Foram encontradas 60 questões.
Em relação à dosagem de Tireoglobulina (Tg) pós-operatória no carcinoma bem diferenciado da tireoide, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma a seguir e assinale a alternativa com a sequência correta.
( ) A Tireoglobulina deve ser colhida de 4 a 6 semanas após a tireoidectomia.
( ) Tireoglobulina menor que 1 ng/mL é forte preditor de remissão.
( ) Tireoglobulina maior que 10 ng/mL associa-se a maior risco de doença persistente.
( ) A Tireoglobulina é mais útil para selecionar quem não precisa de radioiodo do que quem pode se beneficiar.
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Durante planejamento de ressecção ampliada de maxila por tumor nasossinusal de infraestrutura, qual acesso cirúrgico facilita exposição sem incisão cutânea visível?
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Na cavidade oral, quais níveis linfonodais são mais frequentemente comprometidos e, portanto, prioritários na avaliação do pescoço?
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Em relação ao tratamento com preservação de órgãos, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma a seguir e assinale a alternativa com a sequência correta.
( ) Paralisia de ambas as pregas vocais e infiltração das cartilagens tireóidea e cricóidea são critérios de inelegibilidade.
( ) Laringectomia parcial supracricóidea com crico-hiode-epiglotopexia não é preservação de órgão.
( ) Preservação com QT/RT garante deglutição superior à cirurgia em qualquer perfil.
( ) Avaliação objetiva de deglutição e função pulmonar fazem parte da decisão inicial.
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Países do Brics se unem para eliminar doenças ligadas à pobreza e à desigualdade
A iniciativa mira causas sociais e busca esforços coletivos para superar doenças negligenciadas pelos países do Norte
Os países do Brics lançaram uma parceria com o objetivo de eliminar as chamadas Doenças Socialmente Determinadas (DSDs), enfermidades cuja ocorrência e gravidade estão diretamente ligadas à pobreza e à desigualdade. A iniciativa busca fortalecer a cooperação entre as nações, mobilizar recursos e avançar esforços coletivos para eliminação integrada dessas doenças.
Quem explica é Gonzalo Vecina Neto, professor da Faculdade de Saúde Pública da USP e ex-presidente da Anvisa: “É importante entender que existe um conjunto de doenças infectocontagiosas que incidem principalmente sobre populações pobres. Os determinantes sociais são o que faz acontecer essa carga de doenças.” Entre as doenças priorizadas pela ação da parceria estão tuberculose, hanseníase, dengue e malária — todas com alta prevalência no Sul Global. O professor aponta que a tuberculose “está sempre presente na nossa população da periferia das grandes cidades e nos fundões da nossa sociedade”. A hanseníase, “infelizmente uma doença milenar”, também persiste em números elevados.
Além do reforço aos sistemas de saúde, Vecina comenta o contexto estrutural que agrava essas doenças: “Como são doenças determinadas socialmente, têm pobreza e a estrutura pública de vida no meio do caminho. Saúde não resolve esse tipo de problema. Precisa de uma ação intersetorial, precisa de educação, de habitação, e de condições sociais melhores”. Nesse sentido, ele reforça a urgência de avançar na pesquisa científica para essas doenças, historicamente negligenciadas pela indústria farmacêutica dos países do Norte. “O Norte rico não quer saber de fazer pesquisa para nós. Então nós temos que fazer pesquisa para as nossas doenças e ter soluções melhores.”
A parceria assinada pelo Brics também aponta para a construção de uma agenda comum nos fóruns internacionais, ampliação de financiamento via bancos de desenvolvimento e uso de tecnologias como inteligência artificial, vigilância epidemiológica digital e plataformas interoperáveis. Para Vecina, no entanto, a resposta mais eficaz não virá apenas de laboratórios ou políticas setoriais. “O remédio mais importante de todos implica mais igualdade entre os seres humanos que vivem neste mundo.”.
Adaptado de: https://jornal.usp.br/radio-usp/paises-do-brics-seunem-para-eliminar-doencas-ligadas-a-pobreza-e-a-desigualdade/. Acesso em: 29 out. 2025.
Assinale a alternativa correta no que diz respeito à compreensão do texto apresentado.
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Paciente com carcinoma de laringe T3 operado há 10 dias evolui com dor orofaríngea intensa e mucosite grau 2 ao iniciar quimiorradioterapia adjuvante (cisplatina semanal). Qual medida imediata melhora tolerabilidade e não compromete o controle oncológico?
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Homem, 65 anos, está em uso de cisplatina concomitante à radioterapia para tratamento de câncer de cabeça e pescoço, com creatinina basal 1,0 mg/dL. Após a primeira dose, creatinina 1,6 mg/dL e hipomagnesemia. Qual é a conduta peritratamento adequada para o próximo ciclo?
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Sobre tromboprofilaxia em cirurgia oncológica de cabeça e pescoço com tempo operatório prolongado, assinale a alternativa correta.
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Uma secretaria estadual avalia a contratualização de hospital filantrópico para ampliar acesso a cirurgias oncológicas de cabeça e pescoço. Nesse contexto, em relação à participação complementar prevista na Lei nº 8.080/1990, assinale a alternativa correta.
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Em caso de paciente com tumor de orofaringe em tratamento com quimio e radioterapia, evoluindo com xerostomia grave, cárie de radiação e disgeusia, qual deve ser o plano de mitigação baseado em evidências?
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