Foram encontradas 24 questões.
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto a seguir para responder às questões que a ele se referem.
Texto 01
O tempo é a vida
1 Tenho ouvido muito as pessoas se queixarem do tempo. Dizem que o tempo passa rápido, ou devagar
demais, que o tempo de ser feliz já passou ou não chega nunca. É comum dizerem que “estão perdendo tempo” e
que isso não pode ocorrer, seja porque “tempo é dinheiro”, seja porque uma hora a grande ficha cairá com a
percepção de que se “era feliz e não sabia”. Estão “correndo contra o tempo” ou “aproveitando o tempo que ainda
5 têm”. Isso em nada diz do tempo, mas da relação que estabelecemos com ele. São frases prontas para produzir
angústia, ansiedade, culpa e tristeza. Como se pudéssemos e devêssemos controlar o tempo. Nessas relações
equivocadas com o tempo, a gente o chama para uma competição. Nem preciso contar para vocês quem perde com
isso O tempo, senhor do universo – na mitologia grega, Cronos era o líder dos titãs – não perde nunca. E aí mais
armadilhas à vista. A tristeza pelo que já passou nos conecta com o tempo do passado. A ansiedade pelo que está
10 por vir nos conecta com o tempo do futuro. Ambas as situações nos tiram da única conexão real com o tempo, a
única que ele respeita: a presença.
Só no presente posso me relacionar com o tempo sem precisar correr ou lamentar. Fluindo com o tempo,
aproveito as possibilidades que a vida me apresenta agora. De modo gentil e leve, posso aprender as lições que
preciso sem culpa ou dor. Fluir no tempo, aceitar sua enormidade e minha submissão nessa relação, abre espaço
15 para a autonomia real (não aquela fantasia de controle). Isso é muito claro quando olhamos para as crianças, e para
o não lugar que o mundo de hoje oferece para a infância. As crianças sabem que o tempo está aí para que
possamos dançar com ele. E dança implica movimento com tônus, equilíbrio, abertura, desejo e presença, e elas são
absolutamente presentificadas. As crianças se encontram no tempo consigo mesmas a partir dos jogos e das
brincadeiras, mas também a partir do maravilhoso “não fazer nada” (que virou “ócio criativo” para ser admitido na
20 vida adulta-capital). Mas os adultos são cruéis na demolição do projeto educacional, e propõem que as crianças
sejam o que elas ainda não são. Solicitam que elas deem o que ainda não têm para dar, como fundamento do que
seria uma boa educação para o sucesso. Educação essa que supostamente lida bem com o tempo, que o
“aproveita”.
E assim aprendemos a atravessar nossa conexão com o tempo da vida, o tempo para nascer e para morrer,
25 para contemplar, plantar e colher. E não o tempo dos “agrotóxicos”, que oferece tudo a qualquer momento, fora das
estações do ano, que não implica espera e que não abre espaço pra gente se conectar com o que temos de mais
sagrado: nosso silêncio. Que possamos fazer as pazes com o tempo, porque disso depende uma relação mais
harmônica com nossos parceiros de mundo.
COELHO, Myrna. O tempo e a vida. Disponível em: <https://vidasimples.co/colunistas/o-tempo-e-a-vida/>. Acesso em: 5 set. 2019. Adaptado.
De acordo com o texto, a boa educação é aquela que ensina as pessoas a
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INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto a seguir para responder às questões que a ele se referem.
Texto 01
O tempo é a vida
1 Tenho ouvido muito as pessoas se queixarem do tempo. Dizem que o tempo passa rápido, ou devagar
demais, que o tempo de ser feliz já passou ou não chega nunca. É comum dizerem que “estão perdendo tempo” e
que isso não pode ocorrer, seja porque “tempo é dinheiro”, seja porque uma hora a grande ficha cairá com a
percepção de que se “era feliz e não sabia”. Estão “correndo contra o tempo” ou “aproveitando o tempo que ainda
5 têm”. Isso em nada diz do tempo, mas da relação que estabelecemos com ele. São frases prontas para produzir
angústia, ansiedade, culpa e tristeza. Como se pudéssemos e devêssemos controlar o tempo. Nessas relações
equivocadas com o tempo, a gente o chama para uma competição. Nem preciso contar para vocês quem perde com
isso O tempo, senhor do universo – na mitologia grega, Cronos era o líder dos titãs – não perde nunca. E aí mais
armadilhas à vista. A tristeza pelo que já passou nos conecta com o tempo do passado. A ansiedade pelo que está
10 por vir nos conecta com o tempo do futuro. Ambas as situações nos tiram da única conexão real com o tempo, a
única que ele respeita: a presença.
Só no presente posso me relacionar com o tempo sem precisar correr ou lamentar. Fluindo com o tempo,
aproveito as possibilidades que a vida me apresenta agora. De modo gentil e leve, posso aprender as lições que
preciso sem culpa ou dor. Fluir no tempo, aceitar sua enormidade e minha submissão nessa relação, abre espaço
15 para a autonomia real (não aquela fantasia de controle). Isso é muito claro quando olhamos para as crianças, e para
o não lugar que o mundo de hoje oferece para a infância. As crianças sabem que o tempo está aí para que
possamos dançar com ele. E dança implica movimento com tônus, equilíbrio, abertura, desejo e presença, e elas são
absolutamente presentificadas. As crianças se encontram no tempo consigo mesmas a partir dos jogos e das
brincadeiras, mas também a partir do maravilhoso “não fazer nada” (que virou “ócio criativo” para ser admitido na
20 vida adulta-capital). Mas os adultos são cruéis na demolição do projeto educacional, e propõem que as crianças
sejam o que elas ainda não são. Solicitam que elas deem o que ainda não têm para dar, como fundamento do que
seria uma boa educação para o sucesso. Educação essa que supostamente lida bem com o tempo, que o
“aproveita”.
E assim aprendemos a atravessar nossa conexão com o tempo da vida, o tempo para nascer e para morrer,
25 para contemplar, plantar e colher. E não o tempo dos “agrotóxicos”, que oferece tudo a qualquer momento, fora das
estações do ano, que não implica espera e que não abre espaço pra gente se conectar com o que temos de mais
sagrado: nosso silêncio. Que possamos fazer as pazes com o tempo, porque disso depende uma relação mais
harmônica com nossos parceiros de mundo.
COELHO, Myrna. O tempo e a vida. Disponível em: <https://vidasimples.co/colunistas/o-tempo-e-a-vida/>. Acesso em: 5 set. 2019. Adaptado.
Assinale a alternativa que contradiz as ideias defendidas no texto.
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Texto 01
O tempo é a vida
1 Tenho ouvido muito as pessoas se queixarem do tempo. Dizem que o tempo passa rápido, ou devagar
demais, que o tempo de ser feliz já passou ou não chega nunca. É comum dizerem que “estão perdendo tempo” e
que isso não pode ocorrer, seja porque “tempo é dinheiro”, seja porque uma hora a grande ficha cairá com a
percepção de que se “era feliz e não sabia”. Estão “correndo contra o tempo” ou “aproveitando o tempo que ainda
5 têm”. Isso em nada diz do tempo, mas da relação que estabelecemos com ele. São frases prontas para produzir
angústia, ansiedade, culpa e tristeza. Como se pudéssemos e devêssemos controlar o tempo. Nessas relações
equivocadas com o tempo, a gente o chama para uma competição. Nem preciso contar para vocês quem perde com
isso O tempo, senhor do universo – na mitologia grega, Cronos era o líder dos titãs – não perde nunca. E aí mais
armadilhas à vista. A tristeza pelo que já passou nos conecta com o tempo do passado. A ansiedade pelo que está
10 por vir nos conecta com o tempo do futuro. Ambas as situações nos tiram da única conexão real com o tempo, a
única que ele respeita: a presença.
Só no presente posso me relacionar com o tempo sem precisar correr ou lamentar. Fluindo com o tempo,
aproveito as possibilidades que a vida me apresenta agora. De modo gentil e leve, posso aprender as lições que
preciso sem culpa ou dor. Fluir no tempo, aceitar sua enormidade e minha submissão nessa relação, abre espaço
15 para a autonomia real (não aquela fantasia de controle). Isso é muito claro quando olhamos para as crianças, e para
o não lugar que o mundo de hoje oferece para a infância. As crianças sabem que o tempo está aí para que
possamos dançar com ele. E dança implica movimento com tônus, equilíbrio, abertura, desejo e presença, e elas são
absolutamente presentificadas. As crianças se encontram no tempo consigo mesmas a partir dos jogos e das
brincadeiras, mas também a partir do maravilhoso “não fazer nada” (que virou “ócio criativo” para ser admitido na
20 vida adulta-capital). Mas os adultos são cruéis na demolição do projeto educacional, e propõem que as crianças
sejam o que elas ainda não são. Solicitam que elas deem o que ainda não têm para dar, como fundamento do que
seria uma boa educação para o sucesso. Educação essa que supostamente lida bem com o tempo, que o
“aproveita”.
E assim aprendemos a atravessar nossa conexão com o tempo da vida, o tempo para nascer e para morrer,
25 para contemplar, plantar e colher. E não o tempo dos “agrotóxicos”, que oferece tudo a qualquer momento, fora das
estações do ano, que não implica espera e que não abre espaço pra gente se conectar com o que temos de mais
sagrado: nosso silêncio. Que possamos fazer as pazes com o tempo, porque disso depende uma relação mais
harmônica com nossos parceiros de mundo.
COELHO, Myrna. O tempo e a vida. Disponível em: <https://vidasimples.co/colunistas/o-tempo-e-a-vida/>. Acesso em: 5 set. 2019. Adaptado.
De acordo com o texto, em relação ao tempo, devemos ser
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Texto 01
O tempo é a vida
1 Tenho ouvido muito as pessoas se queixarem do tempo. Dizem que o tempo passa rápido, ou devagar
demais, que o tempo de ser feliz já passou ou não chega nunca. É comum dizerem que “estão perdendo tempo” e
que isso não pode ocorrer, seja porque “tempo é dinheiro”, seja porque uma hora a grande ficha cairá com a
percepção de que se “era feliz e não sabia”. Estão “correndo contra o tempo” ou “aproveitando o tempo que ainda
5 têm”. Isso em nada diz do tempo, mas da relação que estabelecemos com ele. São frases prontas para produzir
angústia, ansiedade, culpa e tristeza. Como se pudéssemos e devêssemos controlar o tempo. Nessas relações
equivocadas com o tempo, a gente o chama para uma competição. Nem preciso contar para vocês quem perde com
isso O tempo, senhor do universo – na mitologia grega, Cronos era o líder dos titãs – não perde nunca. E aí mais
armadilhas à vista. A tristeza pelo que já passou nos conecta com o tempo do passado. A ansiedade pelo que está
10 por vir nos conecta com o tempo do futuro. Ambas as situações nos tiram da única conexão real com o tempo, a
única que ele respeita: a presença.
Só no presente posso me relacionar com o tempo sem precisar correr ou lamentar. Fluindo com o tempo,
aproveito as possibilidades que a vida me apresenta agora. De modo gentil e leve, posso aprender as lições que
preciso sem culpa ou dor. Fluir no tempo, aceitar sua enormidade e minha submissão nessa relação, abre espaço
15 para a autonomia real (não aquela fantasia de controle). Isso é muito claro quando olhamos para as crianças, e para
o não lugar que o mundo de hoje oferece para a infância. As crianças sabem que o tempo está aí para que
possamos dançar com ele. E dança implica movimento com tônus, equilíbrio, abertura, desejo e presença, e elas são
absolutamente presentificadas. As crianças se encontram no tempo consigo mesmas a partir dos jogos e das
brincadeiras, mas também a partir do maravilhoso “não fazer nada” (que virou “ócio criativo” para ser admitido na
20 vida adulta-capital). Mas os adultos são cruéis na demolição do projeto educacional, e propõem que as crianças
sejam o que elas ainda não são. Solicitam que elas deem o que ainda não têm para dar, como fundamento do que
seria uma boa educação para o sucesso. Educação essa que supostamente lida bem com o tempo, que o
“aproveita”.
E assim aprendemos a atravessar nossa conexão com o tempo da vida, o tempo para nascer e para morrer,
25 para contemplar, plantar e colher. E não o tempo dos “agrotóxicos”, que oferece tudo a qualquer momento, fora das
estações do ano, que não implica espera e que não abre espaço pra gente se conectar com o que temos de mais
sagrado: nosso silêncio. Que possamos fazer as pazes com o tempo, porque disso depende uma relação mais
harmônica com nossos parceiros de mundo.
COELHO, Myrna. O tempo e a vida. Disponível em: <https://vidasimples.co/colunistas/o-tempo-e-a-vida/>. Acesso em: 5 set. 2019. Adaptado.
De acordo com as ideias defendidas no texto,
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- Lei de Responsabilidade FiscalDívida e Endividamento (arts. 29 ao 42)Definições, Limites e Recondução da Dívida (arts. 29 ao 31)
A Lei de Responsabilidade Fiscal, no que tange à contratação das operações de crédito, atribui competência ao Ministério da Fazenda para que verifique o cumprimento dos limites e condições relativos à realização dessas operações de cada ente da Federação, inclusive das empresas por eles controladas, direta ou indiretamente.
Segundo a LRF, o prazo de validade da verificação dos referidos limites e condições, e da análise realizada para a concessão de garantia pela União será, a critério do Ministério da Fazenda, de
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Sobre os crimes contra a Administração Pública, disciplinados pelo Código Penal, analise os itens a seguir:
I - No crime de advocacia administrativa, o agente patrocina, direta ou indiretamente, interesse privado perante a Administração Pública, valendo-se da qualidade de funcionário.
II - A reparação do dano, caso precedente à sentença irrecorrível, extingue a punibilidade; se lhe é posterior, reduz de metade a pena imposta; referidas circunstâncias citadas são atribuídas, no Código Penal, ao crime de peculato mediante erro de outrem.
III - No crime de concussão, o agente solicita ou recebe, para si ou para outrem, direta ou indiretamente, ainda que fora da função ou antes de assumi-la, mas em razão dela, vantagem indevida, ou aceita promessa de tal vantagem.
IV - Deixar o funcionário, por indulgência, de responsabilizar subordinado que cometeu infração no exercício do cargo ou, quando lhe falte competência, não levar o fato ao conhecimento da autoridade competente, corresponde ao crime denominado excesso de exação.
Analisados os itens, pode-se afirmar corretamente que:
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A respeito do que dispõe o Código Tributário Nacional (Lei Federal n.º 5.172/1966) e do entendimento sumulado do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Superior Tribunal de Justiça (STJ) sobre os impostos vigentes no ordenamento jurídico brasileiro, assinale a alternativa CORRETA.
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Disciplina: Direito Processual Civil
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Taiobeiras-MG
Conforme inteligência do novo Código de Processo Civil, tanto a sentença proferida contra a União, os Estados, o Distrito Federal, os Municípios e suas respectivas autarquias e fundações de direito público, quanto a sentença que julgar procedentes, no todo ou em parte, os embargos à execução fiscal, estão sujeitas à remessa necessária, não produzindo efeito senão depois de confirmadas pelo tribunal, desde que fundadas tais sentenças em:
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Disciplina: Direito Processual Civil
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Taiobeiras-MG
Considere, na questão a seguir, V para as assertivas verdadeiras e F para as falsas: De acordo com o Código de Processo Civil, a produção antecipada de provas, antes do ajuizamento da demanda principal:
I - ( ) acarreta prevenção do juízo para a ação que venha a ser proposta com amparo na prova produzida.
II - ( ) vincula o juiz a se pronunciar sobre a ocorrência ou a inocorrência do fato relatado em requerimento, e sobre o qual a prova há de recair, bem como sobre as respectivas consequências jurídicas.
III - ( ) é da competência do juízo do foro onde esta deva ser produzida ou do foro de domicílio do réu.
IV - ( ) apenas é admitida nos casos em que o prévio conhecimento dos fatos possa justificar ou evitar o ajuizamento da ação
V - ( ) pode ser objeto de interposição de recurso por parte do requerente originário, caso o juiz se decida pelo seu total indeferimento.
São CORRETAS as assertivas:
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Disciplina: Direito Processual Civil
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Taiobeiras-MG
O novo Código de Processo Civil contempla diferentes tipos – e respectivos regramentos – de respostas do réu. A respeito do tema, assinale a alternativa CORRETA.
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Caderno Container