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4081293 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Louveira-SP
Leia o texto a seguir para responder à questão.
As moscas também amam
    A mosca estava profundamente depressiva. E como não estar? Seu corpo expelia tristeza e angústia. Mal nascera, e a brevidade dos seus instantes já anunciavam: sua morte a esperava em apenas alguns dias. Em 15, 20 ou no máximo 30 dias jazeria esquecida, servindo apenas de alimento para outros insetos, se é que teria tal utilidade!
    Pobre sina! Voando entre decomposições, alimentando-se de podridões, a escolha perfeita para todos os males e imperfeições. Uma constante atração por tudo o que é desprezado pela espécie dominante na Terra.
    Pobre mosca! Seu coração palpitava calor, um estômago que regurgitava boas intenções, um cérebro que planejava uma vida cheia de objetivos.
    Fazer o bem. Salvar vidas. Gravar seu nome na história. Será que esperava demais de si mesma? O que fazer, afinal? Concluiu ser uma mosca diferente de todas aquelas que a precederam. E como tal, iria em busca do seu destino alternativo. (...)
    Continuou vagando em direção ao tudo e nada, e chegou a uma casa de humanos. Entrou calmamente pela janela e começou a inspecionar o local. Voou por toda a casa para descobrir que, no total, havia quatro pessoas ali. Cada qual ocupava um cômodo diferente. Ao inspecionar cada um, a mosca compadeceu-se ao ver seus rostos. Embora parecessem distraídos com aqueles pequenos aparelhos em mãos, emitindo uma estranha luz fosca, na verdade, havia um vazio em cada semblante. (...)
    Cheia de amor e boas intenções (...) pousou nos lábios do humano. Foi quase um beijo, uma expressão de “estou aqui se precisar”. Aquele foi seu último ato. Em um movimento rápido e certeiro, o humano se afastou e esmagou a mosca com as duas palmas.
    Aquela mosca imaginava ser a única em busca de um objetivo na vida. Enganou-se. Morreu sem ao menos saber que outros milhares de sua espécie tiveram (e ainda teriam) o mesmo fim, ao tentar consolar aqueles seres que estavam mortos, apesar de ainda respirarem.
MARTINZ, Juliano. As moscas também amam. Corrosiva.
Disponível em <https://corrosiva.com.br/cronicas/moscastambem-amam/>. 
Assinale a alternativa que apresenta um trecho do texto “As moscas também amam” que contém uma análise crítica sobre a postura dos seres humanos.
 

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Analise o texto abaixo para responder à questão.

Texto I
    Tinha um mês que Maria Teresa da Vazante havia tirado o diploma. Mariinha e Tuninha fizeram de um tudo para que a filha conseguisse aquele curso. Mariinha, por intermédio de Angélica, que ainda ia à cidade, arranjou uma vaga com desconto no Sacramentina e Silva, pelo vínculo que tinha com a instituição, e fez a matricula de Maria Teresa, que todo sábado, por seis meses, carreou até Santa Stella para comparecer às aulas.
    Esse foi um período difícil e de muita privação para todas elas, porque além do preço do curso tinha o transporte, que elas pagavam para Thadeu. E todo sábado ajeitavam a menina para a viagem, que a filha delas não poderia passar vergonha.
    A angústia de esperar a manhã do sábado inteira, com a menina indo e voltando sozinha, as castigava. Toda madrugada, antes do carro partir, Mariinha fazia centenas de recomendações a Thadeu para que ele não viesse embora sem Maria Teresa. A senhora tinha confiança nele, existia aquela união entre os Fontes e as mulheres da Vazante, mas a professora não conseguiu controlar seu medo. Durante os seis meses que o curso durou, a mãe agoniava o motorista com advertências e precauções.
    — Não, eu não acredito – Maria Teresa trocava olhares de felicidade com o noivo e as mães. – Será aquilo, mainha? – a menina estendeu o braço para segurar a mão de Tuninha.
    — Abre, nega! É tua! Foi um trabalho danado de conseguir, desde antes do teu curso acabar que venho fazendo esse plano – os olhos do noivo dançavam como o alívio de chuva que cai em tarde de sol refrescando a areia. 
    Mané da Gaita achou bonito tocar uma valsa doce naquele momento. Com a porta da casa aberta, o cheiro das rosas adocicava ainda mais o ambiente. Maria Teresa foi descobrindo, descobrindo, abrindo o que estava guardado naquele embrulho de coberta.
    — Sim! É uma máquina, mamãe!
(APARECIDA, Luciany. Mata Doce.Rio de Janeiro: Alfaguara, 2023, p.54)
Em “Maria Teresa foi descobrindo, descobrindo, abrindo” (6º§), a sequência de verbos contribui para a sonoridade, mas também indicam uma ação:
 

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Texto I
    Tinha um mês que Maria Teresa da Vazante havia tirado o diploma. Mariinha e Tuninha fizeram de um tudo para que a filha conseguisse aquele curso. Mariinha, por intermédio de Angélica, que ainda ia à cidade, arranjou uma vaga com desconto no Sacramentina e Silva, pelo vínculo que tinha com a instituição, e fez a matricula de Maria Teresa, que todo sábado, por seis meses, carreou até Santa Stella para comparecer às aulas.
    Esse foi um período difícil e de muita privação para todas elas, porque além do preço do curso tinha o transporte, que elas pagavam para Thadeu. E todo sábado ajeitavam a menina para a viagem, que a filha delas não poderia passar vergonha.
    A angústia de esperar a manhã do sábado inteira, com a menina indo e voltando sozinha, as castigava. Toda madrugada, antes do carro partir, Mariinha fazia centenas de recomendações a Thadeu para que ele não viesse embora sem Maria Teresa. A senhora tinha confiança nele, existia aquela união entre os Fontes e as mulheres da Vazante, mas a professora não conseguiu controlar seu medo. Durante os seis meses que o curso durou, a mãe agoniava o motorista com advertências e precauções.
    — Não, eu não acredito – Maria Teresa trocava olhares de felicidade com o noivo e as mães. – Será aquilo, mainha? – a menina estendeu o braço para segurar a mão de Tuninha.
    — Abre, nega! É tua! Foi um trabalho danado de conseguir, desde antes do teu curso acabar que venho fazendo esse plano – os olhos do noivo dançavam como o alívio de chuva que cai em tarde de sol refrescando a areia. 
    Mané da Gaita achou bonito tocar uma valsa doce naquele momento. Com a porta da casa aberta, o cheiro das rosas adocicava ainda mais o ambiente. Maria Teresa foi descobrindo, descobrindo, abrindo o que estava guardado naquele embrulho de coberta.
    — Sim! É uma máquina, mamãe!
(APARECIDA, Luciany. Mata Doce.Rio de Janeiro: Alfaguara, 2023, p.54)
Em “A angústia de esperar a manhã do sábado inteira, com a menina indo e voltando sozinha, as castigava.” (3º§), as vírgulas são empregadas para isolar uma construção que possui o sentido de:
 

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Texto I
    Tinha um mês que Maria Teresa da Vazante havia tirado o diploma. Mariinha e Tuninha fizeram de um tudo para que a filha conseguisse aquele curso. Mariinha, por intermédio de Angélica, que ainda ia à cidade, arranjou uma vaga com desconto no Sacramentina e Silva, pelo vínculo que tinha com a instituição, e fez a matricula de Maria Teresa, que todo sábado, por seis meses, carreou até Santa Stella para comparecer às aulas.
    Esse foi um período difícil e de muita privação para todas elas, porque além do preço do curso tinha o transporte, que elas pagavam para Thadeu. E todo sábado ajeitavam a menina para a viagem, que a filha delas não poderia passar vergonha.
    A angústia de esperar a manhã do sábado inteira, com a menina indo e voltando sozinha, as castigava. Toda madrugada, antes do carro partir, Mariinha fazia centenas de recomendações a Thadeu para que ele não viesse embora sem Maria Teresa. A senhora tinha confiança nele, existia aquela união entre os Fontes e as mulheres da Vazante, mas a professora não conseguiu controlar seu medo. Durante os seis meses que o curso durou, a mãe agoniava o motorista com advertências e precauções.
    — Não, eu não acredito – Maria Teresa trocava olhares de felicidade com o noivo e as mães. – Será aquilo, mainha? – a menina estendeu o braço para segurar a mão de Tuninha.
    — Abre, nega! É tua! Foi um trabalho danado de conseguir, desde antes do teu curso acabar que venho fazendo esse plano – os olhos do noivo dançavam como o alívio de chuva que cai em tarde de sol refrescando a areia. 
    Mané da Gaita achou bonito tocar uma valsa doce naquele momento. Com a porta da casa aberta, o cheiro das rosas adocicava ainda mais o ambiente. Maria Teresa foi descobrindo, descobrindo, abrindo o que estava guardado naquele embrulho de coberta.
    — Sim! É uma máquina, mamãe!
(APARECIDA, Luciany. Mata Doce.Rio de Janeiro: Alfaguara, 2023, p.54)
Na narrativa, expressões como “Tinha um mês” e “todo sábado por seis meses” (1º§) revelam:
 

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Analise o texto abaixo para responder à questão.

Texto I
    Tinha um mês que Maria Teresa da Vazante havia tirado o diploma. Mariinha e Tuninha fizeram de um tudo para que a filha conseguisse aquele curso. Mariinha, por intermédio de Angélica, que ainda ia à cidade, arranjou uma vaga com desconto no Sacramentina e Silva, pelo vínculo que tinha com a instituição, e fez a matricula de Maria Teresa, que todo sábado, por seis meses, carreou até Santa Stella para comparecer às aulas.
    Esse foi um período difícil e de muita privação para todas elas, porque além do preço do curso tinha o transporte, que elas pagavam para Thadeu. E todo sábado ajeitavam a menina para a viagem, que a filha delas não poderia passar vergonha.
    A angústia de esperar a manhã do sábado inteira, com a menina indo e voltando sozinha, as castigava. Toda madrugada, antes do carro partir, Mariinha fazia centenas de recomendações a Thadeu para que ele não viesse embora sem Maria Teresa. A senhora tinha confiança nele, existia aquela união entre os Fontes e as mulheres da Vazante, mas a professora não conseguiu controlar seu medo. Durante os seis meses que o curso durou, a mãe agoniava o motorista com advertências e precauções.
    — Não, eu não acredito – Maria Teresa trocava olhares de felicidade com o noivo e as mães. – Será aquilo, mainha? – a menina estendeu o braço para segurar a mão de Tuninha.
    — Abre, nega! É tua! Foi um trabalho danado de conseguir, desde antes do teu curso acabar que venho fazendo esse plano – os olhos do noivo dançavam como o alívio de chuva que cai em tarde de sol refrescando a areia. 
    Mané da Gaita achou bonito tocar uma valsa doce naquele momento. Com a porta da casa aberta, o cheiro das rosas adocicava ainda mais o ambiente. Maria Teresa foi descobrindo, descobrindo, abrindo o que estava guardado naquele embrulho de coberta.
    — Sim! É uma máquina, mamãe!
(APARECIDA, Luciany. Mata Doce.Rio de Janeiro: Alfaguara, 2023, p.54)
De forma bastante delicada, é possível apreender, ao longo do texto, uma oposição que se estabelece entre:
 

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4081223 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Pref. Monte Belo-MG
Orgão: Pref. Monte Belo-MG
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Assinale a alternativa em que o uso da crase está correto:
 

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Leia o texto a seguir:

Os mares na bijuteria

lesa Rodrigues

Se existe um setor, além do jeans e da moda praia, em que o Brasil faz tendências de estilo, é o dos balangandás. Desde a era das descobertas, somos conquistados por espelhinhos e colares. Nem passaram muitos anos até começarmos a usar a criatividade inata para inventar nossas próprias bijuterias. Afinal, os cocares e adereços das tribos já eram bonitos.

Depois de algumas décadas acompanhando lançamentos nacionais e internacionais, se ainda existe uma vitrine capaz de me surpreender é a destes acessórios irresistíveis. A prova aconteceu nesta semana, na rotineira passagem pelo shopping da Gávea: no lugar da antiga papelaria estavam cordões coloridos, um deles com olhos gregos penduradinhos, um cavalo marinho como pingente, conchas... Pronto: deixei de lado a discussão com o gerente do banco, esqueci de ver o preço dos mouses na loja em frente. Entrei e conversei com a Ana, vendedora, marketeira de mão cheia, garota simpática, que ama a loja e seus produtos. E contou a história:

Michele Coelho, mais conhecida como Mimi Coelho, criava as bijoux da Farm. A demanda cresceu tanto que virou a Lola, marca independente, sem deixar a Farm. Os preços ficam na faixa dos R$150. Nos despedimos com a promessa da Ana escrever para o meu site - ela é poeta! Só fui embora porque entrou uma multidão na pequena loja.

Outra marca de balangandás é a Morana. Uma gigante do ramo, fundada em 2002, com mais de 300 lojas no país, que nunca se acomodou nas peças básicas ou na pretensão a joias

A Fresh Vibes, nova coleção inspirada em referências marítimas e celestes, traz pérolas, conchas e elementos orgânicos, um frescor para este alto-verão.

Fala Nara Dutra, Head de Marketing e E-commerce da Morana:

"Fresh Vibes nasce como um convite para viver o verão com mais espontaneidade e conexão com o momento presente. Pensamos em uma coleção versátil, que dialoga com diferentes estilos e ocasiões, mas sempre com esse frescor e brilho que são a essência da estação e da Morana.”

Fonte: https:/Awww.jb.com.br/colunistas/iesa-rodrigues/2026/01/1058380-osmares-na-bijuteria.html. Acesso em 19/01/2026. Excerto

No texto, a expressão “uma gigante do ramo” (4º parágrafo), usada para caracterizar a Morana, substitui:

 

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Leia o texto a seguir:

Os mares na bijuteria

lesa Rodrigues

Se existe um setor, além do jeans e da moda praia, em que o Brasil faz tendências de estilo, é o dos balangandás. Desde a era das descobertas, somos conquistados por espelhinhos e colares. Nem passaram muitos anos até começarmos a usar a criatividade inata para inventar nossas próprias bijuterias. Afinal, os cocares e adereços das tribos já eram bonitos.

Depois de algumas décadas acompanhando lançamentos nacionais e internacionais, se ainda existe uma vitrine capaz de me surpreender é a destes acessórios irresistíveis. A prova aconteceu nesta semana, na rotineira passagem pelo shopping da Gávea: no lugar da antiga papelaria estavam cordões coloridos, um deles com olhos gregos penduradinhos, um cavalo marinho como pingente, conchas... Pronto: deixei de lado a discussão com o gerente do banco, esqueci de ver o preço dos mouses na loja em frente. Entrei e conversei com a Ana, vendedora, marketeira de mão cheia, garota simpática, que ama a loja e seus produtos. E contou a história:

Michele Coelho, mais conhecida como Mimi Coelho, criava as bijoux da Farm. A demanda cresceu tanto que virou a Lola, marca independente, sem deixar a Farm. Os preços ficam na faixa dos R$150. Nos despedimos com a promessa da Ana escrever para o meu site - ela é poeta! Só fui embora porque entrou uma multidão na pequena loja.

Outra marca de balangandás é a Morana. Uma gigante do ramo, fundada em 2002, com mais de 300 lojas no país, que nunca se acomodou nas peças básicas ou na pretensão a joias

A Fresh Vibes, nova coleção inspirada em referências marítimas e celestes, traz pérolas, conchas e elementos orgânicos, um frescor para este alto-verão.

Fala Nara Dutra, Head de Marketing e E-commerce da Morana:

"Fresh Vibes nasce como um convite para viver o verão com mais espontaneidade e conexão com o momento presente. Pensamos em uma coleção versátil, que dialoga com diferentes estilos e ocasiões, mas sempre com esse frescor e brilho que são a essência da estação e da Morana.”

Fonte: https:/Awww.jb.com.br/colunistas/iesa-rodrigues/2026/01/1058380-osmares-na-bijuteria.html. Acesso em 19/01/2026. Excerto

No trecho “Só fui embora porque entrou uma multidão na pequena loja” (3º parágrafo), o elemento em destaque estabelece uma relação de:

 

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Leia o texto a seguir:

Os mares na bijuteria

lesa Rodrigues

Se existe um setor, além do jeans e da moda praia, em que o Brasil faz tendências de estilo, é o dos balangandás. Desde a era das descobertas, somos conquistados por espelhinhos e colares. Nem passaram muitos anos até começarmos a usar a criatividade inata para inventar nossas próprias bijuterias. Afinal, os cocares e adereços das tribos já eram bonitos.

Depois de algumas décadas acompanhando lançamentos nacionais e internacionais, se ainda existe uma vitrine capaz de me surpreender é a destes acessórios irresistíveis. A prova aconteceu nesta semana, na rotineira passagem pelo shopping da Gávea: no lugar da antiga papelaria estavam cordões coloridos, um deles com olhos gregos penduradinhos, um cavalo marinho como pingente, conchas... Pronto: deixei de lado a discussão com o gerente do banco, esqueci de ver o preço dos mouses na loja em frente. Entrei e conversei com a Ana, vendedora, marketeira de mão cheia, garota simpática, que ama a loja e seus produtos. E contou a história:

Michele Coelho, mais conhecida como Mimi Coelho, criava as bijoux da Farm. A demanda cresceu tanto que virou a Lola, marca independente, sem deixar a Farm. Os preços ficam na faixa dos R$150. Nos despedimos com a promessa da Ana escrever para o meu site - ela é poeta! Só fui embora porque entrou uma multidão na pequena loja.

Outra marca de balangandás é a Morana. Uma gigante do ramo, fundada em 2002, com mais de 300 lojas no país, que nunca se acomodou nas peças básicas ou na pretensão a joias

A Fresh Vibes, nova coleção inspirada em referências marítimas e celestes, traz pérolas, conchas e elementos orgânicos, um frescor para este alto-verão.

Fala Nara Dutra, Head de Marketing e E-commerce da Morana:

"Fresh Vibes nasce como um convite para viver o verão com mais espontaneidade e conexão com o momento presente. Pensamos em uma coleção versátil, que dialoga com diferentes estilos e ocasiões, mas sempre com esse frescor e brilho que são a essência da estação e da Morana.”

Fonte: https:/Awww.jb.com.br/colunistas/iesa-rodrigues/2026/01/1058380-osmares-na-bijuteria.html. Acesso em 19/01/2026. Excerto

No primeiro parágrafo, a referência à “era das descobertas” cumpre a função de:

 

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4079848 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: SELECON
Orgão: EMGEPRON
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Leia o texto a seguir:

Fórum Econômico Mundial começa nesta segunda-feira em Davos

Começa nesta segunda-feira (19), em Davos, na Suíça, o Fórum Econômico Mundial. Há 55 anos, o encontro reúne líderes políticos e dirigentes de empresas das principais economias mundiais. O tema do evento, que ocorre até dia 23, é “Um Espírito de Diálogo”, buscando promover a cooperação entre líderes políticos, empresários e organizações.

O fórum contará com a participação de mais de 3 mil delegados de mais de 130 países, incluindo 64 chefes de Estado e de governo, de acordo com a organização. A representante do governo brasileiro será a ministra da Gestão e da Inovação dos Serviços Públicos, Esther Dweck.

Ela irá participar de diferentes debates, entre eles a reunião do Global Digital Collaboration (GDC), grupo que envolve governos, sociedade civil, organismos internacionais e empresas com foco em soluções digitais. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva já participou de edições anteriores, mas não vai a Davos em 2026.

Concentração de riqueza

Um relatório divulgado nesta segunda-feira pela Oxfam Brasil, por ocasião da abertura do Fórum Econômico Mundial, aponta que a riqueza dos bilionários cresceu mais de 16% em 2025. Esse aumento é três vezes superior à média dos últimos cinco anos, chegando a US$ 18,3 trilhões, nível mais alto da história.

O estudo ressalta que, desde 2020, a riqueza dos bilionários aumentou 81%, enquanto uma em cada quatro pessoas não tem regularmente o suficiente para comer, e quase metade da população mundial vive na pobreza. Comparativamente, o aumento da riqueza coletiva em US$ 2,5 trilhões, entre 2024 e 2025, seria suficiente para erradicar a pobreza extrema 26 vezes. (com Agência Brasil)

Fonte: https://www.jb.com.br/mundo/2026/01/1058396-forum-economico-mundial-comeca-nesta-segunda-feira-em-davos.html. Acesso em 19/01/2026. Texto adaptado

Na palavra CONCENTRAÇÃO, o elemento em destaque é um sufixo cuja função é transformar um verbo (“concentrar”) em nome (“concentração”). A única palavra que, na língua portuguesa atual, igualmente apresenta esse mesmo sufixo é:

 

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