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Disponível em: <www.rb.org.br>. Acesso em: 16 fev. 2023.
Um paciente de 62 anos de idade, tabagista (1maço/dia) e etilista (5 doses de destilado/dia) há 40 anos, procurou atendimento ambulatorial com queixa de disfagia progressiva (sólidos para líquidos), linfonodomegalia cervical bilateral e perda de 8 kg em seis meses. Foi submetido a estudo contrastado do esôfago, que demonstrou falha de enchimento irregular.
No que se refere ao caso clínico citado, a localização mais comum dessa patologia é
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Disponível em: <www.rb.org.br>. Acesso em: 16 fev. 2023.
Um paciente de 62 anos de idade, tabagista (1maço/dia) e etilista (5 doses de destilado/dia) há 40 anos, procurou atendimento ambulatorial com queixa de disfagia progressiva (sólidos para líquidos), linfonodomegalia cervical bilateral e perda de 8 kg em seis meses. Foi submetido a estudo contrastado do esôfago, que demonstrou falha de enchimento irregular.
Diante dessas informações, qual é a principal hipótese diagnóstica?
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Um homem de 33 anos de idade procurou o serviço médico com queixa de dor abdominal, na região mesogástrica, sem irradiação, há 90 dias. Relatou piora importante dos sintomas há 45 dias, associada a enterorragia e melena. Negou fatores de melhora ou piora, náuseas ou vômitos. Referiu também perda ponderal de 10 kg no período. Negou comorbidades, alergias, internações prévias, tabagismo e etilismo. Ao exame físico, foram constatados linfonodo palpável e aumentado de volume supraclavicular à esquerda, nódulos periumbilicais e, ao toque retal, massa endurada no fundo de saco de Douglas.
Considerando essas informações, a principal hipótese diagnostica é
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Para que tal patologia ocorra, existe um ponto de fraqueza na musculatura na parede posterior do esôfago, representada por um triângulo.
Essa região é denominada triangulo de
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Disponível em: <www.scielo.br>. Acesso em: 16 fev. 2023.
Um paciente de 71 anos de idade apresentou queixa de disfagia cervical, associada a deglutição ruidosa, regurgitação, abaulamento cervical esquerdo, acessos de tosse, halitose e emagrecimento progressivo há três anos. Ele, então, procurou o cirurgião de cabeça e pescoço para investigar essa sintomatologia, o qual optou pela realização de exames de imagem, que evidenciaram as imagens apresentadas.
Qual é a hipótese diagnóstica mais plausível?
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Certa paciente de 18 anos de idade apresentou quadro de febre não termometrada, mialgia, dor abdominal no mesogástrio e hipocôndrio direito há cinco dias. Ao exame físico, mostrou-se em regular estado geral, com abdome flácido, doloroso difusamente à palpação profunda, com predomínio no epigástrio e hipocôndrio direito, sinal de Murphy e ruídos hidroaéreos presentes. Os exames laboratoriais indicaram leucócitos = 18.400/mm3 (segmentados = 86%, linfócitos = 9%, bastões = 3%, eosinófilos = 0%); hematócrito = 45,20%; hemoglobina = 11,5 g/dL; plaquetas = 55.000/mm3; ALT = 29 U/L; AST: 23 U/L; sorologia para dengue IgM = reagente. O USG de abdome evidenciou fígado com dimensões normais, vesícula biliar de paredes espessadas e heterogêneas (8 mm) e ascite leve.
Quanto à hipótese diagnóstica para esse caso clínico, assinale a alternativa correta.
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A aorta (ponta de seta aberta) e a artéria mesentérica superior (ponta de seta fechada)
Disponível em: <www.uptodate.com>. Acesso em: 16 fev. 2023.
Uma paciente de 21 anos de idade, caucasiana, com IMC atual = 16.1 Kg/m2, apresentava, há seis meses, intolerância alimentar acompanhada de náuseas e vômitos pós-prandiais. Essas queixas eram muitas vezes associadas a digestões prolongadas e dor epigástrica, que eram aliviadas com o vômito. O início do quadro clínico surgiu após episódio de gastroenterite aguda, ocorrendo uma perda ponderal de 16% em 120 dias. Com o decorrer dos meses, a situação clínica foi agravada com o aumento da intolerância alimentar e maior perda de peso, embora a paciente procurasse se alimentar. Optou-se, assim, pela realização de exames de imagem abdominal.
Associando-se a imagem apresentada ao quadro previamente descrito, qual é a principal hipótese diagnóstica?
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Um paciente de 36 anos de idade foi internado com quadro de dor abdominal difusa, maior na região epigástrica, iniciada há cerca de 48 horas, associado a náuseas e vômitos, hiporexia e diminuição da eliminação de fezes e flatos. Ele é portador de SIDA e hepatite C e referiu tratamento incompleto de tuberculose pulmonar há cinco anos e história de duas laparotomias exploradoras, uma em razão de ferimento por arma branca e outra por projétil de arma de fogo, não sabendo informar quais lesões e procedimentos foram realizados. Inicialmente tentou-se tratamento clínico, porém sem resposta. O paciente foi, então, submetido à laparotomia exploradora mediana supra e infraumbilical, com as hipóteses diagnósticas principais de obstrução intestinal por bridas ou invaginação intestinal, sendo encontrados os seguintes achados operatórios: distensão de alças do intestino delgado; tumoração de aspecto granulomatoso no segmento íleocecal, a qual obstruía a luz intestinal e infiltrava peritônio parietal adjacente; e vários gânglios mesentéricos, também de aspecto granulomatoso.
Qual é a principal hipótese diagnóstica?
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No referido caso clínico, o paciente foi internado para antibioticoterapia endovenosa e desbridamento da ferida infectada.
Qual é o melhor antibiótico para o germe causador do processo infeccioso?
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Em relação ao caso clínico mencionado, o paciente não realizou os cuidados devidos com a sua ferida operatória. Consequentemente, depois de 5 dias, evoluiu com deiscência parcial da ferida operatória, sinais flogísticos intensos e saída de secreção. Optou-se inicialmente, por tratar apenas com AINEs e analgésicos. No 10º dia pós-operatório, passou a apresentar febre intermitente, necrose das bordas da lesão e saída de secreção verde-azulada com odor fétido.
Qual é o principal patógeno envolvido?
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