Homem, 63 anos, em nutrição parenteral total há 4 dias por
obstrução intestinal, evolui com glicemias entre 230 e 280 mg/dL,
triglicerídeos de 520 mg/dL, fósforo de 1,8 mg/dL e potássio de
3,1 mEq/L. Recebe 32 kcal/kg/dia, elevada taxa de infusão de
glicose e emulsão lipídica diária.
Paciente de 70 kg, na UTI por pancreatite grave, permanece há 6
dias sem atingir metas por via enteral. A equipe da EMTN é
acionada, decidindo-se por iniciar nutrição parenteral
complementar.
Função
renal
preservada,
sem
hipertrigliceridemia. A meta estimada é de 25 kcal/kg/dia e 1,5 g
de proteína/kg/dia, a ser iniciado de forma gradual após
instalação do aceso venoso central.
Assinale a prescrição mais adequada para o paciente.
Homem, 54 anos, 6 dias pós-operatório de enterectomia por
isquemia mesentérica, apresenta fístula enteroatmosférica de
alto débito (1.800 mL/dia), sepse controlada, íleo persistente e
impossibilidade de uso seguro do trato gastrointestinal. A equipe
estima que a impossibilidade de alimentação enteral adequada
durará mais de 7 dias.
A conduta nutricional mais indicada é
Mulher, 23 anos, com anorexia nervosa restritiva, IMC 14 kg/m2,
perda de 18% do peso em 4 meses e ingestão mínima nos últimos
10 dias, será internada para início de terapia nutricional enteral.
Exames mostram fósforo no limite inferior, potássio
discretamente reduzido e magnésio normal-baixo.
A seguinte estratégia reduz melhor o risco de síndrome de
realimentação
Paciente de 60 anos, internado na UTI por sepse de foco
pulmonar, recebe nutrição enteral contínua há 5 dias. Evolui com
5 evacuações líquidas nas 24 horas. Está em uso de antibiótico de
amplo espectro, procinético e solução medicamentosa contendo
sorbitol. Não há distensão abdominal importante, vômitos ou
instabilidade hemodinâmica.
A melhor abordagem inicial é
Paciente de 71 anos internado por acidente vascular cerebral
isquêmico extenso. No 2 dia de internação, permanece
sonolento, sem condições seguras de deglutição, mas
hemodinamicamente estável, com trato gastrointestinal
funcionante e sem sinais de obstrução ou isquemia intestinal. A
conduta nutricional mais adequada é
Homem, 79 anos, independente para atividades básicas, relata
quedas recentes e perda de força. IMC 24 kg/m2. Dinamometria
mostra força de preensão palmar reduzida para sexo e idade.
DEXA evidencia baixa massa magra apendicular ajustada pela
altura. Não há edema ou doença aguda.
Assinale a interpretação mais adequada para o caso.
Homem, 68 anos, 5 dias de UTI por pneumonia grave, em
ventilação mecânica. Com sonda nasoentéria já instalada, ele
recebe nutrição enteral plena. Calorimetria indireta mostra gasto
energético de repouso de 1.650 kcal/dia e quociente respiratório
(QR) de 1,15. A prescrição atual fornece 2.250 kcal/dia, com alta
proporção de carboidratos. O paciente apresenta hiperglicemia
persistente e aumento de produção de CO2 Assinale a opção que apresenta a melhor interpretação e conduta
para o caso.
Mulher, 42 anos, IMC 36 kg/m2, hipertensão arterial controlada e
sedentarismo procura atendimento para tratamento da
obesidade. Bioimpedância elétrica multifrequencial mostra
percentual de gordura elevado, massa magra aparentemente
preservada e água corporal total discretamente reduzida. Fez
jejum prolongado, treino intenso na véspera e uso recente de
diurético.
A interpretação e conduta mais adequada diante desse resultado
é
Mulher, 67 anos, obesidade grau II (IMC 37,1 kg/m²), HAS e DM2
controlados. Relata dificuldade em realizar atividades
domésticas, fadiga e quedas frequentes no último ano. Força de
preensão palmar de 16 kgf (percentil <10 para o sexo e idade).
Densitometria óssea com Z-score de −1,8 em coluna lombar.
Bioimpedância revela massa muscular esquelética apendicular
(MEA) de 5,4 kg/m² (abaixo do ponto de corte).
O diagnóstico mais provável é de