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Mulher, 23 anos de idade, com 26,7 kg/m² de IMC, refere estar
preocupada com suas “gordurinhas a mais”. Relata que, nos
últimos meses, apresenta um a dois episódios por mês em
que, em meia hora, come muito doce, principalmente
chocolate. Está com medo de engordar mais. Uma amiga está
tomando lisdexanfetamina e perdeu 2 kg em um mês. Não
apresenta alterações no exame físico. Ao exame psíquico, não
apresentou alterações. Refere ser uma pessoa pragmática,
mas não se adapta bem a rotinas; já tentou fazer atividade
física algumas vezes, sem muito sucesso na continuidade.
Nega problemas de saúde e gostaria de poder tomar
lisdexanfetamina para controlar seu peso e apetite. Qual a
conduta adequada?
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Caraiporã é um município de médio porte com 58 mil
habitantes. Aproximadamente 35% da população vive abaixo
da linha da pobreza, com precariedade em saneamento
básico e acesso limitado a serviços públicos. Nos últimos
anos, o município notificou cerca de 12 casos novos anuais de
Tuberculose (TB). Em 2024, esse número saltou para 27, com
5 óbitos, o que ocasionou uma análise da situação de
tuberculose em Caraiporã com a apresentação dos seguintes
indicadores:
Incidência de TB: 46,6/100 mil; Incidência de TB pulmonar: 32,8/100 mil; Coeficiente de mortalidade por TB: 8,6/100 mil; Letalidade de 18,5%; Proporção de abandono: 20,0%; Prevalência da forma pulmonar: 17,2/100 mil; Proporção da forma miliar: 1,72%.
Assinale a alternativa que descreve um indicador populacional de avaliação da qualidade da assistência aos casos de tuberculose.
Incidência de TB: 46,6/100 mil; Incidência de TB pulmonar: 32,8/100 mil; Coeficiente de mortalidade por TB: 8,6/100 mil; Letalidade de 18,5%; Proporção de abandono: 20,0%; Prevalência da forma pulmonar: 17,2/100 mil; Proporção da forma miliar: 1,72%.
Assinale a alternativa que descreve um indicador populacional de avaliação da qualidade da assistência aos casos de tuberculose.
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Homem, 58 anos de idade, em atendimento em unidade
básica de saúde, refere estar “mais ou menos”. Queixa-se de
intestino “um pouco preso” e boca seca. Durante a consulta
diz estar se sentindo mais tenso, com pouca paciência,
preocupando-se demais com pequenos problemas. Refere,
ainda, tontura quando se levanta e bebe mais água para a
boca seca. Fazia tratamento para pressão alta há 1 ano com
captopril irregularmente. Há 2 meses, seu médico anterior
disse que ele teria transtorno de ansiedade e prescreveu
nortriptilina e, para hipertensão, foi substituído o captopril por
enalapril, pois a pressão não baixava. No final da consulta, diz
não se dar bem com remédios para a pressão. Reconhece
que com frequência não toma os medicamentos para pressão,
pois tem preguiça e também, eventualmente, não se lembra.
Ao exame físico, apresentou PA de 150×95 mmHg, FC de
74 bpm. Além de abordar aspectos relativos a hábitos e à
adesão ao tratamento, a conduta indicada seria substituir
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Homem, 45 anos de idade, em consulta em uma unidade
básica de saúde, refere indisposição de início gradativo,
redução do ânimo e da energia há 4 meses. Nesse período
tem comido mais, principalmente carboidratos. Tem estado
um pouco mais irritado e tem sentido menos prazer no batepapo com os amigos. A investigação clínica não identificou
outros sintomas físicos ou mentais. Não apresenta alterações
ao exame físico. O paciente acredita que seu caso seja falta
de exercício e que, se voltar a correr com seus amigos 4 vezes
por semana, como fazia até há um ano, vai melhorar.
Comparece à consulta porque seu chefe disse que ele deveria
procurar tratamento. Diz não acreditar em psicoterapia e não
gosta da ideia de tomar antidepressivos. Além de agendar
uma consulta para 4 a 6 semanas, a conduta imediata seria:
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Em março de 2025, o Ministério da Saúde publicou portaria
atualizando a Lista Nacional de Doenças e Agravos de
Notificação Compulsória, com a inclusão da esporotricose.
Trata-se de uma doença fúngica da pele, cujo agente
etiológico é o Sporothix schencckii. Ela emergiu no Brasil no
final do milênio passado, com uma estrutura epidemiológica
diferente: a infecção de felinos domésticos, que a transmitem
para os seus tutores. Nas últimas décadas, ela se disseminou
por todo o país, chegando também a outros países da América
do Sul. O que motivou a necessidade de notificação
compulsória da esporotricose humana?
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Homem e sua companheira iniciaram tratamento para
tuberculose pulmonar há 7 dias. A equipe da unidade básica
de saúde realiza visita domiciliar a fim de avaliar os
contactantes domiciliares do caso. Na casa, além do casal,
mora a filha com 26 dias de vida, assintomática, com bom
ganho de peso, em aleitamento materno exclusivo, vacinação
de acordo com o calendário vacinal do Programa Nacional de
Imunização. Assinale a alternativa que apresenta a conduta
adequada para a criança.
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Em abril de 2024, o Rio Grande do Sul experimentou alta precipitação, que resultou em inundações generalizadas. Um estudo avaliou a incidência de leptospirose entre maio e julho de 2024 no estado do Rio Grande do Sul.
| Porcentagem de residências atingidas pelas inundações | Incidência de leptospirose (por 100.000 habitantes) |
|---|---|
| 0 - 0,1 | 0,5 |
| 0,2 - 0,6 | 1,6 |
| 0,7 - 1,2 | 3,3 |
| 1,3 - 11,0 | 7,3 |
| 11,1 - 27,9 | 21,7 |
Considerando como referência os locais com porcentagem de residências atingidas pelas inundações entre 0 e 0,1%, o risco de leptospirose na população é:
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Considere o registro a seguir, realizado no prontuário de um
homem cisgênero, 35 anos de idade, bancário. A UBS de
referência está localizada em área urbana.
S1: Dor abdominal em cólica e diarreia malcheirosa há cerca de 20 dias, sem sangue ou muco. Em uso de analgésico e anti-espasmódico com controle dos sintomas. Sem febre, perda de 1 kg nesse período, nega viagens recentes. S2: Renovação de prescrição de PrEP para HIV (profilaxia pré-exposição). Uso diário há 2 anos, esquece de tomar menos de 1 vez por semana; últimos exames há cerca de 4 meses sem alterações. Relações sexuais anais receptivas e insertivas, uso irregular de preservativo. O: Abdome timpânico, sem dor à palpação e sem massas; hidratado, anictérico.
Exames realizados há 4 meses: sorologias para HIV, sífilis e hepatites B e C: negativo; pesquisa clamídia e gonorreia retal e urinária negativas; creatinina 0,8 mg/dL. Para esse paciente, a conduta mais indicada seria pesquisa nas fezes de:
S1: Dor abdominal em cólica e diarreia malcheirosa há cerca de 20 dias, sem sangue ou muco. Em uso de analgésico e anti-espasmódico com controle dos sintomas. Sem febre, perda de 1 kg nesse período, nega viagens recentes. S2: Renovação de prescrição de PrEP para HIV (profilaxia pré-exposição). Uso diário há 2 anos, esquece de tomar menos de 1 vez por semana; últimos exames há cerca de 4 meses sem alterações. Relações sexuais anais receptivas e insertivas, uso irregular de preservativo. O: Abdome timpânico, sem dor à palpação e sem massas; hidratado, anictérico.
Exames realizados há 4 meses: sorologias para HIV, sífilis e hepatites B e C: negativo; pesquisa clamídia e gonorreia retal e urinária negativas; creatinina 0,8 mg/dL. Para esse paciente, a conduta mais indicada seria pesquisa nas fezes de:
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Mulher, 67 anos de idade, procura atendimento na sua
Unidade Básica de Saúde (UBS) para exames de rotina,
especialmente preocupada com os exames ginecológicos.
Tem vida sexual ativa, não tem comorbidades. Realizou
exame citopatológico do colo uterino aos 61 e 64 anos de
idade, e mamografia aos 65 anos. Não tem história familiar de
câncer, nem teve exames de rastreamento alterados
anteriormente. Seguindo as recomendações do Ministério da
Saúde para câncer de mama e colo de útero, qual conduta
deve ser orientada para a paciente?
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- SUSLei 8.080/1990: Lei Orgânica da SaúdeSistema Único de SaúdePrincípios, Objetivos, Diretrizes e Atribuições.
- Planejamento e Gestão
Mulher, parda, 22 anos de idade, na segunda gestação.
Moradora de município de médio porte, ensino médio
incompleto. Desempregada, em união estável. Primeiro
atendimento (14 semanas) quando realiza consulta de prénatal com enfermagem. Os exames de rotina são solicitados,
incluindo sorologia para sífilis (VDRL). Exame coletado, mas
resultado não foi incluído no prontuário por falha na digitação
do laboratório no sistema. Segundo atendimento (22 semanas): Anamnese e exame físico sem alterações. Terceiro
atendimento (28 semanas): Queixa de corrimento vaginal.
Solicitado novo VDRL, que retorna reagente: VDRL 1:64.
Confirmado por teste rápido treponêmico (positivo). Iniciada
penicilina benzatina (2,4 milhões UI IM, 3 doses com intervalo
semanal). Parceiro não comparece para tratamento. Parto (38
semanas): vaginal em maternidade regional. Recém-nascido
com sinais de prematuridade limítrofe, baixo peso (2.300 g) e
exantema palmoplantar. Avaliação neonatal mostra VDRL
reagente e anemia. Foi realizado tratamento do recém-nascido
com penicilina procaína. Puérpera foi orientada a continuar o
tratamento após a alta. Dentre os princípios do SUS e os
atributos da APS, em qual não houve o cumprimento
adequado e levou a ocorrência da sífilis congênita neste caso?
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