correta, de cima para baixo, é

 

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2759749 Ano: 2021
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
O “Quarto de despejo” e o spread literário

Luiz Maurício Azevedo
Enunciado 3547688-1
Enunciado 3547688-2
Enunciado 3547688-3
AZEVEDO, Luiz Maurício. O “Quarto de despejo” e o spread literário. Correio do Povo,
Porto Alegre, 3 out. 2020.
Ao tecer comentários relativos à recepção crítica de Quarto de Despejo no decorrer desses 60 anos de lançamento, Luiz Maurício Azevedo faz ponderações sobre o processo de valoração de uma obra e, em última instância, sobre a natureza mesma do objeto literário. Em Teoria da literatura: uma introdução, Terry Eagleton (2006) procura justamente discutir as implicações das variadas tentativas de se definir literatura, o que permite aproximar o debate suscitado pelo crítico brasileiro das ideias veiculadas pelo filósofo britânico, salvaguardadas as diferenças de cada abordagem.
Leia as afirmativas a seguir, em que se avaliam posições de Azevedo à luz do exposto no estudo de Eagleton.
I. Por considerar que “o exercício da crítica tem muito a dizer sobre as coisas e sobre o modo como o mundo funciona”, reputando ser “especificamente por isso que sobre alguns livros a intelligentsia se sente compelida a dizer muito pouco ou quase nada” (linhas 38-40), Azevedo mostra, em conformidade com Eagleton, que julgamentos e silenciamentos estão ligados a um sistema de crenças e de preconceitos estruturado socialmente, o qual se associa ao modo pelo qual se configuram as relações de poder. II. Quando Azevedo reconhece em “Quarto de despejo” a presença de “uma matéria muito mais áspera que as utilizadas pela maioria esmagadora de seus pares”, em cujos textos constata-se um “conforto estético” compatível ao de sua experiência empírica (linhas 49-51), provavelmente está aludindo ao conceito de desfamiliarização ou estranhamento, que decorre das contribuições trazidas pelos formalistas russos e possibilita a Eagleton identificar o modo pelo qual se manifesta a literariedade. III. A menção à “profundidade escura” do “modernismo cru” de Carolina Maria de Jesus, bem como à “complexidade sufocante das estratégias que criou para dissolver a realidade e fazer com que ela coubesse na miúda sintaxe de sua escolarização precária” (linhas 68-70), sugere que a linguagem presente em Quarto de Despejo não atinge o critério de beleza na escrita, o qual Eagleton, a partir dos postulados estabelecidos pela retórica, identifica como um dos requisitos funcionais para a distinção entre literário e não literário.
Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s)
 

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2727638 Ano: 2021
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FEPESE
Orgão: Pref. Florianópolis-SC

Analise o texto abaixo:

No que se refere à Concepção de linguagem, esta deixou de ser entendida apenas como expressão do para ser vista como um instrumento de , pois envolve um interlocutor e uma mensagem que precisa ser compreendida.

Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas do texto.

 

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2727629 Ano: 2021
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FEPESE
Orgão: Pref. Florianópolis-SC

Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ) acerca do tema Autoria: produção oral e escrita.

( ) A autoria: produção escrita consiste em como o texto é planejado e construído pelo locutor.

( ) A produção oral é construída a partir da utilização de diversos recursos da língua para a construção do sentido.

( ) A produção de textos orais baseia-se em teorias linguísticas da enunciação, que consideram a língua um fenômeno social.

( ) Produzir um texto significa dizer algo a alguém, com um objetivo, de alguma forma e em determinada situação.

Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.

 

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2727188 Ano: 2021
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FEPESE
Orgão: Pref. Chapecó-SC
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Sobre o Modernismo brasileiro, em que se inserem as obras de Mário de Andrade e Carlos Drummond de Andrade, é correto afirmar que:

1. Pregou o direito à pesquisa estética, inclusive a fusão dos gêneros literários e as montagens com fragmentos de textos alheios.

2. Respeita as regras da poética tradicional, entre as quais o rigor na métrica e na reprodução de modelos textuais consagrados.

3. Discutiu as diferenças culturais e estéticas e valorizou as peculiaridades locais.

4. Contemplou diferentes tendências individuais e contou com pelo menos duas fases distintas.

5. Propôs-se a combater (e, mesmo, ridicularizar) o culto das aparências e a preocupação com a ascensão social, marcas da sociedade burguesa.

Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.

 

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2727186 Ano: 2021
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FEPESE
Orgão: Pref. Chapecó-SC
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Sobre o Naturalismo na literatura, assinale a alternativa correta.

 

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2727185 Ano: 2021
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FEPESE
Orgão: Pref. Chapecó-SC
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Analise as afirmativas abaixo sobre o gênero textual crônica:

1. Caracteriza-se geralmente por apresentar uma estrutura com as seguintes partes: apresentação, complicação, clímax e desfecho.

2. É um gênero textual híbrido, que oscila entre a literatura e o jornalismo.

3. É um gênero textual que apresenta narrativa composta por diálogos diretos e situações do cotidiano que surpreendem o interlocutor, de forma curiosa ou engraçada.

4. Relata de forma artística e subjetiva fatos do dia a dia, colhidos no noticiário jornalístico e no cotidiano.

5. Pode ter a estrutura de outros gêneros textuais, como a carta, o ofício, o anúncio, o texto teatral, a anedota etc.

Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.

 

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2727075 Ano: 2021
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Campo Grande-MS
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Leia o poema e responda à próxima questão.

O livro sobre nada. (Manoel de Barros).

É mais fácil fazer da tolice um regalo do que da sensatez.

Tudo que não invento é falso.

Há muitas maneiras sérias de não dizer nada, mas só a poesia é verdadeira.

Tem mais presença em mim o que me falta.

Melhor jeito que achei pra me conhecer foi fazendo o contrário.

Sou muito preparado de conflitos.

Não pode haver ausência de boca nas palavras: nenhuma fique desamparada do ser que a revelou.

O meu amanhecer vai ser de noite.

Melhor que nomear é aludir. Verso não precisa dar noção.

O que sustenta a encantação de um verso (além do ritmo) é o ilogismo.

Meu avesso é mais visível do que um poste.

Sábio é o que adivinha.

Para ter mais certezas tenho que me saber de imperfeições.

A inércia é meu ato principal.

Não saio de dentro de mim nem pra pescar.

Sobre as personagens do romance Menino de Engenho, do romancista José Lins do Rego, marque (V) verdadeiro ou (F) falso e assinale a alternativa correta.

( ) Carlos: personagem principal, muda-se para o engenho após ficar órfão. Asmático, é sempre cercado de muitos cuidados de sua tia; com isso, inveja a liberdade dos outros meninos saudáveis. Não é religioso e, após iniciar a vida sexual aos 12 anos, torna-se um menino libertino. Segundo ele, feito para a maldade.

( ) D. Clarice: mãe de Carlos, assassinada por seu marido quando Carlos tinha quatro anos. Era meiga, calma e muito amorosa.

( ) Pai de Carlos: não é declarado seu nome no livro. Enquanto Carlos morava com ele, dava muita atenção ao filho. Era apaixonado por sua esposa, Clarice. Após o assassinato, ficou internado num hospício.

( ) José Paulino: avô materno de Carlinhos. Era um homem justo, de caráter, respeitado, mas severo. Era muito admirado por Carlinhos. Era o dono do engenho.

( ) Tia Maria: irmã mais nova de sua mãe, cuidou de Carlinhos enquanto morava no engenho. Era muito carinhosa com ele e tentava substituir a falta que sua irmã fazia ao sobrinho.

( ) Tia Sinhazinha: cunhada de José Paulino, já de idade, cuidava da casa e era vista como uma pessoa má. Todos tinham medo dela, principalmente os criados. Após o casamento de tia Maria, ela cuida de Carlinhos e acaba se aproximando dele.

( ) Tio Juca: filho de José Paulino, vai buscar seu sobrinho na cidade para ir para o engenho. Juca se envolve com as mulatas do engenho e nunca é castigado. Faz o que quer, sem sofrer punições. Estas que, por vezes, acabam caindo sobre outras pessoas, principalmente sobre os negros.

( ) Maria Clara: senhora que fazia visitas aos engenhos e contava muitas histórias para as crianças, o que Carlinhos adorava.

( )Totonha: prima mais velha que Carlinhos, viera da cidade passar um tempo no engenho. Carlinhos se apaixona por ela aos oito anos e quando ela parte, ele sofre.

 

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2727074 Ano: 2021
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Campo Grande-MS
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Leia o poema e responda à próxima questão.

O livro sobre nada. (Manoel de Barros).

É mais fácil fazer da tolice um regalo do que da sensatez.

Tudo que não invento é falso.

Há muitas maneiras sérias de não dizer nada, mas só a poesia é verdadeira.

Tem mais presença em mim o que me falta.

Melhor jeito que achei pra me conhecer foi fazendo o contrário.

Sou muito preparado de conflitos.

Não pode haver ausência de boca nas palavras: nenhuma fique desamparada do ser que a revelou.

O meu amanhecer vai ser de noite.

Melhor que nomear é aludir. Verso não precisa dar noção.

O que sustenta a encantação de um verso (além do ritmo) é o ilogismo.

Meu avesso é mais visível do que um poste.

Sábio é o que adivinha.

Para ter mais certezas tenho que me saber de imperfeições.

A inércia é meu ato principal.

Não saio de dentro de mim nem pra pescar.

As obras Eurico, o Presbítero; Flores sem Fruto; Amor de Perdição; As Pupilas do Senhor Reitor; pertencem, respectivamente a:

 

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2727073 Ano: 2021
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Campo Grande-MS
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Leia o poema e responda à próxima questão.

O livro sobre nada. (Manoel de Barros).

É mais fácil fazer da tolice um regalo do que da sensatez.

Tudo que não invento é falso.

Há muitas maneiras sérias de não dizer nada, mas só a poesia é verdadeira.

Tem mais presença em mim o que me falta.

Melhor jeito que achei pra me conhecer foi fazendo o contrário.

Sou muito preparado de conflitos.

Não pode haver ausência de boca nas palavras: nenhuma fique desamparada do ser que a revelou.

O meu amanhecer vai ser de noite.

Melhor que nomear é aludir. Verso não precisa dar noção.

O que sustenta a encantação de um verso (além do ritmo) é o ilogismo.

Meu avesso é mais visível do que um poste.

Sábio é o que adivinha.

Para ter mais certezas tenho que me saber de imperfeições.

A inércia é meu ato principal.

Não saio de dentro de mim nem pra pescar.

Sobre os elementos da obra literária, assinale a alternativa incorreta.

 

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