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Paciente de 32 anos procura atendimento no pronto socorro com queixa de palpitações de início súbito, acompanhadas de mal-estar e sensação de “coração acelerado”. Ao exame físico, apresenta frequência cardíaca de 150 bpm.
É realizado prontamente o eletrocardiograma evidenciado abaixo:

Baseado no aspecto eletrocardiográfico, o diagnóstico mais provável é de:
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Homem de 64 anos comparece para avaliação médica no ambulatório referindo anorexia, saciedade precoce e dor abdominal irradiada para o ombro esquerdo. Ao exame físico, observa-se esplenomegalia palpável. O hemograma mostra leucócitos de 134.000/mm³, basófilos de 5%, hemoglobina e contagem de plaquetas dentro da normalidade. Diante da suspeita clínica de leucemia mieloide crônica (LMC), foi solicitada pesquisa de PCR-RT para o cromossomo Philadelphia (t(9,22), com justaposição bcr-abl), exame que orienta o tratamento com inibidores de tirosina-quinase se positivo.
Tendo como base a terapia de primeira linha para LMC com a presença de tal cromossomo, o fármaco que deve ser prescrito diante de sua detecção seria:
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Paciente de 52 anos, previamente hígido, é atendido em ambulatório com queixas de fadiga, constipação e polidipsia. Os exames laboratoriais de rotina mostram hipercalcemia leve e sintomática, com cálcio total de 11,6 mg/dL (valor de referência: 8,4–10,2 mg/dL), cálcio iônico de 1,38 mmol/L (valor de referência: 1,12– 1,32) e fósforo de 2,4 mg/dL (valor de referência: 2,5–4,5 mg/dL). A ultrassonografia cervical revela nódulo hipoecoico na porção póstero-inferior da tireoide esquerda, sugestivo de adenoma de paratireoide.
De acordo com o exposto, o próximo passo na investigação diagnóstica desse paciente é:
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Paciente de 56 anos comparece à unidade de pronto atendimento com quadro de diarreia crônica volumosa, aquosa, persistente mesmo durante o jejum, com perda diária estimada superior a 3 litros, associada a astenia, cãibras musculares e episódios de síncope. O exame físico revela sinais de desidratação. A avaliação das fezes demonstra gap osmolar fecal menor que 50 mOsm/kg. Os exames laboratoriais mostram hipocalemia importante (2,4 mEq/L) e acidose metabólica leve.
Diante da suspeita clínica de cólera pancreática, o melhor exame complementar inicial para confirmação desse diagnóstico é:
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Homem de 29 anos, vivendo com HIV, encontra-se em seguimento ambulatorial regular, estando em uso de terapia antirretroviral combinada (TARV) composta por dolutegravir, lamivudina, tenofovir e darunavir, com boa adesão e carga viral indetectável
De acordo com a classificação farmacológica dos antirretrovirais, o fármaco utilizado pelo paciente que atua como inibidor da integrase do HIV é:
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Homem de 76 anos procura o pronto socorro por cefaleia de início recente, contínua, de forte intensidade, pouco responsiva a analgésicos comuns, associada a claudicação intermitente de mandíbula ao mastigar e episódios recorrentes de amaurose fugaz, descritos como perda visual monocular transitória, com recuperação espontânea após alguns minutos. Relata ainda dores musculares intensas e rigidez matinal envolvendo principalmente as cinturas escapular e pélvica, com importante limitação funcional pela dor para elevar os braços e levantar-se da posição sentada. Nega fraqueza muscular objetiva. Os exames laboratoriais mostram VHS de 98 mm/h, hemoglobina de 10,8 g/dL (anemia normocítica e normocrônica), plaquetas de 620.000/mm³ e CK e aldolase dentro dos valores de referência.
Com base no quadro clínico e laboratorial, a causa mais provável das mialgias apresentadas pelo paciente é:
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Mulher de 42 anos é internada na Clínica Médica com história de episódios recorrentes de déficits neurológicos de instalação aguda, incluindo paresia em membro inferior direito, parestesias em hemicorpo esquerdo e visão borrada associada à dor ocular, com resolução completa dos sintomas ao longo de dias a poucas semanas, sem sequelas aparentes entre os episódios. A ressonância magnética de crânio evidencia múltiplas lesões hiperintensas em T2 e FLAIR, de aspecto desmielinizante, algumas com configuração digitiforme orientada perpendicularmente aos ventrículos laterais (dedos de Dawson).
Com base nos achados clínicos e de imagem, o diagnóstico mais provável é:
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Um homem de 67 anos procura a unidade de pronto atendimento por tosse produtiva, febre de 38,5 °C, dor torácica pleurítica e dispneia leve há 2 dias. Ao exame físico, está orientado, com pressão arterial de 120/75 mmHg, frequência respiratória de 18 irpm, saturação de O2 de 95% em ar ambiente, sem confusão mental. Os exames laboratoriais mostram uma ureia de 30 mg/dL e hemograma com leucocitose discreta. A radiografia de tórax evidencia infiltrado lobar à direita, compatível com pneumonia adquirida na comunidade.
Com base na hipótese diagnóstica, o agente etiológico mais provável e a conduta terapêutica mais adequada são:
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Uma mulher de 68 anos comparece à consulta ambulatorial queixando-se de xeroftalmia (olhos secos) e xerodermia (pele seca) há vários anos, associadas a sensação de areia nos olhos, fadiga e aumento doloroso bilateral das parótidas. O exame oftalmológico evidencia ceratoconjuntivite seca (teste de Schirmer positivo e coloração com corante compatível com ceratite).
Considerando o diagnóstico mais provável, os anticorpos que são mais frequentemente associados a essa condição são:
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Uma mulher de 24 anos é internada na enfermaria para investigação de quadro de febre baixa recorrente, malestar crônico e adinamia há cerca de 4 meses. Relata surgimento progressivo de lesões cutâneas eritematodescamativas, bem delimitadas, com bordas elevadas, centro atrófico e hiperpigmentação residual, localizadas no couro cabeludo (com áreas de alopecia cicatricial), pavilhões auriculares e tronco superior. Os exames laboratoriais realizados na internação evidenciam: hemoglobina de 8,7 g/dL (VN: 12–16 g/dL), reticulócitos: 5,8% (VN: 0,5–2,0%); bilirrubina indireta: 2,4 mg/dL (VN: <1,2 mg/dL); LDH: 680 U/L (VN: até 250 U/L); teste de Coombs direto positivo; plaquetas: 68.000/mm³ (VN: 150.000–450.000/mm³). O exame de urina tipo I evidencia proteinúria (+++), hematúria dismórfica e presença de cilindros hemáticos.
Com base no conjunto de manifestações clínicas e laboratoriais, o diagnóstico mais provável é:
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