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Foram encontradas 346 questões.

3253510 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: CETREDE
Orgão: JUCEC
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TEXTO

Na planície avermelhada os juazeiros alargavam duas manchas verdes. Os infelizes tinham caminhado o dia inteiro, estavam cansados e famintos. Ordinariamente andavam pouco, mas como haviam repousado bastante na areia do rio seco, a viagem progredira bem três léguas. Fazia horas que procuravam uma sombra. A folhagem dos juazeiros apareceu longe, através dos galhos pelados da caatinga rala.

Arrastaram-se para lá, devagar, Sinhá Vitória com o filho mais novo escanchado no quarto e o baú de folha na cabeça, Fabiano sombrio, cambaio, o aió a tiracolo, a cuia pendurada numa correia presa ao cinturão, a espingarda de pederneira no ombro. O menino mais velho e a cachorra Baleia iam atrás.

Os juazeiros aproximaram-se, recuaram, sumiram-se. O menino mais velho pôs-se a chorar, sentou-se no chão.

– Anda, condenado do diabo, gritou-lhe o pai.

Não obtendo resultado, fustigou-o com a bainha da faca de ponta. Mas o pequeno esperneou acuado, depois sossegou, deitou-se, fechou os olhos. Fabiano ainda lhe deu algumas pancadas e esperou que ele se levantasse. Como isto não acontecesse, espiou os quatro cantos, zangado, praguejando baixo.

A caatinga estendia-se, de um vermelho indeciso salpicado de manchas brancas que eram ossadas. O voo negro dos urubus fazia círculos altos em redor de bichos moribundos.

– Anda, excomungado.

O pirralho não se mexeu, e Fabiano desejou matá-lo. Tinha o coração grosso, queria responsabilizar alguém pela sua desgraça. A seca aparecia-lhe como um fato necessário – e a obstinação da criança irritava-o. Certamente esse obstáculo miúdo não era culpado, mas dificultava a marcha, e o vaqueiro precisava chegar, não sabia onde.

Tinham deixado os caminhos, cheios de espinho e seixos, fazia horas que pisavam a margem do rio, a lama seca e rachada que escaldava os pés.

Pelo espírito atribulado do sertanejo passou a ideia de abandonar o filho naquele descampado. Pensou nos urubus, nas ossadas, coçou a barba ruiva e suja, irresoluto, examinou os arredores. Sinhá Vitória estirou o beiço indicando vagamente uma direção e afirmou com alguns sons guturais que estavam perto. Fabiano meteu a faca na bainha, guardou-a no cinturão, acocorou-se, pegou no pulso do menino, que se encolhia, os joelhos encostados ao estômago, frio como um defunto. Aí a cólera desapareceu e Fabiano teve pena. Impossível abandonar o anjinho aos bichos do mato. Entregou a espingarda a Sinhá Vitória, pôs o filho no cangote, levantou-se, agarrou os bracinhos que lhe caíam sobre o peito, moles, finos como cambitos. Sinhá Vitória aprovou esse arranjo, lançou de novo a interjeição gutural, designou os juazeiros invisíveis.

E a viagem prosseguiu, mais lenta, mais arrastada, num silêncio grande.

[Segmento de “Vidas secas” – Graciliano Ramos – 13ª edição – Livraria Martins Editora – São Paulo]

Aponte a opção que traz justificativa CORRETA para o uso do acento nas palavras “baú’ e “miúdo”.

 

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3253509 Ano: 2015
Disciplina: Redação Oficial
Banca: CETREDE
Orgão: JUCEC
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TEXTO

Na planície avermelhada os juazeiros alargavam duas manchas verdes. Os infelizes tinham caminhado o dia inteiro, estavam cansados e famintos. Ordinariamente andavam pouco, mas como haviam repousado bastante na areia do rio seco, a viagem progredira bem três léguas. Fazia horas que procuravam uma sombra. A folhagem dos juazeiros apareceu longe, através dos galhos pelados da caatinga rala.

Arrastaram-se para lá, devagar, Sinhá Vitória com o filho mais novo escanchado no quarto e o baú de folha na cabeça, Fabiano sombrio, cambaio, o aió a tiracolo, a cuia pendurada numa correia presa ao cinturão, a espingarda de pederneira no ombro. O menino mais velho e a cachorra Baleia iam atrás.

Os juazeiros aproximaram-se, recuaram, sumiram-se. O menino mais velho pôs-se a chorar, sentou-se no chão.

– Anda, condenado do diabo, gritou-lhe o pai.

Não obtendo resultado, fustigou-o com a bainha da faca de ponta. Mas o pequeno esperneou acuado, depois sossegou, deitou-se, fechou os olhos. Fabiano ainda lhe deu algumas pancadas e esperou que ele se levantasse. Como isto não acontecesse, espiou os quatro cantos, zangado, praguejando baixo.

A caatinga estendia-se, de um vermelho indeciso salpicado de manchas brancas que eram ossadas. O voo negro dos urubus fazia círculos altos em redor de bichos moribundos.

– Anda, excomungado.

O pirralho não se mexeu, e Fabiano desejou matá-lo. Tinha o coração grosso, queria responsabilizar alguém pela sua desgraça. A seca aparecia-lhe como um fato necessário – e a obstinação da criança irritava-o. Certamente esse obstáculo miúdo não era culpado, mas dificultava a marcha, e o vaqueiro precisava chegar, não sabia onde.

Tinham deixado os caminhos, cheios de espinho e seixos, fazia horas que pisavam a margem do rio, a lama seca e rachada que escaldava os pés.

Pelo espírito atribulado do sertanejo passou a ideia de abandonar o filho naquele descampado. Pensou nos urubus, nas ossadas, coçou a barba ruiva e suja, irresoluto, examinou os arredores. Sinhá Vitória estirou o beiço indicando vagamente uma direção e afirmou com alguns sons guturais que estavam perto. Fabiano meteu a faca na bainha, guardou-a no cinturão, acocorou-se, pegou no pulso do menino, que se encolhia, os joelhos encostados ao estômago, frio como um defunto. Aí a cólera desapareceu e Fabiano teve pena. Impossível abandonar o anjinho aos bichos do mato. Entregou a espingarda a Sinhá Vitória, pôs o filho no cangote, levantou-se, agarrou os bracinhos que lhe caíam sobre o peito, moles, finos como cambitos. Sinhá Vitória aprovou esse arranjo, lançou de novo a interjeição gutural, designou os juazeiros invisíveis.

E a viagem prosseguiu, mais lenta, mais arrastada, num silêncio grande.

[Segmento de “Vidas secas” – Graciliano Ramos – 13ª edição – Livraria Martins Editora – São Paulo]

De acordo com as normas de Redação Oficial contidas no “Manual de Redação da Presidência da República”, é CORRETO afirmar que:

 

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3253508 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: CETREDE
Orgão: JUCEC
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TEXTO

Na planície avermelhada os juazeiros alargavam duas manchas verdes. Os infelizes tinham caminhado o dia inteiro, estavam cansados e famintos. Ordinariamente andavam pouco, mas como haviam repousado bastante na areia do rio seco, a viagem progredira bem três léguas. Fazia horas que procuravam uma sombra. A folhagem dos juazeiros apareceu longe, através dos galhos pelados da caatinga rala.

Arrastaram-se para lá, devagar, Sinhá Vitória com o filho mais novo escanchado no quarto e o baú de folha na cabeça, Fabiano sombrio, cambaio, o aió a tiracolo, a cuia pendurada numa correia presa ao cinturão, a espingarda de pederneira no ombro. O menino mais velho e a cachorra Baleia iam atrás.

Os juazeiros aproximaram-se, recuaram, sumiram-se. O menino mais velho pôs-se a chorar, sentou-se no chão.

– Anda, condenado do diabo, gritou-lhe o pai.

Não obtendo resultado, fustigou-o com a bainha da faca de ponta. Mas o pequeno esperneou acuado, depois sossegou, deitou-se, fechou os olhos. Fabiano ainda lhe deu algumas pancadas e esperou que ele se levantasse. Como isto não acontecesse, espiou os quatro cantos, zangado, praguejando baixo.

A caatinga estendia-se, de um vermelho indeciso salpicado de manchas brancas que eram ossadas. O voo negro dos urubus fazia círculos altos em redor de bichos moribundos.

– Anda, excomungado.

O pirralho não se mexeu, e Fabiano desejou matá-lo. Tinha o coração grosso, queria responsabilizar alguém pela sua desgraça. A seca aparecia-lhe como um fato necessário – e a obstinação da criança irritava-o. Certamente esse obstáculo miúdo não era culpado, mas dificultava a marcha, e o vaqueiro precisava chegar, não sabia onde.

Tinham deixado os caminhos, cheios de espinho e seixos, fazia horas que pisavam a margem do rio, a lama seca e rachada que escaldava os pés.

Pelo espírito atribulado do sertanejo passou a ideia de abandonar o filho naquele descampado. Pensou nos urubus, nas ossadas, coçou a barba ruiva e suja, irresoluto, examinou os arredores. Sinhá Vitória estirou o beiço indicando vagamente uma direção e afirmou com alguns sons guturais que estavam perto. Fabiano meteu a faca na bainha, guardou-a no cinturão, acocorou-se, pegou no pulso do menino, que se encolhia, os joelhos encostados ao estômago, frio como um defunto. Aí a cólera desapareceu e Fabiano teve pena. Impossível abandonar o anjinho aos bichos do mato. Entregou a espingarda a Sinhá Vitória, pôs o filho no cangote, levantou-se, agarrou os bracinhos que lhe caíam sobre o peito, moles, finos como cambitos. Sinhá Vitória aprovou esse arranjo, lançou de novo a interjeição gutural, designou os juazeiros invisíveis.

E a viagem prosseguiu, mais lenta, mais arrastada, num silêncio grande.

[Segmento de “Vidas secas” – Graciliano Ramos – 13ª edição – Livraria Martins Editora – São Paulo]

Leia o texto abaixo e, em seguida, assinale a opção que preenche, de uma forma coesa e coerente, as quatro lacunas.

O romance “Vidas Secas” é ambientado no sertão, região marcada pelas chuvas escassas e irregulares. Essa falta de chuva – __________ a uma política de descaso do Governo com os investimentos sociais – transforma a paisagem em ambiente inóspito e __________. Inverno, na região, é o nome dado à época de chuvas, __________ a esperança sertaneja floresce. O sonho de uma existência menos árida e miserável esboça-se no horizonte e dura __________ as chuvas cessarem e a seca retornar implacável. No romance, essa esperança aparece no capítulo “Inverno”, em que Fabiano alimenta a expectativa de uma vida melhor, mais digna.

 

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3253507 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: CETREDE
Orgão: JUCEC
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TEXTO

Na planície avermelhada os juazeiros alargavam duas manchas verdes. Os infelizes tinham caminhado o dia inteiro, estavam cansados e famintos. Ordinariamente andavam pouco, mas como haviam repousado bastante na areia do rio seco, a viagem progredira bem três léguas. Fazia horas que procuravam uma sombra. A folhagem dos juazeiros apareceu longe, através dos galhos pelados da caatinga rala.

Arrastaram-se para lá, devagar, Sinhá Vitória com o filho mais novo escanchado no quarto e o baú de folha na cabeça, Fabiano sombrio, cambaio, o aió a tiracolo, a cuia pendurada numa correia presa ao cinturão, a espingarda de pederneira no ombro. O menino mais velho e a cachorra Baleia iam atrás.

Os juazeiros aproximaram-se, recuaram, sumiram-se. O menino mais velho pôs-se a chorar, sentou-se no chão.

– Anda, condenado do diabo, gritou-lhe o pai.

Não obtendo resultado, fustigou-o com a bainha da faca de ponta. Mas o pequeno esperneou acuado, depois sossegou, deitou-se, fechou os olhos. Fabiano ainda lhe deu algumas pancadas e esperou que ele se levantasse. Como isto não acontecesse, espiou os quatro cantos, zangado, praguejando baixo.

A caatinga estendia-se, de um vermelho indeciso salpicado de manchas brancas que eram ossadas. O voo negro dos urubus fazia círculos altos em redor de bichos moribundos.

– Anda, excomungado.

O pirralho não se mexeu, e Fabiano desejou matá-lo. Tinha o coração grosso, queria responsabilizar alguém pela sua desgraça. A seca aparecia-lhe como um fato necessário – e a obstinação da criança irritava-o. Certamente esse obstáculo miúdo não era culpado, mas dificultava a marcha, e o vaqueiro precisava chegar, não sabia onde.

Tinham deixado os caminhos, cheios de espinho e seixos, fazia horas que pisavam a margem do rio, a lama seca e rachada que escaldava os pés.

Pelo espírito atribulado do sertanejo passou a ideia de abandonar o filho naquele descampado. Pensou nos urubus, nas ossadas, coçou a barba ruiva e suja, irresoluto, examinou os arredores. Sinhá Vitória estirou o beiço indicando vagamente uma direção e afirmou com alguns sons guturais que estavam perto. Fabiano meteu a faca na bainha, guardou-a no cinturão, acocorou-se, pegou no pulso do menino, que se encolhia, os joelhos encostados ao estômago, frio como um defunto. Aí a cólera desapareceu e Fabiano teve pena. Impossível abandonar o anjinho aos bichos do mato. Entregou a espingarda a Sinhá Vitória, pôs o filho no cangote, levantou-se, agarrou os bracinhos que lhe caíam sobre o peito, moles, finos como cambitos. Sinhá Vitória aprovou esse arranjo, lançou de novo a interjeição gutural, designou os juazeiros invisíveis.

E a viagem prosseguiu, mais lenta, mais arrastada, num silêncio grande.

[Segmento de “Vidas secas” – Graciliano Ramos – 13ª edição – Livraria Martins Editora – São Paulo]

Leia com atenção as afirmações feitas a seguir.

I. Fabiano irrita-se com o menino mais velho e pensa em matá-lo com a própria faca.

II. Fabiano e sua mulher sabem exatamente para onde estão caminhando.

III. É precária a comunicação verbal entre os personagens.

IV. Quando a família interrompe a marcha, para repousar sob a folhagem, os juazeiros se aproximam, recuam, até sumirem no horizonte.

V. São apetrechos conduzidos por Fabiano: “cuia”, “espingarda”, “cambaio”, “aió”, “faca de ponta”.

É(são) VERDADEIRA(S) a(s) afirmação(ções) contida(s) no(s) item(ens):

 

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3253506 Ano: 2015
Disciplina: Direito Financeiro
Banca: CETREDE
Orgão: JUCEC
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Sobre prestação de contas e os controles na Administração Pública julgue, os itens abaixo, e em seguida, marque a opção correta.

I - Toda pessoa física ou jurídica, pública ou privada, que utilize, arrecade, guarde, gerencie ou administre dinheiros, bens e valores públicos é obrigada a prestar contas.

II - Os instrumentos de transparência da gestão fiscal, que visam dar ampla divulgação dos planos, orçamentos e leis de diretrizes orçamentárias não são considerados meios de realização de prestação de contas, haja vista eles não serem diretamente destinados aos

órgãos competentes para apreciar prestações de contas.

III - A fiscalização contábil, financeira, orçamentária, operacional e patrimonial dos estados, de seus órgãos e das suas entidades da administração indireta, quanto à legalidade, economicidade, aplicação de subvenções e renúncia de receitas, será exercida pelas assembleias legislativas, mediante controle externo, com o auxílio dos tribunais de contas estaduais.

IV - Para que um estado possa receber transferência voluntária de outro ente da Federação, é necessário que ele comprove junto ao ente transferidor que prestou contas da aplicação dos recursos anteriormente dele recebidos.

 

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Questão presente nas seguintes provas
3253505 Ano: 2015
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: CETREDE
Orgão: JUCEC
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Em relação à realização da despesa pública, disciplinada na Lei nº 4.320/64, assinale a alternativa falsa.

 

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Questão presente nas seguintes provas
3253504 Ano: 2015
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: CETREDE
Orgão: JUCEC
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As receitas correntes são aquelas decorrentes da arrecadação de recursos de:

 

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Questão presente nas seguintes provas
3253503 Ano: 2015
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: CETREDE
Orgão: JUCEC
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Sobre créditos adicionais ao Orçamento, marque, dentre as opções abaixo, a única correta.

 

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Questão presente nas seguintes provas
3253502 Ano: 2015
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: CETREDE
Orgão: JUCEC
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A Constituição da República Federativa do Brasil estabelece que leis de iniciativa do Poder Executivo estabelecerão o plano plurianual, as diretrizes orçamentárias e os orçamentos anuais. Sobre estes instrumentos de planejamento orçamentário, julgue as seguintes afirmativas e a seguir escolha a resposta correta.

I - O Plano Plurianual deverá conter os anexos de metas fiscais e de riscos fiscais.

II - O projeto de Lei Orçamentária Anual conterá, além do quadro demonstrativo da receita e despesa segundo as categorias econômicas, o

orçamento fiscal, o orçamento de investimento das estatais e o orçamento da seguridade social.

III - A Lei de Diretrizes Orçamentárias deverá estabelecer, de forma regionalizada, as diretrizes, objetivos e metas da administração pública federal para as despesas de capital e outras delas decorrentes e para as relativas aos programas de duração continuada.

IV - O anexo de metas fiscais deverá prever o superávit primário para os três exercícios financeiros seguintes, compreendendo o montante de despesa que se pretende realizar e quanto se destina ao pagamento de juros e o principal da dívida de curto ou de longo prazo.

 

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Questão presente nas seguintes provas
3253501 Ano: 2015
Disciplina: Economia
Banca: CETREDE
Orgão: JUCEC
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Sobre as atribuições econômicas do Estado, é correto afirmar:

 

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