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- Teorias Sociológicas e AutoresSociologia BrasileiraDesigualdade social no Brasil
- Estratificação e desigualdade social
Embora as desigualdades sociais sejam generalizadas no mundo e
nenhum país ou sistema econômico tenha sido capaz de eliminá-las, elas assumem características específicas conforme os
processos históricos de cada país.
No Brasil, a desigualdade social está intimamente atrelada à(s)
No Brasil, a desigualdade social está intimamente atrelada à(s)
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Em uma escala de inteligência, há o mesmo intervalo entre o negro
e o europeu que entre o europeu e o macaco; e a raça negra é a
mais inferior das raças humanas.
Adaptado de GOBINEAU, Arthur de. Ensaio sobre a desigualdade das raças humanas. Paris, 1853-1855.
Com base no trecho, assinale a opção que apresenta corretamente uma corrente científica do século XIX representada.
Adaptado de GOBINEAU, Arthur de. Ensaio sobre a desigualdade das raças humanas. Paris, 1853-1855.
Com base no trecho, assinale a opção que apresenta corretamente uma corrente científica do século XIX representada.
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- Teorias Sociológicas e AutoresSociologia BrasileiraDesigualdade social no Brasil
- Estratificação e desigualdade social
- Desigualdades de raça, classe e gênero
O Brasil vem buscando desenvolver estratégias que sejam mais
inclusivas e respeitosas para todos, independentemente de
gênero e etnia.
Sobre os estudos que apontam para o pacto de branquitude, analise as afirmativas a seguir.
I. Está relacionado ao lugar de prestígio da brancura como “salário público e psicológico”, que resulta em acesso a bens materiais e simbólicos que os negros não podem usufruir.
II. Indica uma “naturalização” e uma “normalização” da identidade “branca”, estabelecendo a ideia de que aqueles que têm raça e etnia são os “outros” racializados, ou seja, indígenas e negros.
III. Dilui a negritude a partir do processo de assimilação da população mestiça por padrões brancos, com os mestiços passando a incorporar os mesmos privilégios de classe, raça e status dos brancos.
Está correto o que se afirma em
Sobre os estudos que apontam para o pacto de branquitude, analise as afirmativas a seguir.
I. Está relacionado ao lugar de prestígio da brancura como “salário público e psicológico”, que resulta em acesso a bens materiais e simbólicos que os negros não podem usufruir.
II. Indica uma “naturalização” e uma “normalização” da identidade “branca”, estabelecendo a ideia de que aqueles que têm raça e etnia são os “outros” racializados, ou seja, indígenas e negros.
III. Dilui a negritude a partir do processo de assimilação da população mestiça por padrões brancos, com os mestiços passando a incorporar os mesmos privilégios de classe, raça e status dos brancos.
Está correto o que se afirma em
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Leia o trecho a seguir.
Em cidades com histórias muito diferentes, o centro histórico é um fragmento fundamental da memória pública. Quando se reivindica um espaço histórico, recupera-se uma interpretação específica da história, do ponto de vista de um grupo social específico. E assim, os grupos que conseguiram recuperar um espaço histórico e impor sua interpretação de uma narrativa da história pública também reivindicam o espaço físico dessa narrativa. No mais simples sentido material, um grupo pode proteger sua própria área, excluindo outros grupos, ao reivindicar o ambiente construído. Em Nova York, Boston e Filadélfia, grupos de classe média criaram leis que protegiam o ambiente construído contra a reestruturação das cidades. Queriam defender o espaço físico do centro como memória da cultura do passado e como instrumento contrário aos marginais que ocupavam as ruas e destruíram os prédios do centro.
Adaptado de ZUKIN, Sharon. “Paisagens do século XXI: notas sobre a mudança social e o espaço urbano”. In: Arantes, A. O espaço da diferença. Campinas, Papirus, 2000, pp. 109-110.
Com base no trecho, é correto afirmar que a preservação dos centros urbanos responde a
Em cidades com histórias muito diferentes, o centro histórico é um fragmento fundamental da memória pública. Quando se reivindica um espaço histórico, recupera-se uma interpretação específica da história, do ponto de vista de um grupo social específico. E assim, os grupos que conseguiram recuperar um espaço histórico e impor sua interpretação de uma narrativa da história pública também reivindicam o espaço físico dessa narrativa. No mais simples sentido material, um grupo pode proteger sua própria área, excluindo outros grupos, ao reivindicar o ambiente construído. Em Nova York, Boston e Filadélfia, grupos de classe média criaram leis que protegiam o ambiente construído contra a reestruturação das cidades. Queriam defender o espaço físico do centro como memória da cultura do passado e como instrumento contrário aos marginais que ocupavam as ruas e destruíram os prédios do centro.
Adaptado de ZUKIN, Sharon. “Paisagens do século XXI: notas sobre a mudança social e o espaço urbano”. In: Arantes, A. O espaço da diferença. Campinas, Papirus, 2000, pp. 109-110.
Com base no trecho, é correto afirmar que a preservação dos centros urbanos responde a
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Leia os trechos a seguir.
I. Quando praticada por membros da cultura que se propõe estudar, a antropologia perde sua natureza específica e se torna semelhante à arqueologia e história. Pois a antropologia é a ciência da cultura vista de fora e, por isso, a primeira preocupação das pessoas conscientes de sua existência e originalidade deve ser reivindicar o direito de se observar a si mesmas, de dentro. A antropologia sobreviverá num mundo em mudança deixando-se perecer para renascer em novos moldes.
Adaptado de Lévi-Strauss, Claude. Anthropology: Its achievements and future. Current Anthropology 7, nº 3, 1966, p. 126.
II. Entre intelectuais indígenas, percebemos uma clara convergência de interesses em sua nova atitude para com o legado dos antropólogos. Autodefesa e autorrepresentação caminham juntas quando os índios se dão conta de que conhecimento é poder e que a escrita é uma poderosa tecnologia para acumular conhecimento. A pletora de livros escritos não poderia ser uma demonstração mais concreta da adoção da escrita por povos tidos como atados para sempre à oralidade. Por que, então, deixar a sabedoria de seu mundo unicamente em mãos forasteiras? Portanto, a antropologia não perecerá, apenas se tornará mais diversificada e atraente.
Adaptado de RAMOS, Alcida. Intelectuais indígenas abraçam a antropologia. Ela ainda será a mesma? Anuário antropológico, v.48, n.1, 2023.
Com base nos trechos, assinale a opção que interpreta corretamente as perspectivas dos autores sobre os efeitos da autoetnografia para a Antropologia.
I. Quando praticada por membros da cultura que se propõe estudar, a antropologia perde sua natureza específica e se torna semelhante à arqueologia e história. Pois a antropologia é a ciência da cultura vista de fora e, por isso, a primeira preocupação das pessoas conscientes de sua existência e originalidade deve ser reivindicar o direito de se observar a si mesmas, de dentro. A antropologia sobreviverá num mundo em mudança deixando-se perecer para renascer em novos moldes.
Adaptado de Lévi-Strauss, Claude. Anthropology: Its achievements and future. Current Anthropology 7, nº 3, 1966, p. 126.
II. Entre intelectuais indígenas, percebemos uma clara convergência de interesses em sua nova atitude para com o legado dos antropólogos. Autodefesa e autorrepresentação caminham juntas quando os índios se dão conta de que conhecimento é poder e que a escrita é uma poderosa tecnologia para acumular conhecimento. A pletora de livros escritos não poderia ser uma demonstração mais concreta da adoção da escrita por povos tidos como atados para sempre à oralidade. Por que, então, deixar a sabedoria de seu mundo unicamente em mãos forasteiras? Portanto, a antropologia não perecerá, apenas se tornará mais diversificada e atraente.
Adaptado de RAMOS, Alcida. Intelectuais indígenas abraçam a antropologia. Ela ainda será a mesma? Anuário antropológico, v.48, n.1, 2023.
Com base nos trechos, assinale a opção que interpreta corretamente as perspectivas dos autores sobre os efeitos da autoetnografia para a Antropologia.
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Leia o trecho a seguir.
Se nossa impressão pode apoiar-se não somente sobre nossa lembrança, mas também sobre a de outros, nossa confiança na exatidão de nossa evocação será maior, como se uma mesma experiência fosse começada, não somente pela mesma pessoa, mas por várias.
Adaptado de HALBWACHS, M. A Memória coletiva. São Paulo: Vértice/Revista dos Tribunais, 1990, p. 25.
Com base no trecho, assinale a opção que expressa corretamente a concepção de memória em Halbwachs.
Se nossa impressão pode apoiar-se não somente sobre nossa lembrança, mas também sobre a de outros, nossa confiança na exatidão de nossa evocação será maior, como se uma mesma experiência fosse começada, não somente pela mesma pessoa, mas por várias.
Adaptado de HALBWACHS, M. A Memória coletiva. São Paulo: Vértice/Revista dos Tribunais, 1990, p. 25.
Com base no trecho, assinale a opção que expressa corretamente a concepção de memória em Halbwachs.
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Leia o trecho a seguir.
A raça, sempre apresentada como categoria biológica, isto é, [como] natural, é, de fato, uma categoria etno-semântica. De outro modo, o campo semântico do conceito de raça é determinado pela estrutura global da sociedade e pelas relações de poder que a governam.
MUNANGA, Kabengele. Uma abordagem conceitual das noções de raça, racismo, identidade e etnia. Palestra proferida no 3º Seminário Nacional Relações Raciais e Educação – PENESB-RJ, 5 nov. 2003.
Com base na concepção exposta acima, sobre a noção de raça, assinale a afirmativa correta.
A raça, sempre apresentada como categoria biológica, isto é, [como] natural, é, de fato, uma categoria etno-semântica. De outro modo, o campo semântico do conceito de raça é determinado pela estrutura global da sociedade e pelas relações de poder que a governam.
MUNANGA, Kabengele. Uma abordagem conceitual das noções de raça, racismo, identidade e etnia. Palestra proferida no 3º Seminário Nacional Relações Raciais e Educação – PENESB-RJ, 5 nov. 2003.
Com base na concepção exposta acima, sobre a noção de raça, assinale a afirmativa correta.
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No contato interétnico, o diálogo legítimo pressupõe condições
éticas, tais como a simetria entre os interlocutores e a construção
consensual das regras. Em diferentes situações de negociação
entre o Estado e os povos indígenas, observou-se que nem sempre
essas condições foram atendidas.
Assinale a opção em que, no sentido apresentado, a negociação está baseada em um diálogo legítimo.
Assinale a opção em que, no sentido apresentado, a negociação está baseada em um diálogo legítimo.
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- Teorias Sociológicas e AutoresSociologia BrasileiraDesigualdade social no Brasil
- Estratificação e desigualdade social
- Desigualdades de raça, classe e gênero
Considerando as orientações presentes no documento “Orientações e Ações para a
Educação das Relações Étnico-Raciais” (SECAD, 2006) e o papel do professor de Educação Infantil na
construção de práticas educativas comprometidas com a igualdade racial, assinale a alternativa
correta.
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Nas Ciências Sociais, o modelo de sociedade no qual as pessoas conquistam
oportunidades, cargos ou recompensas com base no mérito, considerando fatores como desempenho,
esforço e competência, é chamado de:
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