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A Caixa Econômica Federal é uma instituição financeira brasileira, criada em 1861, com o objetivo de incentivar a poupança e oferecer crédito através de penhor. Integra o Sistema Financeiro Nacional, auxiliando na política de crédito do Governo Federal. Qual é a sua forma de organização econômica?
 

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703689 Ano: 2012
Disciplina: Arquivologia
Banca: FAFIPA
Orgão: Câm. Foz Iguaçu-PR
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Analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta a(s) correta(s) com relação ao arquivamento dos documentos abaixo.
I. Conferência de Pintura Moderna; Campo, Nilton (Ministro); e Santo Cristo, Luciano.
II. Brasilia (Distrito Federal) – Silva, Jackson; Abreu Sobrinho, Jorge de; Almeida, Pedro de.
III. Mac Adam, John; A Colegial; Library Of Congress (the).
IV. Rios, Antonio de Los; Álvaro Ramos & Cia. Ltda.; Barbosa Santos Ltda.
 

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697645 Ano: 2012
Disciplina: Administração Geral
Banca: FAFIPA
Orgão: Câm. Foz Iguaçu-PR
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Quais são os importantes fatores de influência na tomada de decisões éticas nos relacionamentos interpessoais?
 

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687748 Ano: 2012
Disciplina: Secretariado
Banca: FAFIPA
Orgão: Câm. Foz Iguaçu-PR
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A empatia se mostra fundamental porque, para transmitir bem sua mensagem, o emissor precisa avaliar como o receptor está em relação a ele. Há dois comportamentos básicos do receptor: um comportamento receptivo (ou, pelo menos, neutro) e outro, defensivo. O comportamento receptivo, almejado pelo emissor, permite que o receptor seja capaz de se concentrar no conteúdo e no significado da mensagem, não despendendo energia em atitudes negativas. Já o comportamento defensivo se manifesta diante de uma situação de perigo real ou imaginário. Sobre o assunto, relacione as colunas entre si; depois assinale a sequência correta nas opções abaixo. Algumas letras poderão ser utilizadas mais de uma vez e outras poderão não ser usadas.
A. Atitudes do emissor que geram no receptor comportamentos defensivos.
B. Atitudes do emissor que geram no receptor comportamentos receptivos.
( ) Certeza.
( ) Controle.
( ) Descrição.
( ) Estratégia.
 

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685869 Ano: 2012
Disciplina: Legislação Estadual e Distrital
Banca: FAFIPA
Orgão: Câm. Foz Iguaçu-PR
De acordo com o Estatuto dos Servidores do Município de Foz do Iguaçu – Lei Complementar 17/1993, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta as corretas.
I. Por biênio de efetivo exercício no serviço público municipal, será concedido ao servidor um adicional correspondente a 3% (três por cento) e a cada decênio um adicional de 5% (cinco por cento) como prêmio de permanência.
II. O adicional é devido a partir do mês imediato àquele em que o servidor completar o tempo de serviço exigido.
III. A promoção funcional é concessão de adicional de promoção por merecimento, a cada 2 (dois) anos, mediante avaliação de desempenho periódica, correspondente a 3% (três por cento) sobre o Valor do vencimento do respectivo cargo em que esteja o servidor enquadrado à época da concessão.
IV. A progressão funcional é a passagem a nível de vencimento superior dentro do mesmo cargo em que esteja o servidor enquadrado,
advinda em decorrência do mérito apontado em avaliação de desempenho, aprovação em testes ascencionais, por implemento de tempo de serviço, ou por formação, apurados individualmente, ou em conjunto, na forma e condições do Plano de Carreira dos servidores do Município e sua regulamentação.
 

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685438 Ano: 2012
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: FAFIPA
Orgão: Câm. Foz Iguaçu-PR
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Qual o objetivo do Schema no protocolo LDAP?
 

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685430 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FAFIPA
Orgão: Câm. Foz Iguaçu-PR
“Resta fazer desse gigantesco banco de dados um permanente aliado na busca pela excelência. A expressão destacada exerce função de
 

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De acordo com a Constituição Federal de 1988, no que se refere às Medidas Provisórias, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta a(s) correta(s).

I. Em caso de relevância e urgência, o Presidente da República poderá adotar medidas provisórias, com força de lei, devendo submetê-las de imediato ao Congresso Nacional.

II. É vedada a edição de medidas provisórias sobre matéria reservada à lei complementar.

III. Prorrogar-se-á uma única vez por igual período a vigência de medida provisória que, no prazo de sessenta dias, contado de sua publicação, não tiver a sua votação encerrada nas duas Casas do Congresso Nacional.

IV. As medidas provisórias terão sua votação iniciada na Câmara dos Deputados.

 

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685272 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FAFIPA
Orgão: Câm. Foz Iguaçu-PR
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As “cotas” de Brasília
J. R. Guzzo
Muita água ainda vai rolar debaixo da ponte até que se possa chegar a algum consenso razoável sobre as vantagens e as desvantagens da aplicação no Brasil dos sistemas de “cotas”, pelos quais determinados cidadãos recebem determinadas prioridades para obter acesso a determinados bens públicos – conforme a cor de sua pele, por exemplo, têm direito a tantas ou quantas vagas nas universidades ou, num caso mais recente, em concursos para entrar no Itamaraty. Na teoria, supõe-se que isso sirva para melhorar com mais rapidez a vida de muitos brasileiros que hoje competem em desvantagem na maratona social e precisam, portanto, de uma compensação. Pode estar certo, pode não estar; o tempo dirá. Enquanto isso, prospera com vigor cada vez maior outro sistema de cotas, muito mais importante para o bem-estar de todos, seja qual for a sua cor, e sobre o qual não existe dúvida nenhuma: é uma completa calamidade. Trata-se da distribuição de cargos essenciais no serviço público federal através de cálculos aritméticos que dão a partidos ligados ao governo, grupos políticos regionais, gangues partidárias e bandos assemelhados o direito a receber um número X ou Y de postos na administração, que preenchem com nomes de sua escolha – e sem a mais remota preocupação em saber se os nomeados têm ou não alguma capacidade profissional para exercer as funções que receberam. Há perfeito consenso de que a existência dessas cotas torna praticamente impossível o bom funcionamento de qualquer governo. Há igual consenso, ao mesmo tempo de que “no Brasil é assim”. A única modificação esperada é que, a cada troca de comando, a coisa fique ainda pior.
A atual transição em Brasília marca um novo patamar nesse processo. Cargos com impacto direto na vida dos cidadãos, e que obviamente exigem de seus ocupantes experiência, talento e aptidão profissional para ser exercidos com um mínimo de eficácia, são entregues “de porteira fechada” a esta ou àquela turminha. Não passa pela cabeça de ninguém, nem de longe, reivindicar qualquer cargo por ter ideias sobre como tocá-lo melhor, ou por ter algum projeto em relação a ele; exige-se o lugar simplesmente porque ele faz parte “da cota” de um grupo “aliado”. Discute-se abertamente o valor do posto, sem nenhuma tentativa de disfarce, pelo volume de verbas a seu dispor; tal posição, com verba de 20 bilhões de reais no orçamento deste ano, vale duas vagas com verbas de 10 bilhões cada uma. São debatidos em plena luz do dia e em português claro, igualmente, os atrativos mais importantes dos cargos em oferta no livre mercado de Brasília – quais os que dão as maiores oportunidades de nomear parentes e aliados, quais os que são mais promissores para a transação de negócios, quais são os que permitem roubar mais. A certa altura, discutiu-se a entrega de determinado posto diretamente a um empreiteiro de obras públicas. Em outro grande momento, falou-se na “cota” da presidente Dilma Rousseff – como se ela, após ser eleita com mais de 55 milhões de votos, tivesse direito a um número limitado de nomeações em seu próprio governo.
Parece de notável desimportância, nessas condições, ficar quebrando a cabeça para determinar se o novo ministério é melhor, igual ou pior que o anterior. É, sem dúvida, uma das equipes mais cinzentas que um chefe de estado brasileiro já conseguiu reunir em tomo de si, não ajudando em nada, é claro, o fato de que um terço dos ministros foi herdado do governo anterior – provavelmente, a “cota” do ex-presidente da República. O ministro da Previdência Social diz que não entende nada de previdência social. A ministra da Cultura diz que não entende nada de direitos autorais. A primeira realização da ministra da Pesca (e, não podemos esquecer, da “Aquicultura”) foi trocar a placa de seu carro oficial; onde estava escrito “ministro” agora já se pode ler “ministra”. Mas e daí? Seria pura ilusão acreditar que com nomes diferentes o governo Dilma poderia ter um desempenho muito melhor, quando centenas de cargos que vêm logo abaixo deles, e onde se decidem a realidades do funcionamento de aeroportos, estradas, ambulatórios, escolas e tantas coisas mais, são disputados pelos políticos como se disputam pontos do tráfico no Complexo do Alemão. É motivo de espanto, nessas condições, que se consiga, por exemplo, embarcar e desembarcar alguma coisa nos portos brasileiros, que as aposentadorias sejam pagas em dia ou que a luz acenda quando se liga o interruptor. Pelo jeito, continuará sendo.
Revista Veja, edição 2200, de 19 de janeiro de 2011.
“A única modificação esperada é que, a cada troca de comando, a coisa fique ainda pior.”
O elemento que, no contexto acima, é
 

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684041 Ano: 2012
Disciplina: Direito Tributário
Banca: FAFIPA
Orgão: Câm. Foz Iguaçu-PR
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Assinale a alternativa que apresente apenas formas de extinção do crédito tributário.
 

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