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Antes de todo recomeço, existe a necessidade do ponto final
Recomeçar. Está aí um verbo que me encanta. Não pela palavra em si, que tem como um de seus significados “formar-se novamente”, mas por tudo o que ela representa. A coragem da mudança, a esperança diante do futuro que se quer construir e a capacidade de reziliência tornam a vida mais leve. Naturalmente, não é porque a palavra “recomeçar” é bonita que sua aplicabilidade se torna fácil. Na verdade, o recomeçar é difícil demais porque envolve coragem, determinação e altas doses de inteligência emocional, aspectos que, se faltarem ao indivíduo, não despertam qualquer alteração em sua vida. Assim, os dias ficam maiores, o medo em ficar sozinho nos tortura e o arrependimento de que “deveríamos ter tentado mais” coloca nossa sanidade mental em xeque. Porém, apesar de tudo isso, a liberdade e a paz que os recomeços trazem faz toda e qualquer atitude valer a pena.
Diariamente vejo pessoas promovendo os recomeços como condição de felicidade e, sinceramente, acredito que sejam mesmo. O problema é que muitos querem recomeçar sem colocar um ponto final nas coisas que lhes fazem mal e tentam, a todo custo, manter as situações como elas estão para não sentirem a dor da mudança. Sejamos realistas: sem disposição, atitude e objetividade plano nenhum dará certo. Você não será capaz de viver um relacionamento sadio e duradouro se sua vida está desorganizada financeira e emocionalmente. Você não terá o emprego dos sonhos se dedica dezoito horas do seu dia trabalhando com o que não gosta. Você não será capaz de comprar o que deseja se gasta mais do que ganha mensalmente. É preciso entender que, antes de querer uma nova história, você precisa ser capaz de abandonar a antiga. Dessa forma, a reestruturação mental e o recondicionamento da dimensão emocional são providências precípuas para pavimentar uma trajetória em que o equilíbrio volte a predominar dia após dia.
Para ser merecedor de um verdadeiro recomeço você vai precisar ser forte o suficiente para dizer basta a tudo o que lhe distancia da sua essência (e isso engloba relacionamentos, profissão e sonhos). Não deveria ser difícil pôr fim às situações desgastantes, mas o motivo pelo qual isso se torna uma tarefa de gigantes é um só: as pessoas se acomodaram (e se acostumaram) com as situações abusivas e acreditam que viver do jeito que vivem é normal. Destarte, vão procastinando a tomada de decisões que deveria ser feita tão logo os problemas acabem aparecendo. Infelizmente, a covardia rouba a possibilidade de felicidade das pessoas, já que muitas não aceitam o fato das coisas não estarem bem e procuram convencer a mente de que viver assim é “normal”. Muitas pessoas acreditam que insistir nas histórias é bonito e usam como lema de vida o “é melhor se contentar com o que tenho do que arriscar algo que pode não dar certo”. Antes de se acomodar em alguma situação, entenda que ofensas diárias não são normais. Traição não é algo que “todo mundo faz” e que o tempo não fará seu parceiro mudar de atitudes. Você precisa ser capaz de ver além do muro do comodismo e finalizar tudo o que destrói sua auto-estima. Simples assim!
É bom ressaltar que, enquanto você adiar tomar atitudes necessárias, a conta das consequências sempre virá. Você precisa ser capaz de mais, de ir além, de acreditar que merece mais do que essa vida “morna” que você aceita viver. O fim de um relacionamento não é o fim da vida. O emprego que te faz infeliz não é a sua única forma de sobrevivência e a sua vida financeira atual não será assim eternamente. Você tem o poder de mudar o curso da vida apenas tomando as decisões certas. Portanto, quando a covardia quiser fazer morada, pare, respire e pergunte a si mesmo: qual é o meu limite? Quando você for capaz de responder a essa pergunta, você será capaz de ser verdadeiramente livre e grangeará um sentimento de felicidade muito mais profundo por reduzir sofrimentos que podem ser expurgados da própria existência.
(Disponível em: https://www.contioutra.com/antes-de-todo-recomeco-existe-a-necessidade-do-pontofinal/ - texto adaptado especialmente para esta prova.)
Na frase “a reestruturação mental e o recondicionamento da dimensão emocional são providências precípuas para pavimentar uma trajetória em que o equilíbrio volte a predominar dia após dia”, retirada do texto, se o fragmento “e o recondicionamento da dimensão emocional” fosse suprimido, quantas outras palavras precisariam ter a grafia modificada para garantir a correta concordância verbo-nominal?
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Antes de todo recomeço, existe a necessidade do ponto final
Recomeçar. Está aí um verbo que me encanta. Não pela palavra em si, que tem como um de seus significados “formar-se novamente”, mas por tudo o que ela representa. A coragem da mudança, a esperança diante do futuro que se quer construir e a capacidade de reziliência tornam a vida mais leve. Naturalmente, não é porque a palavra “recomeçar” é bonita que sua aplicabilidade se torna fácil. Na verdade, o recomeçar é difícil demais porque envolve coragem, determinação e altas doses de inteligência emocional, aspectos que, se faltarem ao indivíduo, não despertam qualquer alteração em sua vida. Assim, os dias ficam maiores, o medo em ficar sozinho nos tortura e o arrependimento de que “deveríamos ter tentado mais” coloca nossa sanidade mental em xeque. Porém, apesar de tudo isso, a liberdade e a paz que os recomeços trazem faz toda e qualquer atitude valer a pena.
Diariamente vejo pessoas promovendo os recomeços como condição de felicidade e, sinceramente, acredito que sejam mesmo. O problema é que muitos querem recomeçar sem colocar um ponto final nas coisas que lhes fazem mal e tentam, a todo custo, manter as situações como elas estão para não sentirem a dor da mudança. Sejamos realistas: sem disposição, atitude e objetividade plano nenhum dará certo. Você não será capaz de viver um relacionamento sadio e duradouro se sua vida está desorganizada financeira e emocionalmente. Você não terá o emprego dos sonhos se dedica dezoito horas do seu dia trabalhando com o que não gosta. Você não será capaz de comprar o que deseja se gasta mais do que ganha mensalmente. É preciso entender que, antes de querer uma nova história, você precisa ser capaz de abandonar a antiga. Dessa forma, a reestruturação mental e o recondicionamento da dimensão emocional são providências precípuas para pavimentar uma trajetória em que o equilíbrio volte a predominar dia após dia.
Para ser merecedor de um verdadeiro recomeço você vai precisar ser forte o suficiente para dizer basta a tudo o que lhe distancia da sua essência (e isso engloba relacionamentos, profissão e sonhos). Não deveria ser difícil pôr fim às situações desgastantes, mas o motivo pelo qual isso se torna uma tarefa de gigantes é um só: as pessoas se acomodaram (e se acostumaram) com as situações abusivas e acreditam que viver do jeito que vivem é normal. Destarte, vão procastinando a tomada de decisões que deveria ser feita tão logo os problemas acabem aparecendo. Infelizmente, a covardia rouba a possibilidade de felicidade das pessoas, já que muitas não aceitam o fato das coisas não estarem bem e procuram convencer a mente de que viver assim é “normal”. Muitas pessoas acreditam que insistir nas histórias é bonito e usam como lema de vida o “é melhor se contentar com o que tenho do que arriscar algo que pode não dar certo”. Antes de se acomodar em alguma situação, entenda que ofensas diárias não são normais. Traição não é algo que “todo mundo faz” e que o tempo não fará seu parceiro mudar de atitudes. Você precisa ser capaz de ver além do muro do comodismo e finalizar tudo o que destrói sua auto-estima. Simples assim!
É bom ressaltar que, enquanto você adiar tomar atitudes necessárias, a conta das consequências sempre virá. Você precisa ser capaz de mais, de ir além, de acreditar que merece mais do que essa vida “morna” que você aceita viver. O fim de um relacionamento não é o fim da vida. O emprego que te faz infeliz não é a sua única forma de sobrevivência e a sua vida financeira atual não será assim eternamente. Você tem o poder de mudar o curso da vida apenas tomando as decisões certas. Portanto, quando a covardia quiser fazer morada, pare, respire e pergunte a si mesmo: qual é o meu limite? Quando você for capaz de responder a essa pergunta, você será capaz de ser verdadeiramente livre e grangeará um sentimento de felicidade muito mais profundo por reduzir sofrimentos que podem ser expurgados da própria existência.
(Disponível em: https://www.contioutra.com/antes-de-todo-recomeco-existe-a-necessidade-do-pontofinal/ - texto adaptado especialmente para esta prova.)
Com base no que é estritamente expresso pelo texto, é correto afirmar que:
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Antes de todo recomeço, existe a necessidade do ponto final
Recomeçar. Está aí um verbo que me encanta. Não pela palavra em si, que tem como um de seus significados “formar-se novamente”, mas por tudo o que ela representa. A coragem da mudança, a esperança diante do futuro que se quer construir e a capacidade de reziliência tornam a vida mais leve. Naturalmente, não é porque a palavra “recomeçar” é bonita que sua aplicabilidade se torna fácil. Na verdade, o recomeçar é difícil demais porque envolve coragem, determinação e altas doses de inteligência emocional, aspectos que, se faltarem ao indivíduo, não despertam qualquer alteração em sua vida. Assim, os dias ficam maiores, o medo em ficar sozinho nos tortura e o arrependimento de que “deveríamos ter tentado mais” coloca nossa sanidade mental em xeque. Porém, apesar de tudo isso, a liberdade e a paz que os recomeços trazem faz toda e qualquer atitude valer a pena.
Diariamente vejo pessoas promovendo os recomeços como condição de felicidade e, sinceramente, acredito que sejam mesmo. O problema é que muitos querem recomeçar sem colocar um ponto final nas coisas que lhes fazem mal e tentam, a todo custo, manter as situações como elas estão para não sentirem a dor da mudança. Sejamos realistas: sem disposição, atitude e objetividade plano nenhum dará certo. Você não será capaz de viver um relacionamento sadio e duradouro se sua vida está desorganizada financeira e emocionalmente. Você não terá o emprego dos sonhos se dedica dezoito horas do seu dia trabalhando com o que não gosta. Você não será capaz de comprar o que deseja se gasta mais do que ganha mensalmente. É preciso entender que, antes de querer uma nova história, você precisa ser capaz de abandonar a antiga. Dessa forma, a reestruturação mental e o recondicionamento da dimensão emocional são providências precípuas para pavimentar uma trajetória em que o equilíbrio volte a predominar dia após dia.
Para ser merecedor de um verdadeiro recomeço você vai precisar ser forte o suficiente para dizer basta a tudo o que lhe distancia da sua essência (e isso engloba relacionamentos, profissão e sonhos). Não deveria ser difícil pôr fim às situações desgastantes, mas o motivo pelo qual isso se torna uma tarefa de gigantes é um só: as pessoas se acomodaram (e se acostumaram) com as situações abusivas e acreditam que viver do jeito que vivem é normal. Destarte, vão procastinando a tomada de decisões que deveria ser feita tão logo os problemas acabem aparecendo. Infelizmente, a covardia rouba a possibilidade de felicidade das pessoas, já que muitas não aceitam o fato das coisas não estarem bem e procuram convencer a mente de que viver assim é “normal”. Muitas pessoas acreditam que insistir nas histórias é bonito e usam como lema de vida o “é melhor se contentar com o que tenho do que arriscar algo que pode não dar certo”. Antes de se acomodar em alguma situação, entenda que ofensas diárias não são normais. Traição não é algo que “todo mundo faz” e que o tempo não fará seu parceiro mudar de atitudes. Você precisa ser capaz de ver além do muro do comodismo e finalizar tudo o que destrói sua auto-estima. Simples assim!
É bom ressaltar que, enquanto você adiar tomar atitudes necessárias, a conta das consequências sempre virá. Você precisa ser capaz de mais, de ir além, de acreditar que merece mais do que essa vida “morna” que você aceita viver. O fim de um relacionamento não é o fim da vida. O emprego que te faz infeliz não é a sua única forma de sobrevivência e a sua vida financeira atual não será assim eternamente. Você tem o poder de mudar o curso da vida apenas tomando as decisões certas. Portanto, quando a covardia quiser fazer morada, pare, respire e pergunte a si mesmo: qual é o meu limite? Quando você for capaz de responder a essa pergunta, você será capaz de ser verdadeiramente livre e grangeará um sentimento de felicidade muito mais profundo por reduzir sofrimentos que podem ser expurgados da própria existência.
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No excerto “Sejamos realistas: sem disposição, atitude e objetividade plano nenhum dará certo”, retirado do texto, os dois pontos foram utilizados:
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Recomeçar. Está aí um verbo que me encanta. Não pela palavra em si, que tem como um de seus significados “formar-se novamente”, mas por tudo o que ela representa. A coragem da mudança, a esperança diante do futuro que se quer construir e a capacidade de reziliência tornam a vida mais leve. Naturalmente, não é porque a palavra “recomeçar” é bonita que sua aplicabilidade se torna fácil. Na verdade, o recomeçar é difícil demais porque envolve coragem, determinação e altas doses de inteligência emocional, aspectos que, se faltarem ao indivíduo, não despertam qualquer alteração em sua vida. Assim, os dias ficam maiores, o medo em ficar sozinho nos tortura e o arrependimento de que “deveríamos ter tentado mais” coloca nossa sanidade mental em xeque. Porém, apesar de tudo isso, a liberdade e a paz que os recomeços trazem faz toda e qualquer atitude valer a pena.
Diariamente vejo pessoas promovendo os recomeços como condição de felicidade e, sinceramente, acredito que sejam mesmo. O problema é que muitos querem recomeçar sem colocar um ponto final coisas que lhes fazem mal e tentam, a todo custo, manter as situações como elas estão para não sentirem a dor da mudança. Sejamos realistas: sem disposição, atitude e objetividade plano nenhum dará certo. Você não será capaz de viver um relacionamento sadio e duradouro se sua vida está desorganizada financeira e emocionalmente. Você não terá o emprego dos sonhos se dedica dezoito horas do seu dia trabalhando com o que não gosta. Você não será capaz de comprar o que deseja se gasta mais do que ganha mensalmente. É preciso entender que, antes de querer uma nova história, você precisa ser capaz de abandonar antiga. Dessa forma, a reestruturação mental e o recondicionamento da dimensão emocional são providências precípuas para pavimentar uma trajetória em que o equilíbrio volte a predominar dia após dia.
Para ser merecedor de um verdadeiro recomeço você vai precisar ser forte o suficiente para dizer basta a tudo o que lhe distancia da sua essência (e isso engloba relacionamentos, profissão e sonhos). Não deveria ser difícil pôr fim às situações desgastantes, mas o motivo pelo qual isso se torna uma tarefa de gigantes é um só: as pessoas se acomodaram (e se acostumaram) com as situações abusivas e acreditam que viver do jeito que vivem é normal. Destarte, vão procastinando a tomada de decisões que deveria ser feita tão logo os problemas acabem aparecendo. Infelizmente, a covardia rouba a possibilidade de felicidade das pessoas, já que muitas não aceitam o fato das coisas não estarem bem e procuram convencer a mente de que viver assim é “normal”. Muitas pessoas acreditam que insistir nas histórias é bonito e usam como lema de vida o “é melhor se contentar com o que tenho do que arriscar algo que pode não dar certo”. Antes de se acomodar em alguma situação, entenda que ofensas diárias não são normais. Traição não é algo que “todo mundo faz” e que o tempo não fará seu parceiro mudar de atitudes. Você precisa ser capaz de ver além do muro do comodismo e finalizar tudo o que destrói sua auto-estima. Simples assim!
É bom ressaltar que, enquanto você adiar tomar atitudes necessárias, a conta das consequências sempre virá. Você precisa ser capaz de mais, de ir além, de acreditar que merece mais do que essa vida “morna” que você aceita viver. O fim de um relacionamento não é o fim da vida. O emprego que te faz infeliz não é a sua única forma de sobrevivência e a sua vida financeira atual não será assim eternamente. Você tem o poder de mudar o curso da vida apenas tomando as decisões certas. Portanto, quando a covardia quiser fazer morada, pare, respire e pergunte a si mesmo: qual é o meu limite? Quando você for capaz de responder a essa pergunta, você será capaz de ser verdadeiramente livre e grangeará um sentimento de felicidade muito mais profundo por reduzir sofrimentos que podem ser expurgados da própria existência.
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As linhas tracejadas do segundo parágrafo são, correta e respectivamente, preenchidas com:
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Recomeçar. Está aí um verbo que me encanta. Não pela palavra em si, que tem como um de seus significados “formar-se novamente”, mas por tudo o que ela representa. A coragem da mudança, a esperança diante do futuro que se quer construir e a capacidade de reziliência tornam a vida mais leve. Naturalmente, não é porque a palavra “recomeçar” é bonita que sua aplicabilidade se torna fácil. Na verdade, o recomeçar é difícil demais porque envolve coragem, determinação e altas doses de inteligência emocional, aspectos que, se faltarem ao indivíduo, não despertam qualquer alteração em sua vida. Assim, os dias ficam maiores, o medo em ficar sozinho nos tortura e o arrependimento de que “deveríamos ter tentado mais” coloca nossa sanidade mental em xeque. Porém, apesar de tudo isso, a liberdade e a paz que os recomeços trazem faz toda e qualquer atitude valer a pena.
Diariamente vejo pessoas promovendo os recomeços como condição de felicidade e, sinceramente, acredito que sejam mesmo. O problema é que muitos querem recomeçar sem colocar um ponto final nas coisas que lhes fazem mal e tentam, a todo custo, manter as situações como elas estão para não sentirem a dor da mudança. Sejamos realistas: sem disposição, atitude e objetividade plano nenhum dará certo. Você não será capaz de viver um relacionamento sadio e duradouro se sua vida está desorganizada financeira e emocionalmente. Você não terá o emprego dos sonhos se dedica dezoito horas do seu dia trabalhando com o que não gosta. Você não será capaz de comprar o que deseja se gasta mais do que ganha mensalmente. É preciso entender que, antes de querer uma nova história, você precisa ser capaz de abandonar a antiga. Dessa forma, a reestruturação mental e o recondicionamento da dimensão emocional são providências precípuas para pavimentar uma trajetória em que o equilíbrio volte a predominar dia após dia.
Para ser merecedor de um verdadeiro recomeço você vai precisar ser forte o suficiente para dizer basta a tudo o que lhe distancia da sua essência (e isso engloba relacionamentos, profissão e sonhos). Não deveria ser difícil pôr fim às situações desgastantes, mas o motivo pelo qual isso se torna uma tarefa de gigantes é um só: as pessoas se acomodaram (e se acostumaram) com as situações abusivas e acreditam que viver do jeito que vivem é normal. Destarte, vão procastinando a tomada de decisões que deveria ser feita tão logo os problemas acabem aparecendo. Infelizmente, a covardia rouba a possibilidade de felicidade das pessoas, já que muitas não aceitam o fato das coisas não estarem bem e procuram convencer a mente de que viver assim é “normal”. Muitas pessoas acreditam que insistir nas histórias é bonito e usam como lema de vida o “é melhor se contentar com o que tenho do que arriscar algo que pode não dar certo”. Antes de se acomodar em alguma situação, entenda que ofensas diárias não são normais. Traição não é algo que “todo mundo faz” e que o tempo não fará seu parceiro mudar de atitudes. Você precisa ser capaz de ver além do muro do comodismo e finalizar tudo o que destrói sua auto-estima. Simples assim!
É bom ressaltar que, enquanto você adiar tomar atitudes necessárias, a conta das consequências sempre virá. Você precisa ser capaz de mais, de ir além, de acreditar que merece mais do que essa vida “morna” que você aceita viver. O fim de um relacionamento não é o fim da vida. O emprego que te faz infeliz não é a sua única forma de sobrevivência e a sua vida financeira atual não será assim eternamente. Você tem o poder de mudar o curso da vida apenas tomando as decisões certas. Portanto, quando a covardia quiser fazer morada, pare, respire e pergunte a si mesmo: qual é o meu limite? Quando você for capaz de responder a essa pergunta, você será capaz de ser verdadeiramente livre e grangeará um sentimento de felicidade muito mais profundo por reduzir sofrimentos que podem ser expurgados da própria existência.
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Quanto à grafia de palavras, analise as seguintes afirmações:
I. “reziliência” está grafada corretamente.
II. “procastinando” está grafada incorretamente, pois o correto é escrever “procrastinando”.
III. “auto-estima” está grafada corretamente.
IV. “grangeará” está grafada incorretamente, pois o correto é escrever “granjeará”.
Quais estão corretas?
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Antes de todo recomeço, existe a necessidade do ponto final
Recomeçar. Está aí um verbo que me encanta. Não pela palavra em si, que tem como um de seus significados “formar-se novamente”, mas por tudo o que ela representa. A coragem da mudança, a esperança diante do futuro que se quer construir e a capacidade de reziliência tornam a vida mais leve. Naturalmente, não é porque a palavra “recomeçar” é bonita que sua aplicabilidade se torna fácil. Na verdade, o recomeçar é difícil demais porque envolve coragem, determinação e altas doses de inteligência emocional, aspectos que, se faltarem ao indivíduo, não despertam qualquer alteração em sua vida. Assim, os dias ficam maiores, o medo em ficar sozinho nos tortura e o arrependimento de que “deveríamos ter tentado mais” coloca nossa sanidade mental em xeque. Porém, apesar de tudo isso, a liberdade e a paz que os recomeços trazem faz toda e qualquer atitude valer a pena.
Diariamente vejo pessoas promovendo os recomeços como condição de felicidade e, sinceramente, acredito que sejam mesmo. O problema é que muitos querem recomeçar sem colocar um ponto final nas coisas que lhes fazem mal e tentam, a todo custo, manter as situações como elas estão para não sentirem a dor da mudança. Sejamos realistas: sem disposição, atitude e objetividade plano nenhum dará certo. Você não será capaz de viver um relacionamento sadio e duradouro se sua vida está desorganizada financeira e emocionalmente. Você não terá o emprego dos sonhos se dedica dezoito horas do seu dia trabalhando com o que não gosta. Você não será capaz de comprar o que deseja se gasta mais do que ganha mensalmente. É preciso entender que, antes de querer uma nova história, você precisa ser capaz de abandonar a antiga. Dessa forma, a reestruturação mental e o recondicionamento da dimensão emocional são providências precípuas para pavimentar uma trajetória em que o equilíbrio volte a predominar dia após dia.
Para ser merecedor de um verdadeiro recomeço você vai precisar ser forte o suficiente para dizer basta a tudo o que lhe distancia da sua essência (e isso engloba relacionamentos, profissão e sonhos). Não deveria ser difícil pôr fim às situações desgastantes, mas o motivo pelo qual isso se torna uma tarefa de gigantes é um só: as pessoas se acomodaram (e se acostumaram) com as situações abusivas e acreditam que viver do jeito que vivem é normal. Destarte, vão procastinando a tomada de decisões que deveria ser feita tão logo os problemas acabem aparecendo. Infelizmente, a covardia rouba a possibilidade de felicidade das pessoas, já que muitas não aceitam o fato das coisas não estarem bem e procuram convencer a mente de que viver assim é “normal”. Muitas pessoas acreditam que insistir nas histórias é bonito e usam como lema de vida o “é melhor se contentar com o que tenho do que arriscar algo que pode não dar certo”. Antes de se acomodar em alguma situação, entenda que ofensas diárias não são normais. Traição não é algo que “todo mundo faz” e que o tempo não fará seu parceiro mudar de atitudes. Você precisa ser capaz de ver além do muro do comodismo e finalizar tudo o que destrói sua auto-estima. Simples assim!
É bom ressaltar que, enquanto você adiar tomar atitudes necessárias, a conta das consequências sempre virá. Você precisa ser capaz de mais, de ir além, de acreditar que merece mais do que essa vida “morna” que você aceita viver. O fim de um relacionamento não é o fim da vida. O emprego que te faz infeliz não é a sua única forma de sobrevivência e a sua vida financeira atual não será assim eternamente. Você tem o poder de mudar o curso da vida apenas tomando as decisões certas. Portanto, quando a covardia quiser fazer morada, pare, respire e pergunte a si mesmo: qual é o meu limite? Quando você for capaz de responder a essa pergunta, você será capaz de ser verdadeiramente livre e grangeará um sentimento de felicidade muito mais profundo por reduzir sofrimentos que podem ser expurgados da própria existência.
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A palavra que substitui de forma correta o termo “precípuas”, levando-se em conta exclusivamente o seu significado, é:
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Disciplina: Direito Constitucional
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Caçapava Sul-RS
Considerando o disposto na Constituição Federal acerca dos Municípios, assinale a alternativa INCORRETA.
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Disciplina: Direito Constitucional
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Caçapava Sul-RS
A educação, direito de todos e dever do Estado e da família, encontra especial destaque na Constituição do Estado do Rio Grande do Sul. Considerando o disposto no texto constitucional estadual sobre a matéria, assinale a alternativa INCORRETA.
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Disciplina: Direito Constitucional
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Caçapava Sul-RS
Ao tratar da ordem econômica, a Constituição do Estado do Rio Grande do Sul estabelece que o Estado, na organização de sua economia, zelará por determinados princípios. Assinale a alternativa que apresenta, corretamente, três desses princípios.
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Objetivando a superação do preconceito, da discriminação e das desigualdades raciais foi instituído o Estatuto Estadual da Igualdade Racial (Lei nº 13.694/2011). Considerando o teor de referido estatuto, analise as assertivas a seguir:
I. Considera-se desigualdade racial toda distinção, exclusão ou restrição baseada em raça, cor, descendência, origem nacional ou étnica que tenha por objetivo cercear o reconhecimento, o gozo ou o exercício dos direitos humanos e das liberdades fundamentais em qualquer campo da vida pública ou privada, asseguradas as disposições contidas nas legislações pertinentes à matéria.
II. Considera-se discriminação racial toda situação injustificada de diferenciação de acesso e fruição de bens, serviços e oportunidades, nas esferas pública e privada, em virtude de raça, cor, descendência ou origem nacional ou étnica.
III. Consideram-se ações afirmativas os programas e as medidas especiais adotados exclusivamente pelo Estado para a correção das desigualdades raciais e para a promoção da igualdade de oportunidades.
Quais estão INCORRETAS?
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