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Um adolescente de 17 anos com diagnóstico de artrite idiopática juvenil poliarticular apresenta doença controlada há 18 meses em uso regular de metotrexato. A equipe de reumatologia pediátrica programa a transição do cuidado para o serviço de reumatologia do adulto. Observa-se que o paciente administra sua própria medicação, agenda retornos, compreende sua doença e tratamento, mas relata ansiedade relacionada à mudança de equipe e ao afastamento dos profissionais com quem criou vínculo. De acordo com recomendações sobre transição assistida de pacientes com doenças reumatológicas crônicas, qual ação é obrigatória nesse processo?
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Paciente do sexo feminino, 15 anos, com diagnóstico de artrite idiopática juvenil desde os 2 anos, em transição de terapias devido à falha secundária, apresenta agudização da dor crônica, limitação funcional e absenteísmo escolar nos últimos meses. A família relata isolamento social progressivo, piora do humor, crises de choro e declínio no desempenho escolar. Na consulta, a paciente refere perda de interesse em atividades antes prazerosas e dificuldade para dormir, negando ideação suicida. Considerando a organização da atenção à saúde da criança e do adolescente no SUS, a abordagem mais adequada nesse contexto é
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Em um município de pequeno porte, uma criança de 7 anos com história de uveíte anterior crônica bilateral, não granulomatosa, associada à artrite idiopática juvenil, permanece com atividade inflamatória ocular apesar de tratamento tópico e sistêmico convencional (corticoide, metotrexato e ciclosporina). O reumatologista indica início de imunobiológico, conforme previsto no Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas (PCDT). A família procura a farmácia municipal, mas é informada de que o fornecimento não será autorizado, sob a alegação de que o município “não dispõe do medicamento e não possui obrigação direta de fornecimento”, devido ao alto custo. Considerando a Lei nº 8.080/1990 e a organização do SUS, qual é a conduta mais apropriada nesse caso?
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No ambulatório de reumatologia pediátrica, discute-se o início de adalimumabe em uma adolescente de 14 anos com espondiloartrite juvenil ativa e refratária ao metotrexato. Antes do início do biológico, foram solicitados exames de triagem, que revelaram radiografia de tórax normal e teste tuberculínico (PPD) com 12 mm. A paciente está assintomática, sem história conhecida de contato com tuberculose. Considerando as recomendações vigentes para prevenção de infecção em pacientes imunossuprimidos, a conduta mais adequada antes do início do imunobiológico é
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Um reumatologista pediátrico, em seu consultório, acompanha um paciente de 12 anos, em uso de adalimumabe para artrite idiopática juvenil, que, durante o tratamento, desenvolve quadro de infecção pulmonar severa, exigindo hospitalização em uma unidade de terapia intensiva. Considerando as normas vigentes de farmacovigilância no Brasil, qual é a conduta adequada do profissional de saúde responsável pelo caso?
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Durante atividade de supervisão em um município do interior, uma pediatra da atenção primária relata dificuldades em organizar o acompanhamento de crianças com doenças reumatológicas crônicas, principalmente quando há necessidade de avaliação especializada. Em reunião com a gestão local, discute-se como estruturar o fluxo assistencial adequado, respeitando a Lei nº 8.080/1990, especialmente no que diz respeito à organização dos serviços e continuidade do cuidado. De acordo com essa legislação, assinale a alternativa que expressa corretamente um dos princípios organizativos do Sistema Único de Saúde.
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Em consulta de seguimento, um adolescente de 13 anos com diagnóstico de artrite idiopática juvenil poliarticular fator reumatoide negativo há dois anos apresenta bom controle clínico em uso de metotrexato semanal. Os responsáveis questionam a orientação de suplementar ácido fólico. Qual é a justificativa mais adequada para essa recomendação?
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Um paciente de 15 anos, acompanhado no ambulatório de reumatologia pediátrica, apresenta história de espessamento cutâneo progressivo em tronco e porções proximais dos membros, associado a fenômeno de Raynaud e dificuldade respiratória aos esforços. Ao exame, há redução da expansibilidade torácica e estertores bibasais. A capilaroscopia periungueal evidencia rarefação acentuada de alças capilares, áreas avasculares e micro-hemorragias. Exames laboratoriais revelam FAN positivo, além de presença de anticorpo anti-topoisomerase I. Considerando o quadro descrito, assinale a alternativa correta.
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