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A respeito da estrutura sintática da Libras, sua interferência na produção da escrita de alunos surdos e as recomendações da legislação em relação à avaliação desses educandos, informe se é (V) verdadeiro ou (F) falso o que se afirma a seguir e assinale a alternativa correta:
( ) A sinalização em Libras obedece sempre à mesma ordem da Língua Portuguesa, ou seja, SUJEITO- VERBOOBJETO (SVO), por isso, os surdos sentem-se seguros e apresentam domínio para escrever textos em Língua Portuguesa.
( ) A Libras possui estrutura sintática própria e independente da Língua Portuguesa, portanto, é comum que os surdos escrevam textos seguindo a ordem sintática da língua de sinais, considerada a Língua natural ou Língua 1 (L1) desse sujeito.
( ) Na sinalização em Libras, dependendo do contexto, a ordem de SUJEITO-VERBOOBJETO (SVO) pode variar.
( ) Ao sinalizar uma frase, os conectivos, tais como conjunções, preposições e alguns tipos de verbos não são utilizados. Isso também irá repercutir na escrita do surdo.
( ) O fato de as frases em Libras serem construídas diferentemente da ordem sintática da Língua Portuguesa podem interferir na construção da escrita dos surdos.
( ) No que se refere à avaliação de alunos surdos, o Decreto nº 5.626/2005 recomenda adotar mecanismos de avaliação coerentes com aprendizado de segunda língua, na correção das provas escritas, valorizando o aspecto semântico e reconhecendo a singularidade linguística manifestada no aspecto formal da Língua Portuguesa.
( ) O Decreto nº 5626/2005 recomenda que os textos escritos dos alunos surdos sejam avaliados por meio dos mesmos critérios utilizados aos alunos ouvintes.
A sequência correta de cima para baixo é:
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Leia o trecho:
1) Assista qualquer filme captando qualquer imagem e depois, traduza em língua de sinais para seus colegas surdos sem soletrar o nome desse elemento;
2)Visualize cada elemento e processe mentalmente a sua forma, movimento, textura, cores, e todas as características e detalhes que os envolvem. Depois, traduza para seus colegas não-surdos e surdos.
3) Treine sempre a datilologia, soletrando qualquer palavra ou frase, nas duas mãos. Comece com o lado direito, soletrando em ritmo lento e depois, troque para o lado esquerdo, fazendo com o mesmo ritmo. Depois, acelere o ritmo;
4) No espelho, treine a datilologia e depois faça com os seus colegas.
5) Filme e grave você traduzindo qualquer coisa em Libras, e depois faça sua auto-avaliação.
(CAMPELLO, 2008)
Os exemplos das técnicas apresentadas, acima, para aprender a língua de sinais estão relacionados a:
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Leia o trecho da cartilha “Atendimento Educacional Especializado: Pessoa com surdez” de autoria de Damázio
(2007, p. 29):
“O Atendimento Educacional Especializado em Libras fornece a base conceitual dessa língua e do conteúdo curricular estudado na sala de aula comum, o que favorece ao aluno com surdez a compreensão desse conteúdo. Nesse atendimento há explicações das ideias essenciais dos conteúdos estudados em sala de aula comum. Os professores utilizam imagens visuais e quando o conceito é muito abstrato recorrem a outros recursos, como o teatro, por exemplo.”
Acerca do trecho é correto afirmar que se trata de práticas didático-pedagógicas:
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Lobato (2017), no capítulo “A disciplina Libras no ensino superior: estratégias de ensino como segunda língua para acadêmicos ouvintes” da obra “Educação especial no ensino superior”, destaca que “na intenção de ofertar um ensino de segunda língua que proporcione aos acadêmicos interações significativas, algumas estratégias estão sendo desenvolvidas no âmbito dos cursos de licenciatura” (p. 46). Nesse ínterim, o autor apresenta o ensino da Língua Brasileira de Sinais para acadêmicos ouvintes, mediante as seguintes estratégias metodológicas:
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Lacerda, Santos e Caetano (2013), no capítulo “Estratégias metodológicas para o ensino de alunos surdos”, pertencente à obra “Tenho um aluno surdo, e agora? Introdução à Libras e educação de surdos”, asseveram que pretendem realçar “a necessidade de um bom planejamento que busque práticas de ensino adequadas à realidade do aluno surdo” (p. 192). Nesse sentido, quanto ao planejamento e execução das atividades, as autoras afirmam que:
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Uma das políticas a serem efetivadas nas instituições de ensino, em todas as esferas, pública e privada, estabelecidos pelo Decreto nº 5.626 de 2005 é a:
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Os princípios constitucionais da igualdade e da dignidade da pessoa humana são fundamentais para instituir no Brasil a Lei No. 10436/2002, devidamente regulamentada pelo Decreto No. 5626/2005. Ao considerar os regulatórios em referência, o conceito da Língua Brasileira de Sinais – Libras para o ordenamento jurídico pátrio é:
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Campello (2007) trouxe uma relevante contribuição à educação de surdos, ao discutir a pertinência de explorar a prática de ensino, mediada por “um estudo novo, um novo campo visual onde se insere a cultura surda, a imagem visual dos surdos, os olhares surdos, os recursos visuais e didáticos também” (p.106). Segundo a autora, esse novo campo é denominado de:
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Leia o trecho do capítulo
“Uma perspectiva sócio histórica sobre a psicologia e a educação de surdos”, do livro “Educação e Exclusão: Abordagens socioantroplógicas em educação especial”: “é necessário dar acesso à criança surda as mesmas possibilidades psicolinguísticas que tem a ouvinte. Será só dessa maneira que a criança surda poderá atualizar suas capacidades linguístico-comunicativas, desenvolver sua identidade cultural e aprender. É criar uma identidade bicultural, pois permite a criança surda desenvolver suas potencialidades dentro da cultura surda e aproximar-se, por intermédio dela, à cultura ouvinte.”
(SKLIAR, 2013, p.136).
O autor está se reportando a educação de surdos, de acordo com os pressupostos do modelo:
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